Esporte

Brasileirão: Flamengo tem 96% de chances de ser campeão, enquanto Cruzeiro e Fluminense perigam queda; veja possibilidades de título e rebaixamento

Foto: João Carlos Gomes/MyPhoto Press / Estadão Conteúdo

Entramos na reta final do Campeonato Brasileiro. Até o dia 08 de dezembro, quando está marcada a última rodada, cada equipe disputará mais 10 partidas. Em jogo estão as definições do título da competição nacional, que está cada vez mais próximo do Flamengo, e dos quatro rebaixados para a segunda divisão, além da briga pelas vagas para os torneios internacionais.

Com a vitória diante do CSA, no último domingo (27), no Maracanã, por 1 a 0, o Flamengo chegou a 96% de chance de ser campeão brasileiro. O Palmeiras, com 10 pontos a menos na tabela de classificação, derrotou o Avaí na Ressacada por 2 a 1 e se manteve vivo na disputa pelo troféu. As chances, porém, são de apenas 3%. Já o Santos, agora tem apenas 1% de chance, depois de empatar o clássico paulista com o Corinthians, no sábado (26). Os números são do matemático Tristão Garcia, do site ‘Info Bola’.

Na parte de baixo, a briga é muito maior. Onze equipes ainda correm risco de cair para a Série B, sendo que Chapecoense e Avaí já alcançaram 99% de chance de serem rebaixados. Goiás e Vasco, 10º e 11º colocados respectivamente, tem chances mínimas de jogaram a segunda divisão em 2020.

 

Esporte Interativo

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Economia

Carnaval injeta quase meio bilhão na economia do RN e expõe força do consumo na folia

Show na Avenida da Alegria no Carnaval de 2025 — Foto: Magnus NascimentoFoto: Magnus Nascimento

O Carnaval vai aquecer fortemente o comércio e o turismo no Rio Grande do Norte em 2026. Levantamento do Instituto Fecomércio RN projeta que a festa movimente cerca de R$ 455,6 milhões, impulsionada pelo aumento da intenção de compra entre os consumidores, especialmente em Natal e Mossoró, onde mais da metade da população afirma que pretende gastar para aproveitar o período.

Na capital potiguar, 59,7% dos entrevistados planejam comprar algo para o Carnaval — índice superior aos anos anteriores. Em Mossoró, o cenário é semelhante, com 57% dos consumidores dispostos a ir às lojas. O gasto médio estimado gira em torno de R$ 400 nas duas cidades, com maior procura por alimentos e bebidas, roupas, transporte, acessórios e hospedagem.

Segundo o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, a data se consolida como uma das mais relevantes para a economia no primeiro semestre, movimentando diversos setores e fortalecendo festas tradicionais também no interior. A pesquisa aponta ainda que o preço continua sendo o principal fator de decisão de compra, seguido por qualidade e variedade dos produtos.

Além do comércio, o litoral deve concentrar grande parte do fluxo de foliões, aquecendo serviços turísticos, combustíveis e alimentação fora de casa. Em Natal, o Pix aparece como principal forma de pagamento, enquanto em Mossoró o cartão de crédito lidera. O estudo foi realizado entre 13 e 25 de janeiro, com 600 entrevistas na capital e 505 no município mossoroense.

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Política

Lula ironiza prefeitos do PL em evento e expõe embate político com aliados de Bolsonaro

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protagonizou um momento de ironia — e também de provocação política — ao posar com prefeitos do ABC Paulista durante agenda em Mauá, nesta terça-feira (9). Ao perceber que dois gestores presentes eram filiados ao PL, partido ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, Lula falou que o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, poderia “bater neles” por aparecerem na foto ao seu lado.

Durante o discurso, o petista ressaltou que, apesar do embate político com o PL no Congresso, o governo federal mantém repasses e investimentos para municípios administrados por adversários. “O PL é o maior inimigo nosso na Câmara, mesmo assim vocês estão recebendo ambulância”, afirmou, defendendo que respeita o voto das cidades independentemente da sigla partidária dos prefeitos.

Entre os gestores presentes estavam Marcelo Oliveira (PT–Mauá), Gilvan Junior (PSDB–Santo André), Marcelo Lima (Podemos–São Bernardo do Campo), Tite Campanella (PL–São Caetano do Sul), Taka Yamauchi (MDB–Diadema), Akira Auriani (PSB–Rio Grande da Serra) e Guto Volpi (PL–Ribeirão Pires). A presença de prefeitos do partido bolsonarista ao lado de Lula evidenciou a disputa política que antecede o próximo ciclo eleitoral.

