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Austrália aprova lei inédita no mundo para proibir redes sociais a menores de 16 anos

Foto: Agência Brasil

O parlamento da Austrália aprovou uma lei inédita no mundo que proíbe o uso de redes sociais por adolescentes menores de 16 anos, notificando as empresas de tecnologia para reforçar a segurança antes de uma data limite que ainda não foi definida.

O Senado aprovou a proibição das mídias sociais na noite desta quinta-feira (28), o último dia de sessão do ano, após meses de intenso debate público e um processo parlamentar apressado que viu o projeto de lei ser apresentado, debatido e aprovado em uma semana.

De acordo com a nova lei, as big techs devem tomar “medidas razoáveis” para impedir que usuários menores de idade acessem serviços de mídia social ou enfrentarão multas de quase 50 milhões de dólares australianos (R$ 193 milhões).

É a resposta mais dura do mundo até agora para um problema que viu outros países imporem restrições, mas não responsabilizarem empresas por violações de uma proibição nacional.

Espera-se que a proibição se aplique ao Snapchat, TikTok, Facebook, Instagram, Reddit e X, mas essa lista pode se expandir.

O primeiro-ministro Anthony Albanese disse aos legisladores que “todo governo sério” estava lidando com o impacto das mídias sociais sobre os jovens, e os líderes com quem ele conversou aplaudiram a iniciativa da Austrália sobre o assunto.

“Sabemos que a rede social pode ser uma arma para bullyers, uma plataforma para pressão dos pares, um impulsionador de ansiedade, um veículo para golpistas. E o pior de tudo, uma ferramenta para predadores online”, ele disse ao Parlamento na segunda-feira.

Defendendo o limite de idade de 16 anos, Albanese disse que as crianças nessa idade são mais capazes de identificar “fakes e o perigo”.

O projeto de lei foi apoiado pela maioria dos membros do principal partido de oposição da Austrália, o Partido Liberal, com a senadora liberal Maria Kovacic que o descreveu como um “momento crucial em nosso país”.

“Traçamos uma linha na areia. O enorme poder das big techs não pode mais permanecer sem controle na Austrália”, ela disse quinta-feira antes da votação.

Mas o projeto encontrou forte oposição de alguns independentes e partidos menores, incluindo a senadora dos Verdes Sarah Hanson-Young, que acusou os principais partidos de tentarem “enganar” os pais australianos.

“Este é um desastre se desenrolando diante dos nossos olhos”, ela disse. “Você não poderia inventar essas coisas. O primeiro-ministro diz que está preocupado com as redes sociais. O líder da oposição diz: “Vamos proibi-las.”

“É uma corrida para o fundo do poço para tentar fingir quem pode ser o mais durão, e tudo o que eles conseguem é empurrar os jovens para um isolamento ainda maior e dar às plataformas a oportunidade de continuar a liberdade para todos, porque agora não há responsabilidade social necessária.

“Precisamos tornar as redes sociais mais seguras para todos.”

Um processo apressado

O governo enfrentou críticas consideráveis ​​pela rapidez da legislação.

Um inquérito do comitê do Senado sobre o projeto de lei permitiu submissões dos congressistas por apenas 24 horas antes de uma audiência de três horas na segunda-feira.

O relatório do inquérito foi divulgado na terça-feira, e o projeto de lei foi aprovado pela Câmara na quarta-feira – 102 votos a 13 – antes de avançar para o Senado.

Mais de 100 submissões foram feitas e “quase todos os proponentes e testemunhas expressaram sérias preocupações de que um projeto de lei dessa importância não teve tempo suficiente para uma investigação e um relatório completos”, disse o comitê em seu relatório.

No entanto, o comitê recomendou que o projeto de lei fosse aprovado com algumas mudanças, incluindo a proibição do uso de documentos governamentais, como passaportes, para verificar a idade dos usuários.

Em suas alegações, as empresas de tecnologia levantaram questões sobre a lei, apontando argumentos dos oponentes sobre riscos à privacidade e os perigos para as crianças que burlam a proibição.

