
A ativista brasileira Ana Paula Maciel, detida com mais 29 pessoas por protestar em uma plataforma de petróleo no Ártico em 18 de setembro, chegou ao Brasil na manhã deste sábado. Ela desembarcou no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), por volta das 7h05, e deve chegar a Porto Alegre às 11h, cidade onde mora a sua família. Ao chegar em território brasileiro, Ana Paula se mostrou muito contente e afirmou ter valido a pena ter ficado presa por 100 dias na Rússia.
“Foram 12 horas no avião da minha liberdade”, comemorou a brasileira, que chegou a São Paulo vinda de Frankfurt, na Alemanha.
A ativista brasileira Ana Paula Maciel, detida com mais 29 pessoas por protestar em uma plataforma de petróleo no Ártico em 18 de setembro, chegou ao Brasil na manhã deste sábado. Ela desembarcou no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), por volta das 7h05, e deve chegar a Porto Alegre às 11h, cidade onde mora a sua família.
Ao chegar em território brasileiro, Ana Paula se mostrou muito contente e afirmou ter valido a pena ter ficado presa por 100 dias na Rússia. “Foram 12 horas no avião da minha liberdade”, comemorou a brasileira, que chegou a São Paulo vinda de Frankfurt, na Alemanha.
Ana Paula desembarcou com um largo sorriso no rosto e seu urso polar de pelúcia nas mãos. Ela também posou para os fotógrafos segurando um cartaz escrito “Salve o Ártico”. Ela aproveitou para agradecer a todos os que torciam por sua libertação e disse que o fato tomou uma proporção no mundo que ninguém jamais esperava.
“Espero que o mundo tenha aprendido com isso porque nem os russos esperavam a reação do mundo para nos libertar, nos proteger. Foi uma bola fora. Eles pensaram que podiam fazer com a gente o que eles fazem com todos os que fazem protesto pacífico, que eles calam, mantêm na cadeia por anos, mas o mundo estava junto com a gente e eu não tenho palavras para agradecer isso. Se não fossem vocês, com toda cobertura, ajuda, é provável que nós ainda estivéssemos lá”, disse a brasileira.
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