Denúncia

BOMBA: dinheiro desviado no Petrolão atinge Dilma e pagava jornalistas e blogueiros

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Mais um reportagem bombástica da revista Isto É.

Assessor especial de Dilma Rousseff, o discreto Giles Azevedo é considerado no Palácio do Planalto os olhos e os ouvidos da presidente da República. O único na Esplanada com autorização para falar em nome de Dilma e a quem ela confia as mais delicadas tarefas. Por isso, quem recebe instruções do fiel auxiliar da presidente não entende de outra maneira: ele fala na condição de enviado da principal mandatária do País. Foi com essa credencial que Giles se aproximou da publicitária Danielle Fonteles, dona da agência Pepper Interativa. Em uma série de encontros, muitos deles mantidos na própria residência da publicitária no Lago Sul, em Brasília, Giles orientou Danielle a montar a engenharia financeira responsável por abastecer as campanhas de Dilma de 2010 e 2014 com recursos ilegais. A maior parte do dinheiro oriunda de empreiteiras do Petrolão e de agências de comunicação e publicidade que prestam serviço para o governo federal. As revelações foram feitas pela própria dona da Pepper em seu acordo de delação premiada, a cujo conteúdo ISTOÉ teve acesso. Ainda não homologado, o depoimento tem potencial explosivo, pois sepulta o principal argumento usado até agora por Dilma para se apresentar como vítima de um “golpe” destinado a apeá-la do poder: o de que não haveria envolvimento pessoal seu em malfeitos. Agora, fica complicado manter esse discurso em pé. No governo, e fora dele, há um consenso insofismável: Giles é Dilma. Nas conversas com Danielle, segundo a delação, Giles tratava sobre as principais fontes de financiamento que irrigariam as campanhas de Dilma por intermédio da Pepper. Sem registro oficial. Segundo ela, as orientações partiam do discreto assessor da presidente.

No depoimento aos investigadores, a publicitária confessou ter recebido recursos “por fora”, por meio de contratos fictícios, da Andrade Gutierrez, da Queiroz Galvão, da OAS, da Odebrecht – empreiteiras implicadas no Petrolão –, da Propeg e de uma grande empresa de assessoria de comunicação dona de contas no governo, tudo conforme combinado com Giles. A Propeg, agência de publicidade baiana que, de acordo com Danielle, teria sido responsável por vultosos repasses, figura entre as oito que mais receberam verbas do governo Dilma nos últimos anos. Atualmente, ela possui a conta da Caixa Econômica Federal e do Ministério da Saúde. Na quebra de sigilo da Pepper, a pedido da CPI do BNDES, foram identificados quatro depósitos da Propeg totalizando R$ 223 mil entre 2011 e 2012. Da Andrade Gutierrez, a dona da Pepper admitiu ter recebido de maneira ilegal R$ 6,1 milhões, ratificando depoimento de Otávio Azevedo, ex-presidente da empreiteira. Com o montante, a empresa pagou funcionários do comitê de Dilma na campanha de 2010, entre outras despesas. Em outro trecho da delação, Danielle afirma que abriu uma conta na Suíça em 2012, sob o conhecimento de Giles, para receber da Queiroz Galvão na chamada “Operação Angola”. Por ela, a Pepper recebeu US$ 237 mil. A conta para movimentar os recursos, identificada com a sequência CH3008679000005163446, foi aberta por Danielle no banco Morgan Stanley.

Com tantos recursos para internalizar e uma teia de interesses em jogo, a Pepper acabou se transformando numa espécie de lavanderia de dinheiro do PT. Só entre 2013 e 2015, a Pepper movimentou em conta própria R$ 58,3 milhões. Com parte destes recursos, a empresa bancou despesas das campanhas de Dilma à reeleição, principalmente o pagamento a blogs favoráveis ao PT contratados para atuar na guerrilha virtual travada nas redes sociais. O dinheiro, segundo orientação de Giles Azevedo, veio da OAS e da Odebrecht por meio de contratos fictícios ou superestimados. Essa informação consta da delação de Danielle. Coube a Pepper, por exemplo, o pagamento de um pixuleco de R$ 20 mil mensais para o criador do perfil de humor chapa branca “Dilma Bolada”, Jefferson Monteiro. A personagem faz troça de adversários com a mesma veemência com que exalta iniciativas e discursos da presidente, até mesmo os mais frugais. Outros ativistas digitais pró-PT têm motivos para estarem bolados com a delação da publicitária. Uma lista contendo o nome de dezenas de jornalistas destinatários da verba repassada pela Pepper foi entregue por Danielle aos investigadores. Os nomes permanecem guardados a sete chaves e podem ensejar outra investigação. Oficialmente, a Pepper foi responsável pela estratégia de internet da campanha da presidente Dilma em 2010. Na reeleição, em 2014, ficou encarregada de produzir as páginas da candidata do PT no Facebook e Twitter. Pelo trabalho, recebeu R$ 530 mil por mês.

