Foi uma sequência inédita de humilhações públicas em prazo curto de apenas 28 dias, um recorde, até que o ex-ministro da Saúde Nelson Teich desistiu. Ele não suportou o aviso do presidente de que nesta sexta (15) mudaria o protocolo do Ministério da Saúde para tratamento de covid-19. Ou mudaria o ministro. Na véspera, Bolsonaro se referiu a Teich aportuguesando seu sobrenome, como claro sinal de menosprezo.
Teich passou vexame ao ser informado por jornalistas, e não pelo presidente, sobre o decreto alterando a lista dos serviços essenciais.
A impaciência de Bolsonaro teve um único motivo: a recusa do Ministério da Saúde de adotar a cloroquina para tratamento de covid-19 no SUS.
Teich não gostou, mas não reclamou, da ocupação dos cargos-chave por militares levados pelo secretário-executivo, general Eduardo Parzuello.
Apesar do bullying, Teich saiu do cargo de maneira elegante, sem mágoas do presidente, a quem inclusive agradeceu a oportunidade.
CLÁUDIO HUMBERTO

quem tem vergonha mesmo é o luladrão, gleise traidora hofman, zé ladrão dirceu, genoino e quadrilha.
Kkkkk e o petê? Munge gado véi..
Eu acho q o ministro saiu por cima , tendo fidelidade a profissão escolhida e honrando o juramento feito e quanto aos politicos tenho cá minhas dúvidas né sr presidente?
Os militares perderam a vergonha na cara