
Na noite de ontem(25), A Câmara de Parnamirim realizou audiência pública para discutir o modelo de ensino cívico-militar bem como a implantação dessas escolas em âmbito municipal. A ação foi de propositura dos vereadores Abidene Salustiano(PSC) e Fativan Alves(PSDB).
Demais vereadores, deputados estaduais, professores, alunos e população em geral se reuniram no Plenário Doutor Mário Medeiros a fim de iniciar o debate sobre a implantação de uma escola cívico-militar em Parnamirim.
A audiência foi aberta pelo presidente da Câmara, vereador Irani Guedes que, em seguida, passou a condução aos parlamentares propositores da discussão. “Um momento importante, pois estamos abrindo esse espaço para discutirmos a implantação de uma escola com esse modelo cívico-militar e junto com a vereadora Fativan, estaremos em busca dessa implementação para a cidade”, frisou o vereador Abidene.
Em seguida, a vereadora Fativan Alves assumiu a presidência da audiência. Ela destacou a importância da discussão e defendeu a implementação de uma escola com o modelo cívico-militar para Parnamirim. “Essa audiência serve para esclarecermos o que, como funciona e o que se precisa ser feito para conseguirmos uma escola dessas para a nossa cidade. É importante ressaltarmos, que apesar de defendermos a ideia de uma escola com essa ideia civista militar, ela não virá se os demais poderes e a sociedade não quiserem. Por isso, a importância desse debater junto a todos que estão aqui”, ressaltou.
Representando a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, o deputado estadual Coronel Azevedo, também defendeu a adesão ao modelo de escola cívico-militar. “As escolas militares existem em todo o mundo e há mais de 100 anos no Brasil. A vinda das escolas com o pensamento cívico-militar virão melhorar o falido formato de ensino atual em nosso estado. Torço pra que Parnamirim adira a essa metodologia e avance ainda mais no quesito a educação”, enfatizou.
Durante o debate, algumas pessoas se mostraram contra a vinda das escolas. O professor Antonio Holanda usou o tempo destinado à plateia e se mostrou contra a implementação do modelo. “O militarismo não é salvador da pátria. Trabalhei em escolas privadas e públicas que alcançaram números expressivos em sua eficiência educacional e nenhuma continha em seu corpo de professores um militar”, falou.
Ao final da audiência, a vereadora Fativan agradeceu a presença de todos os presentes e adiantou que, em conversa com o prefeito Rosano Taveira, o chefe do executivo informou que Parnamirim irá aderir ao programa de implementação das escolas cívico-militares.
Também participaram da audiência o vereador Ítalo Siqueira, além das vereadoras Vandilma Oliveira e Nilda Cruz.
Esse modelo é adotado no Estado de Goiás. As escolas cívicos militar são de excelência. Disputadas as vagas inclusive por filhos de diversas autoridades.
As escolas cívicos militar não são compostas por professores militares. Os militares entram na administração, fiscalização e controle. Toda a estrutura de professores e funcionários do Estado ou Município permanecem. O espírito é de uma escola como a que temos hoje, acrescida da disciplina e do civismo. É a garantia de que a escola vai funcionar como deveria. O professor poderá dar sua aula sem medo de ameaças de alunos (bandidos). Além de sabermos que não serão permitidas quaisquer atividades ilícitas, tais como alunos gazeando aulas para consumir drogas no interior da escola.
Antonio holanda, as escolas públicas de hoje são execelentes, melhores que as partículas como CEI, overdose etc.