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Campos Neto diz que fim do 6 X 1 é “bastante prejudicial”

Foto: Agência Brasil

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse nesta 5ª feira (14.nov.2024) que uma eventual redução na jornada de trabalho prejudica o trabalhador. Ele afirmou que a mudança iria aumentar o número de empregos informais, além de deixar o custo de contratação mais caro.

O tema ganhou força nas redes sociais por causa de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que propõe acabar com a jornada de 6 dias de trabalho e 1 de folga, conhecida como 6 X 1.

“É um projeto que acho bastante prejudicial para o trabalhador, porque no final vai aumentar o custo de trabalho, a informalidade e diminuir a produtividade”, declarou o chefe do Banco Central em uma palestra do Fórum Liberdade e Democracia de Vitória.

Campos Neto falou sobre o assunto depois de comentar o efeito da flexibilização promovido pela reforma trabalhista na criação de empregos. A reforma permitiu que se trabalhasse até 12 horas por dia, desde que o limite de 44 horas semanais seja respeitado.

“A gente precisa continuar avançando nessas reformas e entender que no final das contas, aumentando a obrigação dos empregadores, não melhoramos o direito dos trabalhadores. Tem essa ilusão de curto prazo que se mostra contrária no médio e longo prazo”, disse.

FIM DO 6 X 1
A PEC que propõe acabar com a jornada de trabalho 6 X 1 ultrapassou o número exigido de assinaturas de deputados nesta 4ª feira (13.nov). O documento tem 194 assinantes, superando o mínimo de 171 assinaturas para ser protocolada na Câmara.

O projeto pretende reduzir a jornada para 36 horas semanais, com a manutenção da carga horária diária de 8 horas. Atualmente, a Constituição Federal define uma jornada de 8 horas diárias, com carga semanal total de 44 horas. A autora da PEC é a deputada Erika Hilton (Psol-SP). Ela apresentou o projeto na Casa Baixa no dia 1º de maio. Eis a íntegra (PDF – 175 kB).

A PEC surgiu da demanda do movimento VAT (Vida além do Trabalho). O movimento popular foi fundado pelo vereador Rick Azevedo (Psol-RJ) e foi a sua principal bandeira de campanha nas el

Eleições municipais de 2024. O político de 1º mandato também articulou a PEC em conjunto com a deputada.

Fonte: Poder 360

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Promessas eleitorais de Lula podem gerar impacto de até R$ 49,8 bilhões no Orçamento de 2027

Foto: Wilton Junior

As medidas e promessas anunciadas por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante a campanha eleitoral podem exigir ajustes de até R$ 49,8 bilhões no Orçamento da União de 2027. A conta ficará para o próximo governo, independentemente de quem vencer o segundo turno, Lula ou Flávio Bolsonaro (PL), e dependerá de negociações com o Congresso Nacional.

Entre as iniciativas anunciadas estão o reajuste de 15% do Bolsa Família, o Desenrola 3.0, com custo estimado de R$ 15 bilhões entre 2027 e 2028, e um pacote para microempreendedores individuais (MEIs), que inclui perdão de dívidas tributárias, ampliação do limite de faturamento e pagamento de até R$ 5 mil. Lula também prometeu expandir o Pé-de-Meia para universitários.

A maior parte das medidas não está prevista no projeto orçamentário enviado ao Congresso em agosto. Segundo o levantamento, elas podem acrescentar R$ 43,55 bilhões às despesas e reduzir as receitas em R$ 6,27 bilhões. A ampliação do teto de faturamento dos MEIs é a única dessas iniciativas contemplada na proposta, com impacto estimado de R$ 1,57 bilhão na arrecadação de 2027.

O governo projetou superávit de R$ 18,6 bilhões para o próximo ano. A inclusão dos novos compromissos pode comprometer essa meta caso não haja cortes em outras despesas ou aumento da arrecadação. A equipe econômica pretende encaminhar os ajustes ao relator do Orçamento após a eleição.