O evento marcou a entrega de ambulâncias do Samu, equipamentos para atenção básica e kits de teleconsulta, além da assinatura de ordens de serviço para obras na área da saúde e educação, incluindo uma policlínica, unidades básicas e um campus do Instituto Federal de São Paulo em Mauá. Nos bastidores, aliados veem a agenda como mais um movimento do Planalto para ampliar pontes municipais enquanto o clima político entre PT e PL segue em alta tensão.

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Geral

Pela 1ª vez, MEC deixa 45 mil deficientes visuais sem livros didáticos no início do ano letivo

Segundo entidades, a ausência de materiais didáticos no sistema de escrita em relevo pode afetar a qualidade de ensino e formação desse públicoFoto: Freepik

Mais de 45 mil alunos cegos ou com baixa visão vão começar hoje o ano letivo sem acesso a livros didáticos em Braille, sistema de escrita tátil em papel relevo voltado para deficientes visuais. A denúncia é da Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistiva (Abridef), que representa o setor que produz conteúdos desse tipo. Os materiais em Braille são considerados essenciais para a alfabetização e acompanhamento escolar desse público. A situação afetaria estudantes tanto de turmas regulares quanto de Educação de Jovens e Adultos (EJA) dos ensinos fundamental ao médio.

Segundo a Abridef, é a primeira vez, desde a criação do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD), há quatro décadas, em que não houve cronograma oficial nem garantia orçamentária específica para livros acessíveis em um ano letivo. Procurado, o Ministério da Educação (MEC) alegou que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) “possui contratos vigentes que asseguram o atendimento” a esses alunos, mas não respondeu diretamente sobre a entrega dos materiais em Braille.

‘Braille zero’

O relato da Adribef é reiterado pelo Instituto Benjamin Constant, órgão federal vinculado ao próprio MEC que oferece ensino especializado a esse público. Sediada no Rio, a entidade é considerada pioneira na América Latina na educação de pessoas com deficiência visual e oferece material didático impresso em gráficas próprias. Seu diretor-geral, Mauro Conceição, confirmou que 2026 será um ano de “Braille zero” em escolas brasileiras, conforme informações recebidas do FNDE.

— Ou seja, não haverá recursos para a produção, publicação e distribuição de livros em Braille e em tinta ampliada. O prejuízo nas escolas será enorme. Isso significa tirar a capacidade de aprendizagem em sua plenitude do aluno cego. Ele já tem a limitação da falta da visão: esse estudante aprende ouvindo e com as mãos. Se você não dispõe desse instrumento o aluno terá um déficit cognitivo irrecuperável — destaca.

Já o presidente da Abridef, Rodrigo Rosso, reforça que não há alternativa adequada para a alfabetização de crianças com deficiências visuais além do próprio Braille:

— Quando uma criança aprende a ler e escrever, ela vê a letra “A” ou “B” e a associa a um som. O Braille funciona da mesma forma, mas a construção simbólica acontece pelo tato, assim como a Língua Brasileira de Sinais (Libras) funciona para a pessoa surda. Sem ele, você forma um analfabeto funcional. O livro digital é complementar, ninguém ignora outras tecnologias, mas elas não substituem o Braille no aprendizado da leitura e da escrita.

Nas contas da associação, o custo estimado para atender todos os alunos cegos com livros em Braille é de aproximadamente R$ 40 milhões, o que representaria menos de 1% do orçamento anual do PNLD, que supera R$ 5 bilhões. Para a Abridef, a indisponibilidade do material didático adequado trata-se de uma decisão política, não financeira:

— Enviamos uma série de ofícios ao governo federal. Nunca recebemos uma resposta clara dizendo que a ausência do Braille fosse uma questão orçamentária. Esse sistema é a principal ferramenta de autonomia da pessoa cega. Inclusive, agora em janeiro, o Braille foi reconhecido como patrimônio cultural pela Unesco. É a ferramenta ideal de letramento para deficientes, e o Brasil está indo na contramão disso.

O número de 45 mil estudantes cegos em idade escolar é mensurado pela associação a partir de dados do IBGE. No entanto, apenas 7.321 estão identificados nos sistemas do MEC, que utiliza informações do Censo Escolar, do Inep. Desses, 3.500 — menos da metade — teriam recebido os livros adaptados em 2024. Ou seja, mesmo em anos considerados regulares mais de 90% dos alunos com deficiência visual ficam de fora da política pública. Agora, se nada mudar, nessa pequena parcela será atendida.

Com informações do O Globo

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Política

CPI do Banco Master ganha força no Senado, mas trava na cúpula do Congresso

Foto: Carlos Moura/Agência Senado

O apoio à criação de uma CPI para investigar o escândalo envolvendo o Banco Master já é maioria no Congresso Nacional, com força maior no Senado do que na Câmara dos Deputados. Levantamento do Placar do Estadão aponta que 56 dos 81 senadores defendem algum tipo de investigação, enquanto na Câmara o número chega a 304 parlamentares favoráveis, embora o avanço do colegiado ainda enfrente resistência política.

