A zona Sul de Natal ganhou reforço na iluminação para dar vitalidade e segurança ao passeio público e aos praticantes de atividades físicas. No projeto foram utilizadas lâmpadas de LED de alta potência, em substituição às de vapor metálico.
O incremento do calçadão da Avenida Roberto Freire faz parte de um projeto de modernização e implantação de alamedas nas quatro regiões da capital.
Os serviços são executados pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), em parceria com STTU.
E precisava dessa nova iluminação? Pq o calçadão das praias de ponta negra e do meio estão caindo e a prefeitura está esperando o que pra arrumar? Cair mais pra contratar por emergência?
O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Álvaro Dias (PL), destacou o Hospital Municipal de Natal em seu programa no horário eleitoral. Em visita à unidade, ele relembrou a trajetória da obra, desde quando o local ainda era um terreno até a estrutura construída para o atendimento da população.
Ao chegar ao hospital, Álvaro recordou a primeira vez em que esteve no local e o início do projeto.
“Primeira vez que viemos aqui, isso era um amplo terreno baldio. Começou ali um sonho de construir nesse local, naquele terreno baldio, o novo Hospital Municipal de Natal”, afirmou.
Ao percorrer as instalações, o candidato também relembrou as dificuldades enfrentadas durante a execução da obra. “O tempo passou, críticas, provocações, dúvidas. Mas agora está aqui o novo Hospital Municipal da cidade de Natal”, disse.
A visita passou ainda pela área destinada ao atendimento pediátrico. Álvaro destacou o espaço criado para as crianças internadas. “As crianças, mesmo internadas, têm durante o dia um espaço, um horário para se divertir, para brincar, para esquecer das enfermidades”, afirmou.
Ao final do vídeo, Álvaro voltou a demonstrar emoção ao falar sobre a entrega da unidade. “Apesar das críticas, apesar da incompreensão, apesar da demora e de muito sofrimento, tá aqui: Hospital Municipal de Natal para atender o povo com dignidade”, declarou.
A saúde está entre as prioridades apresentadas por Álvaro para o Governo do Estado. Entre as propostas estão o novo Hospital Walfredo Gurgel, em Natal, e o novo Hospital Tarcísio Maia, em Mossoró, dentro do plano de ampliar e descentralizar a assistência hospitalar no Rio Grande do Norte.
A decisão do governo Lula de proibir as apostas de quota fixa elimina recursos destinados ao tratamento de pessoas com dependência em jogos e ao financiamento do esporte. O alerta é do advogado José Francisco Cimino Manssur, ex-assessor especial do Ministério da Fazenda responsável pela regulação das apostas, em artigo publicado nesta quarta-feira (30) no Poder360.
Segundo Manssur, a Medida Provisória 1.394, assinada em 25 de setembro, revoga regras que destinavam ao Ministério da Saúde 1% dos repasses sociais das apostas. Somente em 2025, foram R$ 45,7 milhões utilizados como fonte de financiamento para ações de prevenção e tratamento. O texto da MP não estabelece recursos para substituir esses valores nem prevê medidas específicas de atendimento aos dependentes.
O advogado também aponta que a proibição elimina os repasses das apostas ao esporte e a entidades assistenciais, como a Apae e a Cruz Vermelha Brasileira. Ele lembra que o governo justificou a medida como uma iniciativa de saúde pública, mas não incluiu mecanismos de tratamento, acolhimento ou acompanhamento dos apostadores compulsivos.
Outro ponto levantado pelo ex-assessor é o risco de migração dos apostadores para plataformas clandestinas. Segundo ele, mais de 1,3 milhão de brasileiros solicitaram a autoexclusão das plataformas regulamentadas, mecanismo que não existe no mercado ilegal.
Manssur critica ainda o caráter eleitoral da decisão e argumenta que a proibição pode ampliar a atuação de operadores clandestinos, sem resolver o problema da dependência. Para o advogado, o combate ao vício exige políticas de saúde, fiscalização e mecanismos de proteção aos apostadores.
