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Caminhada em Natal mobiliza população para o Dia Nacional da Doação de Órgãos

No próximo sábado (28) a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) por meio da Central de Transplantes, estará promovendo uma programação toda especial para comemorar o Dia Nacional da Doação de Órgãos, comemorado em 27 de setembro. Trata-se da 1ª Caminhada pela Vida, onde são esperados cerca de 2 mil pessoas entre profissionais de saúde, estudantes, pacientes e familiares, e a população em geral.

A concentração e entrega dos kits acontece a partir das 7h no IFRN da Avenida Salgado Filho, em Natal. A Caminhada segue a partir das 08h, com destino ao Parque das Dunas, onde haverá várias apresentações artísticas e culturais, ações educativas e a participação, de transplantados e de famílias de doadores, que falarão sobre suas experiências.

Segundo Artenise Revoredo, coordenadora da Central de Transplantes, o objetivo maior dessa programação é de sensibilizar as pessoas quanto a importância da doação dos órgãos. “Hoje vivemos um período de grande desperdício de órgãos saudáveis, que estão sendo enterrados e que poderiam estar salvando a vida de várias pessoas. As pessoas precisam comunicar aos seus familiares o desejo de ser um doador, pois eles são os responsáveis por autorizar o ato. Doar significa dar uma nova vida a quem está precisando de um órgão”, destaca.

Conforme dados do Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), no primeiro semestre de 2013, o Rio Grande do Norte registrou um total de 48,6 potenciais doadores por milhão da população (pmp), número superior à média do Brasil (44,3 pmp). Já o número de doadores efetivos no estado foi de 13,9 pmp, enquanto que no país foi de 13,3 pmp. Além disso, no RN o número de transplantes renais, nesse semestre, correspondeu a 17,7 pmp, o de córneas a 55,6 pmp e o de medula a 16,4 pmp, o terceiro maior do Brasil. Atualmente no Estado, além das duas pessoas que esperam por um transplante de fígado, há 70 aguardando por rim e 84 por córnea. O Brasil é o segundo país do mundo no número de transplantes, só perde para os Estados Unidos.

“Você também pode mudar essa história, venha participar conosco da 1ª Caminhada pela Vida. Será uma manhã de muita atividade e esclarecimentos que irão mudar a forma como você enxerga e se posiciona perante a vida” – convida Artenise Revoredo.

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Lumi League reúne mais de 160 crianças e adolescentes em festival esportivo que inclui modalidades tradicionais e e-sports

 

Com a participação de mais de 160 alunos, a Escola Luminova realizou ao longo desta semana a edição 2026 da Lumi League, jogos escolares da unidade educacional. O evento teve como objetivo promover a prática esportiva e o bem-estar entre estudantes de turmas do 1º ano do Ensino Fundamental à 2ª série do Ensino Médio.

A programação foi um verdadeiro festival esportivo: futsal, voleibol, handebol, basquetebol, queimada, futebol x2, vôlei em dupla e judô, além das disputas de , modalidade que ganha cada vez mais adeptos entre adolescentes e jovens. Tudo pensado sob medida para cada faixa etária, respeitando o tempo, o corpo e o talento de cada estudante.

De acordo com o professor Marlos Colpo, coordenador de Esportes da Luminova, o diferencial do Lumi League está em integrar todo o ambiente escolar nas disputas esportivas. “Quadras, salas e espaços viram territórios de disputa saudável, garantindo segurança, organização e um olhar pedagógico atento que transforma cada lance em aprendizado”, destaca ele.

Ainda segundo o professor, para a além das disputas por modalidades, o evento fomentou conceitos como disciplina e empatia. “A atividade esportiva é uma ferramenta essencial para o desenvolvimento integral dos alunos. Além de promover saúde e bem-estar físico, contribui significativamente para o desenvolvimento socioemocional, estimulando valores como respeito, responsabilidade, disciplina, cooperação e empatia. Os jogos também incentivam a superação de desafios, o saber lidar com vitórias e derrotas e o fortalecimento da autoconfiança”, lembra o educador.

