Cultura

Cantor sertanejo morre em acidente de moto

O cantor sertanejo Guilherme Palaia Juliari

O cantor sertanejo Guilherme Palaia Juliari, de 26 anos, morreu na manhã de quinta-feira, 30, em um acidente de moto na Rodovia Vereador Rubens Leme Asprino (SP-344), entre Aguaí e São João da Boa Vista, em São Paulo.

Segundo informações da Polícia Rodoviária, por volta das 11h30, Juliari dirigia a moto pela rodovia quando, no km 215, bateu na traseira de um caminhão, que estava parado na pista por causa de problemas mecânicos.

Juliari, nascido em São João da Boa Vista, morreu no local do acidente. Ele era casado, desde o final de 2018, com Jovana Balbino. Ainda não há informações sobre velório e enterro do cantor.

Redes sociais. A morte do cantor causou comoção nas redes sociais. Dezenas de mensagens de amigos e parentes foram postadas no Facebook de Juliari.

“Outro dia, postei essa foto tomado de imensa alegria por esses dois amigos. Hoje, chocado e com profunda tristeza, ao saber da morte do Guilherme. Só a graça de Deus é que pode permitir consolação diante desse triste acontecimento. Que o Senhor lhe dê a paz e console sua jovem esposa e seus familiares”, postou o padre Ricardo Ramos.

“Hoje o dia é de luto aqui na Terra. Mais é de festa lá no céu. Mais um irmãozão vai morar junto de Deus. Sem palavras para descrever sua humildade irmão. Vai com Deus irmãozão”, postou um amigo.

ESTADÃO CONTEÚDO

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Política

ELEIÇÕES 2026: Oposição a Lula larga na frente na disputa pelos maiores estados do país

Tarcísio de Freitas, ACM Neto e Sergio Moro: favoritos aos governos estaduais, eles são críticos a Lula | Fotos: Paulo Guereta/Governo Estado SP | Beto Barata/PL/Reprodução

A oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece em vantagem na corrida aos governos estaduais em seis dos dez maiores eleitorais do Brasil, segundo levantamento feito pela revista VEJA com base em pesquisas feitas em abril, maio, junho e julho. Esse recorte representa 75% do eleitorado total do país.

No maior colégio eleitoral do país, a oposição lidera e pode levar no primeiro turno com o atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos), um dos principais aliados políticos do presidenciável de oposição Flávio Bolsonaro (PL).

Em Minas Gerais, segundo maior estado, o líder da pesquisa é o senador Cleitinho Azevedo, também do Republicanos. Embora vez ou outra elogie e apoie iniciativas de Lula, ele vem sendo cotado para ser o palanque de Flávio no estado.

A oposição também aparece à frente na Bahia (com ACM Neto, do União Brasil), no Paraná (com Sergio Moro, do PL), no Ceará (com Ciro Gomes, do PSDB) e em Santa Catarina (com Jorginho Mello, do PL).

Lulistas

Já Lula tem apenas um candidato liderando que pode ser considerado seu aliado: o ex-prefeito Eduardo Paes (PSD), que está com larga vantagem na disputa pelo comando do Rio de Janeiro e pode liquidar a fatura ainda no primeiro turno.

O petista ainda tem uma aliada em boa posição no Rio Grande do Sul, com a ex-deputada estadual Juliana Brizola (PDT), neta do ex-governador Leonel Brizola, mas ela está empatada na margem de erro com o deputado oposicionista Luciano Zucco (PL).

Independentes

Em outros dois estados, o líder da corrida não pode ser considerado nem lulista nem oposição a Lula: Raquel Lyra (PSD) em Pernambuco e Daniel Santos (Podemos) no Pará. Ambos mantêm posição de neutralidade na corrida presidencial, embora flertem com o eleitorado petista e bolsonarista.

