Na convenção que homologou a candidatura da deputada Márcia Maia a prefeito de Natal, o deputado federal Rogério Marinho criticou o prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT). Segundo o tucano, o atual gestor e candidato a reeleição “está mais interessado na campanha de 2018 do que em administrar Natal”.
Rogério abordou ainda os dias de terror que estão sendo enfrentados pelos potiguares desde a semana passada, com a realização de seguidos atentados criminosos em diversas cidades, principalmente na capital potiguar. “Nossa cidade esta sob ataque do crime organizado e a segurança pública não é responsabilidade apenas de governo federal ou estadual, também é da Prefeitura”, cobrou.
O deputado federal relembrou o fato do presídio de Alcaçuz ter sido construído durante a gestão de Carlos Eduardo na Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado. “Sempre me questionava quem teria sido o ser iluminado que tinha tido a brilhante ideia de construir uma penitenciária em cima de dunas. Quem teria sido esse ser que construiu um presídio onde basta cavar um buraco com as mãos para fugir, porque está sob areia? Esse ser foi Carlos Eduardo, que não conhece de administração pública, não sabe nada de engenharia, não entende de segurança pública e hostiliza a Polícia Civil e Militar”.
Candidata a prefeita pelo PSDB, a deputada Márcia Maia também criticou a postura do prefeito Carlos Eduardo. “Nossa cidade não merece ser usada por quem acredita que a vida do cidadão pode servir de trampolim para um projeto pessoal. Natal não tem um dono. Natal é do natalense”, disse.
Estiveram presentes na convenção do PSDB o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira de Souza, os deputados estaduais Gustavo Carvalho, Raimundo Fernandes e Carlos Augusto Maia, além da ex-governadora Wilma de Faria, que oficializou sua candidatura a vereadora pelo PTdoB. Os vereadores Dickson Nasser Júnior e Aroldo Alves também marcaram presença, assim como o presidente estadual do PSDB, Valério Marinho.
Quem danado e Rogério Marinho pra passar o tempo todo conversando merda? Era para ele ainda está agradecendo até agora por ter sido eleito graças a legenda , um seboso desse deveria se colocar no lugar dele.
Carlos Eduardo esta semana mostrou quais os interesses reais dele: apenas o poder e não uma boa administração. Abandonou Natal e usou a crise como trampolim para se auto promover. Deixou a cidade ao relento e sequer ofereceu qualquer ajuda ao Governador. Votei nele sempre e não voltarei a votar. Me decepcionei muito com o prefeito e percebi que, no final das contas, um Alves é sempre um Alves.
O povo merece e sofrer mesmo tendo um eleitor doente como vc para votar
Sras e Srs preparem-se…… Para mais um festival de mentiras e enganações, falsas promessas e compromisso que só vale até o dia das campanhas eleitorais….preparem-se para os lindos discursos, que vão transformar nossas cidades em verdadeiras terras prometidas, com todos os benefícios que são nossos por direito, saúde, educação e segurança dignos, uma vez que todos pagamos por eles, mas q por ganância e status, nos são usurpados dia após dia. Falsas promessas de uma classe q se diz política, mas q de políticas não tem. Apenas olham com bons olhos o que pode ser usado e roubado a seus próprios caprichos e benefícios. Como já disse em outras ocasiões, queria ver essas disputas todas se não houvesse tanta regalia, se seus salários não fossem como são, se a corrupção não tivesse vez…Enfim, pra os q tem estômago, preparem-se, as náuseas vão começar!!!!
Esse Rogério marinho está igual a metralhadora giratória. Atira pra todo lado tentando se dar bem. Lembrem-se os leitores que em 2008 ele rompeu com Vilma de Faria pois queria ser candidato a prefeito e ela não aceitou pois apoiava Fatima bezerra. Ele com raiva, apoiou Micarla de Souza. O final desta história todos nós conhecemos. Tirem suas conclusões.
O trânsito em Natal terá mudanças importantes neste sábado (16) por causa da realização do Circuito Sesc de Corridas. A PRF mantém bloqueadas as duas marginais da BR-101, entre o Viaduto do 4º Centenário e o túnel da UFRN, enquanto novas interdições em avenidas da capital começam às 13h.
