Finanças

ASSUSTADOR: Previsão sobre rombo das contas públicas já chega a R$ 125 bilhões

2016-906561820-201604131928252508.jpg_20160502Foto: Ailton de Freitas

Por interino

Diante do risco de ter que paralisar toda a máquina pública caso a alteração da meta fiscal de 2016 não seja votada até o fim de maio, o presidente interino, Michel Temer, deve estabelecer como uma de suas prioridades a análise do tamanho do rombo das contas públicas. Já é consenso que o déficit ultrapassará os R$ 96,6 bilhões previstos pela equipe de Nelson Barbosa. Segundo estimativas de uma fonte da equipe econômica, o rombo ficará acima de R$ 118 bilhões. Integrantes da Comissão de Orçamento falam em um déficit de, ao menos, R$ 125 bilhões.

Será necessário incluir no resultado pelo menos mais R$ 10 bilhões relativos ao impacto de decisão liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) que permitiu a um grupo de estados pagar, temporariamente, parcelas menores da dívida com a União. Além disso, o governo calcula que a frustração de receitas será ainda maior que o previsto. A arrecadação prevista com a recriação da CPMF, por exemplo, de R$ 12 bilhões, não deve se concretizar este ano. Isso porque a expectativa do governo considerava que o imposto seria votado em maio, o que não deve acontecer. Dessa forma, mesmo que aprovada em 2016, a CPMF vigoraria por um tempo reduzido, este ano, uma vez que sua aplicação só aconteceria após um período de quarentena.

— Com certeza, o ponto de partida não serão os R$ 96 bilhões, o que não significa que não vamos fazer de tudo para economizar e apresentar o melhor resultado primário — disse ao GLOBO o ministro do Planejamento, Romero Jucá.

O tamanho do rombo, segundo ele, vai depender das conversas entre Temer e a equipe econômica. Será também uma decisão política, influenciada por dois fatores: projetar um número factível e que será entregue de fato ao fim do exercício, ou insistir em uma meta flexível. Neste caso, a ideia é prever que o valor possa ser alterado novamente caso haja nova frustração de receitas ou outra decisão do STF favorável aos estados.

— Se optar pela meta flexível, o novo governo do presidente Michel Temer pagará por isso — disse um ministro a par das discussões, acrescentando que alguns cálculos dentro do governo apontam um rombo ainda maior que os R$ 125 bilhões.

GASTOS FORA DAS CONTAS

Algumas despesas estão mesmo fora das contas por enquanto. O governo não liberou, por exemplo, as emendas individuais de parlamentares, que são impositivas. Só no Ministério da Saúde, o montante é de R$ 4,5 bilhões. A União deve ainda a organismos e bancos internacionais R$ 6 bilhões, e algumas dívidas são de 2014.

— A situação das contas públicas está muito crítica — lamentou esse ministro, que pediu para não ser identificado.

O Ministério da Fazenda já havia admitido que o resultado deste ano seria um déficit, ao contrário do previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2016. A estimativa inicial era de um superávit de R$ 30,5 bilhões para o setor público. Desse total, R$ 24 bilhões caberiam ao governo federal e R$ 6,5 bilhões, aos estados. Sem receitas suficientes e com a desaceleração da atividade, a equipe econômica do ex-ministro Nelson Barbosa já havia encaminhado ao Congresso Nacional um projeto de alteração dessa meta fiscal, admitindo que, em vez de superávit, o resultado seria negativo em até R$ 96,6 bilhões, com o abatimento de frustrações de receitas e a alocação de investimentos.

A equipe econômica anterior também previa que uma decisão do STF favorável aos estados pioraria ainda mais esse resultado. Governos estaduais travam batalha na Justiça para melhorar as condições de correção de dívidas com a União. Os governadores querem deixar de pagar juros compostos (juros sobre juros), como determina o Tesouro Nacional, para pagar débitos corrigidos por juros simples (que incidem apenas sobre o principal).

Ao julgar o caso, o Supremo deu dois meses para que as partes tentem chegar a um acordo em uma tentativa de evitar a judicialização da questão. Nesse meio tempo, os 11 estados que conseguiram liminares para pagar juros simples prosseguem com o direito, o que dá um alívio para os caixas regionais, mas afeta a contribuição estadual para o resultado primário do governo.