Veja abaixo um resumo da corrida nos dez maiores colégios eleitorais:

SÃO PAULO
(Paraná Pesquisas – maio)

Tarcísio de Freitas (Republicanos): 45,6%
Fernando Haddad (PT): 34,1%

MINAS GERAIS
(Real Time Big Data – maio)

Cleitinho Azevedo (Republicanos): 35%
Alexandre Kalil (PDT): 14%

RIO DE JANEIRO
(Paraná Pesquisas – junho)

Eduardo Paes (PSD): 54,2%
Douglas Ruas (PL): 14,6%

BAHIA
(Paraná Pesquisas – junho)

ACM Neto (União Brasil): 47,8%
Jerônimo Rodrigues (PT): 38,7%

PARANÁ
(Paraná Pesquisas – maio)

Sergio Moro (PL): 42,3%
Requião Filho (PDT): 19,9%

RIO GRANDE DO SUL
(Real Time Big Data – junho)

Juliana Brizola (PDT): 37%
Luciano Zucco (PL): 32%

PERNAMBUCO
(Datafolha – junho)

Raquel Lyra (PSD): 48%
João Campos (PSB): 43%

CEARÁ
(Paraná Pesquisas – junho)

Ciro Gomes (PSDB): 46,6%
Elmano de Freitas (PT): 33,9%

PARÁ
(Quaest – abril)

Daniel Santos (Podemos): 22%
Hana Ghassan (MDB): 19%

SANTA CATARINA
(Instituto Neokemp – junho)

Jorginho Mello (PL): 52,3%
João Rodrigues (PSD): 20,4%

Veja

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Geral

CLÁUDIO HUMBERTO: Lula recua e vai segurar nova indicação de Messias ao STF para depois da eleição

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

Por Cláudio Humberto, Diário do Poder

Lula foi demovido da ideia, que sustentava até o mês passado, de reenviar o nome de Jorge Messias para a vaga aberta de ministro do Supremo Tribunal Federal. Os cenários hoje são: enviar logo após a eleição ou deixar para fevereiro. As bravatas de Lula, sugerindo reenvio imediato, vieram depois dos “trackings” do Planalto captarem ligeira melhora na desgastada popularidade do petista após confronto, sobretudo, com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Olho na urna

Eventual reenvio este ano vai depender do resultado eleitoral, com envio caso Lula seja derrotado, já contando que a questão vai parar no STF.

Outro clima

Hoje, o cenário mais provável é que fique para fevereiro, após o fim da legislatura, com possibilidade de troca da presidência do Senado.

Água no chopp

Lula não vai admitir, mas o recuo veio após Alcolumbre segurar votações que o petista está de olho, como o projeto do fim da escala 6×1.

Caminho complicado

Além da má vontade de Alcolumbre, regra interna do Senado impede que uma mesma nomeação seja votada duas vezes em um ano.

Por Cláudio Humberto, Diário do Poder

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Geral

Mercado de canetas emagrecedoras movimentou mais de R$ 10 bilhões em 4 anos no Brasil

Foto: Mohammed_Al_Ali / Shutterstock | Portal EdiCase

O mercado brasileiro de medicamentos à base de GLP-1, conhecidos como canetas emagrecedoras, movimentou mais de R$ 10 bilhões entre 2021 e 2025, cinco vezes mais do que em 2021. O avanço colocou esses produtos entre os mais vendidos do país e impulsionou as importações de medicamentos de alta tecnologia. O levantamento foi realizado pelo portal Metrópoles.

Crescimento do mercado

  • O setor passou de R$ 1,8 bilhão em 2021 para R$ 10 bilhões em 2025;
  • A participação no varejo farmacêutico aumentou de 3% para 9%;
  • As vendas cresceram de 3,3 milhões para 8,9 milhões de unidades;
  • Mounjaro e Wegovy concentram mais de 70% do faturamento do segmento.

Importações em alta

Segundo a Farma Brasil, as importações de medicamentos cresceram de US$ 1,3 bilhão em 2000 para US$ 14,2 bilhões em 2025, alta superior a 950%. O avanço é atribuído ao envelhecimento da população, ao aumento das doenças crônicas e ao uso de terapias mais sofisticadas.

