O BG de forma exclusiva apurou de noite deste sábado(14) para o inicio deste domingo(15) com moradores, corretores de imóveis e pessoas da prefeitura do Natal o motivo para aquela área tão vulnerável, principalmente, o terreno onde deslizou tudo em Areia Preta, não ter uma drenagem adequada e até mesmo um muro de contenção.
As fortes chuvas que caem há três dias em Natal e que causaram deslizamentos, pânico e transtornos no Morro de Mãe Luíza e a interdição de uma parte da av. Governador Silvio Pedroza, principalmente entre os edifícios Infinity e Aldebaran poderiam ter sido amenizados e até evitados, caso a Prefeitura de Natal tivesse cumprido com o acordo firmado entre a administração municipal e as construtoras Cyrela e Delphi.
O blog apurou que a construtora Cyrela responsável pelo edifício Infinity e a construtora Delphi dona do terreno onde acontece o grave deslizamento de terra, teriam procurado a Prefeitura de Natal, na época administrada pela prefeita Micarla de Sousa, para realizar uma obra de drenagem que seria fundamental no local, antes da lançar os empreendimentos, para evitar danos causados pelas chuvas.
De acordo com fontes do blog, o acordo previa que a obra de drenagem, orçada em quase R$ 1 milhão, seria de 1/3 para cada: Delphi, Cyrela e Prefeitura. Porém, depois de acertado, a prefeitura alegou, na época, não ter verba suficiente e caberia às construtoras arcar com os custos e receber descontos em impostos.
A construtora Delphi – atualmente BSPAR – desistiu de lançar o empreendimento no terreno devido às dificuldades financeiras no momento e falta de recursos para a obra. O mesmo aconteceu com a Cyrela que não iria bancar sozinha e preferiu investir em uma fundação “mais resistente” no edifício Infinity.
O problema é que a não realização da obra de drenagem e liberação do local para a construção dos empreendimentos está colocando a vida de muitas pessoas em risco e hoje, a defesa civil, solicitou a retirada imediata dos moradores da região e dos edifícios Infinity e Aldebaran ao lado do terreno baldio.
Foto: Reprodução
Preferiu investir em uma fundação “mais resistente”, isso em engenharia não existe. Trabalha-se para conseguir uma fundação mais econômica possível que atenda as normas e consequentemente os limites de segurança.PAPO FURADO.
É MELHOR APRESENTAREM UMA JUSTIFICATIVA MAIS TÉCNICA.
Outra, foi a primeira chuva que ocorreu naquela área? Se choveu já muito mais forte e nunca houve desmoronamentos…..
Sobre o q o Carvalho escreveu, pergunto se são irregulares só as construções feitas pelos pobres no alto do morro, ou tb os edifícios dos ricos feitos na base, com licenças agora comprovadamente suspeitas… O poder público deve combater só a dos pobres ou tb desocupar os edifícios dos ricos???
Faz o seguinte: Vai atrás dos secretários que liberaram as obras para descobrir quanto foi a "bola"para liberarem essas obras. TODO MUNDO JÁ ESTÁ CARECA DE SABER!!!
Mas será que a prefeitura combateu as construções irregulares e em áreas de risco?
Sendo verdade, todos são culpados!