
Foto: Laycer Tomaz/Câmara dos Deputados
O governo de Jair Bolsonaro, por intermédio da Controladoria-Geral da União (CGU), decidiu suspender a aposentadoria de Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, de acordo com informações de Mariana Carneiro, da coluna Painel, na Folha de S. Paulo.
O economista comandou a estatal entre 2005 e 2012, durante as gestões dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff. Gabrielli é investigado pelo Tribunal de Contas da União em processo que apura superfaturamento de obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.
A determinação sobre a cassação da aposentadoria de Gabrielli foi publicada no Diário Oficial da União de terça (24). Conforme o texto, a CGU, com base em parecer de 6 de dezembro, entendeu que o ex-presidente da estatal “cometeu infrações disciplinares à frente do cargo”.
Essas ações do Presidente louco vão chegar ao cidadão. É a implantação da ditadura sob nossos narizes…
Kkkkkkkk Ainda existem defensores dos bandidos. Quem achar ruim deveria trabalhar em prol de uma vaquinha para pagarem essa aposentadoria. Pagar aposentadoria do gestor que gerou milhares de desempregos, falência das terceirizadas e comércios circunvizinhos.
Meu presidente, feliz natal, acabou de assinar sua reeleição.
Parabéns por cuidar do nosso país.
Essa medida é uma facada nos corruptos
Precisa acontecer o mesmo com juízes e desembargadores corruptos.
Verdade, com todos os corruptos, ex presidente, ex gestores, todos, sem exceção.
Exato, onde houve esses crime, deve haver a punição. E esse maus juízes tem que ser punidos.
Já valeu meu voto
Parabéns Senhor Presidente parabéns pela atitude poderia ampliar e muito está belíssima atitude
Depenaram a PETROBRAS e não vi os petroleiros nas ruas protestando. Não deram um pio.
A quadrilha PTralha manda nesses idiotas da Petrobras
Discordo Luciana, trabalhei lá e muitos não concordavam com os desmandos, porém o nosso sindicato era controlado por um grupo que apoiava os governos de LULADRAO e Dilmao, a minoria não tinha voz. Hoje sabemos dos desmandos, mas na época ninguém sabia de nada, nem a PF, nem o MP, nem a justiça nem eles sabiam, portanto. Falar hoje é muito mais fácil, criticar na época era transferência e perda de promoção. Era ruim, mas pior foi nos governos Collor e FHC, criticar os erros das direções da empresa e dos governos era demissão na certa, eu sou o exemplo vivo dessa situação.
Quem criticava as perseguições, ou o tratamento desigual eram perseguidos, já quem apoiava era promovido. Isso fazia com que a maioria ficasse quieta e calada. Hoje não é diferente