Diversos

Artigo: Mais que um Fla x Flu – por Thiago Medeiros

Mais que um Fla x FLu, uma polarização política não pode ser comparada a um jogo de entretenimento que mexe apenas com as emoções. O jogo de futebol, uma paixão nacional que encanta, diverte e aborrece milhões de brasileiros. Cada um tem seu ritual para assistir à partida do seu time, já está com a piada pronta para caso seu time vença, mas também se prepara para a defesa, se prevenindo das “brincadeiras” dos amigos.

Até aí tudo bem, sabemos que vence o melhor, e o mais importante é vencer mesmo, mas vamos nos lembrar de algumas condutas morais que norteiam uma partida de futebol: se o jogador entra de forma violenta ou xingar é punido e pode até ser expulso. Pois é, parece que nesse quesito a partida (clássico) do nosso futebol está mais organizada que a nossa política. E com relação às torcidas? Ninguém fica feliz quando está assistindo na tv (quando se tinha torcida nas arquibancadas) e vê cenas de violência, todos nós (seres humanos normais) repudiamos qualquer ato violento. Mas, por exemplo, nas redes sociais vemos cada coisa, né? A agressão pode não ser física, mas pode machucar tanto quanto.

Até aqui, me parece que qualquer partida tem tudo para ser mais organizada do que nosso ambiente político é hoje. Mas assim como no futebol, o ambiente político também tem seus personagens com posições mais ou menos definidas – os políticos seriam os atletas desse espetáculo e cada um dos eleitores que escolhem seus grupos, compõem as TOP (Torcida Organizada Política). As duas principais organizadas são TOPE, Torcida Organizada Política da Esquerda, e a TOPD, Torcida Organizada Política da Direita. Correndo por fora, outras agremiações brigam mais ao centro para somar alguns pontinhos, mas ainda precisam encontrar uma narrativa alternativa a esse Fla x Flu para não ser esmagada pelo duelo Esquerda X Direita.

Cada uma dessas torcidas tem seus líderes, ou melhor traduzindo para o mundo digital, seus influenciadores. Eles criam as narrativas que vão ser copiadas pelos seguidores, os comandos são passados de modo hierárquico e rapidamente vão inundando as redes sociais com ataques aos seus opositores, ao invés de rojões, pau, pedra, as palavras, imagens e vídeos são usados para atacar, aqui o palco é digital e a comunicação é a principal arma de combate.

O problema com tudo isso, além do desgaste social, são as mazelas deixadas por essa polarização sem limites. O duelo político sempre existiu, o período eleitoral deveria ser o suficiente para que cada lado possa duelar… uma espécie de janela onde, respeitando os limites éticos e morais, tudo estaria permitido. Mas passado isso o País, Estados e Municípios precisam deixar essa rivalidade de lado e andar. Vivemos tempo atípicos, onde os líderes maiores (Políticos), ou melhor, alguns deles, querem levar essa disputa como forma de manter acesa a chama de sua torcida organizada.

Aqui em nosso Estado, vemos cenas lamentáveis de uma disputa política em meio ao maior caos que já vivemos. Não adianta o Prefeito com sua recém criada torcida organizada (pouco fiel) tentar tumultuar, ele precisa dar exemplo para os natalenses, precisa dialogar. O mesmo vale para nossa Governadora (não vou poupar ninguém), que também faz questão de trazer alguns elementos que acirram os ânimos políticos ideológicos. A governadora Fátima vinha sozinha, nadando para uma reeleição em 2022, mas com essa polarização Álvaro vai gostando e encontrando um espaço para quem sabe, se lançar candidato.

A disputa sempre vai acontecer, as estratégias são montadas para a vitória, as torcidas estarão sempre lá, algumas fieis, outras de momento. Não quero eu ser contra, mas agora não é hora para isso. Vamos olhar com mais empatia para o próximo, aqui não estamos vivendo uma disputa ou partida de campeonato, o que está em jogo é algo muito maior do que três pontos ou um troféu. O que está em jogo são vidas, e elas importam mais do que sua eleição, mais que tudo. Que tenhamos equilíbrio em nossas decisões.

Thiago Medeiros – Publicitário e Sociólogo

Opinião dos leitores

  1. A polarização que gera uma competição tem benefícios para a população, mas realmente do jeito que tá estamos todos perdidos, ta tudo confuso, só pensam em 2022.