A dívida pública brasileira chegou a 82,5% do Produto Interno Bruto (PIB), atingindo um patamar sem precedentes fora do período excepcional da pandemia. Segundo reportagem da Folha de S.Paulo, publicada nesta quarta-feira (30), o crescimento do endividamento e os gastos recordes do governo representam um desafio para o próximo presidente, que terá de enfrentar a necessidade de reduzir despesas ou aumentar a arrecadação.
De acordo com os dados apresentados pela Folha, os gastos do setor público brasileiro equivalem a 45,8% do PIB, considerando números de 2024. Desse total, 16,5% são destinados à proteção social, incluindo benefícios previdenciários, assistenciais e trabalhistas. Educação e saúde representam, respectivamente, 5,1% e 5% do PIB.
O peso dos juros também pressiona as contas públicas. Em 2024, os encargos da dívida chegaram a 8,3% do PIB, enquanto a média foi de 1,7% entre os países ricos e de 2,9% entre os emergentes considerados em levantamento do Tesouro Nacional.
Nos 12 meses encerrados em julho, somente o governo federal gastou o equivalente a 7,8% do PIB com juros. Somadas às demais despesas, as obrigações federais atingiram 27% do PIB, percentual superado apenas em 2020, durante a pandemia.
A reportagem aponta que o próximo governo terá de enfrentar decisões sobre cortes de gastos ou aumento de receitas para conter o endividamento. Sem um ajuste fiscal, há risco de agravamento da situação econômica, com aumento dos juros, inflação, endividamento das famílias e empresas, além de possíveis impactos sobre o emprego e a atividade econômica.
Os bancários da Caixa Econômica Federal retomam o atendimento nesta quarta-feira (30) em todo o país, após decisão do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que determinou o encerramento da greve iniciada em 10 de setembro. A Corte reconheceu que a paralisação não foi abusiva e estabeleceu reajuste salarial correspondente à reposição integral do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), acrescida de 0,6%.
Os trabalhadores terão até 180 dias para compensar o período de paralisação, sem desconto dos dias não trabalhados. O reajuste também será aplicado aos auxílios refeição e alimentação, cesta-alimentação, creche e babá, além da indenização por assalto ou sinistro. As condições estabelecidas pelo tribunal terão validade de dois anos.
O principal impasse entre a Caixa e os funcionários envolveu o financiamento do plano de saúde Saúde Caixa. Sem acordo entre as partes, o TST manteve as regras do acordo coletivo de 2024 a 2026, incluindo a mensalidade do titular equivalente a 3,5% da remuneração, com atualização dos valores pelo mesmo índice definido para os salários.
Durante as negociações, os sindicatos reivindicaram reajuste zero no plano e a retomada da divisão das despesas em 70% para o banco e 30% para os empregados. A Caixa defendia mudanças no modelo de custeio, alegando dificuldades para manter a sustentabilidade financeira do benefício.
A senadora Zenaide Maia recebeu nesta terça-feira a confirmação do apoio do prefeito de Ceará-Mirim, Antônio Henrique, da vice-prefeita Professora Margareth e de 16 dos 17 vereadores do município, além de todos os suplentes destes parlamentares. O grupo esteve com a senadora para confirmar o apoio e reforçar a mobilização em torno da candidatura ao Senado.
Antônio Henrique afirmou: “Todos estão trabalhando, empenhados em levar a mensagem de Zenaide. Certamente ela vai ter uma votação histórica aqui em Ceará-Mirim.” O presidente da Câmara, Marcone Barbosa, também confirmou o apoio do Legislativo municipal à senadora.
O prefeito também lembrou que a relação com a senadora é antiga e que já acompanhava seu trabalho desde a gestão do ex-prefeito Júlio César, hoje candidato a deputado estadual.
