O deputado federal Rafael Motta (PSB) foi escolhido pelos parlamentares do Rio Grande do Norte como o novo coordenador da bancada potiguar em Brasília. A definição ocorreu na manhã desta quarta-feira (20).
A escolha para o ano de 2019 foi feita por consenso da bancada, que é composta por oito deputados federais e três senadores. “Agradeço aos colegas pela indicação e agora é trabalhar ainda mais em defesa do nosso Estado, sempre em conjunto com os demais parlamentares”, destacou o deputado.
Rafael substitui Felipe Maia (DEM) nas funções de coordenar, na qual vai trabalhar pela liberação das emendas de bancada e colaborar com o diálogo entre os governos estadual e federal.
O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou nesta sexta-feira (13) uma ação civil pública contra o apresentador Ratinho e o SBT por falas consideradas transfóbicas contra a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP).
Na ação, o MPF pede que o apresentador e a emissora paguem R$ 10 milhões por danos morais coletivos. O caso se refere a declarações feitas por Ratinho durante o Programa do Ratinho exibido na quarta-feira (11), quando ele questionou a eleição da parlamentar para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara.
O processo foi assinado pelo procurador regional dos Direitos do Cidadão no Rio Grande do Sul, Enrico Rodrigues de Freitas, após representação apresentada pela própria deputada.
Segundo o MPF, as falas exibidas no programa configuram discurso discriminatório ao questionar a identidade de gênero da parlamentar e da comunidade trans.
Além da indenização, o órgão pede que o SBT retire o conteúdo do ar e adote medidas para prevenir novos episódios de discriminação em sua programação.
Ratinho se pronunciou nas redes sociais e afirmou que suas declarações fazem parte de “crítica política” e que não pretende ficar em silêncio. Já o SBT informou, em nota, que repudia qualquer tipo de discriminação e disse que as falas do apresentador não representam a posição da emissora.
O ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves afirmou que pretende votar no presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições de 2026. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Repórter 98, da 98 FM Natal.
Durante a conversa, o ex-ministro também declarou apoio à governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, para uma das duas vagas ao Senado na disputa eleitoral de 2026.
Segundo Henrique Alves, sua posição em relação à eleição presidencial já está definida e seguirá a mesma escolha feita no último pleito. “Vou votar em Lula. Já votei da outra vez e não poderia votar em quem queria dar um golpe nesse país”, afirmou.
O ex-parlamentar ainda indicou que pretende apoiar Fátima Bezerra na corrida ao Senado, reforçando alinhamento político com a governadora potiguar para a próxima disputa eleitoral.
As viagens internacionais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da comitiva brasileira geraram um gasto de R$ 19,9 milhões somente com hospedagem em 2025, segundo dados do Ministério das Relações Exteriores do Brasil obtidos por meio de documentos oficiais.
A informação é do colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles. De acordo com as informações, as missões chefiadas pelo presidente somaram 59 dias de compromissos em 16 países ao longo do ano. A viagem mais cara foi a realizada para Paris, em junho, que registrou despesas de R$ 6,34 milhões apenas em hospedagem para a delegação.
Outros deslocamentos também tiveram custos elevados. A ida a Nova York, durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, somou R$ 2,92 milhões. Já a viagem a Moscou, em maio, teve gasto de R$ 1,92 milhão, enquanto a agenda em Tóquio, em março, registrou cerca de R$ 1,4 milhão.
O Itamaraty destacou que os valores divulgados dizem respeito exclusivamente às despesas de hospedagem das delegações presidenciais e não incluem outros custos das viagens, como transporte, segurança ou logística.
Na mesma resposta, o ministério também informou os gastos com imóveis diplomáticos mantidos pelo Brasil no exterior. Entre eles está um complexo diplomático em Berlim, cujo aluguel chega a cerca de 220 mil euros por mês, além de representações em cidades como Boston, Istambul e Seul, que também geram custos mensais para o governo brasileiro.
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho, afirmou que a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de negar visto ao assessor do governo dos Estados Unidos foi uma “provocação” ao país norte-americano. A declaração foi dada em entrevista à CNN Brasil nesta sexta-feira (13).
O caso envolve Darren Beattie, que integra a equipe do presidente Donald Trump. Segundo Marinho, a medida teria sido uma atitude deliberada do governo brasileiro. “De forma gratuita, faz uma provocação ao governo americano negando visto para o representante do Departamento de Estado”, afirmou o senador.
Beattie tinha viagem prevista ao Brasil na próxima semana e pretendia visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro na unidade prisional conhecida como Papudinha. A visita, no entanto, acabou barrada.
Antes mesmo da decisão anunciada por Lula, o ministro do Supremo Tribunal FederalAlexandre de Moraes já havia determinado a revogação da autorização para a visita.