Segundo a PRF, o fluxo segue normalmente pelas faixas principais da BR-101, mas as marginais permanecem interditadas para a realização do evento. Já a STTU informou que o segundo turno de bloqueios parciais em trechos da zona Sul ocorrerá entre 13h e 19h.
As autoridades recomendam que motoristas evitem o entorno da Arena das Dunas e da UFRN nas próximas horas. A orientação é utilizar rotas alternativas e programar deslocamentos com antecedência para evitar congestionamentos.
📍 Trechos com bloqueio ou controle viário:
Marginais da BR-101 — entre o Viaduto do 4º Centenário e o túnel da UFRN
Passarela da Av. Prudente de Morais
Viaduto Estaiado da Av. Lima e Silva
Túnel da Av. Romualdo Galvão
Rotatória do Centro Administrativo
Av. Odilon Gomes com Av. Passeio dos Girassóis
Retorno do Ginásio Poliesportivo da UFRN
Além disso, a STTU informou que a Rua Projetada, na marginal da Arena das Dunas, segue parcialmente interditada desde o início da semana para montagem das estruturas do evento.
A liberação do trecho está prevista para domingo (17), às 20h.
A Polícia Federal promoveu mudanças no comando do inquérito que apura supostos desvios no INSS e que cita o nome de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT). A alteração ocorreu nesta sexta-feira (15), com a substituição do delegado responsável pelo caso após a transferência da investigação para uma estrutura mais centralizada da corporação.
O fato gerou reação no STF, que buscou explicações sobre a reorganização interna do inquérito.
A PF informou que o inquérito deixou a divisão de crimes previdenciários e passou a ser conduzido pela Coordenação de Inquéritos nos Tribunais Superiores, setor voltado a investigações consideradas mais sensíveis.
Segundo a corporação, a mudança foi feita para “potencializar recursos” e garantir maior eficiência na apuração. O delegado que conduzia o caso foi substituído, embora parte da equipe tenha sido mantida.
A investigação apura suspeitas de desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e cita nomes ligados ao esquema sob apuração. Entre eles, está o empresário conhecido como “Careca do INSS”, investigado no âmbito do caso e apontado como peça central em supostos desvios de aposentadorias e benefícios.
Segundo informações do inquérito, também são analisadas movimentações financeiras e relações comerciais envolvendo pessoas ligadas aos investigados.
Pontos da investigação:
Mudança de delegacia dentro da PF
Transferência do caso para setor superior
Apurações sobre esquema no INSS
Citações a pessoas ligadas aos investigados
Análise de movimentações financeiras
Segundo relatos de bastidores, a mudança no comando teria motivado questionamentos internos e reuniões entre representantes da PF e integrantes do Judiciário. Não há confirmação oficial sobre o teor das conversas.
O caso segue em andamento sob supervisão judicial. As defesas dos investigados negam irregularidades e afirmam que não há elementos que sustentem acusações. A PF afirma que não houve prejuízo às investigações e que a reestruturação busca garantir continuidade e eficiência na apuração.
Hoje celebramos aqueles que fazem a diferença todos os dias, cuidando das nossas cidades, do meio ambiente e de toda a população.
Com coragem, dignidade e dedicação eles estão sempre presentes, pode contar com a gente!
A MB limpeza urbana parabeniza todos os profissionais de limpeza pelo seu dia, reconhecendo cada colaborador que veste a nossa camisa com muito orgulho!
Se somos a Melhor do Brasil é porque temos os melhores do Brasil, obrigado a todos vocês!
No fim da tarde de 16 de março de 2022, Maycon Lucas Zacarias Soares mandou pelo WhatsApp uma foto da fachada do Palácio da Resistência. A imagem era para combinar o ponto de encontro com o cunhado, Oseas Monthalggan Fernandes Costa — sócio-administrador da DISMED Distribuidora de Medicamentos. Oseas estava dentro do prédio, sede da Prefeitura de Mossoró. Maycon ia até lá entregar “o envelope”.
A Polícia Federal não detalha o conteúdo do envelope em que a cena está registrada. Em mensagens anteriores na mesma conversa, Oseas mencionara “os papéis da Roberta” — sua esposa, sócia da Drogaria Mais Saúde —, que precisariam ser assinados. Não se sabe se a assinatura de papéis é ou não verdadeira.
