
O aumento da competição no setor de petróleo no país vai beneficiar os consumidores brasileiros. A avaliação é do novo presidente da Petrobras, Roberto Castelo Branco, que tomou posse nesta quinta-feira (3), na sede da companhia, no Rio de Janeiro. “Abrindo a economia, tendo mais competidores. Quanto maior a competição, o benefício se dá em favor do consumidor. Se nós tivermos um único produtor, não será bom para o consumidor”, disse Castelo Branco.
Ele explicou o que define como preço justo do produto, conceito igualmente defendido pelo diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural (ANP), Décio Odone, e pelo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, presentes à solenidade e que discursaram antes dele.
“A Petrobras seguirá o preço de paridade internacional, sem subsídios e sem exploração de poder de monopólio. Nós somos amantes da competição e detestamos a solidão nos mercados. Queremos companhias, queremos competir”, disse Castelo Branco.
Segundo ele, a prioridade é fazer crescer a produção de petróleo no país: “O Brasil é muito rico em recursos naturais e tem um potencial imenso para explorar, especialmente na mineração e no petróleo.”
O presidente da estatal também lembrou que haverá muita dedicação da companhia na produção de gás natural, um importante recurso cada vez mais utilizado pelos países, como a China.
“Eu sou muito otimista em relação ao gás natural. Não só a produção de gás natural no Brasil tende a aumentar muito e ter novas aplicações para ele. Como por exemplo, a China já usa gás liquefeito de petróleo para abastecer sua frota de caminhões. Já existem mais de 200 mil caminhões abastecidos por gás natural. Isto é mais barato, uma energia mais limpa e, no caso do Brasil, atenderá o interesse dos caminhoneiros e da indústria do transporte de cargas”, disse Castelo Branco.
Também participaram da cerimônia o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel
Agência Brasil
O monopólio do petróleo foi quebrado no Brasil em 1996. Há mais de 20 anos não existem leis que impeçam qualquer empresa de produzir, explorar ou distribuir no Brasil.
Agora ninguém quer investir. Só a Petrobras investiu neste período, inclusive com a descoberta do Pré-Sal.
O cara quer entregar a Petrobras de bandeja para as multinacionais e vem com essa historinha de monopólio.
Pergunta para a Coca-Cola, Microsoft, Google, Apple o que eles acha sobre concorrência.
E o povo ainda vai cai nessa balela.
Lesa pátria. Pergunta pq o sonho de tda multinacional é comprar seus concorrentes.
Quem não tem competência não de se estabelecer, porque senão, o contribuinte é quem pagará o custo da ineficiência, e caro. Tem ainda a corrupção, assistencialismo, favorecimento a setores e grupos. Quem paga todos esses desmandos é o contribuinte. No final das contas é melhor deixar na mão de um excelente serviço com preços acompanhados pelo governo, tudo dentro do estabelecido.