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OPERAÇÃO TREME TUDO: 25 integrantes da cúpula do Sindicato do Crime se tornam réus após denúncia do MPRN

Foto: reprodução

O Ministério Público do Rio Grande do Norte denunciou 25 integrantes apontados como membros da cúpula do Sindicato do Crime. A denúncia foi aceita pela Justiça, tornando todos réus em processo criminal.

A ação é resultado da Operação Treme Tudo, deflagrada em dezembro do ano passado para desarticular células armadas da facção. Mandados foram cumpridos no Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas e Rondônia.

Além dos integrantes da organização, uma advogada também foi denunciada por suspeita de auxiliar no repasse de informações e ordens criminosas.

Os acusados respondem por crimes como:

  • organização criminosa armada;
  • associação para o tráfico;
  • comércio ilegal de armas;
  • lavagem de dinheiro.

Estrutura organizacional

Segundo as investigações, a facção possui estrutura hierárquica dividida entre comando e execução.

No topo está a chamada “Final”, formada pelos fundadores. Logo abaixo aparece o Conselho Estadual, responsável por decisões estratégicas e autorizações de execuções.

Alligueiton Patrício de Araújo é apontado como uma das principais lideranças do grupo. Ele responde por organização criminosa armada, associação para o tráfico, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro.

Entre os líderes operacionais citados estão:

  • Edson Cardoso Beserra, apontado como gestor financeiro;
  • Rodrigo Rodrigues Salviano;
  • Vitor Vinícius de Moura Torres;
  • Alexsandro Freitas de Souza;
  • Iranilson de Lima Rodrigues;
  • José Henrique Alves de Oliveira.

Setores especializados

As investigações apontam que a facção mantinha setores internos voltados para controle financeiro, cadastro de integrantes e logística.

Ricardo Alexandre do Nascimento e Lenilson Silva dos Santos atuariam nos setores chamados de “Transparência”, “Cadastro Geral” e “Geral do Sistema”.

Kleiton da Silva seria responsável pelo controle de dívidas e gerência local em Ponta Negra.

Eudes da Cruz Ribeiro Júnior é apontado como operador da logística financeira e bélica em Parnamirim.

O processo também cita Marcelo André de Oliveira como integrante do núcleo de comando, mesmo estando preso.

Outros denunciados, como Lucas Vinícius Ernesto Dantas, Jefferson Kleyton Fernandes e Arthur Kelwen Dantas da Silveira, respondem por tráfico e comércio ilegal de armas.

A investigação também identificou a chamada “Sintonia dos Gravatas”, formada por advogados ligados à facção.

A advogada Sandra Cássia Moura Caetano foi presa em flagrante durante a operação com bilhetes usados para transmitir ordens criminosas. Ela responde por organização criminosa armada e obstrução de investigação.

Parcerias interestaduais

O MPRN afirma que o Sindicato do Crime mantinha alianças com facções de outros estados, incluindo:

  • Nova Okaida (PB);
  • GDE (CE);
  • ADE (GO);
  • BDM (BA);
  • TCP (RJ/CE/GO).

As investigações também apontam ligação com o Comando Vermelho no Amazonas.

Josue Moraes de Almeida é apontado como fornecedor de drogas para o grupo potiguar. Já Francisco Shalon Bezerra de Araújo seria intermediário no tráfico interestadual.

Lavagem de dinheiro

Segundo o processo, a facção utilizava contas bancárias de terceiros para movimentar recursos do tráfico.

Lucas Pereira de Oliveira Silva é apontado como operador financeiro ligado a Alligueiton.

Yanne Pinheiro Teixeira responde por disponibilizar contas bancárias para circulação de dinheiro ilícito.

Também foram denunciados:

  • Arlon Cleiton de Sousa Barbosa;
  • Rogério Silva do Nascimento;
  • Luciano Ferreira da Silva.

Próximos passos

Com o recebimento da denúncia, a Justiça manteve a prisão preventiva de 15 acusados.

Alguns investigados, entre eles Rodrigo Rodrigues Salviano, Arthur Kelwen Dantas da Silveira e Luciano Ferreira da Silva, seguem foragidos.

O processo entra agora na fase de citação dos réus e apresentação das defesas.