Quando a Operação Mederi se tornou pública, três anos depois, o registro daquele encontro ganhou outra dimensão. Não pela cena em si, mas pelo quintal em que aconteceu. Em 21 de junho de 2024, no auge da investigação, R$ 138.547,73 caíram na conta da DISMED. O dinheiro era do Fundo Municipal de Saúde de Mossoró — pago, justamente, pela Prefeitura sediada no Palácio Felipe Camarão. No mesmo dia, antes que a empresa usasse aquele dinheiro para comprar uma caixa sequer de medicamento, a DISMED transferiu valores para Maycon, para Oseas, para a Posto MM Soares — e depositou R$ 20 mil na conta poupança da filha menor de Oseas,
Naquela tarde, pelo WhatsApp, Oseas lembrou ao cunhado:
“Maikynho, só se ligue aí que é poupança viu, tem que botar essa variação 51.”
Maycon, que acabara de sair do banco, então chega ao Palácio da Resistência:
Quando a foto de Allyson Bezerra e Oseas, de 2024, foi postada no Instagram e virou peça do inquérito, o ex-prefeito de Mossoró disse não ter relação com o sócio da Dismed. Em sua defesa, nesse dia, é preciso sublinhar que ele estava em Brasília.
A matemática que o sócio recitou
A cena é um único dia de uma rotina. Entre maio e outubro de 2024 — seis meses —, a DISMED recebeu R$ 8,15 milhões em pagamentos de prefeituras e sacou R$ 2,21 milhões em espécie. Aproximadamente 27,1% de tudo o que entrou de dinheiro público, virou cash.
O percentual não é coincidência. Em outra escuta — desta vez ambiental, dentro do escritório da DISMED em Mossoró —, Oseas Monthalggan recitou em voz alta a divisão. O áudio é da tarde de 13 de maio de 2025:
“Fica cento e quarenta (R$ 140.000,00) pra ele entregar cem por cento (100%). Dos cento e quarenta ele ganha setenta (R$ 70.000,00). Setenta com sessenta é meu, cento e trinta (R$ 130.000,00). Só que dos cento e trinta nós temos que pagar cem mil (R$ 100.000,00) a ALLYISON e a FÁTIMA, que é dez por cento (10%) de FÁTIMA e quinze por cento (15%) de ALLISSON. Só ficou trinta mil (R$ 30.000,00) pra a empresa!”
ALLYISON é como Oseas se refere a Allyson Leandro Bezerra Silva, então prefeito de Mossoró. FÁTIMA é como aparece nas escutas uma pessoa ainda não identificada pela PF.
Aplicando a “matemática” só ao que Mossoró pagou à DISMED no semestre auditado — R$ 3.332.710,27, segundo o relatório bancário —, a PF calcula um valor teórico de propina de R$ 833.177,57 apenas para esta cidade. Os 25% que escapam da empresa, na conta da PF, “guardam proporção próxima” do percentual de 27,1% sacado em espécie sobre o total creditado por prefeituras.
A engenharia dos saques
A retirada do dinheiro em espécie obedece a um padrão. Dos R$ 2,21 milhões sacados em 70 operações entre maio e outubro de 2024:
Maycon Lucas Zacarias Soares, cunhado de Oseas, sacou R$ 1.784.000,00 em 20 saques — média de R$ 89.200 por operação. Representa 80,7% do total.
Oseas Monthalggan, sócio-administrador, sacou R$ 294.000,00 em 6 operações — média de R$ 49.000 por saque. Representa 13,3% do total.
Os 13,3% de Oseas não são arredondamento à toa. R$ 49 mil é o limite imediatamente abaixo de R$ 50 mil — valor a partir do qual o banco é obrigado a comunicar a operação ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Em outro período, anterior, a mesma DISMED havia feito 22 saques exatos de R$ 49 mil — somando R$ 1,07 milhão. Para a PF, é fracionamento deliberado para escapar do controle automático.
Os outros 5,97% dos saques (R$ 132 mil em 44 operações) saíram pulverizados em retiradas de R$ 3 mil em terminais de autoatendimento. Outra forma de não chamar atenção.
A conclusão da própria PF, na fl. 500 do laudo:
“os saques logo após os pagamentos tenham servido para repasses ilícitos, inclusive a outras prefeituras.”
