Sujeito a pena de prisão superior a 19 anos, porque as sentenças do juiz federal Sergio Moro são sempre muito severas, o fazendeiro José Carlos Bumlai voltou a ser pressionado pela família a considerar um acordo de delação premiada, a fim de tentar diminuir a sentença. Moro não pegou leve quando julgou crimes de lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção ativa e passiva, na Operação Lava Jato.
O temor dos familiares de Bumlai tem a ver sobretudo com questões afetivas, porque seu filho e sua nora acabaram metidos no rolo.
Em seu depoimento, Bumlai isentou o amigo Lula, mas, se fizer mesmo acordo de delação, terá de contar tudo o que sabe. Aí a casa cai.
Com o patriarca e o filho presos, os Bumlai temem a destruição da família e dos seus negócios, mais importantes que a amizade a Lula.
Bumlai obteve R$12 milhões do banco Schahin para a campanha de Lula. A Petrobras, subordinada a Lula, recebeu ordem para dar um contrato bilionário a Schahin como pagamento do empréstimo. E Lula não é investigado?!
porta cara para de puxar o saco da direita deixa de ser idiota, porque tu não fala do avião cheio de cocaína do Aécio dos cambalachos de furna dos trambiques da pirataria tucana?
E tome lexotan, rivotril e tudo mais.
O STF vai jogar no colo de Renan Calheiro a decisão do impeachment, aguardem…
Quem decidiu? Ministro escolhido e nomeado pelo PT. Isso é o quê?
Se o impeachment for usurpado pelos aloprados que aparelharam o Estado, ainda restam o TSE e as contas reprovadas de Dilma. Adicionando a conta a saída de 80% do PMDB da base de apoio ao governo corrupto do PT depois da operação proposital da PF de ontem (15/12) em cima do partido.
Isso, como bom petista, até onde as PROVAS mostram BUMLAI era AMIGO ÍNTIMO de LULA e pelos depoimentos dele, FAZIA NEGÓCIOS PARA O PT. Precisa desenhar… Petista em geral tem "pobrema" com raciocínio, talvez desenhando, um dia consiga entender…
Em avaliação sobre o resultado das eleições de 2026, o CEO do Instituto Millenium, Ricardo Gomes, acusou o Partido dos Trabalhadores (PT) de promover um aparelhamento das instituições públicas para consolidar seu projeto de poder. Segundo o executivo, o campo conservador e liberal precisa compreender o funcionamento da estratégia governista para estruturar uma oposição eficaz ao governo Lula.
“O PT pode tudo porque o PT aparelhou tudo. E o PT aparelhou para usar”, declarou Gomes durante análise do cenário pós-pleito.
O executivo apontou o uso da máquina pública como fator decisivo no pleito, citando como exemplo a antecipação do pagamento de benefícios sociais, como o Bolsa Família, no período que antecedeu a votação.
Diante do quadro consolidado, Gomes sustentou que a oposição deve abandonar teses sobre anulação do processo eleitoral e direcionar seus esforços para a reorganização estratégica do campo político. Para ele, a disputa de 2026 exige uma profunda reflexão sobre o papel da corrente liberal e sua capacidade de articulação com outras forças da direita.
O papel de Bolsonaro e a projeção para 2030
Ao analisar a formação do campo conservador, Ricardo Gomes destacou a relevância do ex-presidente Jair Bolsonaro na consolidação dessa vertente no país. Ele enfatizou que a direita brasileira é heterogênea e abrange diferentes correntes que demandam atuação coordenada.
De acordo com o CEO, o expressivo desempenho das forças conservadoras no Congresso Nacional demonstra a solidez dessa base eleitoral no Brasil. No entanto, ele ressaltou que o desafio central da oposição até as próximas eleições presidenciais será converter essa força parlamentar em uma plataforma política estruturada: “É necessário transformar essa força em um projeto político capaz de disputar a Presidência em 2030.”
O presidente do Partido da Causa Operária (PCO) e candidato derrotado na disputa presidencial, Rui Costa Pimenta, criticou publicamente nesta terça-feira (27) a determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de apreender os passaportes do senador Flávio Bolsonaro (PL). Em declarações divulgadas nas redes sociais, Pimenta classificou a medida judicial como uma “perseguição política”.
