Articulador da volta do Ministério da Segurança Pública é vetado por Moro para comandar PF, diz jornal

A história da recriação do ministério da Segurança Pública explicitou a queda de braço não oficial entre Jair Bolsonaro e seu ministro mais popular, Sergio Moro (Justiça), além de revelar a disputa interna pelo comando da Polícia Federal. Em reuniões, Moro já se posicionou contrário à indicação de Anderson Torres para chefiar a PF. Secretário de Segurança do DF, Torres foi o principal articulador da recriação da pasta, medida que esvazia os poderes de Moro.

Com o veto de Moro à sua nomeação, Torres passou a articular a recriação do ministério com o apoio do ex-deputado Alberto Fraga (DEM). O ex-parlamentar tem dito que está quase tudo certo para virar ministro, se a pasta for recriada, e que Torres será seu diretor-geral.

O secretário do DF tem se movimentado há quase um ano para virar chefe da Polícia Federal. A colegas, afirma ser o nome perfeito para a “arejada” que Bolsonaro disse à Folha querer dar na PF. A disputa pelo poder da PF vem desde agosto, quando Bolsonaro ameaçou trocar o diretor-geral, Maurício Valeixo. O assunto nunca esfriou e a mudança é tratada como provável quase sempre desde então.

Validade Nos bastidores, o secretário do DF tinha colocado como prazo limite para a definição de sucessão na PF a data de 31 de janeiro.

Painel/Folha de S.Paulo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Kaila disse:

    Os canalhas não se conformam !
    In Moro We Trust

  2. Antonio Turci disse:

    Caso o Presidente Bolsonaro continue a fritar o Digníssimo e Competentíssimo Ministro SERGIO MORO, perderá milhões de apoiadores.

  3. Cláudio disse:

    #MORO2022

  4. Bruno de Paula disse:

    Bolsonaro está com ciúmes da popularidade do ministro, não pode simplesmente demitir por causa da opinião pública, então decidiu por Moro na geladeira, tirar o protagonismo dele. Por mais Moro e menos Bozo.

  5. Osvaldo Delgado disse:

    Continuo afirmando: com a saída de Moro o governo de Bolsonaro acaba. E o meu voto Bolsonaro nunca mais terá.

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