Economia

Bolsa cai 1,35%, pressionada por Vale e bancos; ação do BC impulsiona dólar

Apesar do avanço do petróleo nesta sexta-feira (22), resultados corporativos ruins do primeiro trimestre e o recuo do preço do minério de ferro pressionaram os índices acionários globais.

No mercado doméstico, na volta do feriado de Tiradentes, o Ibovespa caiu mais de 1%, puxado pelas ações da Vale, siderúrgicas e do setor financeiro.

A aversão ao risco e a liquidez reduzida fizeram o dólar se valorizar frente à maior parte das moedas. Por aqui, a depreciação do real foi impulsionada por mais uma ação do Banco Central, com o leilão de US$ 1 bilhão em swap cambial reverso.

Quanto ao cenário político brasileiro, persistem incertezas em relação ao possível novo governo sob o comando do atual vice-presidente Michel Temer. “Por mais que se tenham expectativas de impeachment da presidente Dilma Rousseff, há uma cautela em relação ao desfecho desse processo”, comenta Roberto Indech, analista da Rico Corretora.

O Ibovespa fechou em baixa de 1,35%, aos 52.907,88 pontos. O giro financeiro foi de R$ 7,1 bilhões.
Vale PNA perdeu 8,21%, a R$ 15,31, e Vale ON recuou 11,16%, a R$ 19,33. O minério de ferro negociado em Qingdao, na China recuou 5,86% nesta sexta-feira, para US$ 66,33 a tonelada, após quatro sessões em forte alta.

Além disso, a produção de minério de ferro da Vale poderá cair em 2016, conforme indicou a companhia na noite desta quarta-feira (20). A previsão ocorre apesar da produção da empresa no primeiro trimestre ter sido recorde para o período, com alta de 0,2% ante o período de janeiro a março de 2015, para 77,5 milhões de toneladas.
Entre as siderúrgicas, CSN ON caiu 1,90%; Gerdau PN, -4,66%; mas Usiminas PNA subiu 3,58%.

No setor financeiro, Itaú Unibanco PN caiu 1,82%; Bradesco PN, -2,10%; Banco do Brasil ON, -2,56%; Santander unit, -0,80%; e BM&FBovespa ON, -1,34%.

As ações da Petrobras subiram 2,84%, a R$ 9,75 (PN) e 4,53%, a R$ 12,90 (ON). A alta seguiu o movimento do petróleo no mercado internacional, com dados sinalizando desaceleração da produção nos EUA.
Em Londres, o petróleo Brent subia 1,41%, a US$ 45,16 o barril; em Nova York, o WTI avançava 1,30%, a US$ 43,74.
DÓLAR

A moeda americana à vista fechou em alta de 1,46%, a R$ 3,5806, enquanto o dólar comercial ganhou 1,10%, a R$ 3,5720.

O Banco Central leiloou nesta manhã 20.000 contratos de swap cambial reverso, equivalente à compra futura da moeda americana pela autoridade monetária, no total de US$ 1 bilhão.

“A banda psicológica de R$ 3,50/R$ 3,60 permanece, uma vez que, nesses extremos, o BC age diferentemente, aumentando a oferta de compra abaixo de R$ 3,50 e não atuando acima de R$ 3,60”, observa a equipe de análise da Lerosa Investimentos, em relatório.

“O rompimento dessa banda dependerá de novas notícias de nomeações para ministérios de Temer ou maior instabilidade para o próprio vice-presidente”, acrescenta a Lerosa.

Desde que iniciou os leilões de swap cambial reverso, em 21 de março deste ano, o BC já comprou cerca de US$ 34 bilhões no mercado futuro. A autoridade monetária deixou ainda de fazer, desde o último dia 12, rolagens de contratos de swap cambial tradicional, correspondente à venda futura da moeda.

Assim, a posição vendida líquida em dólar do BC já caiu para US$ 70,6 bilhões, de US$ 108 bilhões antes do início dos leilões de swap cambial reverso.

O mercado de juros futuros operou em alta, acompanhando o dólar: o contrato de DI para janeiro de 2017 subiu de 13,495% na quarta-feira para 13,520%; o DI para janeiro de 2021 avançou de 12,880% para 12,900%.

O CDS (credit default swap), espécie de seguro contra calote e indicador da percepção de risco do país, ganhou 2,45%, para 358,907 pontos.

EXTERIOR

Resultados ruins de companhias, especialmente no setor de tecnologia, pressionaram os índices na Bolsa de Nova York. O Dow Jones terminou a sessão com leve ganho de 0,12%; o S&P 500 ficou estável e o Nasdaq perdeu 0,80%.