TEMOR COM PARALISAÇÃO DO ESTADO

O governo corre contra o tempo para aprovar a revisão da meta e, assim, evitar um corte generalizado nos gastos. O chamado shutdown incluiria até despesas básicas, como água, luz e bolsas de estudo. Caso a alteração não ocorra até o fim do mês, o governo terá De editar um decreto contingenciando despesas em proporção suficiente para cumprir a meta em vigor, um superávit. Isso porque o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou, para evitar pedaladas fiscais, que o governo tem que trabalhar com o objetivo fiscal vigente, mesmo que já tenha percebido que ele não poderá ser cumprido. O valor do novo corte pode chegar a R$ 40 bilhões.

Antes de assumir, Jucá defendia que haveria tempo para aprovar a nova meta até 30 de maio. Mas a avaliação técnica mais recente é que, para evitar uma demonstração de desorganização fiscal, a votação deve ocorrer antes do dia 20, quando será divulgado o relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas. Nesse documento, o governo já tem de sinalizar se irá ou não realizar um novo contingenciamento.

Técnicos da Comissão Mista de Orçamento (CMO) explicaram que a aprovação da revisão até o dia 22 atenderia à decisão do TCU.

Politicamente, a aprovação de nova meta é o primeiro desafio parlamentar do governo Temer. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), vai conversar com Jucá e o próprio Temer sobre como aprovar a medida. As datas possíveis são 17 e 24 de maio. Como a CMO ainda não foi instalada, o projeto terá de ser puxado para o Plenário do Congresso.

Enquanto isso, as estatais enfrentam crise. O novo ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, classificou ontem de urgente a situação da Eletrobras, que tem até quarta-feira para apresentar documentos referentes ao seu balanço nos Estados Unidos, sob o risco de ter de desembolsar até R$ 40 bilhões.

O Globo

Opinião dos leitores

    1. GOLPISTA

  1. nada de assustador, e sim realidade pura.. nossos impostos se esvaíram nas mãos de pseudos ideologos do mal.. rombo gigante.. e deve aumentar devido pressão sobre o real.. A constituição está recheada de "direitos" do tipo almoço grátis, e ai está, Roberto Campos avisou até último dos seus dias..

  2. O PT destruiu o país. Imagine a caixa econômica federal, hoje é a maior massa falida do Brasil. Quebraram tudo.

  3. O medo deles ( PTralhas) era justamente esses ,descobrir os rombos e roubos ,imagina 13 anos fazendo MERDA com o dinheiro público ?
    Temos que dar o troco e excluir essa ptzada da política

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[VÍDEO] MÁRIO SABINO: Fake news são uma tradição do PT


Vídeo: Reprodução/Metrópoles

Durante participação no programa Contexto Metrópoles, o jornalista Mário Sabino afirmou que a disseminação de fake news faz parte da “tradição” histórica do Partido dos Trabalhadores (PT). Segundo Sabino, os petistas “sempre foram falsificadores da realidade”, prática que ele classificou como recorrente na trajetória da sigla.

O comentarista chamou atenção para o teor de peças de campanha recentes citando como exemplo um vídeo que retrata duas pessoas idosas e em situação de vulnerabilidade com ferimentos nas mãos, associando-as a Jair Bolsonaro. Para Sabino, esse tipo de propaganda é direcionado de forma cirúrgica para o eleitorado mais velho e de menor renda que se absteve no primeiro turno.

Na avaliação do analista, a única estratégia viável para a campanha de Lula no segundo turno depende justamente de atrair esse público. “A única saída para o Lula é procurar que esse eleitorado vote no segundo turno, né, sempre levando em conta, esperando que votará nele, porque tradicionalmente é nesse eleitorado que ele tem mais votos. Então, está muito direcionado e chamou atenção justamente para velhos e gente pobre”, concluiu Sabino. 

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[VÍDEO] Flávio Bolsonaro visita arcebispo de Brasília e recebe imagem de Nossa Senhora


Vídeo: Reprodução/G1

O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) e seu vice na chapa, Alfredo Gaspar (PL), realizaram uma visita, na última quinta-feira (8), ao arcebispo metropolitano de Brasília, cardeal Paulo Cezar Costa. A reunião não constava na agenda pública de campanha da chapa e foi divulgada no início da noite pela própria Arquidiocese de Brasília.

De acordo com a nota publicada pela arquidiocese em suas redes sociais, o encontro ocorreu em um ambiente de cordialidade e diálogo, servindo como espaço para reflexão sobre pautas de interesse mútuo da Igreja e da sociedade brasileira. Imagens compartilhadas na postagem mostram o momento em que Flávio Bolsonaro recebe das mãos do arcebispo uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do país.