Em outro capítulo da delação, ao discorrer sobre a campanha vitoriosa de Renan Filho (PMDB-AL) ao governo de Alagoas, a cargo da Pepper, a publicitária voltou a implicar o governo federal – deixando claro o elo do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), com Dilma. Disse que sua empresa, por meio do marido e sócio Amauri dos Santos Teixeira, só aceitou participar da campanha de Renanzinho depois de um pedido expresso do Planalto.

Trechos da delação premiada de Danielle Fonteles já foram encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (STF). A publicitária decidiu subscrever o acordo depois de tomar conhecimento das acusações dos executivos Otávio Azevedo e Flávio Barra, da Andrade Gutierrez, sobre parte das movimentações financeiras das campanhas da presidente, confirmadas por ela nos depoimentos aos investigadores. A delação foi dividida pela Procuradoria-Geral da República em duas partes. Os depoimentos que fazem menção a presidente Dilma foram encaminhados ao STF e estão sob análise do ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no tribunal. Há ainda citações ao governador Fernando Pimentel (PT-MG) em exame pelo Superior Tribunal de Justiça, responsável pelas investigações da Operação Acrônimo.

A Pepper possui ligações pretéritas com o PT. Em 2003, se aproximou do partido por intermédio do publicitário Duda Mendonça. Sua estreia no governo foi no programa Fome Zero, embrião do Bolsa Família. Em 2010, a Pepper passou a ser investigada pela Polícia Federal após ser acusada de patrocinar um bunker em Brasília destinado a bisbilhotar e produzir dossiês contra adversários dos petistas. O QG foi idealizado por Fernando Pimentel, governador de Minas, então coordenador da campanha de Dilma.

Em junho do ano passado, a PF chegou a fazer buscas na sede da Pepper, situada num shopping da capital federal. Segundo a PF, há indicações de que a empresa foi usada para intermediar dinheiro do BNDES a Pimentel. Em março, o governador de Minas foi indiciado no âmbito da Operação Acrônimo por corrupção passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Durante o primeiro mandato de Dilma, Pimentel, na condição de ministro do Desenvolvimento, exercia forte influência sobre o banco de fomento. Sua mulher, Carolina Oliveira, é considerada uma espécie de sócia oculta da Pepper. De acordo com a PF, entre 2013 e 2014, a Pepper recebeu R$ 520 mil do BNDES por serviços de publicidade e repassou R$ 236 mil a Carolina. Foi a partir daí que os agentes encontraram indícios de que Carolina era mais do que apenas uma colaboradora da agência.

A má notícia para Giles Azevedo e, consequentemente, para Dilma, é que os investigadores reconhecem a consistência dos depoimentos de Danielle Fonteles. Foi com base neles que, na sexta-feira 15, o empresário Benedito Oliveira, o Bené, amigo de Pimentel, foi preso preventivamente, também na Operação Acrônimo. Em 2010, Bené foi o responsável por custear as despesas de uma mansão em Brasília alugada para abrigar funcionários da campanha da presidente, sob a coordenação de Pimentel. Para a PF, o governador de Minas recebeu “vantagens indevidas” de Bené, como o pagamento de despesas pessoais dele e de sua mulher, Carolina Oliveira. Na delação, a dona da Pepper confirmou que Benedito Oliveira atuava como um dos financiadores da primeira campanha presidencial de Dilma. As empresas de Bené, como a Gráfica e Editora Brasil, receberam meio bilhão de reais do governo do PT. Muitos desses pagamentos para serviços gráficos e organização de eventos, sem comprovação de prestação de serviços. Como aqueles combinados entre Giles Azevedo, o homem de Dilma no esquema, e Danielle Fonteles.

 

Opinião dos leitores

  1. Os que estão querendo tomar o poder não são nem de direita nem de esquerda. São simplesmente ladrões.
    A mídia internacional já viu tudo, mas a mídia nacional é comparsa e insiste em querer enganar a população.

