Política

Bolsonaro diz que problema do Brasil é a classe política; presidente diz que país que tem tudo para dar certo

Bolsonaro disse que Brasil tem tudo para dar certo. Foto: Adriano Machado/Reuters – 11.04.2019

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (20) que o Brasil é um país que tem tudo para dar certo, mas que o problema é a sua classe política, acrescentando que isso precisa ser modificado.

Em evento na Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro), Bolsonaro também disse que gostaria que a imprensa brasileira fosse isenta e voltou a defender a necessidade de uma reforma da Previdência, apontando que pode ser “salgada” para alguns, mas visa combater privilégios.

As declarações do presidente sobre a classe política brasileira vêm num momento em que seu governo coleciona derrotas no Congresso Nacional e no início de uma semana decisiva, em que o Planalto precisará conquistar votos no Parlamento para impedir que medidas provisórias importantes percam validade.

R7, com Reuters

Opinião dos leitores

  1. Interessante que ele é político há 30 anos e tem 3 filhos são políticos. Ainda tentou emplacar ex mulher como política. Mas é claro que os políticos não prestam…

  2. 513 deputados, 81 senadores, será que tem essa força que pensam que tem para querer derrubar um PRESIDENTE DA REPÚBLICA.
    Estão esquecendo que quem o colocou lá foram mais de 57 milhões de pessoas, portanto não atrapalhem e deixem o homem trabalhar.
    O povo esta vendo, ouvindo e vai chegar a hora do barulho, portanto não menospreze a população. Com multidão ninguém pode é igual a água de uma enchente.

  3. Infelizmente já está tudo sendo armado pelos ratos de Brasília, em pouco tempo será pedido o impeachment do Presidente Bolsonado. O presidente não se encaixa no perfil dos parlamentares, não molhou a mão deles com milhões, não deu cargos, nem ministérios para esses partidos corruptos, ou seja, não joga o jogo sujo desses canalhas. O Brasil nos últimos 30 anos foi governado pelo PMDB e PSDB (nos bastidores), quem comanda os esgotos de Brasília sempre são esses 2 partidos, o PT se juntou com esses canalhas para chegar no poder, quando conseguiu já viu no que deu, vamos pagar por décadas essa conta da corrupção. Já o Jair que é a nossa última esperança está na minha opinião muito maleável, com muita conversa e pouca ação. Vou dar uma dica, Sr. Presidente, caso você queira terminar o seu mandato faça o seguinte, com a ajuda das forças armadas, feche o Congresso, o Senado e principalmente o STF (teríamos uma economia gigantesca), já que eles não nos representam mesmo, traga o COAF para o Ministério da Justiça, deixe Moro trabalhar e verás o resultado. Inclusive deixe investigar seu filho Eduardo sem se meter na conversa (se tiver culpa que seja julgado), e peça para os outros filhos ficarem calados, já que eles falam até demais. O povo já fez sua parte nas ruas e nas urnas, agora chegou a sua hora de agir. Ou você vira MACHO e mostra quem manda no Brasil, ou vai ser engolido por essa corja que nunca pensou no povo brasileiro e sim em seus interesses pessoais. Boa sorte Capitão. Abra o olho. O plano dos malfeitores já está armado e em breve será executado.

  4. É verdade presidente Bolsonaro, mas não desanime, um capitão, um guerreiro feito o Sr, não pode perder a guerra pra esses soldados desonestos, vamos segurar a Jumenta pelas zureia, não abra pra esses congressistas mal feitores de jeito nenhum, o país tem jeito sim, o Sr tem toda razão.
    Brasil acima de tudo, Deus acima de todos.

    A vante meu Brasil!!

    1. Sabe quantas vezes um presidente que rompeu com o congresso se sustentou no cargo até o fim do mandato? ZERO vezes.

  5. Aqui no RN já tiramos alguns bandidos de cena; até preso foi; no Brasil tem muitos a serem extirpados.

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Política

14 vereadores de Parnamirim anunciam apoio à reeleição de Zenaide Maia

Foto: Divulgação

A senadora Zenaide Maia recebeu, nessa segunda-feira (27), o apoio de uma expressiva bancada de vereadores de Parnamirim durante reunião com a prefeita Professora Nilda.