  2. Após o primeiro mandato de Lula houve um declínio muito grande da qualidade dos governos e governantes, incluindo o da sua reeleição, quando as metas sociais tão elogiadas na primeira gestão foram abandonadas e trocadas por alianças espúrias e práticas não republicanas, que incluem desvio maciço de dinheiro através de financiamentos de obras em países governados por ditaduras de esquerda. Dilma, sua indicação, foi um fracasso retumbante e foi derrubada mais por sua incapacidade de fazer o governo funcionar do que pelo seu estelionato político, afirmando que as contas do país estavam boas quando a economia já havia ido pro brejo. Temer, corrupto fino, foi flagrado em operações fraudulentas -as notícias é que já duravam décadas suas negociatas no Porto de Santos- que incluem o flagrante da mala de dinheiro. Nenhum deles está preso. Todos deveriam estar. Para completar temos agora um alienado, capitão expulso do exército, miliciano, incompetente e oportunista, que poderia ter feito um bom governo, se tivesse feito tudo diferente do que fez. E o pior de tudo são as perspectivas para 2022. Qualquer um desses que voltar irá somente causar frustração e retrocesso. Nenhum desses merece voto.

  3. Só sei q Lula falou e o bozo tremeu.
    O Brasil melhorou com a fala de Lula, de uma hora para outra.

  4. Com certeza o Governo Federal teria que trabalhar junto com os Governadores e Prefeitos e esquecerem o jogo político. E por sua vez o TSE proibiria qualquer tipo de divulgação , na campanha, sobre os feitos na pademia nos próximos pleitos eleitorais.

  5. Muito bom o seu texto. Só se fosse doido para deixar a PMN e querer ser governador, bom é ser Senador em 2026.

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[VÍDEO] Lula encerra entrevista e não responde sobre apurações da PF envolvendo Lulinha

O presidente Lula encerrou a breve entrevista que concedia à imprensa, ignorando questionamentos feitos por jornalistas sobre as investigações da Polícia Federal envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola.

Após participar das comemorações do Dia do Soldado, em Brasília, nesta terça-feira (25), Lula foi até onde estavam as equipes de imprensa e comentou sobre a participação das mulheres nas Forças Armadas.

Ao encerrar a fala, não deu espaço para novas perguntas e deixou o local, enquanto jornalistas perguntavam sobre os impactos do caso Lulinha na campanha presidencial.

No domingo (23), em entrevista à TV Record, o petista afirmou que ninguém ficará impune caso tenha cometido algum erro e disse que Lulinha terá de “provar sua inocência”.

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Governo do Estado vai construir nova cadeia pública com 189 vagas na Zona Norte de Natal; obra deve custar R$ 7,13 milhões

Imagem ilustrativa | Foto: Reprodução

O Governo do Rio Grande do Norte homologou a licitação para construção da Cadeia Pública do Potengi, na Zona Norte de Natal. A nova unidade prisional que será construída na capital poiguar terá 189 vagas. A obra deve custar R$ 7,13 milhões. A cadeia será construída na Travessa Macaé, no bairro Potengi.

Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (Seap), a unidade será destinada a detentos do sexo masculino. O contrato inclui a execução da obra, além do fornecimento de materiais, equipamentos e mão de obra. Segundo o governo, o projeto já recebeu aprovação técnica federal e deverá seguir as exigências ambientais previstas.

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[VÍDEO] Ao lado de Níkolas Ferreira, Flávio Bolsonaro conta como foi sua conversão à religião evangélica

Em relato ao deputado federal Nikolas Ferreira, o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro contou como e em que momento da vida aconteceu sua conversão ao evangelho.

“Eu sempre fui evangélico, eu cresci, meus avós são [da congregação] Batista, minha mãe é Batista. Eu já frequentava a igreja, mas nunca praticava aquilo que eu lia na Bíblia, eu lia a Bíblia sempre”, dizia Flávio no momento em que foi interrompido por Nikolas e chamado ironicamente de “Transcristão” pelo deputado. “Se sentia cristão, mas não era”, brincou.

Flávio conta que se converteu em 2022 e explicou o processo. “Foi uma virada de chave, eu entendi que estava fazendo tudo errado, tenho que estar mais perto da minha família, da minha esposa. E ela junto comigo, me apoiando. Foi uma conversão minha junto com ela. […] Foi a melhor coisa que fiz na minha vida”.

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Justiça Eleitoral barra uso de ‘Bolsonaro’ por candidatos no MT e RJ sem parentesco com o ex-presidente e ordena troca de identificação na urna

Foto: Isac Nóbrega/PR

A Justiça Eleitoral começou a barrar nomes de candidatos que não fazem parte da família de de Jair Bolsonaro e tentam associar o nome ex-presidente às suas identificações nas urnas. Decisões recentes no Rio de Janeiro e em Mato Grosso determinaram a retirada da referência a Bolsonaro dos nomes de dois candidatos.

