Por muito tempo nossas instituições de ensino foram tomadas por ideologias nocivas e inversão de valores, pessoas que odeiam nossas cores e Hino. Hastear uma bandeira do Brasil não tem relação com política, mas com o orgulho de ser brasileiro e a esperança de tempos melhores.
— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) 2 de novembro de 2018
POR JOSIAS DE SOUZA
Em pleno Dia de Finados, Jair Bolsonaro foi às redes sociais para enaltecer um ritual cívico que espera ressuscitar nas escolas públicas durante o seu mandato. Deseja que os alunos entoem o hino nacional, enquanto assistem ao hasteamento da bandeira do Brasil.
Bolsonaro escreveu: “Por muito tempo nossas instituições de ensino foram tomadas por ideologias nocivas e inversão de valores, pessoas que odeiam nossas cores e hino. Hastear uma bandeira do Brasil não tem relação com política, mas com o orgulho de ser brasileiro e a esperança de tempos melhores.”
De fato, hino e bandeira não fazem mal a ninguém. O problema é que apenas o coro e o hasteamento no pátio da escola não resolverão a precariedade do que se passa dentro da sala de aula. Ali, falta desde o básico (cadeiras e carteiras) até o indispensável (professores bem formados e remunerados adequadamente).
Durante a campanha, Bolsonaro revelou pouquíssimo sobre o que planeja fazer na área educacional. Mencionou o vago desejo de instalar um colégio militar em cada capital. E falou em “expurgar a ideologia de Paulo Freire” das escolas e cursos de formação de professores.
Considerando-se que pouca gente sabe quem é Paulo Freire, Bolsonaro prestaria enorme serviço ao ensino se, em vez do expurgo, defendesse o direito das crianças de tomar conhecimento da história desse patriota —depois de cantar o hino e hastear a bandeira, naturalmente.

Uma coisa não elimina a outra. Sentir orgulho de ser brasileiro, cantar o nosso hino com orgulho, é o começo do resgate de um ensino de qualidade. Resgatar a nossa história sem viés ideológico e buscar novos referenciais para que o Brasil não fique estagnado em Paulo Freire que prestou um grande serviço à educação do Brasil, mas que infelizmente seus ensinamentos foram usados e destorcidos por parte dos professores para fazer doutrinação. Ao contrário do que Paulo Freire pregava:levar o aluno a pensar, refletir e decidir o que faz sentido para si. Doutrinação é o contrário de tudo isso.
Concordo plenamente, pois, devemos resgatar nosso amor pela pátria! !!!!!
Pequena mudança…GRANDE DIFERENÇA. precisamos voltar a sentir orgulho e AMOR A PÁTRIA…PARABÉNS PRESIDENTE.
Todos de uniforme militar com fez Stálin
Quanta imbecilidade !
Ler comentários como esse feito por esse colunista me faz pensar que seria melhor que o jornalista se limitasse a dar a notícia e deixasse as opiniões pessoais de lado. Nos pouparia de ler um monte de bobagens que tem sido escritas atualmente.
Uma mudança simples no cotidiano das escolas, sem custo , que pode ressuscitar o patriotismo.
Colunista extremamente pessimista
Os alunos de escolas públicas não sabem nenhum hino, é uma vergonha. Valeu , presidente !
Cada vez mais vejo que meu voto nele valeu a pena.
Parabéns! no colégio que meu filho estuda, o Nossa Senhoras Das Neves, todas as quintas feiras a bandeira do Brasil é as teada e os alunos cantam o hino. Muito bacana!
Ratificando, hasteada
Está coberto de razão!! Na minha infância, ao chegar na escola, se cantava o hino nacional e se hasteava a bandeira… práticas abandonadas nos tempos atuais. Um cidadão que não conhece o hino do seu país não conhece o seu povo nem a sua história.
Como quase sempre, o colunista acima não perde oportunidade de destilar seu veneno.
Está corretíssimo, tem muitos brasileiros que não sabem cantar o Hino Nacional.
Sua Interpretação a respeito das palavras do presidente foram distorcidas! Deixando de seguir!!
BG
Um bom começo.