O MPRN também pediu a perda de bens, veículos e valores apreendidos durante a operação, com o objetivo de enfraquecer financeiramente a organização criminosa.

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STF amplia trava sobre ‘penduricalhos’ e proíbe reclassificações e novos benefícios em Judiciário e MP

Foto: Rosinei Coutinho/STF

Ministros do Supremo Tribunal Federal ampliaram nesta sexta-feira as restrições aos chamados “penduricalhos” do Judiciário e de carreiras jurídicas.

Em decisões assinadas por Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, o STF proibiu medidas que possam gerar aumentos indiretos de remuneração, como reclassificação de cargos, reestruturação de funções e mudanças em comarcas.

Os despachos complementam a decisão do plenário tomada em março, quando a Corte definiu novas regras para verbas indenizatórias e benefícios funcionais.

Agora, o tribunal deixou claro que também poderão ser barradas medidas adotadas após o julgamento que tenham o objetivo de contornar a decisão do STF.

Entre os exemplos citados estão:

  • criação de novas gratificações;
  • reclassificação de comarcas como de “difícil provimento”;
  • mudanças em regras de plantão;
  • pagamentos por acúmulo de funções;
  • desdobramentos de ofícios.

Segundo os ministros, essas iniciativas podem representar “caminhos de drible” às determinações da Corte.

As restrições valem para tribunais, Ministérios Públicos, Tribunais de Contas, defensorias e advocacias públicas de todo o país.

O STF também proibiu pagamentos divididos em mais de um contracheque e determinou maior transparência na divulgação dos valores pagos nos portais públicos.

Nas decisões, os ministros reforçam dois princípios definidos pelo Supremo:

  1. verbas indenizatórias devem respeitar o princípio da legalidade;
  2. a regulamentação desses pagamentos caberá ao Conselho Nacional de Justiça e ao Conselho Nacional do Ministério Público.

O tribunal ainda afirmou que outros órgãos, inclusive tribunais superiores, não poderão criar regras próprias sobre o tema. Segundo os ministros, a medida busca evitar distorções salariais e proteger a responsabilidade fiscal do setor público.

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Relatório de comissão de mortos e desaparecidos conclui que Juscelino Kubitschek foi assassinado pela ditadura

O Opala de JK destruído na colisão com carreta na via Dutra em 1976 – Folhapress/arquivo

A pouco mais de três meses dos 50 anos da morte de Juscelino Kubitschek, um relatório da Comissão sobre Mortos e Desaparecidos Políticos afirma que o ex-presidente foi vítima da ditadura militar em 1976, e não de um simples acidente de carro, como apontaram investigações oficiais da época e a Comissão Nacional da Verdade.

O documento foi elaborado pela historiadora Maria Cecília Adão e será analisado e votado pelos conselheiros da comissão. A expectativa é de aprovação da tese de que JK morreu em decorrência de perseguição política promovida pelo Estado brasileiro.

JK morreu em 22 de agosto de 1976, quando o Opala em que viajava pela Via Dutra colidiu com uma carreta após perder o controle. O motorista e amigo do ex-presidente, Geraldo Ribeiro, também morreu.

As investigações conduzidas durante a ditadura concluíram que o carro teria sido atingido por um ônibus da Viação Cometa antes do acidente. Essa versão foi mantida posteriormente por uma comissão da Câmara dos Deputados e pela Comissão Nacional da Verdade.

Outras apurações, porém, passaram a apontar a possibilidade de atentado político. Entre as hipóteses levantadas estão sabotagem mecânica, envenenamento do motorista ou outra ação externa que teria provocado a perda de controle do veículo.

O novo relatório utiliza como principal base um inquérito civil do Ministério Público Federal, concluído em 2019. A investigação descartou a colisão entre o ônibus e o Opala, embora tenha afirmado não haver elementos suficientes para confirmar ou descartar definitivamente um atentado.

Uma perícia conduzida pelo engenheiro Sergio Ejzenberg revisou os laudos técnicos produzidos nas décadas anteriores e concluiu que a tese do choque com o ônibus não se sustenta tecnicamente.

