Mesmo sem ter anunciado oficialmente, o apoio do prefeito Carlos Eduardo (PDT) à chapa com o deputado federal Henrique Eduardo (PMDB) governador e a ex-governadora Wilma de Faria (PSB) senadora, fechado no último final de semana, já é evidente no discurso político adotado pelo pedetista.
Em entrevista à Rádio 98 FM, Carlos já tratou de excluir a influência da deputada federal Fátima Bezerra (PT) de possíveis conquistas para Natal, como no caso do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). O prefeito declarou que os recursos estão sendo conseguidos diretamente com o governo federal “sem a influência de nenhum parlamentar”.
Segundo Carlos, o governo Dilma Rousseff (PT) é republicano e tem ajudado a cidade sem interferências políticas em Brasília. No entanto, ele elogiou o mandato da deputada petista, o qual classificou como “a serviço do povo de Natal”. As declarações de Carlos Eduardo não deixaram dúvidas sobre o palanque que ele integrará no pleito deste ano.
Se para bom entendedor meia palavra basta, as declarações completas de Carlos já sinalizam completamente seu posicionamento político em relação às chapas que estão se formando.
Ô política medíocre essa de nosso estado!
Merecemos uma safra de políticos inteligentes, com boa formatura acadêmica e que deixem de lado os seus interesses pessoais e trabalhem intensamente para realizar os anseios da população.
Infelizmente o bom Prefeito Carlos Eduardo estava entre a cruz e a espada.
Infelizmente ele escolheu o lado errado.
Quanto à disputa Wilma x Fátima, vamos ver se a imprensa potiguar, que se diz livre e independente, vai relembrar os casos do Foliaduto e Operação Higia, ou se a imprensa só cita os escândalos que envolvem a ex Governadora Wilma quando lhes convém.
O Brasil foi classificado como país de liberdade parcial na internet, segundo o relatório Freedom on the Net 2025, da organização Freedom House. O levantamento atribuiu 65 pontos de um total de 100 ao cenário brasileiro, indicando avanços no acesso à rede, mas também alertando para decisões judiciais, punições e pressões que impactam a atuação online.
De acordo com o estudo, um dos fatores que influenciaram a nota foi o bloqueio de perfis em redes sociais por decisões do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A entidade também menciona medidas consideradas restritivas contra jornalistas e usuários, apontando que o ambiente digital tem enfrentado tensões relacionadas à liberdade de expressão.
Foto: Freedom House
O relatório afirma ainda que jornalistas independentes e ativistas seguem expostos a assédio, ataques e episódios de violência política. Outro ponto citado é o risco de ações judiciais contra profissionais da comunicação que investigam figuras influentes, o que, segundo a organização, contribui para um cenário de autocensura e insegurança no ambiente online.
Entre os exemplos mencionados está o caso regional do jornalista Ricardo Antunes, condenado após denunciar um suposto esquema em Pernambuco. Para a Freedom House, episódios como esse refletem desafios estruturais para garantir equilíbrio entre combate à desinformação e preservação das liberdades digitais no país.
Natal amanheceu sob forte chuva nesta quarta-feira (11), com registros de alagamentos, transtornos no trânsito e ocorrências de falta de energia em algumas áreas da Zona Norte. A previsão indica céu nublado ao longo do dia, com temperaturas variando entre 24ºC e 27ºC e umidade chegando a 95%, cenário que exige atenção redobrada de motoristas e pedestres.
A Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) informou que segue monitorando as principais vias da capital após o volume de chuva registrado durante a madrugada. Equipes acompanham a situação em tempo real e classificam os trechos afetados como transitáveis ou intransitáveis, atualizando as condições conforme o nível da água diminui ou aumenta.
Entre os pontos considerados intransitáveis estão a Rua Almino Afonso, na Ribeira; a Avenida Solange Nunes, em frente à Unimetais; a lateral da Avenida Hermes da Fonseca, próximo ao Colégio Auxiliadora; e o cruzamento da Rua Açu com a Avenida Afonso Pena. Já locais como a Avenida Nevaldo Rocha com Coronel Estevam, Avenida João Medeiros com Moema Tinôco, Rua Mossoró com Afonso Pena, Avenida da Integração e o viaduto do 4º Centenário, na BR-101, seguem liberados, porém com trânsito lento.
A orientação das autoridades é que condutores evitem áreas críticas e redobrem a cautela, já que novos pontos de alagamento podem surgir ao longo do dia caso a chuva continue. A recomendação é reduzir a velocidade, manter distância segura e, sempre que possível, buscar rotas alternativas para evitar riscos.