Outro fator de pressão são as emendas de comissão, que devem acrescentar R$ 12,7 bilhões às despesas. Além disso, consultorias da Câmara e do Senado apontaram incertezas nas projeções oficiais, incluindo uma estimativa de crescimento econômico acima da expectativa do mercado e receitas previstas com tributos cujas regras ainda não estavam definidas.

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Erika Hilton cria canal “Tropa do Lula” após suspensão de grupo de Janones

Fotos: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados | Cleia Viana/Câmara

A deputada federal Erika Hilton (PSol-SP) criou o canal “Tropa da Erika Hilton com Lula” no WhatsApp após a suspensão do “Exército do Lula”, administrado pelo deputado André Janones (Rede-MG). Até a manhã desta quarta-feira (14), o novo grupo já reunia 375 mil seguidores.

A suspensão do canal de Janones, que tinha mais de 4 milhões de seguidores, foi determinada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, e vale por 48 horas, até quinta-feira (15).

A decisão condicionou o funcionamento do canal ao registro do endereço pela campanha de Lula na Justiça Eleitoral. Mesmo após o cumprimento da exigência, o ministro manteve a suspensão pelo prazo estabelecido. Janones classificou como uma “grande coincidência” o fato de a interrupção ocorrer no período da votação da PEC que propõe o fim da escala de trabalho 6×1, prevista para esta quarta-feira no Senado.

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Flávio pede que Justiça investigue propaganda que foi ao ar na TV sem áudio

Foto: Charles Vieira/ Divulgação

A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) acionou a Justiça Eleitoral nesta terça-feira (13) para pedir a investigação da falha que deixou sem áudio a propaganda do senador exibida na televisão na segunda-feira (12).

A defesa solicitou que as emissoras preservem as gravações e que sejam autorizadas novas diligências para esclarecer o ocorrido. Na representação, os advogados afirmam que o programa foi ao ar apenas com imagens e questionam por que a falha foi corrigida a tempo na propaganda de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), exibida posteriormente.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que um problema técnico no sistema de finalização de arquivos afetou as propagandas dos dois candidatos. Segundo a Corte, porém, houve tempo para corrigir o material de Lula antes da transmissão.

A campanha também levantou suspeitas sobre uma possível relação entre o episódio e a desinformação disseminada no fim de setembro sobre uma suposta intenção do senador de retirar o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida. A defesa afirma que o tema foi explorado politicamente pela campanha adversária.

Os advogados ainda questionaram a atuação da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que teria atribuído a exibição a outra empresa integrante do grupo responsável pela transmissão. A representação menciona também vínculos pessoais e políticos da presidente da EBC, Antonia Pellegrino, mas não apresenta, no trecho divulgado, prova de que ela tenha participado da falha.

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[VÍDEO] Secretário de Saúde do RN nega perseguição a médico, diz que o afastou das escalas após ‘episódio grave’ em hospital de Assú e denunciou caso à Polícia Civil e ao CRM

O secretário estadual de Saúde do Rio Grande do Norte, Alexandre Motta, negou perseguir o médico Elder Freire da Silva Bezerra, que o acusou de determinar a suspensão de seu plantão no Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal.

“Eu quero dizer que a SESAP tem quinze mil profissionais de saúde. Dentre esses, três mil são médicos e eu não persigo nenhum deles”, afirmou Motta em vídeo divulgado nas redes sociais. O secretário não mencionou e também não negou que haja superlotação no Hospital Walfredo Gurgel.

A respeito do caso envolvendo o Hospital Regional de Assú, o secretário disse que o médico foi afastado das escalas como profissional efetivo e terceirizado diante da gravidade do ocorrido, mas não detalhou o que teria acontecido. Motta disse que o caso foi encaminhado à Polícia Civil e ao Conselho Regional de Medicina (CRM), além de ser alvo de uma sindicância interna.