Mesmo com o volume de apoio, a instalação da comissão segue incerta. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o pedido vai “entrar na fila”, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ainda não sinalizou respaldo público à proposta. Nos bastidores, a avaliação é que o caso esbarra em interesses políticos e disputas internas que podem adiar qualquer decisão.

Até agora, dois requerimentos foram protocolados e um terceiro tenta reunir assinaturas suficientes. O deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) quer investigar a relação entre o Banco Master e o BRB, enquanto o bolsonarista Carlos Jordy (PL-RJ) articula uma CPMI com deputados e senadores para apurar possíveis fraudes financeiras e prejuízos bilionários.

Além das denúncias envolvendo a instituição financeira, o debate também ganhou contornos políticos ao incluir possíveis conflitos de interesse ligados a ministros do STF, como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Apesar da pressão crescente, líderes do Congresso ainda seguram o ritmo das investigações, alimentando críticas de que a maioria favorável pode não ser suficiente para tirar a CPI do papel.

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Geral

Em TV francesa, Flávio Bolsonaro critica Lula, STF e Macron e volta a falar em “perseguição” política

Foto: Reprodução/CNews

Em entrevista ao vivo à emissora francesa CNews, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) elevou o tom contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ministro Alexandre de Moraes, do STF, e o presidente da França, Emmanuel Macron. O parlamentar afirmou que o Brasil não vive uma “democracia plena” e voltou a sustentar que decisões judiciais contra a oposição seriam fruto de perseguição política, discurso que reacende a tensão entre bolsonaristas e instituições.

Durante a conversa, Flávio citou investigações envolvendo o INSS e mencionou o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, ao falar de suspeitas de desvios. O senador classificou o cenário nacional como uma “crise moral”, enquanto o próprio Lula já declarou que eventuais responsabilidades devem ser apuradas e punidas caso sejam comprovadas.

O pré-candidato ao Planalto também mirou Macron, dizendo que França e Brasil precisariam eleger “novos presidentes” e acusando o líder europeu de fazer críticas ambientais apenas durante o governo Jair Bolsonaro. A fala ocorre após a visita do francês ao Brasil e a participação em agendas ambientais, tema que segue sendo ponto sensível na relação bilateral.

Em tom eleitoral, Flávio ainda comentou o acordo União Europeia-Mercosul e encontros recentes com políticos da direita europeia, reforçando o discurso internacional alinhado à oposição brasileira. As declarações ampliam o embate político fora do país e sinalizam que o clima pré-eleitoral já contamina agendas externas e entrevistas internacionais.

Com informações do Poder360

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Política

Brasil patina no combate à corrupção e repete pior colocação histórica em ranking global

Praça dos Três Poderes, em BrasíliaFoto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

O Brasil voltou a figurar entre os piores colocados no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) da Transparência Internacional. Em 2025, o país marcou 35 pontos em uma escala que vai até 100 — quanto menor a nota, maior a percepção de corrupção — e permaneceu na 107ª posição entre 182 nações avaliadas, cenário que a organização classifica como de “estagnação” institucional.

A informação é do jornal O Globo. Apesar de ter subido um ponto em relação ao ano anterior, a própria ONG considera a variação estatisticamente irrelevante. A avaliação é baseada em indicadores que medem a percepção de especialistas e executivos sobre corrupção no setor público e mecanismos de controle. Há mais de uma década o Brasil permanece abaixo da média global e também atrás da média das Américas, ambas com 42 pontos.

Segundo o diretor executivo da Transparência Internacional no Brasil, Bruno Brandão, o resultado reflete problemas nos três poderes. Ele afirma que o governo federal apresentou avanços no combate à lavagem de dinheiro, mas também teria permitido a captura política de estatais e o crescimento das emendas parlamentares. Já o Congresso é criticado por aprovar medidas que, na visão da ONG, enfraquecem o combate à corrupção, enquanto o STF é citado por decisões que alimentariam a sensação de impunidade em casos de macrocorrupção.

No ranking global, Dinamarca, Finlândia e Cingapura lideram como países menos corruptos, enquanto Somália e Sudão do Sul aparecem nas últimas posições. O Brasil ficou próximo de países como Sri Lanka e abaixo de nações latino-americanas como Argentina, reforçando a avaliação da entidade de que o país segue “travado” no enfrentamento estrutural da corrupção.

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Política

VÍDEO: Escala 6×1 vira palanque e Congresso acelera proposta sob pressão eleitoral, afirma Waack

 

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Vídeo: Reprodução/CNN

O avanço da proposta que prevê o fim da escala 6×1 no Congresso ganhou ritmo acelerado após o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhar uma PEC à Comissão de Constituição e Justiça, abrindo oficialmente a tramitação do tema. A movimentação ocorre em meio a um ambiente político cada vez mais influenciado pelo calendário eleitoral e pela disputa de narrativas sobre direitos trabalhistas.