A inflação registrada no Rio Grande do Norte terminou 2025 acima do índice nacional, reforçando um cenário de atenção para consumidores e setor produtivo. Estimativas com base no IPCA de Natal indicam alta próxima de 4,4% no ano, enquanto o índice oficial do Brasil fechou em 4,26%, evidenciando pressões regionais mais intensas sobre preços.
O avanço foi puxado principalmente pelo encarecimento dos alimentos e dos serviços, áreas que tiveram reajustes constantes ao longo do ano. Questões climáticas, custos logísticos e a dependência de produtos vindos de outros estados influenciaram diretamente o abastecimento local, enquanto despesas com habitação, transporte e alimentação fora de casa também pesaram no orçamento das famílias.
Itens administrados, como energia elétrica e combustíveis, seguiram como fator relevante para o resultado mais elevado no estado, refletindo impactos acumulados e oscilações externas que chegaram ao consumidor final. Apesar disso, alguns segmentos apresentaram alívio, como a construção civil, que teve crescimento de custos abaixo das médias regional e nacional.
Para 2026, o mercado projeta inflação mais moderada, segundo o boletim Focus do Banco Central, mas o cenário ainda exige cautela diante dos juros elevados e das incertezas fiscais. A expectativa é de desaceleração gradual dos preços, embora especialistas alertem que a persistência da inflação de serviços pode continuar sendo um desafio para a economia potiguar.
O Banco Master destinou R$ 1 milhão, por meio de renúncia fiscal autorizada pela Lei Rouanet, para a produção de um longa-metragem inspirado na história de São Jorge. A autorização para captação ocorreu ainda em 2023, conforme informou o Ministério da Cultura, dentro de um projeto aprovado anteriormente nos sistemas oficiais do audiovisual.
A informação é do colunista Paulo Cappelli, do Metrópoles. De acordo com dados da Ancine, o filme está em fase inicial de produção e já acumulou mais de R$ 15 milhões captados via incentivos fiscais. Na prática, o mecanismo permite que empresas direcionem parte dos impostos que pagariam à União para financiar iniciativas culturais, o que reacende discussões sobre o uso desses recursos em meio a polêmicas envolvendo o banco.
A obra será produzida pela Latinamerica Entretenimento Internacional, empresa comandada pela cineasta Luiza Shelling Tubaldini, responsável também por outros projetos do cinema nacional. A proposta do longa mistura elementos históricos e ficcionais ao retratar o personagem como um general que enfrenta crises políticas e religiosas dentro de um império em decadência.
Segundo a sinopse registrada, o enredo acompanha a trajetória de Jorge desde sua atuação militar até o conflito com o chamado “dragão”, além da pressão para que abandone suas crenças pessoais. O roteiro aposta em temas como fé, ética e resistência diante de mudanças impostas por autoridades da época.
O financiamento via incentivos fiscais, porém, coloca o projeto no centro de questionamentos políticos e econômicos, já que a renúncia representa valores que deixam de entrar nos cofres públicos. Em meio ao cenário de investigações e debates recentes envolvendo o Banco Master, a destinação do recurso tende a ampliar o escrutínio sobre a relação entre grandes empresas e mecanismos de incentivo cultural.
Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) admitem, nos bastidores, preocupação com possíveis impactos jurídicos do desfile que vai homenageá-lo no Carnaval. A avaliação dentro do governo e entre setores do Judiciário é de que o evento pode acabar sendo interpretado como propaganda eleitoral antecipada, abrindo espaço para questionamentos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A informação é da colunista Andréia Sadi, do g1. O temor ganhou força diante de precedentes recentes, como a decisão que tornou Jair Bolsonaro inelegível após entendimento de uso político de estruturas oficiais. Integrantes do governo avaliam que qualquer leitura semelhante pode gerar desgaste em um momento considerado sensível do calendário pré-eleitoral, motivo pelo qual o tema passou a ser monitorado de perto por ministros e assessores do Planalto.
A pressão aumentou após o partido Novo acionar o TSE contra Lula, o PT e a escola de samba Acadêmicos de Niterói, responsável pelo enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”. A sigla argumenta que a homenagem ultrapassa o caráter cultural e pede multa milionária, alegando que o desfile funcionaria como peça de pré-campanha.
Paralelamente, a senadora Damares Alves também levou questionamentos ao Ministério Público Eleitoral, citando trechos do samba que, segundo ela, promoveriam o presidente e atacariam adversários políticos. A parlamentar ainda apontou o uso de recursos públicos e a transmissão em TV aberta como fatores que poderiam agravar a discussão jurídica.
Apesar das ações, decisões recentes têm freado tentativas de barrar repasses e suspender iniciativas ligadas ao desfile. Mesmo assim, o assunto segue no radar do governo, especialmente diante da futura composição do TSE e do receio de que um evento festivo acabe se transformando em novo foco de desgaste político para o Planalto.