LEIA TAMBÉM: [VÍDEO] Médico acusa secretário de Saúde do RN de perseguição e denuncia superlotação no Walfredo Gurgel

“De nossa parte, enquanto autoridade sanitária, a gente tomou as medidas cabíveis e espera que essas instituições possam dar celeridade ao caso”, declarou.

Elder Freire afirmou que foi informado sobre a suspensão de seu plantão no Walfredo Gurgel em 4 de outubro, apesar da superlotação da unidade. O médico também atribuiu ao secretário decisões semelhantes em outras ocasiões.

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Às vésperas do 2º turno, “pacote de bondades” do governo Lula cresce em R$ 25,8 bilhões

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou em R$ 25,8 bilhões o conjunto de medidas econômicas anunciadas após o primeiro turno das eleições, visando a reeleição. O valor é uma estimativa divulgada por integrantes da própria equipe econômica.

O chamado “pacote de bondades”, repleto de medidas eleitoreiras, inclui redução de impostos sobre combustíveis, benefícios para estudantes e medidas de renegociação de dívidas de microempreendedores.

Somadas às ações anunciadas antes da primeira votação, as medidas podem alcançar R$ 74,6 bilhões em impacto nas contas públicas até o fim de 2027, conforme os cálculos apresentados pelo governo.

O pacote prevê o perdão de até R$ 12,6 bilhões em dívidas tributárias de 3,6 milhões de MEIs, incentivos de até R$ 5 mil por beneficiário, com impacto de R$ 5 bilhões até 2030, e renegociação de dívidas privadas, com custo fiscal de R$ 600 milhões.

Também propõe elevar o teto anual de faturamento dos MEIs de R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028, além de permitir a contratação de um segundo funcionário. As mudanças dependem do Congresso.

Na área dos combustíveis, a redução de impostos sobre gasolina e etanol tem impacto estimado em R$ 3,6 bilhões em 2026, enquanto a subvenção adicional ao diesel importado custará R$ 1,6 bilhão em 30 dias. Lula também prometeu auxílio mensal de R$ 700 por dez meses para universitários.

As medidas se somam ao reajuste de 15,17% do Bolsa Família, que elevou o benefício mínimo de R$ 600 para R$ 691, e à nova etapa do Desenrola, com custo potencial de R$ 15 bilhões.

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PESQUISA BG/AFFARE – Comparecimento: 89,5% dos eleitores do RN dizem que certamente vão votar no segundo turno

A pesquisa BG/Affare mostra que 89,5% dos eleitores potiguares afirmam que certamente vão votar no segundo turno, em 25 de outubro. Outros 8,6% dizem que provavelmente comparecerão às urnas.

Entre os entrevistados, 1,3% declara que não vai votar e 0,6% não sabe. Os percentuais representam a intenção declarada de comparecimento, e não uma previsão de participação efetiva.

O levantamento realizou 1.366 entrevistas telefônicas automatizadas no RN entre 9 e 12 de outubro. O nível de confiança é de 95%. A margem planejada era de 2,67 pontos percentuais, com referência de 3,74 pontos considerando os pesos da amostra. Os registros na Justiça Eleitoral são RN-08411/2026 e BR-05784/2026.

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PESQUISA BG/AFFARE – PRESIDENTE X GOVERNADOR: 96,2% dos eleitores de Flávio escolhem Allyson; entre os de Lula, 80,9% votam em Cadu

Fotos: Reprodução

O cruzamento da pesquisa BG/Affare mostra que 96,2% dos eleitores de Flávio Bolsonaro (PL) escolhem Allyson Bezerra (União Brasil) para governador do RN. Outros 3,8% votam em Cadu de Lula (PT).

Entre os eleitores de Lula (PT), 80,9% escolhem Cadu para o Governo do Estado, enquanto 19,1% declaram voto em Allyson.

O recorte considera somente os entrevistados que escolheram um candidato nas duas disputas. Brancos, nulos, indecisos e aqueles que dizem não votar estão fora desse cruzamento.