A Snap, cujo aplicativo de mensagens Snapchat é popular entre crianças, disse que a “verificação de idade no nível do dispositivo” era a “melhor opção disponível”.

A X, de propriedade do bilionário Elon Musk, disse que a plataforma “não era amplamente utilizada por menores”, mas expressou preocupação sobre o impacto da lei em sua liberdade de expressão.

A Meta, dona do Facebook e do Instagram, disse que investiu constantemente em ferramentas para tornar a plataforma mais segura e recomendou “fortemente” que o governo esperasse pelos resultados dos testes de garantia de idade, que são esperados para o ano que vem.

A petição da Meta dizia que excluir o YouTube e os jogos online da proibição era “fatal” para seu propósito, porque eles oferecem “benefícios e riscos semelhantes” aos de outras plataformas sujeitas à proibição.

Apesar dessas objeções, pesquisas sugerem que os australianos apoiam a lei.

Uma pesquisa da YouGov realizada neste mês mostrou que 77% dos australianos apoiam a proibição de menores de 16 anos.

A pesquisa foi realizada na segunda metade deste mês e buscou as opiniões de 1.515 pessoas com uma margem de erro de 3,2%.

Agora que a lei foi aprovada, espera-se que a consulta ocorra antes que o governo estabeleça uma data de desligamento. Depois disso, todas as crianças menores de 16 anos com contas em plataformas de mídia social sujeitas à proibição terão suas contas desativadas.

Pais e filhos não serão penalizados por desrespeitar a proibição, mas as empresas precisarão mostrar que tomaram medidas razoáveis ​​para manter usuários menores de idade afastados.

Fonte: CNN

Opinião dos leitores

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[REVISTA OESTE] Golpe em gestação: Ministros apontam articulação de ala de Gilmar Mendes para contestar a eleição se Flávio Bolsonaro ganhar

Foto: Igo Estrela / Getty Images
Por Cristyan Costa para a Revista Oeste
 
“Independência, equilíbrio e prudência.” Nunes Marques escolheu essas três palavras para anunciar como pretendia conduzir as eleições de 2026. Era 12 de maio, e o ministro assumia a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com uma defesa da liberdade de expressão e uma advertência: combater ameaças à democracia não autorizava “excessos incompatíveis com o Estado democrático de Direito”. Quatro anos antes, sob Alexandre de Moraes, o tribunal havia suspendido a divulgação de um documentário da Brasil Paralelo até depois do segundo turno. Agora, o novo presidente prometia contenção. Restava saber quanto espaço teria para praticá-la.
 
No Supremo Tribunal Federal (STF), a promessa encontrou desconfiança. Segundo apurou Oeste, uma ala da Corte discutia rever decisões da Justiça Eleitoral caso considerasse insuficiente a atuação de Nunes Marques e de seu vice, André Mendonça. A convivência tinha os contornos de uma trégua sob vigilância. Em junho, no programa Roda Viva, Gilmar Mendes tornou pública a disposição do Supremo de atuar como instância revisora diante de eventual parcialidade do TSE.
 
Nos meses seguintes, aquilo que parecia uma divergência jurídica começou a ganhar forma concreta em processos, liminares e decisões contraditórias. Na reta final da campanha, porém, três ministros ouvidos pela reportagem passaram a enxergar algo maior. Para eles, uma ala do Supremo prepara as condições jurídicas e políticas para que a disputa sobre os limites da Justiça Eleitoral não termine com a apuração dos votos. Caso o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) vença Lula, a batalha seguinte poderá ser pela legitimidade do próprio resultado.
Construção da narrativa
 