A Polícia Federal ainda espera o Supremo Tribunal Federal enviar oficialmente o inquérito que investiga o ministro Marco Buzzi, do STJ, acusado de importunação sexual. O caso está sob relatoria de Kassio Nunes Marques e corre em sigilo, já que o magistrado possui foro privilegiado, o que faz com que as diligências dependam de autorização direta da Corte.
As acusações começaram após o depoimento de uma jovem de 18 anos, que registrou ocorrência em janeiro e afirmou que teria sido abordada de forma inadequada pelo ministro durante um encontro em Balneário Camboriú. Posteriormente, uma servidora terceirizada do próprio STJ também relatou suposto assédio dentro do gabinete, ampliando a pressão sobre o tribunal e acelerando procedimentos internos.
Mesmo sem ter prestado depoimento até agora, Buzzi foi afastado de forma unânime pelos colegas em sessão extraordinária marcada por silêncio e indignação entre magistrados, segundo relatos de bastidores. A decisão esvaziou um pedido de licença apresentado pelo próprio ministro minutos antes da reunião e abriu caminho para que o tribunal avalie medidas disciplinares mais duras.
Apesar de proibido de frequentar o STJ, usar carro oficial e exercer funções institucionais, o magistrado segue recebendo remuneração mensal superior a R$ 44 mil, o que gerou críticas internas e externas. A Corte deve decidir em março se avança para uma possível aposentadoria compulsória, conforme o andamento da sindicância.
A defesa sustenta que o afastamento cria um “precedente perigoso” e afirma que ainda não houve pleno contraditório. Os advogados dizem estar reunindo provas para contestar as acusações, enquanto o caso avança simultaneamente no STF, no CNJ e nas apurações administrativas dentro do próprio STJ.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que conversou diretamente com o filho Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, depois que o nome dele apareceu nas discussões da CPMI do INSS, comissão que investiga um esquema de descontos indevidos revelado pela imprensa. Segundo o petista, o diálogo ocorreu de forma reservada e teve tom de cobrança e esclarecimento. A informação é do colunista Igor Gadelha, do Metrópoles.
Em entrevista ao Uol, Lula relatou que disse ao filho que cada um deve responder por seus atos e que, caso exista qualquer irregularidade, as consequências precisam ser enfrentadas. O presidente, porém, não detalhou o teor completo da conversa nem comentou aspectos jurídicos do caso.
Informações de bastidores apontam que o encontro aconteceu em dezembro, no Palácio da Alvorada, em Brasília, e contou com a presença de um dos advogados de defesa de Lulinha. Na ocasião, ele ainda estava no Brasil durante o período de férias, antes de retornar à Espanha, onde reside atualmente.
De acordo com relatos, o filho do presidente negou qualquer envolvimento irregular e relembrou episódios anteriores em que foi alvo de acusações falsas, usadas como exemplo para reforçar sua versão. Auxiliares afirmam que Lula também compartilhou o conteúdo da conversa com aliados políticos que acompanham a CPMI.
O nome de Lulinha passou a ser citado após uma testemunha mencionar um suposto lobby ligado ao empresário conhecido como “Careca do INSS”. Apesar disso, um pedido para convocá-lo foi rejeitado pela comissão na época, sob a justificativa de que ainda não havia provas suficientes para sustentar a oitiva. A Secretaria de Imprensa da Presidência não comentou o assunto até o momento.
Investigada pela Polícia Federal e com dívidas estimadas em R$ 4 bilhões, a empresa de investimentos Fictor alugou uma mansão no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, que foi usada para aproximação com integrantes do governo Lula e para articulações ligadas à (CPMI do INSS. O imóvel de quase 500 metros quadrados chegou a receber ministros e dirigentes petistas, segundo apuração do Estadão.
A casa, alugada pelo ex-sócio da Fictor Luis Phillippi Rubini até dezembro de 2025, também foi palco de uma reunião para a montagem de um dossiê contra o advogado Eli Cohen, testemunha da CPMI. O ex-policial civil Rogério Giglio afirma que foi pago por representantes da Fictor para produzir gravações e um depoimento falso contra Cohen, material que acabou sendo usado por parlamentares governistas para tentar descredenciar o denunciante das fraudes bilionárias no INSS.
Um dos encontros ocorreu em 24 de setembro de 2025 e reuniu o deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder da bancada do PT na CPMI, o consultor da Fictor Felipe Alcântara e Giglio.
Pimenta confirmou a reunião, disse não saber que a casa era ligada à empresa e afirmou que considerou frágeis as provas apresentadas. Mesmo assim, áudios gravados por Giglio foram usados posteriormente para pedir nova convocação de Cohen à comissão.