A sócia de fachada
A engrenagem do dinheiro em espécie tinha mais peças. Vitória Cibele Pinheiro Bezerra Soares — esposa de Maycon, sócia formal da DISMED até janeiro de 2024 — atuava como armazenadora doméstica do numerário. Em diálogo do WhatsApp do dia 9 de dezembro de 2023, Maycon escreveu para a esposa:
“Na última gaveta lá de baixo do colaste, onde fica a minha maquininha, tem um bolo de dinheiro de 4.000,00 purgue 3.000,00 e traga.”
Minutos depois, ela confirma: “Tá aqui no meu bolso.”
A PF conclui na fl. 477:
“Ela atuava no armazenamento e repasse de numerário em espécie, na realização de pagamentos via contas de empresas de fachada e na execução de transferências bancárias a mando do marido. Sua participação reforça o caráter estruturado do esquema, no qual familiares eram utilizados para diluir responsabilidades.”
Em 9 de janeiro de 2024, um “Aditivo 04” formaliza a saída de Vitória do quadro societário. No lugar dela, entra o próprio Maycon. A movimentação, segundo a PF, “reforça o uso de interpostas pessoas para dar aparência de legalidade ao controle do grupo”.
A escala
A DISMED Distribuidora de Medicamentos Ltda. foi fundada com outros sócios. Em 4 de fevereiro de 2021, Oseas Monthalggan — então vereador de Upanema com rendimento declarado de R$ 4.049,05 mensais — entrou no quadro. Em 2016, à Justiça Eleitoral, Oseas declarara patrimônio total de R$ 26 mil.
A empresa apresentou crescimento exponencial. Em 2023, o faturamento anual ultrapassou R$ 11 milhões. Entre 8 de junho de 2018 e 14 de maio de 2023, apenas numa única instituição financeira, a DISMED movimentou R$ 65,43 milhões.
O contrato com a Prefeitura de Mossoró é o maior do bloco, mas não é o único. Os sócios da Dismed admitiram em conversas captadas pela PF que o modelo de negócio deles era a propina. Sem propina, não teriam como existir.
A Dismed também vendeu, mas não só, para os Fundos Municipais de Saúde de Tibau, Serra do Mel, Upanema, Patu, Porto do Mangue, Campo Grande, Triunfo Potiguar, Areia Branca, Grossos — entre outros municípios do oeste e do Seridó potiguar. Em alguns deles, escutas registradas pela PF mencionam o mesmo padrão de divisão por porcentagem — com prefeitos e secretários locais sendo nomeados nos áudios.
A passagem do ex-prefeito de Mossoró e pré-candidato ao Governo do Estado, Allyson Bezerra (União Brasil), pelas cidades do Alto Oeste potiguar virou motivo de comentários e ironias em redes sociais e grupos de mensagens da região, segundo o portal Potiguar.
Segundo publicações e relatos de moradores, vídeos da agenda passaram a circular com diferentes interpretações, incluindo piadas e deboches, pela falta de apoio de lideranças expressivas e pelo estilo excessivamente performático nas ruas.
Segundo os moradores da região, o comportamento do pré-candidato, com chapéu na cabeça e pulos coreografados para as câmeras, gerou questionamentos se quem passava era o humorista “Tiririca” ou “Tirullipa”. A comparação ganhou força rapidamente nas redes sociais e grupos de WhatsApp locais, traz o portal Potiguar.
Conforme relatos de bastidores, a coordenação da campanha já demonstra forte preocupação com o esvaziamento das agendas no interior. Allyson não conseguiu reunir prefeitos de peso ou deputados da região durante o trajeto.
O senador Rogério Marinho (PL) já havia alertado em entrevistas recentes que o ex-prefeito tenta criar um personagem popular artificial. Adversários políticos apontam que o estilo cansou o eleitorado tradicional que busca propostas sérias.
Aliados do ex-prefeito tentam minimizar o episódio nas redes, mas admitem reservadamente que a internet não está se convertendo em alianças políticas reais. O isolamento no Alto Oeste acendeu o sinal de alerta no grupo governista de Mossoró.
A decisão do desembargador federal Rogério Fialho Moreira ocorreu após relatório do Coaf apontar movimentações atípicas de R$ 65 milhões. Elas atingem diretamente a gestão do ex-prefeito de Mossoró e pré-candidato ao Governo do RN, Allyson Bezerra (União Brasil), e prefeituras como Tibau e Serra do Mel.