Na avaliação dessas fontes, o núcleo político da eventual contestação já está à vista: a suspeita de “interferência estrangeira” na campanha brasileira. Uma iniciativa do PT ajuda a entender por quê. Em 23 de setembro, o partido pediu ao ministro Flávio Dino uma investigação sobre uma possível atuação do governo de Donald Trump em favor de Flávio Bolsonaro. O pedido não foi apresentado em uma ação eleitoral. Entrou em um processo sobre a barragem de Mariana, em Minas Gerais, que já estava sob a relatoria de Dino. A escolha do caminho não era irrelevante. Naquela mesma ação, Dino havia estabelecido meses antes que decisões judiciais estrangeiras referentes ao Brasil só poderiam produzir efeitos no país mediante autorização do Supremo — uma reação às sanções impostas com base na Lei Magnitsky. O PT pediu que essa proteção fosse transportada para a eleição presidencial e alcançasse votação, apuração, proclamação do resultado e até diplomação do vencedor pelo TSE. “São bons de narrativa”, disse a Oeste um ministro, sob reserva. “Querem uma justificativa para questionar a vitória do adversário de Lula e esvaziar o TSE.”
 
O partido também requereu a abertura de investigação pela Polícia Federal e acesso a relatórios da Agência Brasileira de Inteligência. Pediu ainda que fossem avaliadas buscas no comitê de Flávio Bolsonaro e na sede nacional do PL, além de quebras de sigilo, mediante representação policial ou requerimento do Ministério Público. A petição cita relações com a organização norte-americana Rockbridge Network, publicidade no exterior favorável ao candidato e conteúdos utilizados por estruturas ligadas ao PL. O próprio documento, contudo, reconhece que o eventual financiamento estrangeiro precisa ser comprovado. Contatos internacionais, manifestações políticas e publicações produzidas no exterior, isoladamente, não demonstram que uma candidatura recebeu recursos ilegais.
 
É precisamente nesse espaço entre suspeita e prova que está a preocupação dos ministros ouvidos por Oeste. Uma investigação pode comprovar uma irregularidade. Pode também demonstrar que ela nunca existiu. O temor das fontes é outro: que a acusação adquira força política antes de qualquer conclusão e sobreviva até depois da contagem dos votos. A hipótese dos ministros é que, diante de uma derrota de Lula, a discussão deixe de ser apenas sobre propaganda, abuso de poder ou financiamento de campanha e se transforme em uma questão de soberania nacional. Nesse cenário, a controvérsia sairia da Justiça Eleitoral e chegaria ao Supremo com uma pergunta muito mais grave: uma vitória obtida sob alegada influência estrangeira poderia ser reconhecida? É esse salto — da fiscalização da campanha para a contestação do resultado — que dá dimensão à disputa em curso.
 
Disputa de poder
 
Outros processos das últimas semanas ajudam a compreender por que os ministros levam essa hipótese a sério. Em 25 de setembro, o vice-presidente do TSE, André Mendonça, determinou a retirada de publicações ligadas à informação falsa de que Flávio pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. A ordem atingiu uma publicação do humorista Antonio Tabet. Para contestá-la, Tabet não abriu uma nova ação no TSE nem esperou o julgamento do colegiado eleitoral. Procurou Flávio Dino no Supremo e pediu que o ministro estendesse à publicação os efeitos de uma decisão tomada meses antes em outro caso — um processo envolvendo um vídeo sobre a inelegibilidade do ex-deputado Deltan Dallagnol.
 
Uma ação originada de uma disputa eleitoral no Paraná recebia, assim, um conflito da campanha presidencial. Dino acolheu o pedido e suspendeu a ordem de Mendonça antes de o TSE concluir o julgamento. A defesa de Flávio reagiu pelo mesmo caminho: recorreu a Luiz Fux em outra ação já existente no Supremo. Fux suspendeu a decisão de Dino e restabeleceu a determinação da Justiça Eleitoral. Dentro do próprio STF, portanto, duas decisões individuais apontavam em sentidos opostos sobre uma controvérsia que estava sob análise do TSE.
 
