Em meio a pesquisas que atestam a queda da popularidade de Jair Bolsonaro , o Palácio do Planalto prepara uma série de agendas do presidente pelos estados para encontrar políticos, antigos aliados da campanha e divulgar ações do governo federal. Nos próximos dias, Bolsonaro deve passar por quatro regiões do país, com compromissos no Rio de Janeiro, no Amapá, no Amazonas, na Paraíba e em Goiás.
Primeiro, o presidente deve concentrar agendas e dedicar o tempo a encontros com prefeitos e líderes partidários em Brasília hoje, para depois se liberar para incursões externas, como a passagem pela Paraíba, onde deve apresentar a nova versão do Programa Bolsa Família, com o 13º salário prometido durante a campanha.
A visita ao Nordeste é estratégica por ser a região que mais depende do programa e a que mais rejeita o governo. No domingo, o Datafolha mostrou que 39% dos entrevistados na região consideram o governo de Bolsonaro ruim e péssimo, enquanto apenas 24% consideram sua administração ótima ou boa.
Em Campina Grande (PB), além do Bolsa Família, o presidente poderá inaugurar o Centro de Testes para Dessalinização de água, uma de suas bandeiras de campanha, e entregar casas populares. A intenção foi anunciada por Bolsonaro na última quinta-feira, em transmissão ao vivo pela internet. A parada seguinte deve ser Manaus (AM), mas o governo ainda procura um projeto para apresentar à população.
O presidente também já foi convidado para viajar a Goiás pelo governador e aliado Ronaldo Caiado (DEM).
— O presidente está buscando uma agenda de aproximação com diversas regiões do país, fazendo sempre alguma entrega quando venha realizar essa viagens — disse o porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros.
O giro pelo país deve incluir o Rio de Janeiro, onde Bolsonaro se reunirá, na próxima quinta-feira, com líderes evangélicos que recentemente criticaram a desorganização do governo no Congresso. A falta de rumo em pastas estratégicas como o Ministério da Educação, que concentra pautas conservadoras dos religiosos, e até o resultado da viagem de Bolsonaro a Israel, quando não anunciou a mudança de embaixada para Jerusalém, distanciaram o presidente dos pastores.
Ao se reaproximar dos líderes evangélicos, Bolsonaro busca reativar seus contatos com uma de suas principais bases políticas. Como o Datafolha mostrou, esse segmento representa a parcela mais otimista com o governo: 42% dos entrevistados disseram considerar o governo ótimo e bom.
Almoço com evangélicos
No Rio, Bolsonaro participará de um almoço promovido pelo líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia. No encontro, também são esperados o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli.
Ao todos são esperados cerca de cem representantes de diversas denominações religiosas, entre o pastor Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, e o missionário R.R. Soares, da Igreja Internacional da Graça de Deus. O bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus, deverá mandar um representante.
— Ele será recebido por um grupo de pastores no Rio com o intuito de dialogar com essa parcela, com a qual ele tem uma relação muito afetiva e contribui muito na sua progressão rumo à Presidência da República —disse Rêgo Barros.
Ele também irá ao Amapá inaugurar o novo aeroporto de Macapá ao lado do presidente do Senado, em uma demonstração de proximidade com o Legislativo.
Em três meses de governo, Bolsonaro acabou se distanciando dos estados, primeiro por questões médicas, depois pela dedicação à agenda internacional. No último levantamento do Datafolha, Bolsonaro apareceu como o presidente mais impopular em início de mandato, avaliado positivamente por apenas 32%dos entrevistados.
Rêgo Barros, no entanto, negou haver relação entre o giro pelo país e a queda de popularidade do presidente:
— Comandante tem que estar sempre junto dos seus soldados na linha de frente. É mais Brasil e menos Brasília. (Ele) vai ao encontro das populações, levando o seu esforço por meio de entregas.
O GLOBO

Com todos os defeitos dele,faço uma aposta aqui que ele tem mais qualidades do que toda a corja do PT!!
Vai piorar ainda mais. É só abrir a boca e arranja problema.
NUNCA chegará perto do governo estabelecido pelo voto entre os anos de 2003 a 2016 que deixou para o Brasil:
1. Caso Celso Daniel
2. CPI do Banestado
3. Escândalo do DNIT (envolvendo os ministros Anderson Adauto e Sérgio Pimentel)
4. Caso Agnelo Queiroz (O ministro recebeu diárias do COB para os Jogos Panamericanos)
5. Escândalo do Ministério dos Esportes (Uso da estrutura do ministério para organizar a festa de aniversário do ministro Agnelo Queizoz)
6. Operação Anaconda
7. Escândalo dos Bingos (Primeira grave crise política do governo Lula) (ou Caso Waldomiro Diniz)
8. Escândalo da ONG Ágora
9. Caso Kroll
10. Escândalo dos Vampiros
11. Irregularidades do Programa Restaurante Popular (Projeto de restaurantes populares beneficia prefeituras administradas pelo PT)
12. Abuso de Medidas Provisórias no Governo Lula entre 2003 e 2004 (mais de 300)
13. Escândalo da Usina de Itaipu
14. Escândalo das Furnas
15. Escândalo do Mensalão (Terceira grave crise política do governo. Também conhecido como Mensalão)
16. Esquema de Corrupção no Diretório Nacional do PT
17. Escândalo do Brasil Telecom (também conhecido como Escândalo do Portugal Telecom ou Escândalo da
18. Escândalo dos Dólares na Cueca
19. Caso dos Dólares de Cuba
20. Escândalo da Nossa Caixa
21. Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo (Quarta grave crise política do governo Lula. Também conhecido como Caso Francenildo Santos Costa)
22. Escândalo das Cartilhas do PT
23. Escândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados)
24. Escândalo do Foro de São Paulo
25. Escândalo do Mensalinho
26. Chega a 69 CPIs Abafadas pelo Geraldo Alckmin ( em São Paulo )
27. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o PCC
28. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MLST
29. Escândalo dos Grampos no TSE
30. ONG Unitrabalho
31. CPI das ONGs
32. CPI do Apagão Aéreo ( Câmara dos Deputados)
33. Aloprados
34. Mensalão (ação penal 470)
35. Zelotis
36. Operação Lava Jato (Petrobrás) – Petrolão
37. Fundo de Pensões
Ainda tem muito mais, se quiserem relembrar posso listar…