
O estímulo do presidente aos atos que estão sendo chamados por sua claque para o próximo domingo, dia 26, fará dele sócio de jogada que embute duplo risco. Na avaliação de aliados e políticos de diversos matizes, manifestações de pequeno porte seriam associadas à perda de capital político de Jair Bolsonaro. Se forem amplas e virulentas, porém, no tom emanado nas convocações, as mobilizações tendem a alimentar percepção de que ele pretende emparedar os Poderes na base do grito.
O general da reserva Paulo Chagas, apoiador de Bolsonaro, prega uma terceira via. Diz que fará o possível para que os atos sejam grandes e pacíficos. “Vou me empenhar para que vá o máximo de pessoas para, ordeira e veementemente, dizer que é preciso romper a inércia e que o Brasil precisa andar.”
Chagas endossa uma parte das queixas embutidas no polêmico texto compartilhado por Bolsonaro na sexta (17) e diz que “o Congresso precisa parar de fazer oposição por oposição”, mas prega entendimento.
“Tem que ter um processo de cooptação das pessoas da melhor forma, no sentido da conscientização de que tem um programa que foi aprovado pela maioria e precisa ser executado.”
O Bozo vai passar vergonha!
Quem apoia os honestos: Lula, Palloci, José Dirceu e mais quarenta ladrões não tem moral de falar em honestidade. Inteligentes kkkkk. Nem merece comentário de tão inteligentes os antecessores eram. Realmente tinham mentes brilhante, só que para as articulações de megas corrupções.
Vai da ninguém
O que expõe Bolsonaro é a elevada capacidade cognitiva, a inteligência, a discrição de Carluxo e a honestidade de Flávio.