O tribunal eleitoral resolveu a questão em 30 de setembro. Manteve a retirada das informações falsas, mas preservou o post de Tabet depois de Mendonça ajustar seu voto. No dia seguinte, Dino reconheceu que seu processo havia perdido o objeto. Fez, contudo, uma ressalva: em questões constitucionais, a última palavra continuaria pertencendo ao Supremo. O episódio terminou. A disputa institucional, não. Antes disso, o Bolsa Família já havia mostrado como uma questão com impacto direto na campanha poderia sair da órbita do TSE. Em 18 de setembro, a pedido da Advocacia-Geral da União, o decano do STF reconheceu a legalidade do reajuste de 15% anunciado por Lula na véspera. Faltavam pouco mais de duas semanas para o primeiro turno. Gilmar decidiu dentro de um processo sobre a implementação da renda básica. Considerou que o aumento cumpria determinação anterior do Supremo e recompunha a inflação. Segundo apurou Oeste, integrantes da cúpula do TSE se irritaram com a iniciativa por entender que uma discussão sobre os limites eleitorais do reajuste deveria ocorrer na Justiça Eleitoral. O padrão se repetia: uma controvérsia surgida no meio da campanha era levada ao Supremo por meio de um processo aberto originalmente para discutir outro assunto.
 
Movimentos semelhantes apareceram nos Estados. Em Roraima, uma decisão de Dino sobre prazos de desincompatibilização afetou o registro de Arthur Henrique, candidato do PL apoiado por Flávio Bolsonaro. No Rio de Janeiro, um impasse no Supremo interferiu na sucessão temporária do governo estadual. No Ceará, Floriano de Azevedo Marques impôs restrições a adversários do governador petista Elmano de Freitas, decisão posteriormente suspensa por Mendonça. Os casos têm objetos, personagens e fundamentos diferentes. Não demonstram, isoladamente, uma articulação nacional. Para os três ministros ouvidos por Oeste, porém, ajudam a revelar algo que consideram decisivo: o Supremo já encontrou caminhos processuais para interferir em controvérsias eleitorais enquanto elas ainda estavam submetidas ao TSE.
 
Depois das urnas
 
É aqui que a preocupação muda de escala. Até agora, as intervenções atingiram publicações, registro de candidatura, acesso a recursos partidários, propaganda eleitoral e decisões administrativas com consequência política. A hipótese discutida nos bastidores do Supremo é que o mesmo mecanismo seja utilizado, depois da votação, sobre um objeto incomparavelmente maior: o resultado da eleição presidencial.
 
Na avaliação das fontes, a narrativa de interferência estrangeira daria o fundamento político dessa mudança. A disposição do STF de rever atos do TSE forneceria o caminho jurídico. Os pedidos já apresentados ao Supremo proporcionariam os processos. Faltaria o fato capaz de reunir essas peças: uma derrota de Lula. Se Flávio vencer, dizem os ministros ouvidos pela reportagem, a alegação de ingerência norte-americana poderia deslocar a discussão da contagem dos votos para as condições em que eles foram conquistados. O argumento deixaria de ser apenas o de proteger uma campanha contra uma ameaça estrangeira. Poderia servir para questionar a legitimidade da vitória do adversário.
 
Esse ponto é importante porque uma eleição presidencial não pode ser anulada apenas por suspeitas políticas. Seria necessário transformar a acusação em questão jurídica, apontar fatos, estabelecer nexo com a campanha e demonstrar consequência suficiente para comprometer a legitimidade do pleito. É justamente essa distância entre o discurso político e a consequência jurídica que torna decisivo o que ocorrerá depois do primeiro turno. Os três ministros consultados por Oeste não dizem que exista, hoje, uma decisão tomada para impedir a posse de Flávio Bolsonaro. O que afirmam é que estão sendo construídos argumentos, precedentes e vias processuais que poderiam ser acionados caso Lula seja derrotado.
 
Essa distinção precisa permanecer clara. A petição do PT não comprova uma operação para invalidar as eleições. As decisões de Dino, Gilmar ou outros ministros tampouco demonstram, isoladamente, uma ação coordenada. O alerta decorre da combinação desses movimentos e da leitura feita por integrantes da própria Corte sobre onde eles podem desembocar.
 
