Economia

Bolsonaro veta perdão bilionário a igrejas e diz que governo irá propor “instrumentos normativos a fim de atender a justa demanda das entidades religiosas”

O presidente Jair Bolsonaro vetou parte do perdão a dívidas de igrejas, que foram aprovadas anteriormente pelo Congresso Nacional.

A anistia das dívidas enfrentava resistência da equipe econômica e também foi desaconselhada pelos assessores jurídicos do presidente, que alertaram para o risco de crime de responsabilidade, o que poderia abrir brecha para um eventual processo de impeachment.

A Secretaria-Geral da Presidência da República afirmou, em nota, que o presidente apoia a não tributação de templos e que, apesar dos vetos, o governo irá propor “instrumentos normativos a fim de atender a justa demanda das entidades religiosas”.

“Embora se reconheça a boa intenção do legislador, alguns dispositivos não atenderam as normas orçamentário-financeiras e o regramento constitucional do regime de precatório, razão pela qual houve a necessidade da aplicação de vetos”, diz a nota.

“Quanto aos pontos específicos das entidades religiosas e templos de qualquer denominação, o presidente Jair Bolsonaro se mostra favorável à não tributação de templos de qualquer religião, porém a proposta do projeto de lei apresentava obstáculo jurídico incontornável, podendo a eventual sanção implicar em crime de responsabilidade do Presidente da República”, afirmou a Secretaria-Geral da Presidência. O documento, no entanto, não cita nem explica quais seriam esses “instrumentos normativos”.

O presidente se pronunciou na noite deste domingo (13) nas redes sociais. “Confesso, caso fosse deputado ou senador, por ocasião da análise do veto que deve ocorrer até outubro, votaria pela derrubada do mesmo”, disse Bolsonaro.

Outro trecho da lei, no entanto, foi sancionado por Bolsonaro e pode permitir aos templos religiosos maior margem de manobra no acerto de contas com a Receita Federal.

Bolsonaro já havia sinalizado o veto parcial a integrantes da bancada evangélica em reunião na última quarta (9). Também participaram daquele encontro o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o secretário especial da Receita Federal, José Barroso Tostes Neto.

Embora tenha dito que pessoalmente concordava com o perdão e queria sancionar a medida, Bolsonaro demonstrou receio em cometer crime de responsabilidade.

CSLL
As igrejas contam com imunidade constitucional contra a cobrança de impostos, mas a proteção não alcança contribuições como a CSLL (sobre o lucro líquido) e a previdenciária.

Nos últimos anos, a Receita Federal identificou manobras dos templos para distribuir lucros e remuneração variável de acordo com o número de fiéis sem o devido pagamento desses tributos, burlando as normas tributárias.

A medida aprovada pelo Congresso Nacional pretendia, por meio de uma lei ordinária, estender a imunidade constitucional das igrejas à cobrança da CSLL e ainda anular dívidas passadas.

Outro dispositivo almejava anistiar multas e outras cobranças aplicadas sobre a prebenda, como é chamada a remuneração dos pastores e líderes do ministério religioso.

Bolsonaro vetou o primeiro dispositivo, que trata da CSLL, para afastar qualquer eventual violação à Constituição. Mas o presidente sancionou o artigo sobre a prebenda, de caráter mais interpretativo.

Após estimativas iniciais apontarem o risco de desfalque de R$ 1 bilhão aos cofres da União caso os dois artigos fossem sancionados, cálculos atualizados da área econômica mostraram um prejuízo potencial de até R$ 2,9 bilhões.

Com a sanção do artigo sobre a prebenda, o risco seria de R$ 1,1 bilhão. Mas a avaliação na área econômica é que o dispositivo foi mal redigido e dá margem para que a Receita Federal siga na briga pela cobrança dos débitos.

Isso porque o projeto só interpretou uma norma vigente, que, segundo esses técnicos, já era seguida à risca pelo Fisco.