Ao todo, 14 dos 21 parlamentares do município declararam apoio à candidatura da senadora à reeleição, fortalecendo ainda mais sua base política no segundo maior colégio eleitoral do RN.

Foto: Divulgação

Participaram do encontro os vereadores Rhalessa, Rarika Bastos, Rafaela de Nilda, Binho de Ambrósio, Eurico da Japão, Rodrigo Cruz, Léo Lima, Diego Américo, Afrânio Bezerra, Professor Ítalo, Wolney França, Irani Guedes, Chicão e Jonas Godeiro.

O grupo reafirmou compromisso com a continuidade do trabalho desenvolvido por Zenaide em favor dos municípios potiguares.

“Cada novo apoio representa o reconhecimento de um mandato que respeita os municípios, dialoga com as lideranças e trabalha para levar investimentos para quem mais precisa”, afirmou a senadora.

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Política

Editorial do Estadão critica alta recorde dos gastos de Lula com publicidade em ano eleitoral

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O jornal O Estado de S. Paulo publicou um editorial em que critica o aumento dos gastos da Presidência da República com publicidade institucional no primeiro semestre de 2026.

Segundo o jornal, foram desembolsados R$ 255,3 milhões no período, o maior valor para um primeiro semestre em pelo menos 17 anos.

Na avaliação do editorial, o crescimento das despesas em ano eleitoral levanta dúvidas sobre a separação entre a comunicação de interesse público e a promoção institucional do governo.

O texto cita, entre as campanhas de maior destaque, a divulgação da proposta de ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda.

O editorial também observa que o debate não se restringe ao atual governo. Segundo o jornal, diferentes administrações recorreram à publicidade oficial para ampliar sua presença no debate público, motivo pelo qual defende regras mais rígidas para limitar esse tipo de gasto durante anos eleitorais.

Outro ponto abordado é a mudança na legislação eleitoral, que passou a limitar os empenhos com publicidade oficial, e não os pagamentos efetivamente realizados.

Especialistas citados pelo jornal defendem que o controle deveria considerar os valores efetivamente pagos ou liquidados, por refletirem a publicidade que chega ao cidadão.

Ao final, o Estadão sustenta que a comunicação institucional deve servir para informar a população sobre serviços e políticas públicas, e não para conferir vantagem eleitoral ao governante que ocupa o cargo.

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Política

Pesquisa do PL aponta que Flávio herdaria 89% dos votos de Caiado e Zema no 2º turno, diz site

Foto: Reprodução

Uma pesquisa interna do PL indica que o senador Flávio Bolsonaro teria alta capacidade de reunir votos de outros candidatos da oposição em um eventual segundo turno da eleição presidencial, conforme informações do Diário360.

Segundo o levantamento, 89% dos eleitores de Ronaldo Caiado e Romeu Zema migrariam para Flávio em uma disputa direta no segundo turno. O resultado é apontado pelo partido como um indicativo de forte transferência de votos entre esses grupos.

O cenário muda entre os eleitores de Renan Santos. De acordo com a pesquisa, 64% deles votariam em Flávio em uma eventual segunda rodada da disputa, percentual inferior ao registrado entre os apoiadores de Caiado e Zema.

Na avaliação do levantamento interno, os números sugerem que Flávio tem maior capacidade de unificar parte do eleitorado de direita e centro-direita em um eventual segundo turno, embora a migração de votos varie conforme a origem dos eleitores

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Política

SEM RUMO: Osmar Terra diz que Lula “não tem horizonte nenhum”

Foto: Reprodução

O deputado federal Osmar Terra (PL-RS) afirmou que o presidente Lula (PT) está “sem rumo” e disse que o governo não tem um projeto claro para apresentar ao país.

Na avaliação do parlamentar, o governo petista enfrenta dificuldades por não conseguir apontar uma direção para o futuro.