No Rio, o TRE-RJ impediu o candidato do PL a deputado federal Renato de Araújo Corrêa de usar o nome de urna “Renato Araújo do Bolsonaro”. Apesar de ter relação pessoal com Jair Bolsonaro e seus familiares, a Justiça entendeu que a identificação poderia induzir o eleitor a acreditar em um vínculo familiar inexistente.

Em Mato Grosso, a candidata do Novo a deputada estadual Flaviane Ramalho de Oliveira também foi impedida de usar “Flaviane do Bolsonaro”. Ela deverá concorrer como “Dr.ª Flaviane Ramalho”. A Justiça considerou que não havia comprovação de que ela fosse conhecida por esse nome antes da atual campanha.

As decisões reforçam a ofensiva do Ministério Público Eleitoral contra o uso de nomes de líderes políticos nas urnas quando a identificação puder provocar confusão entre os eleitores. Um levantamento divulgado pelo jornal O Globo mostrou que pelo menos 39 candidatos registraram “Lula” ou “Bolsonaro” no nome de urna em 2026, e ao menos sete já haviam recebido ordem judicial para retirada das referências.

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ALERTA NA CAMPANHA: Crises das Casas Bahia e da Braskem preocupam aliados de Lula

Foto: Isabella Finholdt/Estadão

A crise financeira de grandes empresas entrou no radar da campanha de reeleição do presidente Lula. Segundo a jornalista Milena Teixeira, do Metrópoles, aliados temem que a oposição use os casos para associar as dificuldades das companhias aos juros elevados e reforçar o discurso de que empresas não conseguem sobreviver no atual governo.

A maior preocupação é com as Casas Bahia, pela popularidade da marca e pelo número de trabalhadores e consumidores ligados à empresa. O grupo pediu recuperação judicial para renegociar R$ 17,3 bilhões em dívidas.

A Braskem protocolou pedido de recuperação extrajudicial para reestruturar uma dívida de cerca de R$ 56 bilhões. A Petrobras detém 47% do capital votante da petroquímica.

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Carnatal 35 anos tem lançamento marcado para quinta-feira (27), na Arena das Dunas

Em sua edição que celebra 35 anos de história, o Carnatal 2026 será lançado na quinta-feira (27), em evento que acontece na Arena das Dunas a partir das 19h. O lançamento vai ocorrer em dois momentos: uma entrevista coletiva com a imprensa e a apresentação das novidades para convidados.

Além das atrações dos blocos e do camarote Skol, os diretores vão revelar iniciativas inéditas que prometem ampliar ainda mais o impacto do evento na cidade além, claro, de novidades para esta edição especial de 35 anos. Inclusive, a abertura de vendas tanto de abadás quanto do camarote Skol acontece na própria quinta-feira durante o lançamento.

Vale ressaltar que, além de reunir grande nomes do cenário musical do Brasil, o Carnatal é um dos eventos que mais movimenta a economia do Rio Grande do Norte.

De acordo com pesquisa do Instituto Fecomércio RN, a edição do ano passado movimentou R$ 155 milhões na economia, registrando crescimento de quase 38% em relação a 2024 e reforçando o impacto positivo sobre comércio, serviços e turismo em Natal.

Outro ponto que atesta a força do evento é a avaliação do público que foi considerada consistente pela pesquisa. A nota média do evento ficou em patamar elevado de 9,14, e mais de 90% dos participantes disseram pretender voltar na edição deste ano, mostrando a fidelidade que reforça a relevância da festa para o calendário turístico-local. A pesquisa envolveu 705 entrevistados entre frequentadores e 200 empresários, com nível de confiança de 95% e margem de erro próxima a 3 pontos.

Mais informações a respeito dos blocos, camarotes e outras novidades podem ser encontradas nos perfis oficiais @carnatal e @sigaclap nas redes sociais.

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PESQUISA DATA CAPITAL: Zenaide lidera corrida para o Senado na soma dos 2 votos

A senadora Zenaide Maia (PSD) aparece na liderança da disputa pelo Senado quando considerados os dois votos que cada eleitor dará nas eleições de 2026, segundo a nova pesquisa DataCapital. No cenário estimulado, Zenaide alcança 25% no primeiro voto e 25% no segundo, chegando a 50% na soma das duas escolhas e superando os demais candidatos.

