Jornalismo

Bitcoin tem alta de 1.751% no ano, e discussão sobre bolha ganha força

Por FOLHAPRESS

Será que o bitcoin, que acumula alta neste ano de 1.751%, está seguindo o mesmo caminho de uma bolha como a da internet dos anos 2000? Essa é uma discussão que ganhou força nas últimas semanas e gera reações apaixonadas.

Se os entusiastas pela moeda virtual defendem com unhas e dentes a solidez do ativo, uma parcela do mercado financeiro se questiona até que ponto essa onda é baseada em fatos reais.

Para seus defensores, os sucessivos recordes dos últimos meses (ele valia US$ 17.630 na sexta, 15) se deve à confiança de que o bitcoin será usado como moeda no futuro.

Os detratores, por outro lado, não veem perspectivas que sustentem essa demanda e associam o processo especulativo ao de uma bolha, como a do “ponto.com”, quando empresas de internet com faturamento pequeno logo passaram a ser avaliadas em bilhões de dólares na Bolsa.

O primeiro grupo vê a valorização do bitcoin como natural dentro de um contexto de oferta e demanda. Há um número limitado de moedas que podem ser produzidas e uma procura crescente por quem acredita no bitcoin.

“É um ativo que está chamando a atenção e que, no médio e longo prazo, vai continuar se valorizando”, diz Paschoal Baptista, sócio da consultoria Deloitte.

Outro fator que valida a defesa do bitcoin é a entrada de Bolsas de renome nos Estados Unidos nesse mercado.

A maior Bolsa de opções dos EUA, a Cboe, já lançou contratos futuros atrelados à moeda, e o mesmo caminho será seguido nesta semana pela Bolsa de Chicago, a maior de derivativos do mundo.

“Esse movimento é interessante, porque coloca o selo de uma Bolsa respeitada. Até hoje, o bitcoin, que já tem dez anos, era uma coisa muito incipiente. Agora, potencialmente, você atrai investidores institucionais, como fundos”, afirma Frederic De Mariz, diretor do UBS Brasil.

Para Guilherme Vitolo, gerente da consultoria Ernst Young, a formação da cotação do bitcoin deve se tornar mais previsível, mas isso não significa que os preços ficarão mais estáveis.

“Se os contratos forem usados para proteção, tendem a ter sucesso. Mas darão uma volatilidade ainda maior.”

É BOLHA?

Mas já há especialistas que veem a formação de uma bolha. “Eu entendo como uma bolha sim, porque uma hora estoura. Não passa de meio especulativo”, diz Adilson Ernesto Silva, sócio da consultoria Mazars Cabrera.

Para ele, depois que o preço da moeda digital se ajustar, ela continuará existindo, mas pode perder interesse para o especulador. “Vão achar outro ativo para especular.”

Ricardo Rocha, professor do Insper, é da mesma opinião. “Nos Estados Unidos, especula-se até com opções sobre o bacon. Se está mais frio, o americano compra mais bacon. Então por que não pode ter opções sobre o bitcoin?”

Nos EUA, o jornal “The Wall Street Journal” entrevistou neste mês 53 economistas e 51 deles disseram que a moeda vive uma bolha especulativa.

Aqui como lá o tema não é consenso, e muita gente é reticente sobre se é bolha.

“Você precisa ter uma referência de preços. No mercado de ações, há um parâmetro para o valor dos ativos. No bitcoin, não temos essa referência, mas não dá para dizer que é bolha”, diz Ricardo Rochman, coordenador do mestrado em economia da FGV.

“Há essa variação de preços porque, aos poucos, [o ativo] está caindo no conhecimento do povo”, afirma.

Na economia, uma bolha é caracterizada por uma alta generalizada gerada por excesso de confiança, e uma posterior queda dos preços. Na crise do “ponto.com”, o índice da Bolsa de tecnologia Nasdaq subiu 1.280% entre
o início de 1995 e março de 2000, antes do estouro. Depois, em um mês, caiu 17,5%.

“O bitcoin não é a bolha, é a agulha que vai furar o sistema tradicional”, diz Rudá Pellini, sócio da plataforma de investimento Wise&Trust.

Ele ressalta que na bolha da internet os sobreviventes (empresas como Amazon e eBay) se transformaram em gigantes. “Não são todas as criptomoedas que vão sobreviver, só as mais fortes.”

REGULAÇÃO

A regulação poderia proteger o usuário que compra moedas digitais, em especial o leigo, na avaliação de Frederic De Mariz, diretor de análise de empresas financeiras do UBS Brasil.