Na posse de maio, Nunes Marques prometeu independência, equilíbrio e prudência. Às vésperas da votação, porém, a disputa já ultrapassa os limites de sua presidência no TSE. O que está em jogo, na avaliação dos ministros ouvidos por Oeste, é saber se a autoridade da Justiça Eleitoral continuará valendo quando proclamar um vencedor que uma ala do Supremo não deseja. Se a hipótese dessas fontes se confirmar, a intervenção terá mudado de natureza. Deixará de servir apenas para rever decisões tomadas durante a campanha e alcançará a própria escolha feita nas urnas. A suspeita de interferência estrangeira poderá fornecer o argumento; os processos já abertos, o caminho; e o Supremo, a instância encarregada de decidir até onde vale o resultado proclamado pelo TSE. Nesse cenário, a eleição não terminaria com a contagem dos votos. O eleitor elegeria o presidente, mas a escolha permaneceria sujeita à aprovação de ministros que não receberam um único voto. A vontade popular deixaria de ser soberana. Entre a decisão das urnas e o exercício do poder, estaria a toga.
Revista Oeste

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Caravana 22 reúne Álvaro Dias, Paulinho Freire, Styvenson e lideranças em grande mobilização na Zona Norte de Natal

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL), percorreu, neste sábado (3), bairros da Zona Norte de Natal em mais uma grande mobilização da Caravana 22. A carreata, formada por carros e motocicletas, saiu da Avenida Itapetinga, em frente à Lagoa de Santarém, e percorreu ruas e avenidas da região reunindo apoiadores, candidatos e lideranças políticas.

A mobilização contou com a presença do prefeito de Natal, Paulinho Freire; da vice-prefeita Joanna Guerra; do senador e candidato à reeleição Styvenson Valentim; do presidente eleito da Câmara Municipal de Natal, Aldo Clemente; das candidatas a deputada federal Nina Souza, Carla Dickson e Gabi Trajano; dos candidatos a deputado estadual Anne Lagartixa, Eriko Jácome, Léo Souza, Sargento Manassés e Davi Fernandes; além dos vereadores Irapoã Nóbrega, Kleber Fernandes, Luciano Nascimento, Subtenente Eliabe, Herberth Sena, Daniel Santiago e Preto Aquino.

A passagem da Caravana 22 pela Zona Norte marcou mais um ato de rua de Álvaro na reta final da campanha. Ainda neste sábado, o candidato segue para Mossoró, onde participa, às 18h22, da tradicional Descida do Alto de São Manoel, ao lado de Styvenson Valentim e do candidato ao Senado Coronel Hélio.

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Hospital Municipal de Natal São Padre Pio inicia acolhimento em enfermaria adulta

A partir desta sexta-feira (2), o Hospital Municipal de Natal São Padre Pio iniciou uma nova etapa nos seus atendimentos com a abertura dos leitos de enfermaria clínica médica adulta. As admissões são um marco para a rede de Urgência e Emergência da capital, o que vai auxiliar no fluxo, principalmente dos pacientes aguardando transferências nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAS) da capital.

A estrutura conta com 17 leitos de enfermaria clínica médica adulta, que auxiliam na internação de pacientes não graves, mas que precisam de cuidados médicos e de enfermagem contínuos.

Nesse primeiro momento foram admitidos os três primeiros pacientes, transferidos das UPAs Potengi e Satélite. A partir deste sábado (3), novos pacientes começam a dar entrada no bocal e a previsão é que as próximas transferências aconteçam de forma contínua, de acordo com a capacidade do hospital.

O prefeito Paulinho Freire reforça a importância do novo equipamento. “É uma alegria enorme ver os pacientes natalenses sendo bem assistidos em um equipamento grandioso como o nosso novo hospital. Esse é um marco histórico e vamos cada vez mais atuar para ampliar a assistência à população”, disse.

Para o secretário Municipal de Saúde de Natal, Geraldo Pinho, o momento é um grande marco para a saúde da capital. “Ontem, por volta das 23h, recebemos os primeiros pacientes adultos no hospital. Quero dizer que a população fique orgulhosa e esperançosa de que o novo hospital está funcionando e, em breve, estaremos com os leitos de UTI e realizando cirurgias também, o que vai melhorar ainda mais a saúde na capital”, falou.