A informação é do colunista William Waack, da CNN. O governo federal tenta carimbar a pauta como bandeira própria e articula um projeto de lei em regime de urgência para reduzir a jornada sem corte salarial. Paralelamente, outro texto que já avançou no Senado prevê a diminuição da carga semanal de 44 para 36 horas, ampliando a pressão sobre deputados para acelerar a discussão.

Especialistas apontam, no entanto, que a redução da jornada já ocorre por meio de negociações coletivas, muitas vezes abaixo das 40 horas semanais. Para o sociólogo José Pastore, a imposição por lei pode ignorar diferenças entre setores econômicos e transformar uma discussão complexa em promessa política de curto prazo.

Críticos alertam que mudanças obrigatórias sem análise de impacto podem gerar inflação, aumento da automação e até enxugamento de empregos, enquanto o debate segue dominado pelo apelo popular da proposta — combustível perfeito para o clima pré-eleitoral que tomou conta do Congresso.

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Judiciário

VÍDEO: Desembargador do TJ-MG lidera ranking de ‘penduricalhos’ e embolsa R$ 2,2 milhões em 2025

Imagens: Reprodução/Metrópoles

Um desembargador do TJMG aparece como o campeão nacional em pagamentos extras, os chamados “penduricalhos”, no ano de 2025. Somados, os valores classificados como “direitos pessoais”, “indenizações” e “direitos eventuais” chegaram a R$ 2,2 milhões brutos no período.

Na prática, isso significa uma média mensal de R$ 186,4 mil pagos ao magistrado ao longo do ano, apenas com esses adicionais. Os “penduricalhos” são valores que vão além do salário regular e entram na folha com diferentes classificações administrativas.

Esse tipo de pagamento tem sido alvo de críticas em todo o país por inflar a remuneração no Judiciário, mesmo em um cenário de restrições orçamentárias. Enquanto a maioria dos brasileiros enfrenta limites salariais rígidos, essas verbas extras continuam elevando os ganhos no topo da magistratura.

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Política

VÍDEO: “Jornalistas e políticos são ansiosos”: Alckmin evita falar de 2026

Imagens: Reprodução/Metrópoles

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, desconversou ao ser questionado sobre a possibilidade de voltar a ser vice na chapa de Lula nas eleições de 2026. Procurado pelo site Metrópoles, ele evitou qualquer definição sobre o próprio futuro político.

Sem responder objetivamente, Alckmin se limitou a afirmar que “há dois tipos de ansiosos na vida: jornalistas e políticos”. A declaração foi após o evento de aniversário do PT, onde o vice chegou a fazer o “L” e apareceu usando uma meia vermelha, símbolo tradicional do partido.

O ato petista chegou a prever o pré-lançamento da campanha de reeleição de Lula, mas o início oficial da disputa foi adiado de última hora. O recuo ocorre em meio a declarações recentes do presidente sobre o destino de sua chapa para 2026.

Em entrevista ao UOL News, na quinta-feira (5), Lula afirmou que Alckmin “tem muito a contribuir” em São Paulo, sinalizando possível mudança de rota.

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Judiciário

Justiça proíbe veículos nas praias de Touros após ação do MPF

Foto: Reprodução

A Justiça Federal determinou a proibição da circulação de veículos nas praias de Touros, no Litoral Norte, após ação civil pública movida pelo MPF. A decisão atinge carros, motos, quadriciclos e buggies que trafegavam pela faixa de areia do município, localizado a cerca de 90 km de Natal.

A sentença confirma uma liminar anterior e estabelece que a restrição não se aplica a veículos essenciais, como ambulâncias, viaturas de segurança pública, limpeza urbana, transporte de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, além de apoio à pesca artesanal e a práticas esportivas autorizadas. Todos devem ser previamente cadastrados, identificados e supervisionados.

No período entre novembro e junho, quando ocorre a desova das tartarugas-marinhas, o município deverá intensificar a fiscalização para coibir a circulação e a permanência irregular de veículos nas praias. A decisão também prevê a instalação de câmeras e placas de advertência, ações de educação ambiental, criação de um comitê local, identificação dos veículos autorizados e a definição de uma rota alternativa para passeios turísticos.

A Justiça manteve multa aplicada em decisão anterior e fixou o prazo de 30 dias para que o município apresente um cronograma de execução das medidas, com comprovação periódica do cumprimento. Segundo a 15ª Vara Federal do RN, enquanto não houver rota alternativa implantada, segue válida a proibição de veículos automotores não oficiais. A decisão ainda cabe recurso.

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