  2. Esse e o maior caso de microcefalia já existente no pais, bando de ladrões, aceitem a derrota que é melhor, doí menos!!!!KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKkkk

  3. Bomba ??? Isso já não é mais bomba, amigo. No máximo se for, é um traquezinho daqueles peido de véia.

  4. Aonde vamos parar com tanta corrupção. Fico pensando com meus botões o quanto de chacota os organismos e países sérios ficam rindo do povo brasileiro. Isso é uma vergonha, toda essa corrupção deveria ser julgada por um tribunal internacional, pois só assim teríamos certeza que essa quadrilha monstruosa realmente seria desbaratado e os seus deliquentes presos em presídios fechados. Vergonha.

  5. Realmente o povo está insatisfeito com o golpe. O golpe da quadrilha petista, saqueou os cofres e empresas públicas em nome de um projeto de poder eterno. Vai levar tempo para a investigação detalhar o esquema complexo de corrupção e de golpe do PT contra a nação. Enquanto isso, massa de manobrados, usam a rede para confundir a opinião publicA de forma ineficaz. Só convence analfabeto funcional e servidor público beneficiados com o jogo ideológico. Quando começar a atrasar salário de professor de rede pública, acaba o jogo de mentiras. A inflação bolivariana chegou.

  6. Os motivos alegados para o Impeachement não convenceram a sociedade, que diante do espetáculo dantesco transmitido ao vivo e acores, ficou chocada diante da Câmara de Deputados que temos.
    É preciso criar fatos novos pra alimentar o GOLPE com urgencia, pois a Imprensa Internacional já entendeu e está denunciando o GOLPE aos quatro cantos do Planeta.
    É preciso criar uma nova narrativa para fazer frente ao fiasco que se transformou em VERGONHA NACIONAL!

    1. Sabendo que não haverá mais comissionados e que terão que produzir 'trabalhar', eles tentam chamar toda a atenção se passando de vítimas, se for preciso até greve de fome fazem, mas o que não pode deixar de fazer é parar de mentir. Ser comunista com o dinheiro dos outros é fácil, difícil é querer trabalhar e mais ainda arranjar um emprego (diante a destruição econômica que um certo ParTido fez )….

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Como Nossa Senhora Aparecida foi proclamada rainha e padroeira do Brasil


Foto: Erica Viana/ Unsplash

Comemorado em 12 de outubro, o Dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida une fé e história nacional. Proclamada padroeira oficial do país pelo Papa Pio XI em 16 de julho de 1930, a santa teve sua data consagrada como feriado nacional 50 anos depois, por meio da Lei nº 6.802, de 30 de junho de 1980.

A relevância da santa na cultura brasileira reapareceu recentemente no debate eleitoral, após a circulação de uma desinformação de que o senador Flávio Bolsonaro (PL) retiraria o título da padroeira caso fosse eleito. Além de negar qualquer intenção do tipo, a mudança seria juridicamente e institucionalmente impossível: o título de padroeira é uma concessão pontifícia do Vaticano, fora do alcance de qualquer presidente da República.

Confira a trajetória que levou a imagem de terracota, encontrada quebrada em um rio, a se tornar a Rainha do Brasil.

O Milagre nas Águas

A história da devoção começou nas águas do Rio Paraíba do Sul, no Porto Itaguaçu (SP), em outubro de 1717. Na ocasião, os pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves foram encarregados de conseguir peixes para o banquete de recepcção a D. Pedro de Almeida e Portugal, conde de Assumar e governador da Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, que viajava rumo a Vila Rica (atual Ouro Preto).

Após sucessivas tentativas frustradas, João Alves lançou a rede mais uma vez. Ao recolhê-la, encontrou o corpo de uma pequena imagem de Nossa Senhora da Conceição, sem a cabeça. Na jogada seguinte, a rede trouxe a cabeça da escultura de terracota, de cor canela escura e 40 centímetros de altura.

Ao juntarem as duas partes em um lenço, os pescadores vivenciaram o primeiro milagre: os peixes, antes escassos, surgiram em tal abundância que o barco retornou completamente lotado.

O Reconhecimento de Roma e o Feriado Nacional

A devoção popular ganhou reconhecimento oficial da Igreja Católica no início do século XX, em 1904 a imagem foi coroada solenemente por Dom José Camargo Barros, em cerimônia com a presença do Núncio Apostólico e do presidente da República Rodrigues Alves. Dois anos depois, em 1906, o Papa Pio X concedeu privilégios litúrgicos especiais ao santuário, criando missa e ofício próprios para a celebração, além de conceder indulgências aos peregrinos.