Preços começam a cair

Entre janeiro e maio de 2026, a semaglutida movimentou R$ 2 bilhões, com mais de 2 milhões de unidades vendidas. Apenas em maio, o faturamento chegou a R$ 449 milhões. Com a entrada de versões nacionais, como a lançada pela EMS, o preço médio da semaglutida já registra queda de cerca de 8%.

Projeto no SUS

O Ministério da Saúde iniciou um projeto-piloto em Porto Alegre para avaliar o uso da semaglutida no SUS. Nesta fase, 250 pacientes com obesidade grave ou doenças associadas serão acompanhados por dois anos para medir a eficácia do tratamento e o impacto nos custos do sistema público de saúde.

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Geral

Preço médio do gás de cozinha no Brasil sobe 0,5%, para R$ 114,66, diz ANP

Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

O preço médio do gás de cozinha subiu 0,5% esta semana contra a semana anterior, para R$ 114,66 o botijão de 13 quilos de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), chegando a custar R$ 161 em Uruguaiana (RS), segundo o Levantamento de Preços da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).

Já os preços médios do diesel e da gasolina voltaram a registrar ligeiras quedas, de 0,4% e 0,1%, respectivamente.

A gasolina fechou a semana de 28 de junho a 4 de julho com preço médio de R$ 6,61 o litro, mas chegou ao preço máximo de R$ 9,79 no Guarujá, mesmo preço e município onde a ANP identificou o diesel S-10 mais caro. Na média, o diesel S-10 registrou preço de R$ 7,02.

CNN

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Polêmica

Igrejas evangélicas cancelam ou mudam horário do culto de domingo para fieis verem jogo do Brasil na Copa, gerando polêmica e debate nas redes sociais

Foto: Jansen Lube

Igrejas evangélicas vão cancelar ou mudar os horários dos cultos durante o jogo do Brasil contra a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo, na tarde deste domingo (5).

A Associação Vitória em Cristo, do pastor Silas Malafaia, por exemplo, cancelou o culto do período da noite devido à partida, focando as celebrações no período da manhã. Já outras, como a Renascer, mudaram o início do culto para depois do final da partida da seleção.

Polêmica e debate nas redes sociais

Nos últimos dias, a alteração ou cancelamento de cultos motivaram uma discussão entre religiosos em vídeos publicados nas redes sociais.

Por um lado, alguns pastores afirmaram ser errado do ponto de vista religioso priorizar a partida da seleção em relação às atividades religiosas. Por outro, religiosos argumentam que torcer pela seleção —mesmo no horário comum do culto— não é pecado.

Não é só sobre o culto. Há uma série de fatores que levam à mudança: garantir a saúde, o deslocamento e o segurança, além da comunhão com a família [no dia do jogo]. Não há orientação da Bíblia sobre o horário do culto, e sim um apego de algumas lideranças evangélicas para sacralizar o horário, como se fosse mais importante do que o culto em si”, diz o teólogo Ranieri Costa, doutorando em Comunicação e Cultura

“Sou contra cancelar o culto por causa da motivação. Se for por um motivo justo, não há problema. Mas mudar por causa do futebol é algo fútil, supérfluo e pequeno”, diz Matheus Alves, pastor da Igreja Lagoinha, de Belo Horizonte (MG).

“Isso abre muitos precedentes. Não sou contra faltar no culto. Isso pode acontecer por inúmeros motivos. Mas e o irmão que não gosta de futebol, e quer cultuar Deus? Não vai ter essa opção na igreja dele. É uma decisão arbitrária da igreja por aquilo que transmite”, diz Alves, que publicou um vídeo no Instagram sobre o assunto. A publicação teve 432 mil visualizações.

Já o pastor Silas Malafaia, que cancelou a celebração da Vitória em Cristo no domingo à noite, afirma à Folha que os fieis teriam dificuldade de chegar a sua igreja, no bairro da Penha, no Rio de Janeiro.

“Na minha igreja, é um monte de gente que chega de Uber, de táxi, mototáxi, de ônibus… Se na igreja deles, o pessoal chega só de carro, top, não tenho nada contra [realizar o culto no horário do jogo]”, diz.