O relatório também destaca o contexto político da época. Cassado pela ditadura após o golpe de 1964, JK era um dos principais líderes de oposição ao regime militar e integrava a Frente Ampla, movimento combatido pelos militares. Seu nome apareceu em documentos relacionados à Operação Condor, rede de perseguição política organizada por ditaduras do Cone Sul.

Caso a comissão reconheça oficialmente que JK foi morto pelo Estado, a certidão de óbito dele e a de Geraldo Ribeiro poderão ser alteradas para registrar a motivação política das mortes.

A decisão não deverá gerar indenização financeira à família, já que o pedido foi reaberto apenas para fins de esclarecimento histórico.

Com informações de Folha de S. Paulo

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VÍDEO: Minuto da Câmara Municipal de Natal – Programa de Energia Solar Comunitária

Minuto da Câmara de Natal no ar trazendo os assuntos mais importantes debatidos na última semana, na Casa.

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Prazo de Lula acaba e Congresso promulga nova lei sobre dosimetria de penas para condenados pelos atos de 8 de Janeiro

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, promulgou nesta sexta-feira (8) a lei que altera a dosimetria das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro de 2023.

A medida foi oficializada após o Congresso derrubar, na semana passada, o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto. O Palácio do Planalto foi comunicado da decisão na segunda-feira (4), mas Lula optou por não promulgar o texto.

Pela Constituição, o Executivo tem até 48 horas para promulgar uma lei após a derrubada de um veto. Caso isso não ocorra, a responsabilidade passa ao Congresso Nacional.

Com a promulgação e a publicação no Diário Oficial da União, a nova legislação entra em vigor imediatamente.

O governo já havia indicado que não pretendia associar sua assinatura ao projeto, que reduz penas de condenados pela invasão das sedes dos Três Poderes, em Brasília. Lula havia vetado a proposta em 8 de janeiro deste ano, durante o terceiro aniversário dos atos.

Com a nova lei em vigor, advogados dos condenados poderão solicitar ao Supremo Tribunal Federal a revisão e possível redução das penas aplicadas.

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Geral

O anúncio perfeito não existe. Mas o anúncio otimizado por IA chega muito perto

Perfeição em publicidade é utopia. Mas otimização contínua baseada em dados reais é método. E é exatamente isso que a inteligência artificial entrega quando aplicada corretamente ao processo criativo.

Na Ratts Ratis, cada peça publicitária passa por um ciclo de análise que vai muito além do olho treinado do diretor de arte. Ferramentas de IA avaliam composição visual, hierarquia de informação, legibilidade tipográfica e até a resposta emocional provável do público. Tudo antes da veiculação.

Funciona assim: a IA analisa um banco de dados com milhares de peças de alta performance do mesmo segmento. Identifica padrões visuais e textuais recorrentes nos anúncios que mais converteram. Depois, compara a peça que estamos produzindo com esses padrões e aponta ajustes específicos — posição do CTA, contraste de cores, densidade de texto, tom da headline.

Isso não engessa a criação. Pelo contrário. Dá ao time criativo um mapa de calor de eficácia. O criativo decide o que fazer com essa informação, mas decide com dados, não com suposição.

Outro ponto crítico: variações. A IA gera dezenas de variações de uma mesma peça em minutos — mudanças de título, imagem, cor de fundo, chamada para ação. Essas variações entram em teste A/B automatizado e a versão vencedora escala.

O ciclo inteiro que antes levava semanas agora acontece em dias. Resultado? Peças que performam melhor desde o primeiro dia de veiculação. Menos ajustes emergenciais. Mais previsibilidade no retorno.

A Ratts Ratis aplica esse processo em cada campanha. Se você quer ver como funciona na prática, venha conversar. Quer saber como a inteligência artificial pode transformar os resultados da sua empresa? Venha conhecer a Ratts Ratis. Entre em contato pelo nosso perfil @rattscom ou envie uma mensagem para o número 99215-9781. Será um prazer receber você.

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Brasil

Diferença entre ricos e pobres volta a subir no Brasil em 2025

Foto: Ilustrativa

A desigualdade de renda no Brasil voltou a subir em 2025, depois de recuar no ano anterior. A razão entre os rendimentos dos 10% mais ricos e dos 40% mais pobres chegou a 13,8 vezes, acima das 13,2 vezes registradas em 2024. Os dados são da Pnad Contínua: Rendimento de Todas as Fontes, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados nesta 6ª feira (8.mai.2026).