“Até um cego vê que se trata de uma perseguição política”, afirmou a liderança em publicações veiculadas na conta oficial do PCO no X (antigo Twitter).
Críticas ao STF e menção a inquéritos
Ao comentar a ordem descumprida pelo parlamentar, que não entregou os documentos à Polícia Federal antes de embarcar para o exterior, o dirigente questionou a extensão das medidas cautelares impostas pelo STF.Pimenta mencionou pontualmente as apurações que envolvem o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
“Mundo da fantasia. Se pedissem o passaporte de todo mundo que se envolveu com Vorcaro, inclusive do PT, (…) precisaria alugar um prédio em Brasília para guardar os passaportes. Flávio Bolsonaro não foi condenado por nada disso. É uma questão política e nada mais”, declarou o presidente da sigla.
Em tom incisivo, o político questionou a atuação do Tribunal e elevou o tom institucional ao afirmar que o “STF exerce uma ditadura”. Ele ressaltou que a postura do PCO em defender o voto nulo no segundo turno das eleições derivou do entendimento de que “votar em Lula era também votar no STF”.
Repercussão e defesa de garantias
As manifestações de Rui Costa Pimenta geraram reação negativa nas redes sociais, com usuários acusando o líder de extrema-esquerda de atuar na defesa de Flávio Bolsonaro.
Em resposta aos questionamentos, Pimenta rebateu as críticas alegando que sua posição não representa apoio individual ao senador do PL, mas sim a defesa intransigente de princípios fundamentais: “Não estou defendendo o Flávio Bolsonaro, estou defendendo os interesses democráticos do povo”.
O governador eleito do Paraná, Sergio Moro (PL), saiu em defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL) na tarde desta terça-feira (27), classificando como “compreensível” a decisão do parlamentar de deixar o Brasil. Candidate derrotado na corrida presidencial, Flávio embarcou com a família para os Estados Unidos no mesmo dia em que venceu o prazo para a entrega de seus passaportes à Polícia Federal.
Nas redes sociais, Moro criticou a ordem judicial emitida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). “Em que tipo de país o candidato da oposição à presidência, que teve 59 milhões de votos, tem o seu passaporte apreendido no dia seguinte à eleição? O Brasil segue longe da normalidade institucional. No contexto, Flávio deixar o país é compreensível”, publicou o governador eleito.
Passaporte cancelado e viagem aos EUA
A movimentação de Flávio ocorreu após determinação do STF para que o senador entregasse seus documentos de viagem à Polícia Federal em até 24 horas — prazo encerrado às 11h desta terça-feira. A decisão do ministro Alexandre de Moraes também proibia o parlamentar de deixar o país e de manter contato com o advogado Willer Tomaz.
Como os passaportes não foram entregues no limite estipulado, a Polícia Federal procedeu com o cancelamento formal dos documentos. A ida do senador para território norte-americano foi confirmada por aliados e por autoridades dos Estados Unidos. Segundo integrantes do entorno de Flávio, a viagem teria recebido sinalização positiva de interlocutores do governo de Donald Trump em relação a um eventual pedido de asilo político.
Divisão interna no PL
A saída repentina do país gerou reações mistas no núcleo político de Flávio Bolsonaro. Enquanto correligionários do Partido Liberal expressaram surpresa e descontentamento — com aliados classificando a conduta como “inaceitável” —, outros fecharam cerco em defesa do senador. O vice em sua chapa, deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), declarou que o candidato é vítima de uma “perseguição implacável”.
Investigações no STF
Flávio Bolsonaro é alvo de três inquéritos em curso no STF:
Calúnia: Processo movido pelo presidente reeleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Financiamento de filme: Apuração sobre suspeitas em torno da produção Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Lavagem de dinheiro e evasão de divisas: Investigação de supostas irregularidades em associação com o advogado Willer Tomaz.
O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta terça-feira (27/10), por unanimidade, que a Federação formada pelo PSOL e pela Rede Sustentabilidade cumpriu os requisitos da cláusula de desempenho (ou cláusula de barreira). Com o resultado, o bloco assegura o acesso contínuo aos recursos do Fundo Partidário e do Fundo Eleitoral, além de manter o tempo propaganda partidária no rádio e na televisão.