Em 1930 o Papa Pio XI decretou oficialmente Nossa Senhora Aparecida como Rainha e Padroeira do Brasil. Já em 1980 a lei nº 6.802 oficializou o 12 de outubro como feriado nacional, dedicando a data à reflexão e devoção à Santíssima Virgem Maria sob a invocação de Nossa Senhora Aparecida.

Com informações do Metrópoles 

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Quem promete cargos ou ministérios em meu nome é picareta, diz Flávio Bolsonaro

Foto: REUTERS/Diego Herculano

O senador e candidato do Partido Liberal (PL) à disputa presidencial de 2026, Flávio Bolsonaro (PL), afirmou neste domingo (11) que as pessoas que estão usando seu nome para prometer cargos e Ministérios em um eventual governo são “picaretas”.

Em entrevista ao SBT News, seu irmão, ex-deputado, Eduardo Bolsonaro, afirmou que todas as nomeações de ministros de um governo de Flávio passarão diretamente pelo aval do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e que essas conversas ficarão para depois do segundo turno.

“Qualquer pessoa que esteja usando o meu nome e prometendo cargos ou ministérios é um picareta! Não acredite!”, escreveu Flávio em seu perfil no X.

O senador ainda pediu a seus eleitores que trabalhem para converter abstenções e votos indecisos para sua chapa.

“Cada voto importa! Converse com quem não foi votar no primeiro turno, procure quem ainda está indeciso. Ganhar mais um voto é fundamental neste momento!”, escreveu.

Com informações de Band Jornalismo e SBT News

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Hospital Rio Grande e Incor soltam nota e afirmam que a Unimed Natal mentiu sobre o caso da criança cardiopata

Foto: Reprodução

O INCOR/Hospital Rio Grande divulgou nota informando que a Unimed Natal faltou com a verdade quando informou, em nota, que havia resolvido a situação da criança cardiopata, cliente do plano de saúde.

Segue a nota:

O Hospital Rio Grande vem a público contestar as informações divulgadas pela Unimed Natal sobre o atendimento a uma criança cardiopata. A versão apresentada pela operadora não corresponde aos fatos registrados na condução do caso e deixa de esclarecer pontos centrais sobre a assistência prestada.

No caso de uma criança que necessitava de transferência, uma determinação judicial estabeleceu o prazo de duas horas para o cumprimento da medida. Entretanto, segundo os registros apresentados pelo Hospital Rio Grande, a transferência ocorreu após mais de 30 horas.

A solução foi viabilizada pela diretoria do Hospital Rio Grande, por meio de articulação jurídica e atuação da família. Portanto, não corresponde aos fatos atribuir à Unimed Natal a iniciativa de solucionar o caso.

A divulgação de uma versão que omite esses elementos compromete a compreensão dos acontecimentos e desvia a atenção do ponto central: a assistência a uma criança que precisava de atendimento. O episódio também evidencia a necessidade de esclarecer a interrupção dos atendimentos a crianças cardiopatas vinculadas à operadora.

A instituição não admite que a divulgação de informações divergentes dos fatos comprometa a compreensão pública de um caso que envolve a saúde de uma criança.

O Hospital Rio Grande mantém como princípios fundamentais o cuidado com a vida, a integridade dos pacientes e o compromisso com a verdade.

Natal, 11 de outubro de 2026
Hospital Rio Grande

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Flávio aciona Justiça Eleitoral contra diretor-geral da PF por suposto uso de estrutura da corporação em benefício de Lula

Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, acionou a Justiça Eleitoral neste domingo (11) contra o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, por suspeita de uso da estrutura da corporação para beneficiar eleitoralmente o PT.

A representação questiona o anúncio, feito por Rodrigues em 4 de outubro, dia do primeiro turno, de uma apuração preliminar sobre possível interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras. Segundo a defesa de Flávio, a investigação foi arquivada em 7 de outubro, o que reforçaria a suspeita de que a divulgação teve finalidade política e poderia prejudicar o candidato do PL.

Os advogados citam artigos do Código Eleitoral que proíbem o uso de serviços e instalações públicas para favorecer partidos políticos. Eles pedem que o Ministério Público Eleitoral conduza ou supervisione a apuração, além do acesso a documentos da Advocacia-Geral da União (AGU), da PF e da Procuradoria-Geral da República (PGR), e o depoimento do diretor-geral.