Apesar do aumento da distância entre ricos e pobres, o indicador segue abaixo dos níveis registrados antes da pandemia de covid-19, quando a desigualdade atingia patamares mais elevados. O movimento indica uma reversão parcial da melhora distributiva observada nos últimos anos.

O rendimento domiciliar per capita dos 40% da população com menores rendimentos atingiu R$ 663 em 2025, o maior valor da série histórica da Pnad Contínua. O resultado representa alta de 4,7% em relação a 2024 e avanço de 37,6% na comparação com 2019.

Apesar do crescimento acumulado no período, o ritmo de expansão desacelerou em 2025. Depois de altas de 12,9% em 2023 e de 9,5% em 2024, o avanço ficou abaixo da média nacional do rendimento domiciliar per capita, que cresceu 6,9%.

O aumento da desigualdade ocorre em um contexto de avanço da renda média no país, que chegou a R$ 3.367 em 2025, o maior valor da série histórica da Pnad Contínua. O rendimento cresceu 5,4% em relação a 2024, já descontada a inflação.

Poder360

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Política

Mulher espancada em elevador, Juliana Garcia deverá ser candidata pelo PT no RN

A influenciadora Juliana Garcia, que ganhou projeção nacional após sobreviver a uma tentativa de feminicídio dentro de um elevador, confirmou sua aproximação com o Partido dos Trabalhadores no Rio Grande do Norte. O anúncio foi feito nas redes sociais ao lado da presidente estadual da legenda, Samanda Alves.

Na publicação, Samanda destacou o significado político da chegada da influenciadora ao grupo. “Receber Juliana Garcia no nosso time Rio Grande do Norte tem um significado muito forte”, escreveu.

A aproximação entre Juliana e o PT já era comentada nos bastidores desde setembro de 2025. À época, porém, a possibilidade de filiação havia sido negada pela assessoria da influenciadora, enquanto Juliana chegou a ironizar publicamente as especulações. Meses depois, a articulação foi oficialmente confirmada.

Ainda não há definição sobre uma eventual pré-candidatura de Juliana nas eleições de 2026. Nos bastidores, há expectativa de que ela possa atuar tanto como possível representante eleitoral quanto como apoiadora política do grupo liderado por Samanda Alves.

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Saúde

Mounjaro supera remédio de câncer e se torna o mais vendido do mundo

Foto: Freepik

O Mounjaro, remédio da marca Eli Lilly & Co., se tornou o medicamento mais vendido do mundo. O fármaco para diabetes desbancou o remédio para câncer Keytruda, da Merck & Co., uma das companhias mais rentáveis do setor.

De acordo com a agência de notícias Bloomberg, no primeiro trimestre de 2026, o Mounjaro gerou US$ 8,7 bilhões em vendas para a Eli Lilly, superando os US$ 7,9 bilhões registrados pelo Keytruda no mesmo período.

O Mounjaro, usado para diminuir níveis de glicose no corpo, usa como princípio ativo a tirzepatida, mesma substância do remédio Zepbound, usado para perda de peso. Somados, os dois medicamentos geraram uma receita de US$ 36,5 bilhões, superando os US$ 31,6 bilhões anuais do Keytruda em 2025.

O Keytruda ocupava o topo do ranking global desde o primeiro trimestre de 2023, quando desbancou o Humira, da farmacêutica AbbVie, um medicamento para doenças autoimunes.

Tendência
Para analistas do mercado financeiro, como Evan Seigerman (BMO da Capital Markets), medicamentos da categoria GLP-1/GIP estão redesenhando o cenário da indústria farmacêutica global e se tornando o maior motor de crescimento do setor. A tendência de aumento nas vendas se tornou algo inevitável tendo em vista a eficácia e a segurança desses tratamentos contra obesidade e diabetes.

A Merck deve enfrentar ainda mais desafios no futuro. A farmacêutica se prepara para a expiração da patente principal do Keytruda em 2028, o que deve intensificar a pressão para obter resultados nos próximos anos.

CNN

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