A pauta da conversa incluiu temas de relevância institucional e social, como a liberdade religiosa e de consciência, o respeito à laicidade legítima do Estado, a proteção da vida humana e da família, além de iniciativas voltadas à justiça social, ao combate à pobreza e às desigualdades. Também foi destacada a importância da parceria entre o poder público e as instituições religiosas em prol do bem comum.

Este não é o primeiro gesto público do candidato em relação à santa padroeira durante o período eleitoral, no primeiro turno Flávio já havia exibido uma imagem de Nossa Senhora Aparecida em um ato de campanha realizado no estado de São Paulo.

Com informações do G1

Opinião dos leitores

  1. Um bom jeito do nosso futuro presidente, no Brasil tem muito ódio, Lula prometeu acabar e não cumpriu, pelo contrário, ele quis foi se vingar por ter sido condenado na lava jato.

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[VÍDEO] Presidente de associação de supermercados critica fim da escala 6×1: “Vai prejudicar inúmeras empresas”


Vídeo: Reprodução/Revista Veja

O presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Galassi, manifestou forte oposição à imposição de modelos rígidos para o fim da escala 6×1 por meio de alterações na Constituição. Em declaração divulgada pela VEJA Mercado, o dirigente empresarial argumentou que fixar uma escala padronizada na Carta Magna ignora a dinâmica e as necessidades distintas de cada setor produtivo da economia.

Para Galassi, a medida pode gerar graves reflexos negativos no mercado corporativo. “Você não pode fazer um… isso daí é uma ação que vai prejudicar inúmeras empresas, inúmeros setores”, pontuou. O presidente da Abras destacou ainda que o setor supermercadista já aplica com sucesso o modelo de divisão 5×2 em algumas frentes, sobretudo quando associado a jornadas semanais de 44 horas.

Durante sua avaliação sobre o tema, Galassi enfatizou que o debate sobre a redução da jornada de trabalho e o controle de horas extras precisa ser conduzido com profundidade e flexibilidade, ponderando os impactos práticos na rotina dos trabalhadores. Segundo o executivo, engessar regras sem considerar a realidade operacional pode gerar um efeito reverso, empurrando profissionais para a informalidade ou estimulando a adesão a duplas jornadas em empresas diferentes.

“Nós estamos dificultando o trabalho no Brasil, ao invés de nós facilitarmos”, afirmou Galassi, reforçando que discussões de tamanha relevância para o futuro do país exigem seriedade e cautela institucional, distantes de medidas com apelo puramente eleitoral ou momentâneo.

Opinião dos leitores

  1. Tem que fazer igual aos Estados Unidos, trabalho por hora, sendo assim o trabalhador escolhe se que trabalhar mais ou menos. Esse fim da escala 6 x 1 é oportunismo eleitoral, PT teve 18 anos no poder nos últimos anos. Por que quer fazer isso só agora em cima das eleições?

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[VÍDEO] SEM ÓDIO, SEM VINGANÇA: Augusto Cury revela exigências para apoiar Flávio Bolsonaro no 2° turno


Vídeo: Reprodução/Metrópoles

O escritor Augusto Cury veio a público nesta quinta-feira (8) para detalhar os motivos de sua decisão de apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais. Terceiro colocado no primeiro turno da disputa pelo Avante, Cury afirmou que adotou uma postura exigente nas negociações antes de firmar aliança, condicionando seu apoio a pautas humanitárias e de pacificação nacional.

Em pronunciamento divulgado nas redes sociais, o escritor destacou que sua escolha foi pautada pela busca de um modelo político sem polarização extrema ou ataques pessoais. “Fui exigente. Afirmei que precisamos de um governo para todos, sem ódio, sem vingança”, declarou Cury, ressaltando que manteve conversas profundas e intensas com o candidato do PL “olho no olho”.

Cury revelou que não pleiteou cargos ou influência política, mas exigiu o compromisso formal com um programa abrangente de melhorias para o país. O acordo firmado com Flávio Bolsonaro, cujo documento na íntegra foi disponibilizado em suas redes sociais engloba oito eixos centrais de atuação

Opinião dos leitores

  1. Nenhuma exigência tão complicada assim… mas, precisava “Cirar” e fugir do país? Ao menos, desmascarou o Renan que, ao chamá-lo de ‘comédia’, mostrou quem sempre apoiou com o “Movimento Bora Lula”…

  2. Eu votei em Flávio foi para ver a vingança mesmo, se fosse para ver moderação teria votado no escritor de baboseiras.

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[VÍDEO] COMEMORAÇÃO E IRONIA: Flávio Bolsonaro diz que até o Lula vai declarar apoio à sua candidatura


Fotos: Reuters/Mateus Bonom e Diego Herculano

Em transmissão ao vivo realizada nesta quinta-feira (8), o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, ironizou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sugeriu, em tom de brincadeira, que o próprio adversário poderá declarar apoio à sua campanha no segundo turno. A declaração ocorreu enquanto o senador comemorava a adesão de novos partidos e lideranças políticas derrotadas na primeira etapa do pleito.