A percepção na área econômica é que os templos usarão a norma sancionada para tentar reabrir a discussão jurídica, que hoje já está na fase de execução de bens dessas igrejas, para tentar pleitear a anulação, mas não necessariamente terão sucesso na disputa.

Para evitar a judicialização, a equipe econômica havia recomendado veto total às medidas, mas precisou ir para a mesa de negociação diante do desejo do Palácio do Planalto em fazer um aceno à bancada evangélica, que é um importante pilar de sustentação do governo.

“Nesse contexto, o artigo 9º não caracteriza qualquer perdão da dívida previdenciária, apenas permite que a Receita Federal anule multas que tenham sido aplicadas contrariando a Lei nº 13.137”, diz a nota da Secretaria-Geral.

CNN BRASIL

Opinião dos leitores

  1. BOLSONARO vc deveria saber que isso faz falta ao povo mais humilde. Esses pastores que devem estão milionários. Cadê seu patriotismo.

  2. Justo seria reduzir a carga de impostos que o pobre brasileiro paga. As igrejas têm mais é que pagar, e pagar muito. pois viraram negócios lucrativos e dividem seus lucros altíssimos do serviço de assistência religiosa com proprietários. Basta ver os patrimônios pessoais deles, num fazem outra coisa, são religiosos profissionais.
    Já nós, pobres mortais, pagamos muitos impostos pra comer e nos vestir, ou seja, pra sobreviver.
    Kd o intransigente? Nervosinho?
    Nessa canetada poderia ser o mesmo moralista de goela de sempre, mas não, a moralidade é só fachada!
    Fica cheio de tato pra vetar um absurdo desse.
    Senta a pua mito!

  3. Vetou mas já pediu para seus comparsas no congresso derrubar o veto dele.
    É uma alman sebosa que trabalha na surdina.

  4. Ôxente?!?
    O doido varrido cuspindo no prato que comeu??
    NOOOORMAL !
    Primeiro foi o partido. Depois o braço direito.
    Depois…depois…depois…e assim vai.
    Enfim, apenas o BOZO sendo o BOZO.
    Se aproveitou dessa corja que vive enganando os bestas vendendo a ilusão de uma salvação que não existe, porém são um enorme filão de gado eleitoral, e agora dá um coice como reconhecimento!
    Mas, cá prá nós….essa corja precisava mesmo levar um coice.
    Ou seja, eles que são doidos, que se resolvam.
    Ou não!

    1. a humanidade é CRUEL, SE O NOSSO PRESIDENTE FAZ DE UM JEITO, ELES CONDENA SE FAZ DO OUTRO ELES CONDENA DO MESMO JEITO. ASSIM CAMINHA A HUMANIDADE QUE NÃO É DO LADO DO GRANDE PRESIDENTE DE NOSSA REPUBLICA, FICHA LIMPA.

    2. Ele vetou apenas para não violar a Constituição e ser enquadrado em crime de responsabilidade, mas vai orientar o Legislativo a aprovar o perdão. Ele apaga o fogo com um abano.

    3. Ele pode fazer coisas diametralmente opostas que vcs vão sempre criticar, né? A honestidade iintelectual manda lembranças.

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Prefeito de Assú é reeleito para a presidência do Consórcio de Saúde do Vale do Açu

O prefeito de Assú, Lula Soares, foi reeleito nesta sexta-feira (25) para a presidência do Consórcio Público Interfederativo de Saúde da Região do Vale do Açu. Ele seguirá no cargo no biênio 2027/2028 e terá como vice-presidente a prefeita de Alto do Rodrigues, Raquel Lemos.

A chapa foi eleita por aclamação, com a participação de representantes dos municípios que fazem parte da iniciativa. O secretário de Saúde do Rio Grande do Norte, Alexandre Motta, participou da reunião de forma virtual, enquanto representantes de outros sete municípios estiveram presentes.