O secretário reforça que, neste primeiro momento, o hospital funciona totalmente de porta fechada. Todos os pacientes que estão no local, seja para internação de enfermaria, ou os pacientes que estão entrando para fazer exames eletivos, estão sendo admitidos por regulação. “A regulação municipal chama os pacientes que estão nas UPAs, como também chama os pacientes eletivos para fazer seus exames”, explicou.

Hospital Municipal de Natal São Padre Pio

O Hospital Municipal de Natal São Padre Pio começou a receber pacientes de forma gradual. Na primeira etapa, funcionaram a enfermaria pediátrica e o Centro de Diagnóstico por Imagem, com realização de exames de ecocardiograma e ultrassonografia para pacientes regulados o que já contribuiu para zerar a fila de espera ecocardiogramas pediátricos para crianças e adolescentes de até 15 anos.

Entre as próximas etapas está a abertura dos leitos de UTI, além da instalação de equipamentos como tomógrafo e aparelho de raio-X fixo e posteriormente as atividades do centro cirúrgico.

A expectativa é que a primeira etapa de implantação do hospital seja concluída até o fim do mês de outubro.

Quando estiver em pleno funcionamento, a estrutura contará com diferentes serviços e especialidades, incluindo atendimento neonatal, ginecológico e obstétrico, centro cirúrgico, centro de diagnóstico e atendimento 24 horas para situações de maior complexidade.

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Faltando 24 horas: Pesquisa ITEM coloca Taveira Júnior entre os 24 mais citados para deputado estadual

O deputado estadual e candidato à reeleição Taveira Júnior (PSDB) aparece entre os 24 nomes mais citados para a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte em pesquisa do ITEM divulgada pela Rádio Difusora de Mossoró. No levantamento espontâneo, Taveira registra 1,4% das intenções de voto e ocupa a 22ª colocação.

A pesquisa ouviu 1.250 eleitores em 60 municípios, distribuídos pelas 12 macrorregiões do Rio Grande do Norte, entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro. A margem de erro é de 2,77 pontos percentuais.

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PESQUISA CNT-MDA/VOTOS VÁLIDOS: Lula tem 47,8% e Flávio Bolsonaro cresce 7 pontos percentuais e chega a 42,1% no 1º turno

Fotos: Estadão Conteúdo / Senado

A nova pesquisa CNT/MDA mostra Lula (PT) com 47,8% dos votos válidos no primeiro turno da eleição presidencial, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 42,1%.

Em relação ao levantamento realizado pelo instituto em setembro, Lula avançou 1 ponto percentual, enquanto Flávio cresceu 7 pontos.

Na sequência aparecem Augusto Cury (Avante), com 3,6%, Ronaldo Caiado (PSD), com 3,4%, Renan Santos (Missão), com 1,7%, e Romeu Zema (Novo), com 0,9%. Os demais candidatos, somados, representam 0,6% e foram agrupados na categoria “Outros”.

A pesquisa CNT/MDA ouviu 2.002 eleitores, entre os dias 29 de setembro e 02 de outubro, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Confederação Nacional do Transporte e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04756/2026.

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PESQUISA CNT/MDA: Lula tem 47,3% contra 43,1% de Flávio no 2º turno

Fotos: Ricardo Stuckert/PR e Agência Senado

Na véspera do primeiro turno, uma nova pesquisa CNT/MDA aponta Lula (PT) com 47,3% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL), que aparece com 43,1%. A pesquisa foi divulgada neste sábado (3).

A diferença é de 4,2 pontos percentuais. Como a margem de erro é de 2,2 pontos, o cenário configura empate técnico. Segundo o levantamento, 7,6% dos entrevistados votariam em branco ou nulo, enquanto 1,9% não soube ou não respondeu.

A CNT/MDA entrevistou 2.007 eleitores em todo o país, entre os dias 30 de setembro e 02 de outubro, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa foi contratada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-04756/2026.

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PESQUISA GERP: Flávio Bolsonaro tem 49% contra 44% de Lula no 2º turno

Fotos: Edilson Rodrigues/Agência Senado/Ricardo Stuckert/PR

Pesquisa Gerp divulgada neste sábado (3) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 49% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que aparece com 44%.