O lucro ajustado anual da Microsoft abaixo das estimativas de analistas. A receita e lucro da Alphabet ficaram aquém das expectativas, assim como as vendas da General Electric.

Na Europa, a maior parte das Bolsas fechou no terreno negativo por causa da queda do minério de ferro e notícias ruins no setor automotivo. A montadora Daimler reportou resultados fracos no primeiro trimestre e anunciar que planeja investigar seus certificados de emissões.

A Volkswagen anunciou que o escândalo relacionado a emissões de poluentes custou cerca de US$ 18,2 bilhões à companhia em 2014. A montadora alemã chegou a um acordo com autoridades norte-americanas para comprar aproximadamente 500 mil carros que continham o dispositivo para fraudar os dados das emissões.

Na Ásia, as ações chinesas subiram com o avanço dos papéis dos setores de consumo e tecnologia. A Bolsa de Tóquio subiu depois que notícias sobre uma possível mudança na política monetária do banco central japonês derrubaram a cotação do iene.

As outras Bolsas no continente asiático fecharam em queda, em reação a balanços corporativos fracos nos EUA.

Opinião dos leitores

  1. Votz, e o mercado não queria o Impeachment. Porque está desanimado? Temer não é o super super do mercado. Empresários não puseram jatinhos para os filhotes de Temer não perderem a votação…… Não estou entendendo…. Será que não era bem isso que eles queriam….. Viva o Brasil …. Vida longa ao nosso Presidente e Vice(Cunha)…….

  2. Pensei q com a queda de Dilma tdo ficaria as mil maravilhas….

    1. O dólar AINDA não baixou devido a "ação do BC". Sabe ler ou quer que desenhe?

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Política

“BATEU EM RETIRADA”: Caiado acusa Lula de provocar cancelamento do debate da Globo

Ronaldo Caiado (PSD) acusou Lula (PT) de provocar o cancelamento do debate da TV Globo, que seria realizado na noite desta quinta-feira (1º). Para ele, as decisões judiciais que mudaram as regras do programa foram uma “afronta à democracia brasileira”.

“O Lula provocou tudo isso. Ele foi provocado pelo Flávio na minha cidade, em Goiânia, dizendo: ‘Vai lá que eu vou lhe enfrentar’. E bateu em retirada”, declarou Caiado.

A Globo cancelou o debate após receber decisões do TSE e do STF que alteraram regras previamente acordadas. Lula já havia recusado o convite, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) desistiu horas antes e alegou “censura”.

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Política

[VÍDEO] Multidão lota o largo do Atheneu para o último comício de Álvaro Dias no 1º turno em Natal

Em clima de festa e emoção na reta final da campanha, Álvaro Dias (PL) realizou, nesta quinta-feira (1º), seu último comício em Natal antes do primeiro turno. Com o Largo do Atheneu lotado, o candidato ao Governo do Rio Grande do Norte chegou caminhando no meio do povo, abraçando apoiadores e sendo recebido por caravanas e lideranças de várias regiões do Estado.

Ao lado de Álvaro estavam o prefeito Paulinho Freire, a vice-prefeita Joanna Guerra, o candidato ao Senado Coronel Hélio e os candidatos a deputado federal General Girão, Carla Dickson, Coronel Brilhante, Sargento Gonçalves e Nina Souza, além de candidatos a deputado estadual, prefeitos, vereadores e outras lideranças.

Ao falar sobre a decisão de realizar o último comício, Álvaro destacou a importância de encerrar a campanha perto da população. “As pessoas me aconselharam a não fazer o último comício, e eu disse: eu tinha que fazer. Eu não podia encerrar essa campanha política sem fazer o que fiz hoje aqui: chegar abraçado à população, apertar as mãos dos nossos amigos da cidade de Natal”, declarou.

Emocionado, Álvaro falou da caminhada eleitoral e da esperança que encontrou nas ruas. “Não poderia sair dessa campanha sem ver a esperança do povo do Rio Grande do Norte, abraço por abraço, sorriso por sorriso. Vamos juntos mudar o Estado do Rio Grande do Norte”, afirmou.

Ao final, Álvaro agradeceu aos apoiadores que o acompanharam durante a campanha e encerrou a noite em meio às manifestações de carinho do público.

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Geral

CENSURA: Globo afirma que “decisões judiciais” que levaram a cancelamento do debate “representam uma interferência indevida na liberdade dos veículos de imprensa”

Foto: Reprodução / Jornal Nacional

A Globo afirmou que “as sucessivas decisões judiciais tomadas momentos antes da realização do debate” com os candidatos a presidente, previsto para esta quinta-feira (1º), “causam insegurança jurídica e representam uma interferência indevida na liberdade que os veículos de imprensa tem de organizar os debates eleitorais”.