“Quanto maior a inovação e seu poder de disrupção, maior tem que ser a regulação. Hoje, sem regras, não há a quem recorrer em caso de problema.”

Na semana passada, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, disse que comprar bitcoin é operação de risco, mas o órgão não restringiu negociações. “É a típica bolha, pirâmide, em algum momento vai subir e depois voltar”, declarou.

No esquema de pirâmide, usuários são remunerados ao atrair novas pessoas. Não é o que acontece na compra de bitcoin. No entanto, especialistas interpretam que o efeito manada, ou seja, novos investidores entrando em busca de ganho, seria comparável.

Para Adilson Ernesto Silva, da consultoria Mazars Cabrera, há omissão do Banco Central. “A regulação seria a única coisa que eliminaria a especulação em torno do bitcoin. Só vai fortalecer a moeda no futuro”, afirma.

Em tese, porém, a regulação vai contra os princípios fundamentais da moeda, que foi criada com o registro descentralizado e de código aberto, com validação colaborativa.

Mas nada impede que governos criem suas próprias criptomoedas, como é o caso da Venezuela, que, em crise e sob sanções dos EUA, vai lançar a petro, lastreada pelas reservas de petróleo, gás e óleo.

Na Holanda, o banco central criou há dois anos a sua própria moeda digital, mas ela circula apenas internamente na instituição, como uma forma de aprendizado.

 

 

Opinião dos leitores

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Eleições 2026

Allyson foge de perguntas sobre investigação da PF e propinas em Mossoró e tenta desviar foco com revólver 38 de Álvaro

Durante debate da 98 FM/Jovem Pan Natal, Candidato do União evitou responder aos questionamentos sobre operação que atingiu sua gestão e exibiu foto de arma de Álvaro apreendida em 2023; episódio não resultou em prisão ou condenação. Foto: Ilustração

A investigação da Polícia Federal envolvendo a Prefeitura de Mossoró e suspeitas relacionadas a medicamentos da rede pública colocou Allyson Bezerra na defensiva durante o debate. Diante dos questionamentos sobre a operação que atingiu sua gestão, superfaturamento,
Corrupção e propina, o ex-prefeito evitou entrar no mérito das suspeitas e partiu para outro assunto.

Allyson resolveu fugir do tema exibindo uma foto de um revólver calibre 38 de propriedade de Álvaro Dias, apreendido em 2023, numa tentativa de deslocar o foco dos questionamentos que recebia.

O episódio envolvendo Álvaro, no entanto, não resultou em prisão nem condenação. Ele foi abordado, prestou esclarecimentos e seguiu viagem. O próprio relatório do inquérito da Polícia Federal registra que Álvaro não possui antecedentes criminais.

Segundo os esclarecimentos apresentados no procedimento, o revólver permanecia havia mais de 20 anos em uma propriedade rural da família, em Caicó, e acabou esquecido dentro de uma maleta. Álvaro reconheceu o ocorrido perante a PF e tratou do caso na Justiça.

O contraste marcou o embate: enquanto Álvaro era cobrado por um revólver 38 encontrado em uma maleta em 2023, sem prisão ou condenação, Allyson precisava explicar uma investigação federal atual envolvendo propinas em sua gestão e suspeitas relacionadas à saúde pública de Mossoró.

Ao final, permaneceu sem resposta a pergunta que Allyson tentou evitar: o que aconteceu com os medicamentos e recursos da saúde de Mossoró que estão na mira da Polícia Federal?

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Eleições 2026

[VÍDEO] Álvaro joga na mesa, durante debate da 98 FM/Jovem Pan: “Você recebia 15% de propina dos medicamentos”

Imagem: Reprodução

Álvaro Dias confrontou Allyson Bezerra com o relatório da Polícia Federal sobre desvio de medicamentos em Mossoró, durante o debate entre os candidatos a governador revalidado pela 98 FM e Jovem Pan Natal, na noite desta quarta-feira (2).

“O dono da Dismed disse que você recebia 15% de propina dos medicamentos que eram adquiridos pela Prefeitura e não eram entregues. Menos da metade dos medicamentos comprados era entregue.”

E cravou: “Você não se envergonha de a saúde de Mossoró estar sucateada, faltando medicamento, e você sendo investigado pela Polícia Federal?”