Outros 6% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois, enquanto 1% não soube ou não respondeu.

No primeiro turno, considerando os votos válidos, Flávio aparece com 46% e Lula com 44%, segundo o instituto. Os 2 estão tecnicamente empatados nesse recorte.

Primeiro turno (votos válidos):

  • Flávio Bolsonaro (PL) – 46%;
  • Lula (PT) – 44%;
  • Augusto Cury (Avante) – 4%;
  • Ronaldo Caiado (PSD) – 3%;
  • Renan Santos (Missão) – 2%;
  • Samara Martins (UP) – 1%;
  • Edmilson Costa (PCB) – 0%;
  • Rui Costa Pimenta (PCO) – 0%;
  • Romeu Zema (Novo) – 0%;
  • Leonardo Avalanche (PRTB) – 0%;
  • Hertz Dias (PSTU) – 0%;
  • Wilson Grassi (Democrata) – 0%;
  • Clariana Barão (DC) – 0%.

A Gerp entrevistou 2.400 eleitores de 30 de setembro a 2 de outubro de 2026 em todo o país. A pesquisa foi realizada por telefone e tem margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95,55%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00509/2026. A pesquisa custou R$ 20.000 e foi paga com recursos próprios.

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Getúlio Rêgo agradece apoio dos potiguares e reafirma compromisso com a população na reta final da campanha

Na véspera da eleição, candidato destaca trajetória na medicina e no Parlamento e garante que manterá o atendimento direto aos cidadãos

Na reta final da campanha para deputado estadual, Getúlio Rêgo agradeceu as manifestações de carinho e apoio recebidas ao longo das últimas semanas e reafirmou seu compromisso com a população potiguar. Ao avaliar a caminhada até a eleição deste domingo (4), destacou que a confiança construída durante sua trajetória como médico e parlamentar é o principal patrimônio de sua vida pública.

Os encontros nas ruas, os abraços e os apertos de mão marcaram uma campanha sustentada, segundo Getúlio, pelo reconhecimento do trabalho realizado. Com 55 anos de atuação na medicina e uma trajetória de 40 anos como deputado, ele ressaltou os vínculos de amizade e a presença permanente junto às famílias, especialmente na região Oeste.

A proximidade com a população foi um dos pontos centrais de sua avaliação. Getúlio lembrou que sempre manteve contato direto com os cidadãos, incluindo moradores das comunidades rurais mais distantes. O diálogo, antes realizado principalmente por telefone, ganhou também o alcance das redes sociais, pelas quais recebe demandas e responde às mensagens conforme a disponibilidade entre os atendimentos e compromissos.

Para o candidato, essa relação representa uma responsabilidade que se renova a cada manifestação de confiança. Getúlio destacou que nunca deixou de exercer a medicina e que continua com disposição para atender no consultório e na sala de cirurgia, mantendo o cuidado com as pessoas como parte de sua rotina.

“O povo é credor, e eu vou ser sempre devedor. O mandato que você vai me dar vai pertencer a você”, afirmou.

Ao dirigir sua mensagem aos eleitores que ainda estão indecisos, Getúlio pediu que considerem sua trajetória, sua experiência e o compromisso de manter as portas abertas à população. Reafirmou que, caso eleito, o gabinete na Assembleia Legislativa será um espaço de acolhimento, diálogo e encaminhamento das necessidades dos potiguares.

Getúlio encerrou sua avaliação agradecendo a confiança recebida e reforçando que pretende continuar trabalhando com integridade, honestidade e disposição, tanto na atividade médica quanto na representação política.

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Robson Carvalho chega à reta final como a campanha que mais cresce na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa do RN

Últimas pesquisas reforçam avanço da candidatura, que ganha força em todo o Rio Grande do Norte e transforma o sentimento das ruas em crescimento nas intenções de voto.