A decisão se deu na análise de um pedido administrativo apresentado pela própria federação. O relator da matéria, ministro Kassio Nunes Marques, deu provimento ao pedido ao aceitar o arredondamento para cima dos percentuais estaduais que superassem 1,45% da votação válida para deputado federal. O entendimento do relator foi acompanhado pelos demais ministros da Corte.
Na defesa do pedido, a Federação PSOL/Rede citou precedentes das eleições de 2018, em que legendas como Avante e PV tiveram frações decimais arredondadas para atingir o patamar mínimo exigido na época (1%).
Embora o ministro Kassio Nunes tenha afastado a alegação de quebra de isonomia por considerar as situações fáticas distintas, ele acatou a aplicação das regras de arredondamento da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Por esse critério de escala decimal, percentuais acima de 1,45% passam a ser arredondados para 1,50%.
Com a aplicação da regra no Espírito Santo, a federação alcançou 1,50% dos votos para deputado federal no estado, atingindo o número mínimo necessário de nove unidades da federação para superar a cláusula nacional.
Em nota oficial, a liderança da federação comemorou o resultado do julgamento: “A Federação PSOL/REDE alcançou, com grande folga, os critérios nacionais. Obteve praticamente 5% dos votos válidos para deputado federal no Brasil, o que é quase o dobro do exigido pela cláusula.”
A jornalista Valéria Araújo morreu nesta terça-feira (27), em Natal, aos 40 anos, após enfrentar uma nova fase da luta contra o câncer. Ela completaria 41 anos em 20 de dezembro.
Valéria havia passado por tratamento e conseguido controlar a doença, mas, recentemente, o câncer retornou de forma agressiva. Na carreira, trabalhou com a jornalista e colunista Liege Barbalho, foi assessora de imprensa da vereadora Nina Souza e, mais recentemente, coordenava a comunicação do Conselho Regional de Educação Física da 16ª Região (CREF16/RN).
Ela deixa uma filha adolescente, Eduarda. A notícia comove colegas e amigos que acompanharam sua trajetória profissional e pessoal.
O local e o horário do velório ainda serão divulgados pela família.
O ex-estrategista da Casa Branca e ideólogo do movimento conservador norte-americano, Steve Bannon, fez declarações contundentes defendendo que o presidente Donald Trump pressione o governo brasileiro até que o resultado das eleições do último domingo seja anulado. Sem apresentar qualquer prova que sustente a acusação de fraude, Bannon afirmou publicamente que o senador Flávio Bolsonaro foi o verdadeiro vencedor do pleito e projetou uma ofensiva de Washington para isolar o que chamou de regime marxista no Brasil.
Em tom inflamado, Bannon declarou que o parlamentar brasileiro assumirá a Presidência e disputará a reeleição em 2030, enquanto o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva terminará na prisão.
Ao ser questionado sobre o recuo do grupo político do senador, Bannon manteve os ataques e utilizou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal — que determinou a entrega dos passaportes do parlamentar no âmbito de investigações sobre lavagem de dinheiro —, como evidência do acirramento institucional no país.
A procura de brasileiros interessados em emigrar legalmente para os Estados Unidos disparou após a reeleição do presidente Lula (PT). Dois escritórios de advocacia da Flórida receberam, juntos, 1.343 consultas somente na segunda-feira (26), dia seguinte ao segundo turno.
A Piquet Law Firm, de Miami, registrou 700 contatos em um único dia. Normalmente, o escritório recebe entre 500 e 600 consultas durante um mês inteiro. Já a Bicalho Legal Consulting, de Orlando, contabilizou 643 avaliações, diante de uma média diária de apenas 20.
Os advogados afirmam que movimentos semelhantes ocorreram depois das eleições de 2014 e 2022, mas nunca com essa intensidade. Entre as justificativas relatadas pelas famílias estão a discordância com o projeto político escolhido nas urnas e a insatisfação com a atuação do Supremo Tribunal Federal.
A maior procura é por vistos destinados a investidores e profissionais altamente qualificados. Um deles é o EB-5, que exige investimento mínimo de US$ 800 mil, cerca de R$ 4,2 milhões. Também aparecem o EB-1A e o EB-2 NIW, voltados a pessoas com habilidades profissionais consideradas extraordinárias ou excepcionais.
Os números representam consultas iniciais e não significam que todos os interessados efetivamente deixarão o Brasil. Dos 700 contatos recebidos pela Piquet, por exemplo, 150 foram considerados potenciais candidatos a vistos.