À frente da entidade, Lula Soares tem liderado ações para fortalecer a saúde na região. Entre os avanços está a barreira ortopédica instalada no Hospital Regional de Assú, que passou a receber casos de ortopedia de baixa e média complexidade. A medida ajuda a desafogar o fluxo de atendimentos do Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró.

Outro avanço é o funcionamento da maternidade do Hospital Regional de Assú, que ampliou o suporte para gestantes e bebês de Assú e das cidades vizinhas.

Formado pelo Governo do Estado e 13 municípios, o consórcio facilita ações conjuntas na saúde, como a compra de medicamentos, equipamentos e serviços, além de permitir que as cidades trabalhem de forma integrada para melhorar o atendimento à população. Com a reeleição, Lula Soares seguirá conduzindo esse trabalho pelos próximos dois anos.

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[VÍDEO] “LULA TÁ DESESPERADO”: Daniella Marques, apontada como ministra de eventual governo Flávio, diz que presidente promete acabar com as bets, mas “endividou o Brasil”

Em entrevista ao programa Meio Dia RN, da 96FM, desta sexta-feira (25), a coordenadora do plano econômico para um eventual governo Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, disse que Lula está desesperado porque Flávio tem consistentemente ultrapassado ele nas pesquisas.

Daniella também fez críticas à gestão econômica do governo petista, afirmando que acha que “as medidas desesperadas do Lula são justamente desfazer aquilo que ele mesmo fez. Ele taxou as blusinhas, depois a medida foi tirar as taxas. Ele regulamentou as bets e o ‘tigrinho’, e agora diz que vai tirar”, comentou Daniella.

Ela ainda acrescentou que Lula endividou o Brasil e tentou resolver aumentando mais de 30 impostos. “Um governo que não cuida das contas não cuida das pessoas”, afirmou.

A ex-presidente da Caixa no governo Jair Bolsonaro está em Natal para participar de eventos para o segmento empresarial, sobre economia e finanças, um deles em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e o outro é o “Almoço Delas”, que reúne 50 mulheres para discutir temas relacionados a finanças, mulheres e autonomia.

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[VÍDEO] “Lula passa 24 horas enganando o povo brasileiro”, dispara BG sobre propaganda eleitoral do candidato do PT

No programa “Meio Dia RN” desta sexta-feira (25), BG criticou a propaganda eleitoral do presidente Lula (PT) sobre as bets e apontou que o petista usa o tema para atacar Flávio Bolsonaro (PL) na reta final da campanha usando “fake news”.

“Quem validou as apostas online no Brasil foi o governo Lula. Foi ele quem regulamentou a atividade das bets. Em 72 horas, esse governo tira do bolso uma medida provisória, antecipa o anúncio para tirar dividendos eleitorais e ainda diz que a culpa do brasileiro estar endividado é de Flávio Bolsonaro. Esse homem passa 24 horas enganando o povo brasileiro com essas narrativas”, afirmou BG.

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CONTAS REPROVADAS: Samanda de Lula disputa o Senado enquanto parcela devolução de dinheiro público da campanha de 2022

Foto: Elpídio Júnior / CMN

A candidata do PT ao Senado, Samanda Alves, teve as contas da campanha a deputada federal em 2022 desaprovadas por unanimidade pelo TRE-RN. O TSE manteve a decisão, que determinou a devolução de R$ 91.600 ao Tesouro Nacional. Desse total, R$ 75.650 são recursos do Fundo Eleitoral que ela obteve autorização para pagar em 60 parcelas. Os outros R$ 15.950, referentes a uma doação de fonte vedada e a recursos de origem não identificada, foram pagos à vista.

A campanha custou cerca de R$ 792 mil, quase tudo bancado pelo Fundo Eleitoral. No processo, a Procuradoria Regional Eleitoral apontou “malversação de recursos oriundos do Fundo Eleitoral” e relacionou nove irregularidades, classificadas como graves e insanáveis. Entre os problemas examinados estavam contratos com assinaturas descritas pela área técnica como “borradas ou coladas”, aluguel de carros de empresas que não comprovaram ser proprietárias dos veículos, um jingle contratado acima do preço médio de outras campanhas no RN e duas notas fiscais, no total de R$ 15.450, que a candidata afirmou desconhecer.