“O problema do Lula é que ele não tem horizonte para mostrar, já que ele não tem horizonte nenhum”, declarou Osmar Terra.

A declaração foi feita em meio às críticas da oposição à condução do governo federal e reforça o discurso de parlamentares contrários à gestão do presidente Lula, conforme o Diário do Poder.

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Economia

Ministro chama Milei de “palhaço”, mas números da economia argentina mostram recuperação, aponta colunista

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, chamou o presidente da Argentina, Javier Milei, de “palhaço”. A declaração reacendeu o debate sobre a economia do país vizinho e os resultados do governo argentino, conforme o colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os indicadores mais recentes mostram que a Argentina saiu de uma forte recessão e de uma inflação anual de 211% registrada em 2023. Em 2025, a economia argentina cresceu 4,4%.

Para 2026, as projeções apontam crescimento entre 3% e 3,5%, segundo estimativas de mercado citadas na publicação.

A comparação entre a declaração do ministro brasileiro e os números da economia argentina ganhou repercussão nas redes sociais, onde apoiadores e críticos de Milei passaram a usar os dados para defender posições opostas.

Durigan fez a crítica ao presidente argentino, mas os indicadores econômicos divulgados recentemente mantiveram Milei no centro do debate sobre os rumos da economia do país vizinho.

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Política

Governo Lula pode gastar até R$ 840 milhões com publicidade em 2026

Foto: Divulgação/PR

O governo do presidente Lula poderá gastar até R$ 840 milhões com publicidade institucional em 2026, ano eleitoral, segundo informações publicadas pelo colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A publicação afirma que, entre janeiro e junho, já foram desembolsados R$ 255,3 milhões, restando R$ 584,7 milhões previstos até outubro.

De acordo com a coluna, o volume de recursos supera o recorde registrado em 2009 e é mais de três vezes maior que o gasto com publicidade do governo Jair Bolsonaro no ano eleitoral de 2022.

O colunista também afirma que a estratégia amplia a divulgação das ações do governo federal com recursos públicos e sustenta que a fiscalização da Justiça Eleitoral sobre esses gastos seria insuficiente.

Ainda segundo a publicação, o aumento das despesas com publicidade cria uma relação de dependência financeira de veículos de comunicação em relação às verbas oficiais, o que, na avaliação do colunista, pode influenciar a cobertura jornalística durante o período eleitoral.

 

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Brasil

PF investiga 753 casos de crimes eleitorais antes das eleições

Foto: TRE-AC

Faltando menos de três meses para as eleições de 2026, a Polícia Federal informou que investiga 753 casos de crimes eleitorais registrados entre janeiro e julho deste ano. As apurações envolvem, principalmente, suspeitas de caixa dois, compra de votos, falsidade ideológica e inscrição fraudulenta de eleitores.

Os inquéritos representam uma média de quase quatro novos casos por dia. Nesta fase, a PF reúne provas para decidir se os investigados serão indiciados ou se os procedimentos serão arquivados. Entre os registros, há dois Termos Circunstanciados, destinados a infrações de menor potencial ofensivo, e oito ocorrências de flagrante.

Ceará e Rio de Janeiro concentram o maior número de investigações, com 81 casos cada, seguidos pelo Maranhão, com 79. Na outra ponta estão Acre, sem registros, Distrito Federal, com dois casos, e Roraima, com seis.

Apesar de os inquéritos estarem sob sigilo, decisões da Justiça Eleitoral ajudam a ilustrar esse tipo de investigação. Em maio, o Tribunal Superior Eleitoral manteve a cassação do diploma do suplente de deputado federal Heitor Freire por irregularidades no uso de recursos públicos da campanha de 2022. Segundo o Ministério Público Federal, ele não comprovou a destinação de cerca de R$ 618 mil do Fundo Especial de Financiamento de Campanha.

Outro caso envolve o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, condenado por abuso de poder político e econômico, uso irregular de recursos públicos e criação de programas sociais com finalidade eleitoral nas eleições de 2022. A defesa nega as acusações e afirma que não houve irregularidades durante o período eleitoral.