Igreja vai transmitir jogo no templo

Já a 1ª Igreja Batista em Guarulhos, na Grande São Paulo, vai transmitir o jogo no templo e, ao final, prosseguir com a celebração religiosa.

Vai ter pipoca, vai ter lanche. E a gente vai ter um tempo de comunhão comemorando o jogo do Brasilzão. A gente vai assistir ao jogo até o fim. Depois, 15 minutinhos, banheiro, vai ter pregação com tudo certinho”, diz o pastor Bruno Ramos, com a camisa da seleção.

Ramos também afirmou que os fieis estavam liberados para assistir à partida de casa. “O grande detalhe é perceber que tudo o que fazemos é para honra e glória de Jesus, inclusive assistir ao jogo do Brasil”.

A escritora evangélica Heloisa Karin também publicou um vídeo no Instagram comentando o interesse dos religiosos pela Copa.

Futebol não é pecado. Pecado é o que a Bíblia diz que é pecado. Em momento algum os esportes são tratados como tal nas escrituras. E a Copa só é do mundo porque é mundial, e não do Diabo”, diz.

Folhapress

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Política

Tarcísio lidera disputa pelo governo de São Paulo, aponta Datafolha

Foto: Reprodução

Levantamento do Datafolha aponta que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, lidera com folga a disputa pelo Palácio dos Bandeirantes nas eleições de 2026.

Segundo a pesquisa, Tarcísio aparece com 46% das intenções de voto, enquanto o ex-prefeito e ex-ministro Fernando Haddad registra 30%. Os demais candidatos somam percentuais menores, sem ultrapassar a casa de um dígito.

Em cenário de segundo turno, o governador também mantém vantagem: 53% contra 37% de Haddad, indicando estabilidade em relação ao levantamento anterior do instituto.

A pesquisa ouviu 1.608 pessoas entre os dias 1º e 3 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. O registro é SP-01703/2026.

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Economia

MAIORIA REPROVA ECONOMIA: 52% dos brasileiros dizem que situação está ruim, diz pesquisa Atlas

Foto: Reprodução

Uma pesquisa do instituto AtlasIntel/Bloomberg aponta que a maioria dos brasileiros avalia negativamente a situação econômica do país. Segundo o levantamento, 52% dos entrevistados consideram que a economia brasileira está ruim. Outros 36% dizem que o cenário é bom, enquanto 13% classificam como normal.

O estudo também mediu a percepção sobre emprego e renda familiar. No mercado de trabalho, 43% avaliam a situação como boa, 40% como ruim e 18% como normal.

Já em relação à economia das famílias, os números aparecem mais equilibrados: 36% consideram a situação boa, 36% ruim e 28% normal.

A pesquisa ouviu 4.999 pessoas em todo o Brasil entre os dias 26 e 30 de junho de 2026. A margem de erro é de um ponto percentual, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o número BR-04582/2026.

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Política

“CIENTE DE TUDO”: Carlos diz que Bolsonaro segue “acompanhando tudo” mesmo preso em casa

Foto: Reprodução/X/Carlos Bolsonaro

O vereador licenciado do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, afirmou neste sábado (4) ter visitado o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. A declaração foi feita nas redes sociais, onde Carlos relatou como foi o encontro e disse que o ex-presidente está “ciente de tudo” o que ocorre no cenário político, mesmo sem acesso livre a conversas e interações nas redes sociais.

Segundo ele, Bolsonaro também recebeu informações sobre visitas recentes de familiares, incluindo o senador Flávio Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro, e teria acompanhado relatos sobre articulações políticas em andamento.

Carlos não comentou diretamente os atritos internos recentes envolvendo membros da família. Em sua publicação, afirmou ainda que a conversa foi longa e que o ex-presidente demonstrou estar bem informado sobre o ambiente político.