O caso teve origem em uma reportagem do jornal britânico The Guardian, publicada em 30 de setembro, sobre a discussão nos Estados Unidos de um possível repasse de US$ 1 milhão a um programa relacionado ao Brasil. No dia seguinte, a AGU encaminhou notícias-crime à PF e à PGR. A defesa de Flávio afirma que os documentos não indicavam um crime específico e não destacavam que o financiamento ainda estava em discussão.

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PROTESTO NO MARACA: Torcida do Flamengo critica Lula, Congresso, STF e fim das bets

Foto: Reprodução/Instagram

A torcida do Flamengo exibiu uma faixa com críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal (STF) antes do clássico contra o Fluminense, neste domingo (11), no Maracanã, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.

A mensagem foi exibida no Setor Norte do estádio e dizia: “Lula, Congresso e STF: o futebol brasileiro não pode ser vítima desse gol contra”, em referência à Medida Provisória 1.394/2026, conhecida como MP das bets que proibiu  apostas esportivas quanto os jogos e cassinos online virtuais no Brasil. Flamengo e Fluminense já haviam se posicionado institucionalmente contra a medida, assinada por Lula em 25 de setembro.

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[VÍDEO] Manifestação pró-Lula termina com depredação de estações de metrô na Avenida Paulista

Duas estações de metrô da Avenida Paulista, em São Paulo, foram fechadas neste domingo (11) após registros de vandalismo durante uma manifestação em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

As estações Trianon-Masp e Consolação tiveram pichações e danos às estruturas, segundo informações sobre a ocorrência. A Polícia Militar confirmou o fechamento e informou que os manifestantes que estavam sobre as estruturas já haviam descido.

Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a extensão dos danos, o número de envolvidos ou eventuais prisões.

Com informações de Revista Oeste

Opinião dos leitores

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Campanha de Flávio critica decisão de corregedor do TSE que liberou canal no WhatsApp criado por Janones: “Sempre a favor de Lula e das fake news”

Foto: Breno Esaki/Metrópoles/Mario Agra/Câmara dos Deputados

A campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) criticou neste domingo (11) a decisão do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, que suspendeu a ordem do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques para retirada do canal “Exército do Lula” do WhatsApp. Em nota, a equipe classificou a medida como “complacência” com a disseminação de notícias falsas favoráveis ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O canal, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) e com mais de 3 milhões de inscritos, havia sido retirado do ar por determinação de Nunes Marques, após pedido de campanha de Flávio. A decisão apontou suspeitas de divulgação de conteúdos considerados falsos pela Justiça Eleitoral. Posteriormente, Cueva determinou o restabelecimento do canal, por entender que não havia provas suficientes para justificar uma restrição tão abrangente.

Na manifestação, a campanha de Flávio também questionou a competência do corregedor para analisar aspectos relacionados ao plano de conformidade firmado entre a Meta e a Justiça Eleitoral. Segundo a equipe, a fiscalização desse acordo caberia ao presidente do TSE. A campanha afirmou ainda que seu objetivo é garantir o cumprimento da lei e combater a desinformação.

Confira a íntegra da nota da campanha de Flávio Bolsonaro:

É estarrecedora a adoção de decisões que revelam complacência com a descarada disseminação de fake News a favor de Lula. O canal de fake News que havia sido derrubado pela Presidência do TSE não apenas disseminava conteúdo falso abertamente, como também orientava milhões de seguidores a se comportarem de forma a fugir dos controles da Justiça Eleitoral e da própria Plataforma. É acintoso.

As diversas ações na Justiça Eleitoral possuem conteúdos distintos e efeitos diversos.

Jamais se colocou ao Corregedor, na imensa Ação de Investigação Judicial Eleitoral movida por sistemática disseminação de fake News em favor de Lula, o descumprimento flagrante do Plano de Conformidade que foi firmado entre o Grupo Meta e a Justiça Eleitoral. Não há uma linha sequer na AIJE sobre isso, pelo simples motivo de que a competência para essa fiscalização é do Presidente e não do Corregedor.

Ao Corregedor, compete analisar a prática de abuso de poder. Ao Presidente, controlar o Plano de Conformidade firmado com as Plataformas, que jamais deveriam permitir a instrumentalização de seus canais para fins ilícitos.

O único objetivo da campanha é o cumprimento da lei e o combate às fake News. Que esse seja o objetivo de todos.

O contexto é de claro atropelo. Mais uma vez a favor da fake News. Sempre a favor de Lula.

