Vídeo: Reprodução/Estadão
A decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de anular a quebra de sigilos da empresa Maridt Participações — ligada ao ministro Dias Toffoli e seus irmãos — provocou forte reação entre analistas políticos e jurídicos. A medida havia sido aprovada dias antes pela CPI do Crime Organizado, que determinou o acesso a dados bancários, fiscais, telefônicos e telemáticos no período de 2022 a 2026. A matéria é do Estadão.
Para a colunista Carolina Brígido, a defesa teria recorrido a uma manobra processual ao resgatar um mandado de segurança antigo para garantir que o caso fosse direcionado ao gabinete de Gilmar Mendes. Segundo ela, ao evitar um novo sorteio, a estratégia teria assegurado que o processo não fosse distribuído livremente entre os ministros. “A vantagem é ter um dos aliados de Toffoli no STF decidindo”, avaliou.
Na mesma linha, o jornalista Carlos Andreazza afirmou que o episódio reforça a percepção de que ministros do Supremo acabam decidindo sobre questões que envolvem seus próprios pares. Para ele, criou-se uma regra prática segundo a qual apenas um integrante da Corte pode autorizar medidas que atinjam outro ministro, o que alimenta críticas sobre corporativismo interno.
Já o colunista Fabiano Lana apontou que, em tese, Justiça e política deveriam operar em campos distintos, mas que decisões como essa contribuem para borrar essas fronteiras. Segundo ele, cresce a impressão de que pronunciamentos da Corte podem envolver interesses que extrapolam a aplicação estrita da lei, afetando a confiança institucional.
Ricardo Corrêa classificou o caso como um exemplo de “modus operandi” que expõe fragilidades no funcionamento do princípio do juiz natural. Para ele, mais do que o mérito da decisão, o caminho adotado para definir a relatoria e suspender as quebras de sigilo gera desconforto até entre observadores familiarizados com o rito jurídico.
A CPI também havia aprovado quebras de sigilo do Banco Master e da Reag Trust, mas a intervenção do STF alterou o rumo das investigações no que diz respeito à empresa ligada a Toffoli. O episódio amplia o debate sobre os limites de atuação do Supremo e reacende críticas sobre a relação entre a Corte e o Congresso em investigações sensíveis.
Mas vive criticando a imprensa. Demagogo!
Como eu consigo um emprego de papagaio defensor da esquerda e direita em sites? quero ficar postando comentários idiotas também… obrigado!
O Presidente Bolsonaro está certo em reconhecer os méritos e que o bom entendimento com a imprensa. é fundamental. Entretanto, precisamos entender o quanto a chamada grande imprensa foi injusta e , até mesmo, cruel com ele durante a campanha eleitoral. Daí o desgosto dele, penso. Mas agora parece ter superado a mágoa. Muito boa esta notícia.
Não tava defendendo a ditadura um dia desses ???
Petista detectado
Vindo de um Minion é um elogio, embora não seja petista…
A imprensa favorável a ele.
Petista detectado
Para os bolsominions só existem dois tipos de pessoa: bolsominion ou petista.
Se a pessoa não apoiar o ídolo deles é porque é petista, comunista etc.
São ignorantes mesmo.
Não adianta perder tempo argumentando.
E pra petista, quem não for de esquerda é pq é machista, racista, homofóbico, fascista, entreguista e quer mandar pobres para câmara de gás.