Opinião dos leitores

  1. Este ente foi quem mais prejudicou o próprio pai quando presidente.
    Continua falando o desnecessário provocando até a volta de Bolsonaro pra papuda.
    Desde o dia da posse de Bolsonaro na presidência da República, quando vi este ente pendurado no pneu de suporte pra chegar no palácio do Planalto, pressenti que o clã Bolsonaro não tinha hierarquia familiar.
    Perdi toda minhas esperanças no novo governo, e o resultado está aí para tristeza do nosso Brasil velho e sofrido.

    Aguardem! Carlos Bolsonaro vai acabar com a eleição de Flávio!! Não tenho dúvidas!!

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Política

Governo Lula tem pacote de R$ 180 bilhões às vésperas do período eleitoral, aponta Folha

Foto: Ricardo Stuckert/PR

As medidas econômicas e sociais anunciadas pelo governo do presidente Lula (PT) em 2026 já somam mais de R$ 180 bilhões, segundo levantamento divulgado pela Folha de S.Paulo. Os efeitos das ações devem avançar para o ciclo presidencial seguinte, a partir de 2027.

O conjunto de iniciativas foi intensificado nos últimos meses, em meio à aproximação do período eleitoral. A partir deste sábado (4), entra em vigor o chamado defeso eleitoral, que limita eventos, inaugurações e ações de comunicação institucional nos três meses que antecedem a eleição.

Segundo o levantamento, as medidas têm como foco principal a população de renda intermediária, segmento que representa cerca de um terço do eleitorado. Esse grupo é apontado em pesquisas como um dos pontos de maior disputa política.

Entre as 16 ações mapeadas, estão aportes em fundos de garantia, linhas de crédito para compra de veículos, financiamento agrícola, programas para microempreendedores, taxistas e entregadores, além de renegociação de dívidas e recomposição de subsídios.

O volume total cresceu em relação a maio, quando era estimado em R$ 144 bilhões.

O governo afirma que as iniciativas têm impacto controlado nas contas públicas e não representam pressão relevante sobre a inflação.

Já analistas e técnicos do mercado financeiro avaliam que o conjunto pode influenciar a atividade econômica, juros e percepção de risco fiscal, enquanto o Banco Central acompanha os efeitos sobre a demanda e o cenário inflacionário.

 

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Política

Flávio Bolsonaro é o principal rival de Lula entre nomes da direita, apontam pesquisas

Foto: Vittor Sale

Duas pesquisas divulgadas após a crise pública entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) indicam que o parlamentar manteve uma base eleitoral sólida e segue como o principal nome da direita em uma eventual disputa contra o presidente Lula (PT). As infomações são do Metrópoles.

Levantamento da Nexus, divulgado em 29 de junho, mostra Lula com 47% e Flávio com 44% em um cenário de segundo turno. Como a margem de erro é de dois pontos percentuais, os dois aparecem tecnicamente empatados. No primeiro turno, Lula registra 42%, enquanto Flávio varia entre 34% e 35%.

Já a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, divulgada em 1º de julho, aponta Lula com 48,8% e Flávio com 42,3% no segundo turno. Nesse levantamento, a vantagem do presidente aparece fora da margem de erro, de um ponto percentual.

Os dois institutos realizaram as entrevistas depois da repercussão do desentendimento entre Flávio e Michelle. Ela afirmou que foi desrespeitada durante uma ligação sobre as articulações eleitorais do PL no Ceará.

O senador negou ter agido dessa forma e afirmou que nunca maltratou ou humilhou uma mulher, pedindo desculpas caso ela tenha se sentido ofendida.

Quase 82% preferem Flávio

Apesar da crise, um recorte da AtlasIntel mostra que 81,9% dos eleitores bolsonaristas preferem Flávio como candidato da direita à Presidência, enquanto Michelle aparece com 14,7%. Entre as mulheres bolsonaristas, o senador também lidera a preferência, segundo o instituto.

As pesquisas utilizaram metodologias diferentes e, por isso, não permitem comparação direta. Em comum, porém, os levantamentos indicam que Flávio preservou o apoio da maior parte do eleitorado ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, mesmo após a sequência de desgastes políticos recentes.

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