Segundo o relator, há elementos nos autos que justificam a permanência da investigação no TRF-5, como o possível envolvimento de agentes públicos com prerrogativa de foro. E que o próprio MPF já havia concordado, antes, com medidas cautelares no mesmo processo.
O inquérito investiga possíveis irregularidades em contratos de fornecimento de medicamentos firmados por prefeituras potiguares com empresas do setor farmacêutico.
Há análise de movimentações financeiras consideradas atípicas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que deram origem à investigação. Relatórios apontam que uma das empresas citadas teria movimentado mais de R$ 65 milhões entre 2018 e 2023.
Segundo a PF, entre maio e outubro de 2024, uma das empresas investigadas teria recebido cerca de R$ 8,15 milhões de recursos públicos, com parte do dinheiro em espécie.
A investigação cita registros de escutas, quebras de sigilo e mensagens de aplicativo que estão sob análise.
Em uma gravação, há referência a uma suposta divisão de valores atribuída a interlocutores ligados ao contexto da investigação, incluindo menção ao ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra.
A PF identificou padrões de saques fracionados e movimentações em espécie abaixo do limite de comunicação obrigatória, além do uso de terceiros em parte das transações investigadas.
O médico intensivista Saul Oliveira e Costa, de 43 anos, que estava desaparecido desde o dia 14 de maio, em Natal, foi encontrado sem vida. O caso gerou forte comoção entre colegas, amigos e profissionais da área da saúde no Rio Grande do Norte.
Saul atuou durante anos em hospitais importantes do estado, incluindo unidades da rede privada, e, segundo pessoas próximas, estava afastado das atividades profissionais há cerca de um ano após enfrentar um grave quadro de sofrimento psíquico.
Sem entrar em detalhes sobre as circunstâncias da morte, amigos próximos relatam que o caso escancara uma realidade silenciosa e cada vez mais presente entre profissionais da saúde: o adoecimento emocional de quem dedica a vida ao cuidado do outro.
“Há um evidente adoecimento de quem cuida dos doentes. Os profissionais da saúde, que cuidam da população, estão adoecendo vítimas de burnout, frustração e jornadas excessivas de trabalho”, relatou uma fonte próxima, que preferiu não se identificar.
Ainda segundo o relato, muitos profissionais vivem submetidos a rotinas intensas, acúmulo de plantões, pressão por resultados e cobranças constantes, além da necessidade de buscar reconhecimento e estabilidade financeira em um cenário cada vez mais competitivo.
“Existe também uma pressão por visibilidade e exposição. Muitos acabam tentando se reinventar nas redes sociais para atrair pacientes e manter seus consultórios, mas nem sempre conseguem a remuneração e o reconhecimento que esperavam”, afirmou.
Na passagem de fevereiro para março, o índice de volume de atividades turísticas do Rio Grande do Norte avançou 1,3%. Esse foi o segundo maior crescimento observado no país, atrás do Rio Grande do Sul (1,4%) e a frente de Goiás (0,4%). O desempenho potiguar também ficou acima do resultado do Brasil (-4,0%). Em todo o país, apenas três dos 17 estados pesquisados registraram números positivos em março, na série com ajuste sazonal. As informações são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta sexta-feira (15) pelo IBGE.
Em relação a março de 2025, o turismo potiguar teve alta de 7,3%. Com os resultados, o setor acumula ganhos 6,8% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior.
a nível nacional, a retração foi influenciada pelos recuos observados nos serviços de hotéis, serviços de reserva relacionados à hospedagem, transporte aéreo e locação de automóveis.
O volume de serviços do Rio Grande do Norte aumentou 2,1% em março, em relação ao mês de fevereiro. O índice coloca o estado em segundo lugar no ranking Nordeste com maiores crescimentos, atrás apenas de Alagoas (2,5%). Esse também foi o melhor resultado para o mês de março no RN desde 2022 (2,7%). A série conta com ajuste sazonal.
Em relação a março do ano passado, o Rio Grande do Norte ficou em primeiro lugar no Nordeste, com crescimento de 6,6%. Assim, o setor de serviços potiguar já acumula avanço de 3,2%. Em 12 meses, o crescimento foi de 1,9%, em relação ao período anterior de 12 meses.
Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (15), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que os casos de Hantavírus confirmados em passageiros no navio de cruzeiro MV Hondius (com histórico de circulação na América do Sul) não têm risco de disseminação no Brasil.
