Existe certo padrão na atuação dos operadores do Direito. Conhecê-lo tem sido crucial para a sobrevivência na carreira do magistrado que vela por sua imparcialidade.
O Ministério Público Federal não convive bem com a oposição de ideias, sendo este um padrão de todos conhecido. Contrariar suas pretensões persecutórias pode levar o opositor ao opróbrio. Daí a existência de tantos juízes, na verdade tartufos togados, que simplesmente preferem chancelar até os piores desatinos formulados pelo órgão acusador.
Têm sido cada vez mais frequentes, lamentavelmente, persecuções penais midiáticas, marcadas pela indigência probatória, mas cercadas do aplauso passadiço das ruas.
Falta coragem para enfrentar o desejo de vingança que tomou de assalto o devido processo legal. Para cada caso, uma receita processual diferente.
A vulgarização do instituto da colaboração premiada demitiu o investigador do dever de investigar. E, sabe-se que a condição de colaborador é conquistada somente com a delação de determinados alvos.
Conjur

Que lixo de texto!!!!
Toda atividade humana é passível de erros e equívocos,natural! Mas não se deve querer com isso encobrir,acobertar e minimizar crimes e abusos,conferindo à esses 'humanos' o status da impunidade! Dos males o menor! Cadeia neles!
Texto de advogado!
Ridículo esse artigo
Estão querendo melar o jogo. Sentido cheiro dos incomodados com a PGR.
Texto com cheiro de "mortandela chique".?
Quando uma Instituição busca aos holofotes devem se acender as luzes amarelas indicadoras de que algo está errado com ela. A busca do poder por força da intimidação traz danos irreparáveis ao sistema judicial brasileiro. Vidas são atacadas sem o menor pudor. Condenações midiáticas são espetáculos deprimentes promovidos pelos Ministérios Públicos, tanto à nível federal como, principalmente, os estaduais. Um Promotor acusa um Juiz, porém apenas outro Promotor acusa um Promotor.