
O comitê anticorrupção da Arábia Saudita, criado neste sábado pelo rei Salman bin Abdul Aziz, decretou a prisão de 11 príncipes, quatro ministros e vários ex-ministros, segundo a emissora Al Arabiya.
Comandado pelo príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, o órgão tem como objetivo investigar casos de corrupção que foram detectados no país. O comitê tem autorização para prender, proibir de viajar, congelar contas e tomar outras medidas preventivas contra investigados antes que os processos cheguem à Justiça.
Entre os presos, estão o príncipe bilionário Alwaleed bin Talal, que possui a empresa de investimentos Kingdom Holding, e o ex-ministro das Finanças saudita, Ibrahim al-Assaf.
Segundo fontes citadas pela Al Arabiya, o comitê reabriu a investigação de dois casos de corrupção relacionados com inundações ocorridas na cidade de Jidá, em 2009, e com o surto de coronavírus, que matou 500 pessoas entre 2012 e 2015.
O príncipe Mobeib bin Adulah, até então no comando da Guarda Nacional, será substituído pelo também príncipe Khaled bin Ayaf.
O ministro de Economia e Planejamento, Adel al Faqieh, deixa o cargo para a entrada de Mohammed al Tuwaiyri.
Já a Marinha, comandada até então pelo almirante Abdulah bin Sultan bin Mohammed al Sultan, passa a ser liderada pelo vice-almirante Fahd bin Abdulah ao Gifaili.
(Com EFE)
Quem gosta de Bolsonazi?
Batam os cascos e relinxem pra agraciar o mito da mentira.
Bolssonaro, tá dada a dica se vc chegar ao governo. Dê boquinha não, pra essa cambada de vagabundo.
jÁ PENSOU AQUI NO BRASIL, SE FOSSE BOTAR CORRUPTO NA CADEIA??? TERIA QUE CNSTRUIR DIVERSOS ESTADIOS
Todos serão fuzilados
Duvido, Sr. Antônio. Isso é apenas aplicado a meros mortais. Príncipes milionários de jeito nenhum. É mais fácil um sujeito comum ser condenado a pena de morte por apostasia do que um poderoso magnata sheik passar mais de 06 meses numa cadeia.