Opinião dos leitores

  1. Para que serve essa porcaria de TSE? Justiça brasileira virou uma zona. Um manda, outro desmanda. Quem magistrados são esses? Qual é o órgão superior das eleições?

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[VÍDEO] Janones comemora retorno do canal “Exército do Lula” ao WhatsApp

O deputado federal André Janones (Rede-MG) comemorou neste domingo (11) a retomada do canal “Exército do Lula” no WhatsApp, criado para mobilizar apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições. Nas redes sociais, o parlamentar afirmou: “Derrubamos a censura”.

O funcionamento do canal foi restabelecido por decisão do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, contrariando a suspensão determinada anteriormente pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques.

LEIA MAIS: TSE manda tirar do ar canal no WhatsApp criado por Janones para apoiar Lula por replicar fake news em massa

VEJA TAMBÉM: ÔH, LOUCO… Corregedor suspende decisão de presidente do TSE e reabilita canal ‘Exército do Lula’ no WhatsApp

Opinião dos leitores

  1. Que país é esse onde um deputado propaga abertamente fake news na barba da justiça e não dar em nada

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ÔH, LOUCO… Corregedor suspende decisão de presidente do TSE e reabilita canal ‘Exército do Lula’ no WhatsApp

Kassio Nunes Marques e Ricardo Villas Bôas Cueva | Fotos: Luiz Roberto/Secom/TSE e Alejandro Zambrana/TSE

O corregedor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, suspendeu neste domingo (11) a decisão do presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, que havia determinado a retirada do canal “Exército do Lula” do WhatsApp.

Com a nova decisão, o canal criado por André Janones para apoiar a reeleição de Lula (PT), que reúne mais de 3 milhões de inscritos, poderá voltar a publicar conteúdos e receber novos membros. A medida é liminar e ainda será analisada pelo plenário do tribunal eleitoral.

O canal havia suspenso por determinação de Nunes Marques, após pedido do candidato Flávio Bolsonaro (PL), sob suspeita de disseminação de desinformação.

Ao suspender a ordem, Cueva afirmou não haver provas suficientes para justificar uma restrição tão abrangente.

A decisão inicial citava a divulgação de conteúdos que, segundo Nunes Marques, já haviam sido reconhecidos como falsos pela Justiça Eleitoral, incluindo alegações sobre supostas ligações de Flávio com milícias e informações relacionadas às aposentadorias.

A campanha de Lula criticou a retirada do canal do ar e classificou a medida como ‘censura’. Já a campanha de Flávio havia defendido a decisão, argumentando que a liberdade de expressão não deve servir de justificativa para a disseminação sistemática de desinformação.

LEIA MAIS: TSE manda tirar do ar canal no WhatsApp criado por Janones para apoiar Lula por replicar fake news em massa

Opinião dos leitores

  1. Quem é a autoridade maior dessa zorra? Não seria o presidente do TSE? Só vale a ordem de quem Lula indicou? Dino já praticou o mesmo.

  2. Deplorável o judiciário brasileiro.
    Casa de mãe joana…
    O cara derruba a ordem do presidente,?
    Tá humilhando o Nunes Marques.
    A onde isso vai parar?

    1. Acho que tá na hora do NUNES MARQUES E O MENDONÇA pedirem pra sair. Nenhuma determinação deles vale de nada, qualquer um, derruba. Ministros indicados por Bolsonaro estão lá só de enfeite. Qualquer um, anula o que eles fazem. Só faltou ser ordem do janones.

  3. Oh louco mesmo. Um ministro individualmente sendo instância recursal de outro ministro presidente do tribunal, na cara dura mesmo.

  4. Já virou bagunça! Onde um corregedor tem mais competência do que um presidente da corte. É a mesma coisa que um ministro passe por cima de uma decisão do presidente da República. Creio que o Nunes vai dar o troco oaea não ficar desmoralizado.

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[VÍDEO] Apoiadores de Lula atacam mulher em plena Avenida Paulista

Imagens: Revista Oeste

Durante uma manifestação em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizada neste domingo (11), na Avenida Paulista, em São Paulo, uma mulher foi alvo de ofensas e ameaças por participantes do ato.

A situação exigiu a intervenção da Polícia Militar, que escoltou a mulher para fora do estabelecimento enquanto as hostilidades continuavam.

Até o momento, não há informações sobre o que teria motivado a abordagem ou se houve registro de ocorrência policial.

Revista Oeste

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