Zenaide agradeceu o apoio e destacou a continuidade da parceria com o município. “Eu agradeço muito esse apoio e podem ter certeza de que vou continuar trabalhando por Ceará-Mirim”, declarou.
O médico Victor Augustho Barbosa anunciou em suas redes sociais, nessa terça-feira (29), que enviou uma notificação formal à Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e à Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), exigindo um posicionamento oficial sobre a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a respeito de exames ginecológicos preventivos.
A polêmica teve início durante um ato de campanha em Belém (PA), na última segunda-feira (28), quando Lula criticou a resistência masculina ao exame de próstata e comparou a situação com o público feminino. Em seu discurso, o presidente afirmou: “O homem é covarde. O homem não gosta de fazer teste de próstata. Ele não gosta de toque. As mulheres aprendem a tomar toque desde pequenas. O homem não, ele é cheio de trejeitos. Ele não sabe que, quando ele tiver câncer de próstata, vão dar muito toque nele.”
A fala gerou forte repercussão. Em sua postagem na plataforma X (antigo Twitter), que rapidamente ultrapassou 284 mil visualizações, o médico rebateu o argumento presidencial: “Aprender a tomar toque desde pequena não é protocolo. Menina que é tocada desde pequena é vítima de abuso”.
Como médico, CRM-GO 29.251, notifiquei a Sociedade Brasileira de Pediatria e a FEBRASGO.
Aprender a tomar toque desde pequena” não é protocolo. Menina que é tocada desde pequena é vítima de abuso.
Pedi posicionamento oficial. A população tem o direito de saber o que é exame — e… pic.twitter.com/bwk4eY6Cno
Barbosa esclareceu que o exame preventivo do colo do útero não é indicado para crianças ou adolescentes, mas sim para mulheres (ou pessoas com colo do útero) entre 25 e 64 anos que já tenham iniciado a vida sexual diretriz que está alinhada aos protocolos do Ministério da Saúde e às atualizações de 2025 para rastreamento com teste molecular de DNA-HPV.
Na notificação enviada às entidades médicas, o profissional ressalta ainda que exames ginecológicos em pacientes que não iniciaram a atividade sexual não incluem toque, exigindo rigorosos critérios formais em casos de indicação clínica estrita, sob pena de responsabilização civil e criminal.
Uma nova rodada da pesquisa Meio/Ideia, realizada entre os dias 25 e 28 de setembro de 2026, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) tecnicamente empatados em todos os cenários para a eleição presidencial, tanto no primeiro quanto no segundo turno.
No primeiro turno estimulado, Lula registra 39,4% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece logo atrás com 38,4%, a diferença encontra-se dentro da margem de erro. Na sequência, pontuam Augusto Cury (Avante), com 6,7%; Renan Santos (Missão), com 4,5%; Ronaldo Caiado (PSD), com 4,4%; e Romeu Zema (Novo), com 3,5%. Demais candidatos somam menos de 1% cada. Votos brancos, nulos e eleitores que não votam em nenhum somam 0,7%, e 1,5% não souberam responder.
Para o segundo turno, o cenário permanece de forte polarização e empate técnico: Lula tem 48,5%, contra 48% de Flávio Bolsonaro. Brancos e nulos somam 2,1%, com 1,5% de indecisos.
Na pesquisa espontânea (quando nenhum nome é apresentado ao eleitor), o cenário também é de empate: Lula tem 31,5% e Flávio Bolsonaro soma 30,5%. O percentual de eleitores que não sabem em quem votar caiu de 26% na rodada anterior para 17,5%, enquanto brancos e nulos totalizam 7,5%.
Foram entrevistados por telefone 2.000 eleitores com 16 anos ou mais de todo o país de 25 a 28 de setembro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o código BR-08706/2026-BRASIL.
A aprovação do trabalho de Lula também aparece empatada: 49% dizem aprovar a maneira como o presidente desempenha suas funções, e outros 49% desaprovam.