“Por essa razão, a Globo decidiu cancelar o debate desta noite”, informou a emissora, que lembrou da sua “longa tradição na organização de debates eleitorais”.

“Nosso propósito é promover a discussão de ideias para o Brasil. Oferecer aos eleitores a oportunidade de comparar projetos. Nosso dever é o de promover a democracia”, destacou a Globo.

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Política

[VÍDEO] “NÃO VOU COMPACTUAR COM A CENSURA”: Flávio Bolsonaro denuncia interferência do Judiciário nas eleições de 2026

Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que não vai “compactuar com censura e interferência do Judiciário nas eleições [de 2026]”. A declaração se deu depois que ele anunciou a decisão de não participar do debate que estava previsto para ocorrer nesta quinta-feira (1º) na TV Globo.

O candidato convocou os eleitores a decidirem a disputa presidencial já no primeiro turno. “Vamos resolver esse negócio já nesse domingo agora para que a gente possa dar um recado claro de que o Brasil tem jeito e ninguém aguenta mais essa situação de sequestro que a nossa democracia enfrentou”, disse ele.

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Brasil

URGENTE: Globo cancela debate presidencial após decisões do TSE e STF e desistência de Flávio

Reprodução

A TV Globo cancelou o debate entre os candidatos à Presidência de República que seria realizado na noite desta quinta-feira (1º). O encontro seria o último antes do primeiro turno, marcado para domingo (4).

O cancelamento ocorreu após uma sequência de decisões judiciais. A ministra Estela Aranha, do TSE, proibiu a emissora de mostrar o púlpito vazio de Lula (PT), enquanto Gilmar Mendes, do STF, determinou a inclusão de Renan Santos (Missão), contrariando decisões anteriores de Cármen Lúcia e Kassio Nunes Marques.

Lula já havia informado que não compareceria. Depois da decisão sobre o púlpito, Flávio Bolsonaro (PL) também desistiu e alegou “censura”. Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) estavam confirmados.

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Política

EDITORIAL BG: A toga tomou o lugar dos candidatos no debate da Globo

Arte Metrópoles

O debate presidencial da TV Globo, marcado para a noite desta quinta-feira (1º), foi atropelado pelo Judiciário antes mesmo de começar. Em poucas horas, decisões de ministros passaram a determinar o que a emissora poderia mostrar e até quem deveria estar no palco. A Justiça deixou de garantir as regras da eleição para interferir diretamente na organização de um programa jornalístico.

Primeiro, a ministra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Estela Aranha, proibiu a Globo de exibir o púlpito vazio reservado ao presidente Lula (PT), que decidiu não comparecer ao último debate antes do primeiro turno. A magistrada entendeu que a imagem poderia pressionar candidatos a participar, embora o comparecimento seja facultativo.

O argumento não convence. Mostrar o lugar vazio de um candidato convidado não é censura, punição nem constrangimento ilegal. É informar ao eleitor que aquele candidato escolheu não estar ali. Lula tem o direito de faltar, mas a emissora e o público também têm o direito de registrar sua ausência. Depois da decisão, Flávio Bolsonaro (PL) desistiu de participar e classificou a medida como “censura”.

Para piorar ainda mais, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, determinou que a Globo incluísse Renan Santos (Missão) no debate. A decisão contrariou entendimentos anteriores da ministra Cármen Lúcia e do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques.

O Missão possui apenas um deputado federal, enquanto a legislação assegura a participação aos candidatos de partidos ou federações com pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional. As regras da Globo permitiam que a emissora, diante da desistência de um convidado, chamasse outro candidato bem colocado na pesquisa Quaest, mas deixavam claro que isso ocorreria a seu exclusivo critério. Gilmar transformou uma possibilidade editorial em obrigação judicial.

Gilmar passou por cima dos dois colegas de STF e decidiu, sozinho, quem deveria participar de um debate promovido por uma empresa jornalística. Isso não é um detalhe jurídico. É uma interferência direta na liberdade de imprensa e no processo democrático.

Hoje, um ministro determina quem entra no debate. Outro decide qual imagem pode aparecer. Amanhã, o que impedirá o Judiciário de estabelecer as perguntas, escolher os temas ou definir o formato mais conveniente?

Em defesa da liberdade de imprensa e por respeito à democracia, a emissora deveria cancelar o debate. Essa seria uma resposta dura, mas necessária, diante de decisões que desmontaram as regras acertadas previamente e transformaram um encontro entre candidatos em um espetáculo comandado por ministros.

Debate eleitoral deve ser decidido por regras públicas, pela lei e pela autonomia jornalística, não pela vontade de uma toga.

