Após a publicação da matéria sobre as indicações de cargos na Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), o blog entrou em contato com o ex-presidente da entidade, Bira Rocha. Ele declarou que, antes de presidir a Fiern, sua sobrinha Cláudia Rocha, já era funcionária da instituição. O ex-presidente afirmou categoricamente que não a indicou para o cargo. “Claúdia já estava na Fiern há muitos anos”.
Questionado sobre o trabalho dos indicados na entidade, Bira disse que, quando presidiu a Federação, todos os os funcionários lotados davam expediente regular e em tempó integral. Ele salientou que fez um Programa de Demissão Voluntária (PDV) na época. Segundo Rocha, isso até gerou certo desconforto. Na época saíram dos quadros da Fiern “pessoas que estimo muito” como meu sobrinho Eduardo Rocha, o advogado Ivan Maciel e o jornalista Cassiano Arruda Câmara. “Todos sairam porque não tinham como se dedicar exclusivamente a federação” afirmou Bira.
Bira disse ainda que não tem hoje qualquer ligação com a Fiern. Esse “rompimento” ocorreu, segundo ele, desde que a juíza Soledade Fernandes o afastou da instituição. “Até hoje, não sei o motivo”, frisou.
Bira Rocha avaliou que a Fiern, hoje, está bastante acomodada na defesa do empresariado e dos interessas do estado relacionado a questão do desenvolvimento.
“A Fiern hojé está muito acomodada e passou a ser uma entidade cordata com os poderes”, finalizou.
Comente aqui