“Daqui a pouco até o Lula vai declarar apoio em mim, porque ele sabe que não tem condição de arrumar o país”, afirmou Flávio. “Lula daqui a pouco vai estar fazendo propaganda: ‘Para salvar o país, vote em Flávio Bolsonaro’. Vai ser muito bem-vindo. Se quiser fazer isso, Lula, já quiser desistir agora”, completou.

Apesar do tom descontraído, o candidato fez questão de ressaltar que as adesões recebidas não configuram carta branca para uma eventual gestão. “Todo mundo que está dando apoio a mim não é carta em branco para Flávio Bolsonaro, não. Eu vou escrever esse livro, essas novas páginas do Brasil junto com cada um de vocês”, pontuou.

Desde o encerramento do primeiro turno, a campanha de Flávio consolidou o apoio de cinco legendas que estavam fora de sua coligação original: União Brasil, PP, Novo, Republicanos e Podemos. Além dos partidos, ele acumulou o respaldo de ex-presidenciáveis, como os governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo), além do escritor Augusto Cury (Avante), terceiro colocado na disputa presidencial, que oficializou seu apoio nesta quinta-feira.

Com informações do Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Será, que perdendo a eleição, este senhor chegado a pinga, vai ter condições de ir ao palácio do planalto passar a faixa, JANJA certeza na vai, ela é sabida, não inteligente, e não vai querer ser diminuída.

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Confira o documento apresentado à PGR com os relatos de Daniel Vorcaro sobre o repasse de R$ 30 milhões ao filme de Lula


Foto: Brenno Carvalho/O Globo e Ana Paula Paiva/Valor

Novos desdobramentos de relatos atribuídos ao banqueiro Daniel Vorcaro apontam uma suposta articulação política de alto escalão para liberar o acesso a fundos de pensão de servidores federais. De acordo com informações obtidas pela revista VEJA, Vorcaro afirma ter negociado propinas com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto em troca de facilidades nas entidades. Entre os repasses, destaca-se a entrega de R$ 30 milhões em dinheiro vivo para financiamento do filme de Lula. Confira abaixo o documento, que foi apresentado à Procuradoria-Geral da República:

O filme de Lula foi dirigido pelo cineasta norte-americano Oliver Stone e composto por depoimentos de aliados e figuras próximas ao petista. Vorcaro também teria repassado valores ao Instituto Lula.

O esquema, segundo o banqueiro, teria contado com a articulação de seu então sócio e CEO do Banco Master, Augusto Lima, tendo como intermediário o então líder do governo no Senado, Jaques Wagner. Os detalhes foram formalizados em um anexo apresentado à PGR em junho passado, período em que a segunda tentativa de delação premiada de Vorcaro acabou sendo descartada pelo órgão.

Com informações da Revista Veja

Opinião dos leitores

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BOMBA: Daniel Vorcaro relata repasse de 30 milhões para documentário de Lula e manutenção do Instituto Lula em espécie


Reprodução/Revista Veja

Novos relatos atribuídos ao banqueiro Daniel Vorcaro apontam um suposto esquema de propinas envolvendo fundos de pensão de servidores federais. De acordo com as informações obtidas pela revista VEJA, o banqueiro afirma ter negociado pagamentos ilícitos com o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto para garantir acesso aos recursos das entidades controladas por aliados do partido.

Entre as transações relatadas, Vorcaro menciona a entrega de R$ 30 milhões em dinheiro vivo ao Instituto Lula, administrado por Paulo Okamotto. O montante teria como destino o financiamento de um documentário sobre a trajetória de Luiz Inácio Lula da Silva no exterior. Além dessa quantia, outro valor cujo montante não foi revelado teria sido pago diretamente à mesma instituição.

O banqueiro apresentou os detalhes do caso à Procuradoria-Geral da República (PGR). No entanto, o órgão optou por não dar seguimento à investigação, sob o argumento de que faltavam provas materiais, uma vez que as operações teriam ocorrido em espécie.