 

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Eleições 2026

[VÍDEO] URGENTE: Allyson debocha e interrompe adversários em debate; Cadu de Lula e Robério Paulino exigem respeito e candidato do PSol chama Alysson de “palhaço”

Imagem: Reprodução

Durante o debate entre os candidatos a governador revalidado pela 98 FM e Jovem Pan Natal, na noite desta quarta-feira (2), Allyson Bezerra (União Brasil) usou de deboche para interromper a fala de Cadu de Lula (PT), que no momento da interrupção dialogava com Robério Paulino (PSol).

Cadu exigiu respeito de Allyson, que também foi chamado de “palhaço” por Robério Paulino, o mediador do debate, Felinto Filho, precisou intervir e pedir que o candidato do União Brasil tivesse “educação básica” e o “respeito de ouvir a fala dos adversários”.

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Geral

“MACALLAN”: Saiba quanto custa uísque escocês frequente nas reuniões de Vorcaro

Foto: Divulgação/Forbes

As trocas de mensagens de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, analisadas pela PF (Polícia Federal) mostram que, nos encontros do empresário com políticos e autoridades, os convidados eram servidos de uísque da marca Macallan.

Em uma das conversas, que constam em relatório da PF tornado público na última terça-feira (1º) por André Mendonça, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pede que Ciro Soares, ex-defensor do Master, encaminhe algumas mensagens ao banqueiro.

Nelas, Gonet deseja felicitações a Vorcaro, afirma estar com saudades dele e manifesta querer tomar uísque e fumar charuto.

A Macallan é uma marca de uísque single malt da Escócia, considerada uma das mais prestigiadas e famosas do mundo. As bebidas destiladas produzidas na região Speyside já foram também consideradas as “mais caras do mundo”.

Em 2023, uma garrafa de uísque, armazenada desde 1926, foi leiloada por 1,2 milhão de libras (cerca de R$ 8 milhões).

Na internet, é possível encontrar a bebida no Brasil por valores entre R$ 500 e mais de R$ 60 mil.

Com informações da CNN

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Brasil

TOCARAM O TERROR: Relato de Vorcaro sobre tortura na PF tem até ameaça de morte em avião

Foto: Divulgação/Senappen

No relato que fez ao gabinete do ministro André Mendonça, o banqueiro Daniel Vorcaro citou exemplos crueis de situações de terror psicológico que viveu ao ser preso pela Polícia Federal.

Segundo o banqueiro, as ameaças e os tratamentos ilegais começaram já na transferência de avião para Brasília, quando foi preso em março.

Agentes enfiaram Vorcaro numa caixa “como bicho”.

Durante o transporte, batiam no compartimento e falavam que iriam abrir a porta da aeronave e jogá-lo lá do alto.

“A gente pode te jogar daqui de cima. Ninguém vai duvidar se a gente disser que você se jogou”, teria dito um agente, segundo a versão de Vorcaro.

Os fatos integram um conjunto de provas reunidos pela defesa para delatar situações vividas na PF.

Vorcaro também citou o diretor da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, como um agente que teria atuado para atrapalhar sua delação, de modo a impedir que o dono do Master falasse das relações que ele teve com o próprio delegado.

Mais cedo o Radar revelou detalhes exclusivos do depoimento do banqueiro ocorrido na semana passada.

“Tenho muito a contribuir relatando os fatos e a verdade, mas ninguém quer me ouvir. Uma loucura”, disse Vorcaro no interrogatório gravado em vídeo.

O depoimento foi solicitado pela defesa diante da percepção de Vorcaro de que um “acordão” entre as instituições estaria firmado para impedir que ele relate crimes de autoridades e busque benefícios na Justiça.

Com informações da coluna Radar/Veja

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Geral

[VÍDEO] Flávio diz que encontro de Mendonça com Vorcaro é “muito diferente” do caso Moraes

Imagem: Reprodução

O senador Flávio Bolsonaro (PL)  classificou o encontro como “profissional” e acusa Moraes de crimes, citando contrato editado pelo ministro e crédito de R$ 300 mil dado a seus filhos pelo Banco Master.

“É impossível querer lançar cortina de fumaça como essa contra o ministro André Mendonça. Pelo que eu vi na nota que ele publicou, foi numa época em que ele sequer era relator dessa ação, tratando de um assunto específico, registrado em sua agenda, portanto, algo totalmente profissional, muito diferente do que fez Alexandre de Moraes”, disse.

As declarações foram dadas durante visita de Flávio à Expointer, em Esteio (RS). O candidato cumpre agendas com empresários e representantes do agronegócio no estado e deve fazer um comício em Porto Alegre no início da noite.