Samanda tentou apresentar novos documentos depois da decisão do TRE-RN. A Procuradoria-Geral Eleitoral pediu que seu recurso fosse negado e a Justiça Eleitoral considerou que se tratava de “documentos já existentes ao tempo da diligência”, que deveriam ter sido apresentados antes. O valor final de R$ 91.600 foi fixado após a correção de um erro material na decisão inicial.

O parcelamento dos R$ 75.650 foi autorizado em 2025. Depois, o tribunal apurou R$ 4.326,77 de correção ainda não recolhida sobre os valores pagos à vista e registrou em despacho que “a candidata silenciou” após ser intimada a complementar o pagamento. O TRE-RN também pediu comprovantes de parcelas do acordo. Pelos andamentos públicos consultados na reportagem original, não é possível saber quantas das 60 parcelas já foram pagas.

O caso deixa perguntas para Samanda responder: quem assinou os contratos descritos como “borrados ou colados”? Por que a campanha alugou carros de empresas que não comprovaram ser donas dos veículos e voltou a contratar uma delas em 2024? Por que o saldo de correção cobrado pelo TRE-RN não foi pago? E quantas parcelas do acordo já foram quitadas?

Com informações do Blog do Dina⁠ e de decisões da Justiça Eleitoral

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COINCIDÊNCIA? Presidente da Potigás, indicada por Samanda, recebeu R$ 36 mil da campanha da petista a deputada federal em 2022

Fotos: Reprodução

A campanha de Samanda Alves (PT) a deputada federal pagou R$ 36 mil do Fundo Eleitoral a Marina Melo Alves Siqueira em 9 de setembro de 2022. Na prestação de contas, ela aparece como “administradora financeira”. Na folha da Potigás daquele mesmo mês, Marina constava como “Diretor Presidente — Ativo”. Ela comandava a companhia de gás do RN, por indicação da própria Samanda, desde maio de 2022.

Em novembro de 2025, Marina foi reconduzida à presidência da Potigás para um segundo mandato, por indicação do Governo do Estado, que é acionista da companhia. A Lei das Estatais veda a indicação para a diretoria de quem tenha trabalhado, nos 36 meses anteriores, na organização, estruturação ou realização de campanha eleitoral.

Entre o pagamento de setembro de 2022 e a recondução passaram-se cerca de 38 meses. Já a prestação final de contas foi entregue em 30 de novembro de 2022, menos de 36 meses antes da recondução.

Marina não foi a única pessoa ligada à campanha de 2022 a chegar à Potigás. A empresa de Laíssa da Costa Ferreira recebeu R$ 100 mil da mesma campanha quando ela era subsecretária do Gabinete Civil do Governo do Estado.

Em fevereiro de 2023, Laíssa deixou o governo e assumiu a gerência de comunicação da estatal presidida por Marina. Depois, sua empresa recebeu R$ 87 mil da cota parlamentar de Samanda na Câmara de Natal e foi contratada por R$ 150 mil pela campanha da petista ao Senado.

Os vínculos levantam perguntas que ainda precisam de resposta: que serviço Marina prestou à campanha enquanto presidia a Potigás e em que horário fez esse trabalho? O comitê responsável por avaliar a elegibilidade dos dirigentes da estatal examinou essa atuação antes da recondução de 2025? Laíssa trabalhou para a campanha de 2022 durante o expediente no governo? Como foi contratada pela Potigás e está licenciada da estatal enquanto atua na campanha de 2026?