Styvenson Valentim (Podemos) registra 32% no primeiro voto e 16% no segundo, somando 48%. Rafael Motta (PDT) aparece com 11% e 14,2%, respectivamente, enquanto Coronel Hélio (PL) tem 13,6% no primeiro voto e 13,2% no segundo. O resultado reforça a força eleitoral de Zenaide e mostra a senadora liderando justamente no formato que mais se aproxima da votação que será contabilizada nas urnas, com cada eleitor escolhendo dois candidatos.

A pesquisa DataCapital ouviu 2.100 eleitores entre os dias 15 e 18 de agosto, com margem de erro de 2,1 pontos percentuais. O levantamento está registrado no TSE sob o número RN-02513/2026.

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BELA MEGALE: Lula muda de humor e teme impacto eleitoral de investigações envolvendo o filho

 

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula estaria mais apreensivo e preocupado com a campanha à reeleição desde que vieram à tona as investigações da Polícia Federal envolvendo seu filho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. A informação é da jornalista Bela Megale, de O Globo.

Segundo integrantes do governo ouvidos pela colunista, o Lula tranquilo e bem-humorado de poucas semanas atrás deu lugar a um presidente preocupado com os possíveis reflexos eleitorais das investigações por suspeita de tráfico de influência.

Publicamente, Lula tem afirmado que quem cometer irregularidades deve responder por seus atos e destaca que não interferiu nas investigações. Em conversas reservadas, porém, admite que é difícil dissociar sua imagem das crises envolvendo o filho e o ex-auxiliar e avalia que o caso pode ter impacto decisivo na eleição.

Outro motivo de incômodo seriam as disputas internas no PT e na própria campanha por espaços de poder. Lula tem defendido união entre os aliados diante da disputa eleitoral.

Pesquisa Datafolha divulgada recentemente mostrou Lula com 47% das intenções de voto em um eventual segundo turno, oscilação de um ponto para baixo em relação a julho. Flávio Bolsonaro permaneceu com 43%. Na campanha petista, a avaliação é que o desgaste das investigações já aparece no levantamento. A oscilação acendeu um alerta, embora tenha ocorrido dentro da margem de erro.

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PIRÂMIDE FINANCEIRA: PF investiga esquema com promessa de lucro diário no Seridó

Foto: Polícia Federal

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (25) a Operação Blue Mirage para investigar um suposto esquema de pirâmide financeira em Parelhas, no Seridó potiguar. A investigação apura a captação irregular de dinheiro por meio de uma empresa de investimentos em ativos digitais.

Segundo a PF, investidores eram atraídos pela promessa de rentabilidade fixa diária e bônus pela indicação de novos participantes. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido por determinação da Justiça Federal.

A PF investiga se o dinheiro captado era realmente aplicado em ativos digitais, além da origem, do volume e do destino dos recursos. Parte dos valores teria sido transferida para outros endereços digitais.

Os fatos são apurados como possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, contra a economia popular e de lavagem de dinheiro.

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DE OLHO NO NORDESTE: Flávio Bolsonaro inicia giro pela região com evangélicos e empresários em Alagoas

Foto: Divulgação

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) inicia nesta terça-feira (25), em Alagoas, seu primeiro giro de campanha pelo Nordeste, região onde Lula lidera as pesquisas. O estado foi vencido pelo petista em 2022, mas Maceió deu 57,18% dos votos a Jair Bolsonaro no segundo turno. A agenda de Flávio começa justamente pela capital, com foco em lideranças evangélicas, empresários e candidatos aliados.

Flávio participa de uma carreata do aeroporto até o centro de Maceió e se reúne com candidatos e empresários na Associação Comercial. À noite, participa da celebração dos 111 anos da Assembleia de Deus em Alagoas.

Na quarta-feira (26), o candidato segue para Arapiraca, onde participa de uma motocarreata. O deputado federal JHC (PSDB), candidato ao Governo de Alagoas com apoio do PL, não deve acompanhar Flávio na agenda. A candidata ao Senado Marina Candia (PSDB) também não confirmou presença.

O Nordeste concentra cerca de 43,5 milhões de eleitores e representa 27% do eleitorado brasileiro. Na última pesquisa Datafolha, Lula aparece com 53% das intenções de voto na região, contra 25% de Flávio.

Em Alagoas, Lula venceu o segundo turno de 2022 com 58,68% dos votos e abriu vantagem de quase 300 mil votos sobre Bolsonaro. O resultado foi diferente em Maceió, onde Bolsonaro terminou à frente, com 57,18%.

Com informações da Revista Oeste

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