A pesquisa realizou 1.366 entrevistas telefônicas automatizadas no RN entre 9 e 12 de outubro, com confiança de 95%. A margem geral planejada é de 2,67 pontos percentuais, com referência de 3,74 pontos após a ponderação; ela não se aplica automaticamente aos subgrupos. Os registros são RN-08411/2026 e BR-05784/2026.

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PESQUISA BG/AFFARE – PRESIDENTE: Nos votos totais, Lula tem 59,8% e Flávio Bolsonaro, 38,8% entre eleitores do RN

Fotos: Ricardo Stuckert-PR e Evaristo Sá-AFP

Lula (PT) aparece com 59,8% das intenções de votos totais para presidente entre os eleitores do Rio Grande do Norte. Flávio Bolsonaro (PL) tem 38,8%, segundo pesquisa do Instituto Affare contratada pelo Blog do BG.

A diferença é de 21 pontos percentuais. Brancos e nulos representam 1,2%, enquanto 0,1% não sabe em quem votar. A opção de não comparecer à votação registrou 0,0%. Os números se referem exclusivamente ao eleitorado potiguar.

O levantamento realizou 1.366 entrevistas telefônicas automatizadas entre 9 e 12 de outubro. O nível de confiança é de 95%. A margem planejada era de 2,67 pontos percentuais, com referência de 3,74 pontos considerando os pesos da amostra. O registro para presidente é BR-05784/2026.

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PESQUISA BG/AFFARE – PRESIDENTE – Lula lidera nos votos válidos com 60,6%, seguido de Flávio Bolsonaro, que tem 39,4% no RN

Fotos: Ricardo Stuckert-PR e Andressa Anholete-Agência Senado

Lula (PT) tem 60,6% dos votos válidos para presidente entre os eleitores do Rio Grande do Norte, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 39,4%, segundo pesquisa BG/Affare. A diferença é de 21,2 pontos percentuais.

Os votos válidos excluem brancos, nulos, indecisos e aqueles que dizem não votar. Nos votos totais, Lula registra 59,8% e Flávio, 38,8%. O levantamento se refere exclusivamente ao eleitorado potiguar, não ao cenário nacional.

A pesquisa realizou 1.366 entrevistas telefônicas automatizadas entre 9 e 12 de outubro, com confiança de 95%. A margem planejada era de 2,67 pontos percentuais, com referência de 3,74 pontos para mais ou para menos considerando os pesos da amostra. O registro para presidente é BR-05784/2026.

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PESQUISA BG/AFFARE – GOVERNADOR – FIRMEZA DO VOTO: 88,5% dizem que não mudarão de candidato

Entre os eleitores que escolheram um candidato ao Governo do RN, 88,5% afirmam que o voto é definitivo, segundo pesquisa BG/Affare. Outros 6,4% dizem que ainda podem mudar de escolha e 5,1% não sabem.

Entre os eleitores de Cadu de Lula (PT), 89,7% consideram o voto definitivo, 6,1% admitem mudar e 4,1% não sabem. Entre os de Allyson Bezerra (União Brasil), os percentuais são de 87,2%, 6,6% e 6,2%, respectivamente.

No grupo que considera o voto definitivo, Cadu recebe 53,3% e Allyson, 46,7%. Entre os que admitem mudar, a divisão é de 50,7% para Cadu e 49,3% para Allyson. Já entre os que não sabem se a escolha é definitiva, Allyson tem 57,4% e Cadu, 42,6%. O instituto ressalta que os dois últimos grupos têm bases reduzidas e devem ser lidos como indicativos.

O levantamento realizou 1.366 entrevistas telefônicas automatizadas no RN entre 9 e 12 de outubro, com confiança de 95%. A margem geral planejada é de 2,67 pontos percentuais, com referência de 3,74 pontos após a ponderação; ela não se aplica automaticamente aos subgrupos. O registro para governador é RN-08411/2026.

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