Nas vésperas da eleição, a campanha de Robson Carvalho entra na reta final embalada por um forte movimento de crescimento em todo o Rio Grande do Norte. As duas pesquisas mais recentes divulgadas sobre a disputa para deputado estadual colocam o candidato entre os nomes de maior destaque, fortalecendo uma percepção que já vinha sendo sentida durante as agendas de campanha: Robson cresce, amplia sua presença no Estado e chega a um crescimento extraordinário aos momentos decisivos da eleição.

Na pesquisa Exatus/Agora RN, Robson Carvalho aparece entre os nomes mais citados para deputado estadual, com 2,48% das intenções espontâneas, figurando numericamente na 5ª colocação geral.

O resultado se soma à sequência de pesquisas do Instituto Media/O Potengi que já vinha mostrando Robson entre os primeiros colocados. Na rodada realizada entre 21 e 25 de setembro, ele apareceu com 2,90%, entre os quatro maiores percentuais numéricos registrados naquele levantamento. Uma semana antes, havia alcançado 3% das citações espontâneas e na mais recente atinge a surpreendente marca de 2º colocado no geral.

Para a campanha, os números traduzem aquilo que vem sendo percebido nas ruas durante as últimas semanas: um sentimento crescente de confiança, renovação e desejo de levar para todo o Rio Grande do Norte um trabalho que já apresenta resultados em Natal.

Nas caminhadas, reuniões e encontros realizados pelo Estado, a recepção à candidatura ganhou intensidade. É esse movimento que a campanha define como “a campanha que mais cresce nesta reta final” impulsionada principalmente pela mobilização espontânea de apoiadores e pela multiplicação do voto.

“Por onde a gente passa, o sentimento é o mesmo. As pessoas conhecem o nosso trabalho, acreditam no que construímos e querem que ele chegue a todo o Rio Grande do Norte. As pesquisas começam a refletir aquilo que a gente já vinha sentindo nas ruas. Mas não existe eleição ganha. Agora é hora de multiplicar ainda mais, conversar com a família, com os amigos, com os vizinhos e lutar por cada voto até o último segundo”, afirma Robson Carvalho.”

A candidatura tem apresentado como principais bandeiras a causa animal, a geração de oportunidades para jovens para seu primeiro emprego, a inclusão, a atenção às pessoas que mais precisam e a ampliação para todo o Estado de iniciativas defendidas durante sua atuação política.

Na reta final, a estratégia é intensificar a mobilização nas ruas e principalmente nas redes sociais. A avaliação da campanha é de que, diante de candidaturas apoiadas por estruturas políticas tradicionais, a força de Robson está justamente na participação das pessoas e na capacidade de transformar cada apoiador em um multiplicador.

Chegamos até aqui com muito trabalho, pé no chão e com as pessoas acreditando nesse projeto. Agora precisamos transformar todo esse sentimento das ruas em voto. É multiplicar até o último segundo. Vamos fazer história com o apoio popular”, reforça Robson Carvalho.

Dados das pesquisas: A pesquisa Exatus/Agora RN ouviu 1.500 eleitores entre os dias 28 e 30 de setembro de 2026, com margem de erro de 2,53 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números RN-08811/2026 e BR-00242/2026. Já a pesquisa Media/O Potengi ouviu 2.000 eleitores entre os dias 21 e 25 de setembro de 2026, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, registrada sob o número RN-05948/2026. O Potengi.

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Vereador do PT é apontado pelo MPSP como líder oculto de esquema de lavagem ligado ao PCC

Foto: Reprodução

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) denunciou o vereador Senival Pereira de Moura (PT) e outras 20 pessoas por suposto envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), por meio de empresas de ônibus.

Segundo a investigação, Senival seria o ‘líder oculto’ da Transunião e teria exercido influência sobre decisões e movimentações financeiras da empresa.

O parlamentar chegou a ser preso em 25 de junho durante a Operação Última Parada, mas foi solto no início de agosto após decisão judicial e responde ao processo em liberdade.

A defesa afirma que Senival é inocente e nega qualquer vínculo com o PCC ou participação em lavagem de dinheiro. O vereador também declarou anteriormente que confia na Justiça e que as acusações serão esclarecidas.

Com informações de Metrópoles

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