 

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Política

[VÍDEO] DESESPERO: Robério expõe estratégia esquerdista para tentar barrar avanço da direita no RN


Em um pronunciamento após retirar sua candidatura ao Governo do Rio Grande do Norte, Robério Paulino (PSOL) explicitou o cálculo eleitoral que levou a esquerda a concentrar forças em torno de Cadu Xavier (PT) para tentar impedir o avanço da direita no Estado. De olho na eleição presidencial, o partido preferiu deixar de lado suas convicções na disputa pelo Governo.

A declaração de Robério nas redes sociais deixa exposta a estratégia de transferência de votos para Cadu com o objetivo de impedir que Álvaro Dias, que Robério classificou como candidato da “direita radical”, chegue ao segundo turno e funcione como palanque para Flávio Bolsonaro no RN.

O pronunciamento revela a dimensão nacional que a esquerda atribui à disputa no RN.

 

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Política

Interferência cruzada do Judiciário esvazia regras, transforma debate da Globo em circo e impõe o cancelamento

Reprodução

A sucessão de intervenções diretas da Justiça Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal transformou o aguardado debate presidencial da TV Globo em um cenário de completa insegurança jurídica, restando à emissora apenas uma alternativa viável para preservar sua autonomia: o cancelamento do confronto marcado para esta quinta-feira (1).

O colapso do formato começou a se desenhar quando a ministra Estela Aranha, do TSE, proibiu a emissora de utilizar o tradicional púlpito vazio para representar a ausência do presidente Lula (PT), determinando ainda que os demais concorrentes pudessem direcionar perguntas ao petista mesmo sem a sua presença física no estúdio. Em paralelo, o STF determinou a inclusão do candidato do Missão, Renan Santos, no debate, atropelando critérios jornalísticos e normas estabelecidas previamente pelo canal.

Diante de um cenário onde regras são reescritas de última hora em Brasília e o principal candidato da oposição, Flávio Bolsonaro (PL), já havia anunciado sua desistência em protesto contra a censura.

Com informações do Metrópoles 

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Política

[VÍDEO] ESCULHAMBAÇÃO TOTAL: Atropelo jurídico no STF implode regras do debate da Globo

A reta final da corrida presidencial foi sacudida nesta quinta-feira (1) por uma sequência de manobras jurídicas que transformou o debate da TV Globo em um verdadeiro imbróglio institucional. O ponto de ruptura ocorreu quando o ministro Gilmar Mendes determinou a inclusão de Renan Santos (Missão) no confronto televisivo, rasgando entendimentos firmados anteriormente pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, e pela ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal. Com regras alteradas à revelia e critérios atropelados na véspera do evento, o candidato Flávio Bolsonaro (PL), bateu o martelo e anunciou que não participará da sabatina.

A decisão de última hora gerou forte repercussão na imprensa e entre comentaristas políticos, que não hesitaram em classificar a reviravolta como uma clara engenharia política nos bastidores. Analistas apontam que a ingerência sobre as normas eleitorais escancara a fragilidade das garantias institucionais e expõe o desespero de setores que tentam moldar o tabuleiro do primeiro turno a qualquer custo.

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Política

A três dias das Eleições, duas pesquisas apontam Walter Alves na liderança da nominata do MDB e entre os mais citados para deputado estadual

Reprodução

A três dias das Eleições Gerais, o candidato a deputado estadual, Walter Alves (MDB), aparece liderando a nominata do partido em duas grandes pesquisas de intenção de voto divulgadas nesta quinta-feira (1º).

Além de liderar a nominata, nas duas pesquisas — Perfil/Blog do BG e Consult/Tribuna do Norte — Walter aparece entre os mais citados pela população. Esses dois novos levantamentos reforçam uma tendência que vem se mantendo desde o início da campanha: que Walter Alves deve ser eleito como primeiro deputado do MDB e que o partido deve conseguir fazer mais de uma cadeira na Assembleia Legislativa.

“As pesquisas desta quinta-feira, tão perto da eleição e feitas por institutos tão respeitáveis, não deixam dúvida de que o nosso trabalho lá atrás, como deputado, tem o reconhecimento da população, que nos coloca como o nome mais citado do MDB”, disse.

Pesquisas

A pesquisa Perfil/Blog do BG foi realizada entre os dias 26 e 29 de setembro de 2026, com 2.000 entrevistados no Rio Grande do Norte. Nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,19 pontos porcentuais. Registrada sob o número RN-08009/2026.

A pesquisa Consult/TRIBUNA DO NORTE foi realizada entre os dias 24 e 26 de setembro e utilizou uma amostra probabilística de 1.700 entrevistas. O erro amostral máximo da pesquisa é de 2.37%, e a confiabilidade de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o seguinte número: BR 04825/2026 RN 02343/2026.

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