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Por que o consumidor esquece sua marca: a Ratts Ratis muda esse cenário

A memória humana é seletiva por natureza. Um consumidor médio é exposto a centenas de estímulos de marca por dia e retém, de forma ativa, um número muito pequeno deles. Ser esquecido não é exceção: é a regra, a menos que a marca faça algo deliberado para ocupar espaço permanente na mente do público.
Esse fenômeno tem nome técnico: lembrança de marca, ou brand recall.

E ele não se constrói com uma campanha isolada, por mais premiada que seja. Se constrói com repetição estratégica de um mesmo território, visual, verbal e emocional, até que a associação se torne automática. É essa automação que faz alguém pensar em uma categoria de produto e lembrar de uma marca específica, sem esforço consciente.

É esse tipo de construção de longo prazo que a Ratts Ratis planeja para cada cliente. A agência não trabalha campanha por campanha de forma isolada: constrói um território de marca coerente, testado e reforçado ao longo do tempo, para que cada nova ação de comunicação reforce a anterior em vez de competir com ela. É assim que uma marca deixa de ser vista e passa a ser lembrada.

Se a sua marca some da cabeça do consumidor assim que a campanha termina, o problema não é a campanha: é a ausência de um território consolidado.

Fale com a Ratts Ratis pelo Instagram @rattscom ou pelo WhatsApp (84) 99215-9781 e comece a construir essa lembrança de forma estruturada.

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[VÍDEO] Nikolas joga picanha para apoiadores em MG: “Lula não deu, mas Flávio deu”

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) jogou uma peça de picanha para apoiadores durante ato de campanha com Flávio Bolsonaro (PL), nessa quinta-feira (24), em Governador Valadares (MG).

A cena ocorreu durante o “Bloquinho do Nikolas”. Em cima do trio, Nikolas levantou a carne enquanto Flávio provocou o presidente Lula: “A picanha do Bolsonaro chega, a do Lula não chega”.

Na sequência, Nikolas pegou o microfone e repetiu a provocação antes de arremessar a peça em direção aos apoiadores. “O Lula não deu picanha, mas o Flávio deu. Toma aí”, disse.

Flávio cumpriu agenda de campanha em Governador Valadares e Teófilo Otoni acompanhado por Nikolas e outros aliados.

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CARTÃO VERMELHO: Polícia prende três em operação no RN e RJ e Justiça manda bloquear até R$ 2 milhões

Foto: PCRN

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte deflagrou a Operação Cartão Vermelho contra uma organização criminosa com atuação interestadual e conexões entre o RN e o Rio de Janeiro. Quatro mandados de prisão preventiva foram expedidos e três já foram cumpridos.

Na quinta-feira (24), um homem de 36 anos foi preso em Natal. Durante o cumprimento das medidas, policiais encontraram cocaína com o investigado, que também foi autuado em flagrante por tráfico de drogas.

Nesta sexta-feira (25), outro homem, de 35 anos, foi preso em Natal. Um terceiro mandado foi cumprido no Rio de Janeiro contra um homem de 39 anos, com apoio da Polícia Civil fluminense.

A Justiça também determinou o bloqueio e a indisponibilidade de até R$ 500 mil por investigado, chegando a R$ 2 milhões em ativos financeiros e patrimoniais. Segundo as investigações, o grupo utilizava uma estrutura para movimentar e ocultar recursos, com uso de contas bancárias de terceiros e apoio financeiro às atividades criminosas.

O nome da operação faz referência à prisão de um dos alvos dentro do Maracanã, no Rio de Janeiro, em 20 de maio deste ano. Segundo a Polícia Civil, os elementos obtidos a partir daquela prisão permitiram o avanço das investigações e deram origem à nova fase.

As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e aprofundar as responsabilidades individuais.

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PETROBRAS: PF aponta atuação de Lulinha, lobista e ex-chefe de gabinete de Lula em contrato de empresa de fertilizantes

Fotos: Reprodução

A Polícia Federal aponta que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula, atuou em favor dos interesses da Unigel, produtora de fertilizantes, junto à Petrobras. Segundo o inquérito, a atuação ocorreu em parceria com a lobista Roberta Luchsinger e Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente.

