

Ainda no início da tarde as imagens do eclipse lunar já inundavam as redes sociais. A partir da Ásia, o fenômeno ficou visível especialmente de países do Oriente Médio e do Norte da África. A Agência Espacial dos Estados Unidos (Nasa) transmitiu ao vivo em seu serviço de vídeo online (streaming) imagens do eclipse de diferentes pontos do globo, a partir de observatórios em países como os Emirados Árabes Unidos, Grécia e Israel. Na transmissão, foi possível ter diferentes ângulos e efeitos luminosos do evento na superfície lunar.
No Brasil, pessoas se mobilizaram em diversas cidades para acompanhar o evento, que recebeu o nome de “Lua de Sangue” por conta do efeito avermelhado que se forma na refração dos raios solares na superfície lunar. Os tons alaranjados e avermelhados se deviam à passagem dos feixes de luz pela atmosfera terrestre. A expectativa também era pelo planeta Marte, que apareceria de maneira mais visível do que de costume.
Bacana