Na avaliação geral do governo, 14% consideram a gestão ótima, e 21,3%, boa. Outros 21% a avaliam como regular, 12% como ruim e 29% como péssima. Não souberam responder 2,9%.
Durante o debate da TV Globo realizado na noite dessa terça-feira (29), o ex-governador e candidato Anthony Garotinho relembrou o programa social “Leitinho Feliz”, criado durante sua gestão no estado do Rio de Janeiro (1999–2003). A citação ao nome inusitado da iniciativa gerou momentos de descontração e fez com que adversários no palco, como Douglas Ruas (PL) e William Siri (PSol), segurassem o riso.
“No meu governo, eu criei o programa ‘Leitinho Feliz’. Nós comprávamos o leite das cooperativas, ‘bótavamos’ o sabor de chocolate e morango e distribuíamos nas escolas”, declarou Garotinho durante o programa.
Implementada no final dos anos 90 e início dos anos 2000, a medida previa que o governo estadual adquirisse leite de cooperativas locais para distribuí-lo como merenda na rede pública de ensino.
Apesar de sua participação ativa no debate, a situação jurídica da candidatura de Garotinho permanece incerta. O registro dele foi indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ). Embora ele possa receber votos no pleito deste domingo (4/10), a validação definitiva dependerá de um julgamento posterior pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) respondeu duramente, nessa terça-feira (29), aos ataques desferidos mais cedo pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela primeira-dama Janja da Silva durante um ato de campanha em Patos de Minas (MG). O parlamentar questionou o que o fez “perder a linha” e afirmou que a ofensa da primeira-dama serve, na verdade, como um elogio.
Em seu discurso que também foi impulsionado em suas redes sociais, Nikolas revidou as acusações de Lula. “Canalha, Lula, é quem foi preso por corrupção. Canalha é seu filho, que roubou os aposentados. Canalha é quem aperta a mão de ditador. Canalha é quem está prometendo há 20 anos mudar este país”, declarou. O deputado ainda relembrou declarações anteriores do petista e questionou: “Por que um jovem de 30 anos, que nasceu na favela e é um mero deputado federal, fez você perder a linha? Porque você sabe que o presente é seu, mas o futuro é nosso”.
A reação ocorreu após Lula chamar o parlamentar de “canalha” em Salvador (BA), acusando-o de distorcer uma fala sobre a resistência masculina a exames de próstata. Na mesma ocasião, Janja rotulou o deputado como “piá de bosta”.
Respondendo diretamente à primeira-dama, Nikolas disparou: “E, Janja, muito obrigado pelo teu ataque, que para mim é um elogio. E dá uma olhada no que esse ‘piá de bosta’ está fazendo em Minas Gerais”.
O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) elevou o tom da campanha e disparou críticas contra seus adversários, durante comício realizado na Bahia na noite dessa terça-feira (29). Ao lado de aliados baianos, Lula chamou o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) de “mequetrefe” e apelidou o candidato ao governo estadual ACM Neto (União Brasil-BA) de “jóquei de cabrito”.
No evento, que contou com a presença do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e dos candidatos ao Senado Rui Costa e Jaques Wagner, Lula descartou qualquer possibilidade de “voto casado” com ACM Neto e relembrou polêmicas passadas do adversário local. O presidente também cobrou explicações de ACM Neto sobre uma suposta relação com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, fazendo menção a acusações de festas e esquemas de corrupção.
Ao tratar da corrida presidencial, Lula relatou ter dito a empresários em São Paulo que a escolha se dá entre sua experiência acompanhada do vice Geraldo Alckmin e Flávio Bolsonaro. O petista afirmou que o único histórico profissional do adversário se resume a relações com milicianos e a um episódio envolvendo uma fábrica de chocolate associada à lavagem de dinheiro.
E precisava dessa nova iluminação? Pq o calçadão das praias de ponta negra e do meio estão caindo e a prefeitura está esperando o que pra arrumar? Cair mais pra contratar por emergência?