O discurso de 20 minutos do presidente Jair Bolsonaro, na assembleia geral da ONU, nesta terça (24), não ficará limitado à questão ambiental, mas dará relevância ao tema, reafirmando de modo categórico a soberania brasileira sobre a Amazônia e o compromisso com sua preservação. Lembrará também que o Brasil tem cumprido com rigor as metas na luta contra mudanças climáticas, como redução de emissões, bem ao contrário, se quiser acrescentar, dos países que o criticam.
Bolsonaro avalia dizer que o tema do desmatamento tem sido usado para fugir ao debate que não interessa à Europa: produção energética.
A produção energética do País tem matriz saudável (hidroeletricidade), enquanto na Europa é ainda muito baseada em combustíveis fósseis.
O presidente poderá também cobrar o pagamento do calote dos países ricos no fundo criado pela ONU para proteção das florestas tropicais.
Passa dos US$2,5 bi (ou R$10,4 bilhões) o “beiço” dos países ricos no fundo da ONU para ajudar os mais pobres a preservar suas florestas.
CLÁUDIO HUMBERTO

Tomara que não fale besteira…
Se o mundo quer manter a Amazônia intacta, que pague por isso. Os brasileiros é que não podem deixar de explorar as enormes potencialidades econômicas existentes ali, e viverem sub humanamente, seria ultrajante. os países podem explorarem soberanamente seus territórios, e aproveitar toda suas potencialidades econômicas, e nós, mesmo passando por um caos generalizado, nos tentam impedir de recorrer a essa fonte. Se estudos sugerem deixar essa nossa fonte de riqueza intacta, que nos ajudem a mantê-la e nos recompensem por isso, comprando nossos produtos, facilitando nossa economia, de forma a termos atendido nossas nescessidades e de nosso povo