Os dados também refletem a fiscalização em anos de eleição. No primeiro turno de 2022, o Ministério da Justiça registrou mais de 1.100 ocorrências de crimes eleitorais, com 205 prisões e apreensão de cerca de R$ 1,6 milhão em dinheiro. As infrações mais comuns foram boca de urna, compra de votos, violação do sigilo do voto e transporte irregular de eleitores.

Levantamento do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral mostra ainda que 22% dos brasileiros afirmam já ter recebido ofertas de dinheiro, pagamento de contas, consultas médicas ou outros benefícios em troca do voto.

Metrópoles

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Brasil

Suplente de senador ganha R$ 46,3 mil? Entenda como é escolhido e quando assume

Foto: Marcos Oliveira/Agencia Senado

Ao confirmar o número do candidato ao Senado na urna eletrônica, o eleitor aprova a chapa completa. Junto com o titular, o registro inclui dois suplentes que ganham o direito de ocupar a vaga, tomar decisões pelo estado e receber o salário integral de R$ 46.366,19 mensais (proporcional aos dias trabalhados). Como o mandato de senador dura oito anos, o dobro do tempo de deputados, governadores e do presidente , a possibilidade de um substituto assumir o cargo ao longo do período é frequente no cenário político brasileiro.

O suplente de senador não recebe salário fixo enquanto estiver inativo, mas ganha o subsídio integral de senador proporcional aos dias em que assume efetivamente o mandato. Quando convocado para substituir o titular, o valor bruto mensal é de R$ 46.366,19.

A estrutura foi desenhada pela legislação eleitoral para garantir que nenhuma das 27 unidades da Federação perca representatividade. Como o Congresso reúne 81 senadores, três para cada estado e para o Distrito Federal, a ausência de um parlamentar sem substituto direto deixaria a região em desvantagem nas votações do Congresso Nacional.

O papel do suplente antes da convocação

Enquanto o titular permanece no exercício do cargo, o suplente não integra a folha de pagamento do Senado e não tem direito a gabinete, assessores ou cota parlamentar. Ele também não participa de debates nem vota matérias na Casa. Para todos os efeitos jurídicos e administrativos, atua apenas como um cidadão cadastrado na Justiça Eleitoral para eventual substituição.

A convocação oficial só acontece quando o titular precisa se afastar. A legislação estabelece uma ordem de prioridade: o primeiro suplente é chamado primeiro. O segundo nome da chapa só assume se o primeiro estiver impedido ou recusar a posse.

As situações que geram a troca de senador

Afastamento temporário: ocorre quando o senador se licencia por período superior a 120 dias para tratamento de saúde, governar secretarias e ministérios no Poder Executivo ou tratar de interesses particulares.

Afastamento definitivo: acontece em situações de morte, renúncia, cassação do mandato pela Justiça Eleitoral ou quando o titular se elege para outro cargo Executivo, como prefeito, governador ou presidente da República.

Como exemplo, a vaga do Maranhão (MA) eleita em 2022 passou por esse processo. O titular Flávio Dino (PSB-MA) deixou o Senado para assumir o Ministério da Justiça e, depois, renunciou ao mandato ao ser aprovado para o Supremo Tribunal Federal (STF). Com isso, a primeira suplente, Ana Paula Lobato (PSB-MA), tomou posse e exercerá o mandato de senadora até 2031.

Poderes e salários durante o mandato

Assim que toma posse, o suplente passa a ter exatamente os mesmos direitos, deveres e prerrogativas de um senador eleito diretamente pelo voto popular. Não há qualquer limitação regimental sobre a sua atuação.

Durante o período em que estiver na vaga, além do salário de R$ 46,3 mil, o suplente comanda o gabinete, indica assessores, apresenta projetos de lei, discursa e vota em comissões ou no plenário, inclusive em propostas de emenda à Constituição.

Regras de escolha nas convenções partidárias

A definição dos dois suplentes ocorre antes do período de campanha, durante as convenções em que os partidos e coligações formalizam suas chapas. Os nomes são enviados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no momento do registro da candidatura.