Além da articulação política, a mesma mansão foi usada em tentativas de aproximação da Fictor com a usina de Itaipu, com a intenção de gerir recursos do fundo de reserva da hidrelétrica, o que não avançou por impedimentos legais.
O diretor-geral de Itaipu, Ênio Verri, esteve no local em eventos com lideranças do PT, como Gleisi Hoffmann e Alexandre Padilha, que confirmaram presença, mas negaram qualquer proposta ou negociação com a empresa.
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, cantou nesta terça-feira (10) trechos de um samba-enredo que homenageia o presidente Lula durante um evento em comemoração aos 46 anos do PT, na Câmara dos Deputados. A ministra, que também é ex-presidente nacional do PT, discursou da tribuna diante de militantes e parlamentares da sigla.
Gleisi sugeriu que o Carnaval fosse usado para “se divertir” e “curtir o samba-enredo do presidente Lula”. Ela afirmou que a música “conta a vida de Lula” e cantou um trecho com versos como “Quanto custa a fome? Quanto importa a vida. Nosso sobrenome é Brasil da Silva”. Ao final, defendeu a comemoração “sem falsos mitos e sem anistia” e encerrou o discurso com um “Viva o PT!”, sendo aplaudida.
A homenagem citada pela ministra faz referência ao desfile da escola Acadêmicos de Niterói no Carnaval deste ano. A agremiação vai levar à Sapucaí um samba-enredo que narra, em primeira pessoa, a história de Dona Lindu, mãe de Lula. O enredo recebeu o nome “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”.
O tema do desfile, no entanto, virou alvo de questionamento no TSE. O partido Novo acionou a Corte alegando que o samba-enredo pode caracterizar propaganda eleitoral antecipada, por funcionar, segundo a legenda, como uma peça de pré-campanha para a reeleição do presidente Lula.
A Senadora Zenaide Maia tem atuado como uma voz ativa e estratégica no Congresso Nacional, dedicando-se à defesa dos interesses do Rio Grande do Norte. Desde o início de seu mandato, a parlamentar potiguar tem direcionado esforços e emendas parlamentares para o desenvolvimento da capital, Natal, e de diversas cidades do interior do Estado.
Um testemunho público e relevante desse compromisso foi o reconhecimento do atual prefeito de Natal, Paulinho Freire, que destacou em suas mídias sociais as significativas contribuições de recursos federais, advindos da atuação da senadora, para a melhoria da infraestrutura da capital potiguar.
O montante total de recursos destinados pela Senadora Zenaide Maia para o município de Natal alcança a expressiva cifra de R$ 27.439.516,08, valor que representa a soma das emendas desde o início de seu mandato como senadora. Esses investimentos têm sido cruciais para impulsionar importantes obras e ações que visam aprimorar a qualidade de vida dos cidadãos natalenses em diversos setores.
Dentre as principais contribuições, destacam-se:
– Reformas de Unidades Básicas de Saúde (UBS´s) na Zona Norte e na Zona Sul, fortalecendo a atenção primária;
– Construção de uma nova UBS no Parque das Dunas, ampliando o acesso à saúde;
– Pavimentação de ruas em diferentes bairros, melhorando a mobilidade urbana;
– Apoio às festas tradicionais e aos festejos populares do município, valorizando a cultura local;
– Recursos para compra de computadores e reformas no IFRN;
– Incentivo ao esporte e lazer, promovendo a qualidade de vida
Repasses fundamentais para instituições de saúde de grande relevância, como a Liga contra o Câncer e o Hospital Infantil Varela Santiago, garantindo atendimento a milhares de pessoas, entre outras ações que fortalecem a infraestrutura e o bem-estar social.
A senadora Zenaide Maia reitera que seu trabalho em Brasília não se restringe apenas à capital, mas abrange todo o Estado, buscando equidade e desenvolvimento para todas as regiões.
“Meu compromisso é com o povo do RN. Seja em Natal ou no interior, nossa luta é por mais recursos, mais dignidade e mais oportunidades para todos os potiguares. Ver o impacto direto dessas emendas em obras que transformam a realidade da nossa gente é a maior recompensa e a motivação para continuarmos trabalhando incansavelmente,” afirmou.
Ô política medíocre essa de nosso estado!
Merecemos uma safra de políticos inteligentes, com boa formatura acadêmica e que deixem de lado os seus interesses pessoais e trabalhem intensamente para realizar os anseios da população.
Infelizmente o bom Prefeito Carlos Eduardo estava entre a cruz e a espada.
Infelizmente ele escolheu o lado errado.
Quanto à disputa Wilma x Fátima, vamos ver se a imprensa potiguar, que se diz livre e independente, vai relembrar os casos do Foliaduto e Operação Higia, ou se a imprensa só cita os escândalos que envolvem a ex Governadora Wilma quando lhes convém.