Durante a entrevista, Marinho também afirmou que a medida teria sido motivada por um episódio anterior envolvendo os Estados Unidos, quando o governo americano negou visto ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para participar de um evento da Organização das Nações Unidas. Para o senador, decisões desse tipo acabam prejudicando a relação do Brasil com parceiros estratégicos como os EUA.
Uma declaração do presidente Lula está circulando nas redes sociais e gerou debate. Em vídeo que repercutiu recentemente, o petista aparece incentivando as pessoas a caminharem mais no dia a dia e afirma que muitos deslocamentos poderiam ser feitos a pé.
Durante a fala, Lula questiona o hábito de usar carro para trajetos curtos e afirma que as pessoas deveriam se movimentar mais. “A pessoa tem que aprender a tirar a bunda da cadeira e andar um pouco”, diz o presidente no trecho que viralizou.
A declaração passou a ser associada ao debate sobre o preço dos combustíveis, com internautas interpretando a fala como uma resposta indireta às reclamações sobre o valor da gasolina. O tema costuma gerar forte discussão nas redes sempre que surgem novos aumentos no preço do combustível.
Outras falas antigas de Lula também voltaram a circular junto com o vídeo. Entre elas, declarações como “tá caro? é só não comprar”, “ter duas TVs é ostentação” e ainda uma fala em que sugeriu substituir alimentos mais caros por opções mais baratas, como abóbora, quando a picanha estivesse com preço elevado.
A repercussão reacendeu críticas e defesas nas redes sociais, com apoiadores e opositores do governo debatendo o contexto das declarações e o impacto delas na discussão sobre custo de vida no país.
Desconheço maior FDP do que esse canalha desse LULADRAO, na realidade só seus apoiadores é que podem ser pior, porque mesmo fudidos, ainda apoia quem os fudeu e foge diariamente.
A escolha da deputada Erika Hilton para presidir a Comissão das Mulheres gerou debate nas redes sociais após a divulgação de um vídeo em que uma mulher trans critica a decisão. Na gravação, ela afirma ser contra a indicação e argumenta que a vivência de uma mulher trans não seria a mesma de uma mulher biológica.
Durante o vídeo, a autora da fala diz que a posição não se trata de preconceito, mas de uma diferença de experiências. Segundo ela, da mesma forma que discorda de uma pessoa trans comandar a comissão voltada às mulheres, também seria contrária a uma mulher biológica presidir um eventual colegiado voltado especificamente para travestis e mulheres trans.
A mulher afirma ainda que mulheres levaram anos de luta para conquistar espaços na sociedade e que esses espaços deveriam ser preservados. Para ela, cada grupo deveria ter representatividade dentro de sua própria realidade e vivência social.
No trecho que mais repercutiu, a autora do vídeo declara que ser travesti ou mulher trans “é totalmente diferente de ser mulher” e que uma pessoa trans não teria como compreender integralmente as experiências enfrentadas por mulheres desde o nascimento.
A fala viralizou nas redes e reacendeu discussões sobre representatividade, identidade de gênero e a composição de espaços institucionais voltados às pautas femininas no Congresso Nacional.
A defesa do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida reagiu à operação da Polícia Federal realizada na quinta-feira (12) e afirmou que o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, teria mentido nas alegações que motivaram a investigação. Em nota divulgada nesta sexta-feira (13), os advogados classificaram as acusações como “ridículas e patéticas”.
Segundo a defesa, a operação teria violado direitos fundamentais ligados ao exercício do jornalismo, como privacidade, liberdade de expressão, sigilo da fonte e manifestação de crítica. O jornalista atua no estado do Maranhão e passou a ser investigado após publicar reportagens sobre o suposto uso de veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão por familiares de Dino.
A investigação foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, que determinou mandado de busca e apreensão contra o jornalista. De acordo com o STF, informações divulgadas nas reportagens incluíam placas de veículos, detalhes sobre a equipe de segurança e deslocamentos do ministro em São Luís, o que teria configurado “monitoramento ilegal”.
A defesa contesta essa versão e afirma que a nota divulgada em nome de Dino contém informações falsas. Segundo os advogados, o jornalista não publicou nomes nem quantidade de agentes de segurança e tampouco realizou monitoramento ilegal das atividades do ministro.
O caso gerou repercussão entre entidades de comunicação. Organizações como a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão, a Associação Nacional de Editores de Revistas e a Associação Nacional de Jornais divulgaram nota conjunta afirmando que a decisão judicial levanta preocupações sobre possíveis impactos na liberdade de imprensa e na proteção ao sigilo da fonte jornalística.
