O presidente Jair Bolsonaro ofereceu na noite desta sexta-feira ao ministro Gustavo Bebianno um cargo que ele não poderia ocupar ao deixar a Secretaria-Geral da Presidência. Bolsonaro chegou a mencionar que Bebianno poderia ocupar uma diretoria de estatal. A função, segundo a Lei das Estatais, não pode ser ocupada por quem ocupou cargo de diretoria em partido político. Bebianno foi presidente do PSL entre janeiro e outubro de 2019 e vai deixar o cargo de ministro .
A regra está estabelecida na Lei 13.303, de 2016, que dispõe sobre o estatuo jurídico de empresa pública, da sociedade de economia mista e de suas subsidiárias, no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.
Segundo o texto, é vedada a indicação para o conselho de administração e diretoria “de pessoa que atuou, nos últimos 36 (trinta e seis) meses, como participante de estrutura decisória de partido político ou em trabalho vinculado a organização, estruturação e realização de campanha eleitoral.”
Admirador de Bolsonaro, o advogado Bebianno se aproximou do então deputado federal e se tornou um dos principais articuladores de sua campanha. Foi ele que fez o presidente a trocar o Patriota pelo PSL para viabilizar a candidatura. No acordo com o deputado federal, Luciano Bivar, mandatário da legenda, Bebianno assumiu a presidência do PSL interinamente. No dia seguinte à vitória de Bolsonaro, o ainda ministro devolveu o comando da legenda a Bivar.
Bebianno enfrenta um processo de desgaste provocado por denúncias envolvendo justamente supostas irregularidades na sua gestão à frente do caixa eleitoral do PSL, partido dele e de Bolsonaro.
A crise foi amplificada pelo vereador Carlos Bolsonaro, filho do presidente, que foi às redes sociais dizer que Bebianno mentiu ao falar ao GLOBO que havia conversado três vezes com o presidente na última terça-feira. A declaração foi dada para negar que ele não estava protagonizando a crise.
Após uma semana de turbulência, a permanência de Bebianno no governo tinha sido costurada pelo ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que chegou a dizer ao colega de Palácio de Planalto que ele estava garantido no cargo. Bolsonaro não ficou satisfeito e queria rebaixar o auxiliar de posto, o que não foi aceito por Bebianno. O ministro teria dito que a oferta era uma demonstração de “ingratidão”.
O GLOBO

Lúcia vc calada é uma poetisa
Bg,Não é fácil ter que gastar 3 BILHOES A CADA ELEIÇAO. Todo tipo de maracutaia e armação são realizadas dentro desses partidos. Compro de voto pra ser indicado candidato, compra se sigla partidária, desvio de muito dinheiro nessas eleição para "gráficas"……..não é fácil gastar TRES BILHOES, mesmo pra um punhado de urubus, como são nossos políticos.
Minha bandeira jamais será laranja.
Com exceção dos bolsominions, todo mundo já sabia que o PSL – Partido Sou Laranja – deu abrigo ao clã Bolsonaro pq já se sabia que o Queiroz era o "laranja" da família do Bozo.
Bebianno é apenas um soldado que foi descartado.
Assim age esse pessoal que, depois de enriquecer com a ajuda do Estado, vem defender o Estado Mínimo para prejuízo da classe trabalhadora e dos pobres e em benefício do sistema financeiro.
Não me venham falar do Lula.
Ele está preso.
Quem manda no Laranjal.
Ops. Quem manda no "braziu" é outro.
Qual o cargo de Queiroz no governo Bolsonaro idiota?, é o mesmo que José Dirceu, Palocci… E outros do desgoverno luladrão? Bolsonaro tá fazendo o que outros governos não quiseram fazer, porque queriam se beneficiar de corrupção, como o caso do Luladrão.
Sua bandeira é vermelha, aquela da corrupção, da defesa dos criminosos, da destruição do nosso Brasil. E o Lula tá preso, babaca. Não esqueça disso.
felizmente de Laranja vcs PTralhada conhecem plenamente, aí ficam só no gostinho, é melhor Jair se acostumando!!!
Sabe de nada inocente!
E o filho do homem mais "honesto" do mundo que de lavador de bunda de elefante é hoje um MULTIMILIONÁRIO. Esse meliante filho do luladrão deve ser preso e ter confiscado todo o "seu" matrimonio adquirido com roubo a Nação Brasileira
Pois é, seu Ceará.
Quem diria, hein? Meu partido, o P-artido do S-uco da L-aranja deseja mudar agora mesmo o slogan que a gente criou pro nosso querido Bolso-famíglia "grande pra sustentar".
O meu partido jamais será vermelho, e nem rosa nem azul, coisa nenhuma: O meu partido é o Bra-z-il; o meu partido é verde e amar…
Ops! O MEU PARTIDO É AMARELO DAS LARANJAS!!! Muitas laranjas espalhadas nesse meu "Ceará-mundão"… aliás, nesse meu "Brazil-mundão". Afinal, o que importa pra gente é avançar sempre e por qualquer meio (laranjadas, caixa 2, milícia, fake news, fakeada, etc), pra gente ganhar poder dos "esquerdistas".
Ah hái! Vai mais um suquim aí? Só tem de laranja. Mas é bem docim!