Com informações de Metrópoles

 

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Brasil

INCERTEZA: STF está dividido e Carmen Lúcia será voto de Minerva sobre Moraes

Foto: Divulgação/EBC

O placar de uma eventual votação no plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a investigação contra Alexandre de Moraes no caso Master é incerto. Neste momento, a Corte está dividida praticamente ao meio.

Há 4 ministros favoráveis à investigação. São eles: Edson Fachin, Luiz Fux, Kassio Nunes Marques e André Mendonça. Por outro lado, são 3 os contrários: Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin.

Moraes e Dias Toffoli devem se declarar suspeitos. A ministra Cármen Lúcia é a única cujo voto ainda é considerado indefinido.

Se Cármen votar contra a investigação, haverá empate. Nesse caso, o resultado favorece a parte apontada como suspeita e Moraes se livra da apuração.

Com informações do Poder 360

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Política

CRISE NO STF: Oposição ameaça suspender campanha eleitoral por impeachment de Moraes

Foto: Reprodução/Youtube

Líderes do PL na Câmara e no Senado afirmaram nesta quarta-feira, 2, que o partido pode suspender a campanha eleitoral para pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a dar andamento ao pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A decisão, segundo o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, pode levar os parlamentares a deixar as agendas eleitorais em segundo plano para concentrar esforços na cobrança pelo afastamento de Moraes e pela investigação das autoridades envolvidas nas suspeitas relacionadas ao banqueiro Daniel Vorcaro.

“Não quero nem saber de campanha. Nós vamos cobrar agora o impeachment do ministro, o afastamento e as investigações de todos os envolvidos”, afirmou.

Sóstenes disse que a oposição pretende pressionar para que o Senado amplie o prazo de mobilização, caso seja necessário. Segundo ele, a eleição não será prioridade diante da possibilidade de, na avaliação do partido, autoridades da República estarem envolvidas em práticas criminosas.

“Nada é mais importante do que um país. A eleição fica em segundo plano para nós. O que não pode é deixar um país ser dominado por pessoas que praticam crime em altas posições da República”, declarou.

Com informações de O Antagonista

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Brasil

PGR pede para arquivar depoimento de Vorcaro sobre ameaças

Foto: Carlos Moura

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), o arquivamento de uma petição aberta após o banqueiro Daniel Vorcaro relatar supostas ameaças e intimidações.

Segundo Paulo Gonet, o depoimento do ex-banqueiro prestado ao gabinete do ministro não apresentou fatos concretos nem elementos mínimos que justificassem a adoção de medidas investigativas.

Vorcaro prestou depoimento na manhã de quinta-feira (27/8) a um juiz auxiliar do gabinete de Mendonça. A oitiva contou com a presença de um representante do Ministério Público, mas não teve a participação de investigadores da Polícia Federal (PF).

Em parecer, Gonet afirmou que a rejeição da delação premiada apresentada pela defesa do ex-controlador do Banco Master decorreu da avaliação de que as informações oferecidas não acrescentavam elementos novos à investigação.

Segundo o procurador-geral, cabe aos órgãos responsáveis pela investigação e pela acusação avaliar a conveniência de um acordo de colaboração a partir da utilidade das provas apresentadas.

“Na espécie, o indeferimento formalizado pela autoridade policial em ato fundamentado respaldou-se justamente na ausência de acréscimo informativo de natureza inédita, conclusão reiterada por esta Procuradoria-Geral da República que, ao examinar o acervo ofertado, igualmente recusou o pacto ante a manifesta debilidade de seu conteúdo”, escreveu Gonet.

Com informações de Metrópoles

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Política

Campanha de Lula admite desgaste no caso Moraes e faz reunião de emergência

Foto: EBC

Integrantes do núcleo duro da campanha do presidente Lula admitem, nos bastidores, que a divulgação do sigilo das conversas entre o ministro do STF Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro pode trazer efeitos negativos para a imagem do governo e do próprio presidente.

Aliados de Lula avaliam que uma possível associação entre o presidente e Moraes pode se tornar um problema para a campanha petista, sobretudo diante da repercussão do episódio.

Esses mesmos aliados reconhecem que Moraes teve papel fundamental na contenção das tentativas de ruptura institucional após as eleições de 2022. Eles afirmam, no entanto, que o cenário mudou e que, neste momento, é necessário evitar qualquer vinculação entre o petista e o ministro.

Diante desse cenário, integrantes do núcleo mais próximo da campanha se reuniram no final da manhã desta quarta-feira (2/9) para avaliar os possíveis impactos e respostas à crise no STF.

 

Com informações de Metrópoles

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