Em contrapartida, a defesa de Vorcaro sustenta que o caso dispõe de elementos comprobatórios robustos, incluindo mensagens de WhatsApp, registros de identificação dos operadores responsáveis pelas retiradas do dinheiro, além de informações detalhadas sobre os locais e as rotas utilizadas nas entregas.

Com informações da Revista Veja

Opinião dos leitores

  1. Tem gente ainda que ainda vai dizer que é mentira do vorcaro,so pra não dizer qie lula não embolsou o dinheiro, pior cego é aquele que não quer vê!!

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Geral

Eleitor de Lula esfaqueia apoiador de Flávio Bolsonaro durante discussão em Mato Grosso do Sul

Foto: Divulgação/Ricardo Stuckert/PR

Um homem de 36 anos foi esfaqueado durante uma discussão em um bar de Paranaíba, em Mato Grosso do Sul, na noite de terça-feira (6). De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito tem 52 anos, declarou ser eleitor do PT e afirmou que a vítima apoiava o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que também foi alvo de uma facada durante a campanha de 2018. As informações são da Revista Oeste.

Conforme o registro policial, o suspeito aparentava estar embriagado, discutiu com a vítima e teria buscado uma faca no próprio carro. Ao retornar, atingiu o homem na região posterior do quadril esquerdo. Frequentadores conseguiram contê-lo e retirar a arma de suas mãos.

A vítima foi levada à Santa Casa de Paranaíba e, segundo o boletim, está estável e não corre risco de vida. O suspeito deixou o bar antes da chegada da polícia, mas depois se apresentou e foi conduzido à delegacia. Uma faca de aproximadamente 25 centímetros foi apreendida. O caso foi registrado como tentativa de homicídio simples e lesão corporal dolosa. A Polícia Civil investigará as circunstâncias e a alegação de motivação política.

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Polícia

[VÍDEO] Moradores de condomínio em Parnamirim estariam sendo ameaçados por votar em Flávio Bolsonaro


Moradores do condomínio Ilhas do Atlântico, em Parnamirim, na Grande Natal, estariam sendo ameaçados por votar em Flávio Bolsonaro. Segundo informações divulgadas em vídeo, um homem conhecido como “Pinguim” estaria compartilhando mensagens, fotos, vídeos e áudios com ameaças a eleitores do candidato do PL.

Em uma das mensagens, o suspeito teria afirmado que faria uma lista com os nomes de quem votou em Flávio para uma possível retaliação.

Policiais das Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas (ROCAM) foram ao condomínio à procura do homem, mas encontraram outro indivíduo, identificado como “Bicudo”. Com ele, segundo o relato, foram encontrados uma arma de fogo, drogas e um colete balístico. O material foi encaminhado à delegacia de plantão de Parnamirim.

A polícia continuava procurando o suspeito apontado como autor das ameaças.

Com informações do Via Certa Natal

Opinião dos leitores

  1. Os apoiadores de LULADRAO, grande parte são bandidos de alta periculosidade, portanto isso é comum para esses bandidos, ameaçar o cidadão.

  2. é o crime, amigos de Lula… parem de pensar em ‘picanha’ e pensem na segurança pública.

  3. Isso é no Brasil inteiro, não somente em Parnamirim. Se vc vota na esquerda, vc defende o mesmo interesse desses CHORUMES DE LIXO RADIOATIVO HOSPITALAR!!!

  4. Isso me lembra quando um bolsonarista chegou na festa de aniversário de um lulista e foi em casa pegar uma arma para atirar e matar o aniversariante. Esse tipo de gente que anda armada e não tem controle emocional tem de ser combatida.

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Política

DATAFOLHA: 25% dos eleitores de Flávio dizem votar nele para derrotar Lula

Foto: ALEXANDRE NETO/PHOTOPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Um quarto dos eleitores de Flávio Bolsonaro (PL) afirma escolher o candidato para derrotar Lula (PT), segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8). Entre os eleitores do presidente, 13% dizem votar nele para derrotar Flávio.

Considerando todo o eleitorado, 76% afirmam escolher quem consideram o melhor candidato, enquanto 19% dizem que o objetivo é derrotar o adversário.

O levantamento também mostra que 94% estão convictos de sua escolha e 6% admitem mudar de voto no segundo turno. A certeza do voto é de 94% tanto entre os eleitores de Flávio quanto entre os de Lula.

Encomendada pela Folha de S.Paulo e pela TV Globo, a pesquisa ouviu 2.520 pessoas nos dias 6 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O registro na Justiça Eleitoral é BR-02949/2026.

Com informações da Folha de S.Paulo

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