Na urna eletrônica, não existe digitação de número específico para os substitutos. A foto e os dados dos suplentes aparecem na tela de confirmação no momento em que o eleitor digita o número do titular. O encerramento do mandato ou da substituição não impede os suplentes de disputarem pleitos futuros como titulares ou em novas composições.

Como checar a chapa do seu candidato

O eleitor pode consultar a composição completa das candidaturas ao Senado antes de votar. A verificação é feita na plataforma DivulgaCandContas, mantida pelo TSE.

Ao buscar o nome ou o número do candidato a senador titular do seu estado, o sistema exibe a ficha cadastral completa, acompanhada das fotos e dos dados do primeiro e do segundo suplente registrados na chapa.

Correio 24h

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Política

Aliados de Zema admitem que Joaquim Barbosa não deve ser vice

Foto: Divulgação/STF

Após a convenção que oficializou sua candidatura à Presidência da República, interlocutores de Romeu Zema (Novo) admitiam, nos bastidores, ser altamente improvável que o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa (DC) seja o vice na chapa do ex-governador de Minas Gerais.

Embora reconheçam que as conversas existem, eles afirmam que a tendência dentro do Novo é formar uma “chapa pura”, com um nome da própria legenda para a Vice-Presidência.

Barbosa, que chegou a ser cotado pelo DC para disputar o Palácio do Planalto, “agrega pouco”, na avaliação de lideranças do Novo. Além disso, há resistência dentro do partido à ideia de buscar um nome de fora para compor a chapa.

A prioridade, explicam, é escolher um vice que ajude a unificar o partido em torno de Zema e que esteja disposto, por exemplo, a abrir mão de uma candidatura ao Legislativo para integrar a campanha presidencial.

Nesta segunda-feira (27/7), o Novo realizou sua convenção nacional, na qual Zema foi oficializado como candidato à Presidência da República. A definição do vice foi um dos principais temas discutidos durante o evento.

Ao falar com jornalistas, Zema admitiu que gostaria de ter Joaquim Barbosa como vice, mas ressaltou que a decisão ainda depende das conversas internas no próprio Novo.

Metrópoles

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Política

TSE manda Lula explicar, em 48h, propaganda em redes do governo

Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a Federação Brasil da Esperança e o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, apresentem, no prazo de 48 horas, explicações sobre o uso de perfis oficiais do governo para divulgar ações da administração federal no período de restrições eleitorais.

A decisão, assinada na última quinta-feira (23), foi tomada no âmbito de uma ação ajuizada pelo Partido Liberal (PL), que aponta que o governo teria utilizado canais institucionais para promover programas e realizações da gestão em meio ao período vedado pela legislação eleitoral.

Segundo o partido, cerca de mil publicações feitas nos perfis oficiais do Canal Gov, no Instagram e no X divulgam programas, obras e ações do governo, o que caracterizaria publicidade institucional proibida nos três meses que antecedem as eleições. Além de solicitar as manifestações de Lula, da federação e de Sidônio, Nunes Marques determinou que o Facebook e o X preservem as postagens questionadas.

Na decisão, o ministro afirmou que, em uma análise preliminar, diversas publicações “ostentam, em tese, conteúdo compatível com publicidade institucional voltada à divulgação de programas, ações, obras e realizações governamentais”, o que demonstra, em princípio, a plausibilidade jurídica da ação apresentada pelo PL.

Apesar disso, o presidente do TSE não acolheu, por enquanto, o pedido do partido para suspender as páginas oficiais do governo ou impedir novas publicações. Segundo ele, o elevado número de conteúdos questionados exige um exame mais aprofundado antes da adoção de uma medida mais ampla.

A Lei das Eleições proíbe a veiculação de publicidade institucional por agentes públicos nos três meses que antecedem o pleito, salvo exceções previstas em lei, com o objetivo de preservar a igualdade de condições entre os candidatos e evitar o uso da máquina pública em benefício eleitoral.

Pleno News

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