[VÍDEO] Em festa de aniversário, Lula classifica viagem de Flávio como fuga vergonhosa e nega perseguição da PF
https://t.co/SdUZh2Tmd6 https://t.co/Nrcnj7M6N6
Durante a comemoração do seu aniversário de 81 no Palácio da Alvorada, o presidente Lula aproveitou o discurso para comentar a confirmação do desembarque do parlamentar nos Estados Unidos. O petista classificou a atitude do rival como um ato vergonhoso e afirmou que quem é inocente permanece no país para provar a falsidade das acusações.
Ao relembrar o período em que foi investigado pela Justiça Eleitoral e pela Polícia Federal, o presidente declarou que cumpriu todas as determinações e entregou seus documentos, desafiando a família Bolsonaro a fazer o mesmo em vez de buscar refúgio em solo americano.
O presidente afirmou ainda que a atuação da Polícia Federal ao prever o risco de viagem do parlamentar foi correta, acusando Flávio de falta de compromisso com a verdade e de desrespeito à população.
A confirmação da chegada do senador Flávio Bolsonaro nos os Estados Unidos com o suporte de alas ligadas a Donald Trump gerou desconforto diplomático, mas a avaliação interna no Palácio do Planalto é de que o episódio não impedirá uma relação pragmática entre o governo brasileiro e a Casa Branca. Auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tratam a situação com cautela e relembram que os Estados Unidos já serviram de abrigo para outras figuras da oposição, como o deputado cassado Eduardo Bolsonaro, sem que isso rompesse os canais oficiais de diálogo institucional entre os dois países.
Apesar do acirramento de narrativas nas redes sociais e do mal-estar criado com as restrições impostas pelo Supremo Tribunal Federal, o entendimento na cúpula do governo é que os interesses estratégicos e comerciais entre Brasil e Estados Unidos estão acima da disputa partidária.
O apresentador e comentarista político Paulo Mathias fez duras críticas à atuação do Judiciário e da Polícia Federal ao abordar a assimetria no tratamento de investigações no Brasil. Durante análise no canal mathiastv, o jornalista defendeu que o filho do presidente Lula, conhecido como Lulinha, deveria ser alvo das mesmas medidas rigorosas impostas a opositoras como o senador Flávio Bolsonaro, afirmando que já passou da hora de haver um pedido de prisão preventiva contra ele.
Mathias pontuou que o cenário atual demonstra que o cumprimento de regras no país virou refém do resultado das urnas e da vontade individual de ministros do Supremo Tribunal Federal. Segundo o comentarista, o fato de criticar a seletividade e o direcionamento das operações da PF contra a oposição não significa atestar a inocência de Flávio Bolsonaro, mas sim expor que as instituições brasileiras deixaram de atuar com imparcialidade.
Na avaliação do jornalista, a falta de padronização nas investigações faz com que o debate político brasileiro se reduza a uma escolha do “corrupto preferido” por parte da população, enfraquecendo as instituições e o devido processo legal no país.
porta cara para de puxar o saco da direita deixa de ser idiota, porque tu não fala do avião cheio de cocaína do Aécio dos cambalachos de furna dos trambiques da pirataria tucana?
#ContaTudoBumlai
E tome lexotan, rivotril e tudo mais.
O STF vai jogar no colo de Renan Calheiro a decisão do impeachment, aguardem…
Quem decidiu? Ministro escolhido e nomeado pelo PT. Isso é o quê?
Se o impeachment for usurpado pelos aloprados que aparelharam o Estado, ainda restam o TSE e as contas reprovadas de Dilma. Adicionando a conta a saída de 80% do PMDB da base de apoio ao governo corrupto do PT depois da operação proposital da PF de ontem (15/12) em cima do partido.
E o Cunha é amigo de quem? Temer, Aécio, José Agripino, Henrique Alves…
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Inocentes!!!
Isso, como bom petista, até onde as PROVAS mostram BUMLAI era AMIGO ÍNTIMO de LULA e pelos depoimentos dele, FAZIA NEGÓCIOS PARA O PT. Precisa desenhar… Petista em geral tem "pobrema" com raciocínio, talvez desenhando, um dia consiga entender…
Fala Bumlai!!!!!!