Os distúrbios ligados a protestos contra o aumento do preço dos combustíveis no México, conhecidos como “gasolinazo”, já deixaram seis mortos e mais de 1.500 detidos pelo país e continuaram nesta sexta-feira (6), embora com menor intensidade.
Diante das manifestações, saques, bloqueios de estradas e atos de violência, o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, apelou para a compreensão da população para a decisão de “optar pelo mal menor” e afirmou que o aumento do preço dos combustíveis foi “uma decisão difícil, impopular, mas necessária”.
O preço da gasolina e do diesel subiu entre 14% e 20% desde que o governo de Peña Nieto desregulamentou os preços e decretou o reajuste a partir de 1º de janeiro – o que causou a ira dos mexicanos.
O sub-secretário de governo, René Juárez, afirmou que “mais de 1.500 pessoas” foram detidas por atos de vandalismo e que “a soma de esforços dos governos [federal, estadual e municipal] está permitindo conter os atos fora da lei”.
Três pessoas foram mortas no estado de Veracruz, uma no estado de Hidalgo e outra — um policial — na capital Cidade do México (veja mais abaixo).
G1
Fotos: Foto: Adriano Abreu/João Gilberto/ALRN e Divulgação
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