“Todo ano, no Brasil, a gente tinha uma série histórica de 50 a 70 casos de hantavírus […] Essa cepa que causou o surto no cruzeiro, que é Andina, que é o único registro no mundo de transmissão entre os humanos da hantavirose, nunca circulou no Brasil […] O que aconteceu no cruzeiro, não tem o menor risco de trazer para o Brasil”, destacou Padilha.
Em 2026, até o momento, o país registrou um óbito e sete casos de contaminação pelo vírus, dado que, segundo o ministério, aponta tendência de redução.
Durante entrevista ao Hora H, na última sexta-feira (8), a médica infectologista Luana Araújo afirmou que o hantavírus representa um risco baixo para a saúde pública mundial. A especialista analisou o surto da doença registrado em um navio que partiu da Argentina com destino a Cabo Verde, além dos dois casos confirmados no Brasil.
Os produtores do filme “Dark Horse” avaliam antecipar a estreia do filme que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro para julho. A previsão inicial era lançar apenas em setembro, véspera das eleições.
Essa hipótese já era cogitada nos bastidores para evitar problemas com a Justiça Eleitoral. Juridicamente, há um temor de que a justiça barrasse a veiculação no país sob o pretexto de uso eleitoral.
O mês de julho foi levantado como alternativa porque antecede o período oficial de campanha, que começa em agosto.
Após a divulgação do áudio entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Daniel Vorcaro, a avaliação entre pessoas envolvidas na produção do filme é que a antecipação pode ser até melhor para o presidenciável.
O longa já foi todo gravado e está com os cortes prontos, mas ainda faltam detalhes, que estão sendo finalizados nos Estados Unidos, como as trilhas do filme, por exemplo.
Os responsáveis pela produção correm contra o tempo para pedir o registro junto à Ancine (Agência Nacional do Cinema) até o início de junho.
Para que uma obra audiovisual seja veiculada no Brasil, é necessário ter o registro na agência. Estes registros costumam sair em até 30 dias após o pedido inicial.
Quem danado e Rogério Marinho pra passar o tempo todo conversando merda? Era para ele ainda está agradecendo até agora por ter sido eleito graças a legenda , um seboso desse deveria se colocar no lugar dele.
Prefeito paga as funcionarios ativos ,aposentados e pensionista do Município sem descriminação.
Carlos Eduardo esta semana mostrou quais os interesses reais dele: apenas o poder e não uma boa administração. Abandonou Natal e usou a crise como trampolim para se auto promover. Deixou a cidade ao relento e sequer ofereceu qualquer ajuda ao Governador. Votei nele sempre e não voltarei a votar. Me decepcionei muito com o prefeito e percebi que, no final das contas, um Alves é sempre um Alves.
Em Mossoró só vai dá minha Rosa linda!
O povo merece e sofrer mesmo tendo um eleitor doente como vc para votar
Sras e Srs preparem-se…… Para mais um festival de mentiras e enganações, falsas promessas e compromisso que só vale até o dia das campanhas eleitorais….preparem-se para os lindos discursos, que vão transformar nossas cidades em verdadeiras terras prometidas, com todos os benefícios que são nossos por direito, saúde, educação e segurança dignos, uma vez que todos pagamos por eles, mas q por ganância e status, nos são usurpados dia após dia. Falsas promessas de uma classe q se diz política, mas q de políticas não tem. Apenas olham com bons olhos o que pode ser usado e roubado a seus próprios caprichos e benefícios. Como já disse em outras ocasiões, queria ver essas disputas todas se não houvesse tanta regalia, se seus salários não fossem como são, se a corrupção não tivesse vez…Enfim, pra os q tem estômago, preparem-se, as náuseas vão começar!!!!
Esse Rogério marinho está igual a metralhadora giratória. Atira pra todo lado tentando se dar bem. Lembrem-se os leitores que em 2008 ele rompeu com Vilma de Faria pois queria ser candidato a prefeito e ela não aceitou pois apoiava Fatima bezerra. Ele com raiva, apoiou Micarla de Souza. O final desta história todos nós conhecemos. Tirem suas conclusões.
Vai usar a Prefeitura durande 02 anos como trampolim para o Governo, deixando o filé na mão dos primos do PMDB.