De acordo com a investigação, Luchsinger fechou contrato de consultoria com Leo Slezynger, diretor da Unigel, para ajudar a empresa a conseguir um arrendamento com a Petrobras e, depois, um financiamento de R$ 500 milhões no BNDES para expansão em uma joint venture com a petroleira. O acordo previa R$ 100 mil para a lobista e mais R$ 25 milhões caso o financiamento fosse fechado.

A PF aponta que Slezynger repassou R$ 1,26 milhão a Luchsinger entre março de 2023 e julho de 2024. Mensagens obtidas pelos investigadores indicam que Lulinha sabia das negociações, conversava com o empresário e chegou a se reunir com ele. Após um encontro em março de 2023, o filho do presidente teria passado a atuar nos bastidores para ajudar a empresa.

As conversas também registram atuação atribuída a Marcola. Em uma delas, Luchsinger afirmou que era o gabinete presidencial “trabalhando” para a empresa. A pressão pela conclusão do contrato também era atribuída nas mensagens ao então ministro Rui Costa e aos senadores Jaques Wagner e Otto Alencar, chamados de “Clube da Bahia”.

O contrato entre Unigel e Petrobras foi fechado em dezembro de 2023, mas a petroleira decidiu não renová-lo em maio de 2024, alegando descumprimento de metas de eficácia. Segundo a reportagem, relatório do Tribunal de Contas da União também apontou prejuízo para a Petrobras.

A defesa de Lulinha afirma que não teve acesso ao procedimento e contesta o vazamento de trechos do inquérito. A defesa de Luchsinger também critica os vazamentos. Já a defesa de Marcola nega que ele tenha intermediado negociações ou atuado em favor de interesses privados enquanto esteve na chefia de gabinete da Presidência.

Veja as mensagens:

Opinião dos leitores

  1. É o mundo 🌎 todo, kkkkkk, não sobra um sem ter bronca, já dizia a música 🎶 de Cazuza, QUE PAÍS É ESSE, cheio de desvios e arrumadinhos e nunca, nunca mais tem conserto, sempre houve e sempre haverá desvios, roubos, apadrinhamentos, justiça ⚖ sem fazer justiça, é um Deus nos acuda, ninguém consegue resolver pq muitos estão envolvidos, é uma vergonha.

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Geral

Aliados de Flávio apostam em voto útil para ultrapassar Lula no 1º turno

Fotos: Ricardo Stuckert/PR e Charles Vieira/Divulgação

Aliados de Flávio Bolsonaro (PL) projetam que o candidato poderá chegar ao dia da eleição colado ou ligeiramente à frente do presidente Lula (PT), apesar de as pesquisas mostrarem o petista numericamente na frente. No Datafolha divulgado nesta quinta-feira (24), Lula aparece com 40% e Flávio com 36%, em empate técnico no limite da margem de erro.

Segundo a colunista Letícia Casado, do UOL, a aposta da campanha de Flávio está no crescimento do voto útil na reta final. A expectativa é atrair parte dos eleitores dos candidatos que aparecem abaixo dos dois primeiros colocados. Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo) somam 13% no Datafolha.

No entorno de Flávio, a avaliação é que a aproximação da eleição tende a aumentar o envolvimento dos eleitores e fortalecer a discussão sobre o voto útil. A campanha também atribui o desempenho do candidato à exposição na televisão, nas redes sociais e às agendas de rua realizadas em diferentes regiões do país.

Opinião dos leitores

  1. Quer ganhar as eleições Flávio, corrija o salário dos aposentados que ganham mais que um salário, durante todos esses anos, governo após governo, sempre depenando que tanto lutou para conseguir se aposentar com um salário um pouco melhor. Os reajustes menores que o reajuste do salário mínimo é um roubo descarado a mais de uma década, faça isso e você ganha essa é a próxima eleição.

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