Quer dizer que agora se o ministro estiver cometendo um crime, não poder ser investigado, porque é um deus e está acima de qualquer mortal. Essa baleia assassina, esse Dinossauro não se coloca no lugar dele, um mero coadjuvante na Quadrilha dos PTralhas, acho que já está ótimo para seu perfil.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, enviou um ofício a ele próprio solicitando a liberação de recursos de emendas parlamentares destinadas ao Amapá. No documento, ele pede o desbloqueio de cerca de R$ 379 milhões para obras e projetos no estado, incluindo R$ 30,5 milhões destinados a um contrato executado por uma empresa ligada ao seu segundo suplente, o empresário Breno Chaves Pinto.
O pedido foi formalizado em um documento de 15 páginas que lista cerca de 90 obras e ações que aguardavam pagamento de emendas antigas, conhecidas como “restos a pagar”. Parte dos recursos seria direcionada para uma obra de revitalização de rodovia no estado, cujo contrato havia sido firmado com a empresa do suplente.
Segundo Alcolumbre, o envio do ofício para si próprio ocorreu para cumprir exigências de transparência impostas pelo Supremo Tribunal Federal, que determinou a identificação do parlamentar responsável por cada emenda. A assessoria do senador afirmou que o documento seguiu um modelo padrão gerado automaticamente pelo sistema do Congresso.
A verba destinada à obra foi repassada por meio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba e executada pela Secretaria de Transportes do Amapá. De acordo com o governo estadual, cerca de R$ 8 milhões já foram pagos à empresa, que teria executado menos de 10% do serviço previsto.
Especialistas em contas públicas ouvidos por órgãos de controle afirmam que o modelo utilizado para indicar as emendas pode dificultar a rastreabilidade dos recursos e contrariar o espírito das decisões do STF sobre transparência no uso do dinheiro público.
Um motorista preso transportando 419 quilos de cocaína acabou condenado, mas não cumprirá pena em regime fechado. A Justiça Federal em Minas Gerais decidiu substituir a prisão por medidas alternativas, mesmo diante do grande volume da droga, avaliado em cerca de R$ 40 milhões.
A abordagem ocorreu no dia 3 de dezembro de 2025, na rodovia MGC-497, entre Campina Verde e o distrito de Honorópolis. Equipes da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado interceptaram o caminhão após informações de inteligência indicarem possível transporte de entorpecentes.
Durante a fiscalização, os policiais encontraram os tabletes de cocaína escondidos na caçamba do semirreboque, sob uma lona e dentro de sacos pretos, em meio a uma carga de minério de ferro. O veículo utilizado no transporte era um caminhão Volvo FH 540.
Segundo as investigações, a droga teria sido inserida no caminhão ainda na região de Corumbá, área próxima à fronteira com a Bolívia, e seguiria para Bambuí. O motorista admitiu que aceitou fazer o transporte em troca de R$ 5 mil.
Na sentença, o juiz reconheceu o crime de tráfico internacional de drogas, mas levou em conta que o réu era primário, possuía bons antecedentes e não havia evidências de ligação com organização criminosa. Com isso, a pena foi convertida em prestação de serviços à comunidade e pagamento de multa de R$ 10 mil.
Enquanto isso uma mãe de família que nunca cometeu crime algum está presa cumprindo 14 anos de cadeia por que riscou um pedaço de concreto com um batom,façam suas avaliações de como se encontra esse país no dia de hoje,e aguardem que se a esquerda continuar no poder vcs irão assistir absurdos maiores ainda,inclusive vcs tb da esquerda sentirão na pele,aliás já estão sentindo levando bordoadas.
O jornalista Demétrio Magnoli afirmou, durante participação no programa Estúdio i da GloboNews, que a deputada federal Erika Hilton acaba funcionando como uma espécie de “cabo eleitoral” do senador Flávio Bolsonaro.
Segundo o comentarista, a atuação da parlamentar em debates ligados a pautas identitárias teria efeito político contrário ao esperado. “Erika Hilton é um cabo eleitoral extremamente eficiente de Flávio Bolsonaro. Involuntário, mas extremamente eficiente”, afirmou durante o comentário.
Magnoli também criticou a postura da deputada em relação a críticas feitas por adversários e pessoas nas redes sociais. De acordo com ele, a parlamentar reagiria recorrendo à Justiça ou cobrando punições, o que, na avaliação do comentarista, dificultaria o debate público.
Ainda durante a análise, o jornalista disse que fenômenos semelhantes têm ocorrido em outros países, onde debates mais acirrados sobre pautas identitárias acabam, segundo ele, beneficiando partidos de direita. Magnoli citou exemplos de cenários políticos na Europa, nos Estados Unidos e na América Latina.
Na mesma fala, o comentarista afirmou que partidos de centro-esquerda em vários países passaram a evitar esse tipo de debate por entenderem que ele pode gerar desgaste eleitoral. Segundo ele, quanto mais a deputada aparece nesse tipo de discussão, maior seria o impacto político favorável a adversários conservadores.
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