Reprodução Twitter ABC. Todos os detalhes em instantes.
Primeira rodada da Série B (08/05 e 09/05):
Paysandu x Botafogo
Macaé x Santa Cruz
Vitória x Sampaio Corrêa
Mogi Mirim x Criciúma
América-MG x Bahia
Paraná x Ceará
Náutico x Luverdense
ABC x Oeste
Atlético-GO x Boa Esporte
CRB x Bragantino
A extensão do horário de votação no segundo turno das eleições presidenciais atingiu 7.352 urnas em todo o país, o equivalente a 1,48% do total de equipamentos utilizados. Nessas urnas, foram registrados 5.052 votos após as 17h, segundo levantamento do programador Apolinário Passos com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divulgado pelo Metrópoles.
O número representa uma parcela reduzida do total de votos válidos da eleição. Lula (PT) venceu Flávio Bolsonaro (PL) por uma diferença de aproximadamente 4,4 milhões de votos.
O levantamento utilizou dados do TSE e teve o código disponibilizado pelo programador na plataforma GitHub.
A prorrogação do horário de votação foi determinada pelo ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF). Após a derrota, Flávio Bolsonaro questionou a medida e afirmou que pretende contestar o resultado na Justiça.
O candidato alegou que a decisão alterou as regras durante o processo eleitoral. Os números apresentados no levantamento dimensionam a quantidade de votos registrados após as 17h nas urnas afetadas, mas, isoladamente, não demonstram eventual impacto sobre o resultado final.
Cury, Renan Santos, Caiado, Zema – Foto: Érico Andrade/g1, Carlos Henrique Dias/g1, Divulgação e Caio Ranieri/TV Integração
A vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais repercutiu entre os candidatos que disputaram o primeiro turno. Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) se manifestaram sobre o resultado. Augusto Cury, que havia demonstrado apoio a Flávio, não se pronunciou até a publicação da reportagem do g1.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema questionou a disputa e afirmou, sem apresentar provas, que Lula aplicou um “golpe à la Venezuela”. Ele também criticou a campanha eleitoral e acusou adversários de disseminarem informações falsas.
Já o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, reconheceu o resultado das urnas, apesar de defender uma renovação política no país. Caiado havia declarado apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno.
“Como democratas que somos, nos curvamos à decisão da maioria e à decisão da apuração”, afirmou Caiado em entrevista coletiva.
Renan Santos, por sua vez, descartou a hipótese de fraude eleitoral e atribuiu a derrota de Flávio à rejeição ao bolsonarismo. O ex-candidato também criticou apoiadores que questionaram a votação e pediu que não participassem de manifestações contra o resultado.
Augusto Cury, que havia manifestado apoio a Flávio Bolsonaro durante o segundo turno, não publicou comentários sobre a vitória de Lula até a divulgação da reportagem.
A Polícia Federal instaurou seis inquéritos policiais e lavrou 57 termos circunstanciados de ocorrência para apurar crimes eleitorais durante o segundo turno das Eleições 2026, realizado neste domingo (25).
Até as 19h, 71 pessoas haviam sido conduzidas, e 13 ocorrências de possíveis flagrantes de crimes eleitorais estavam em andamento, segundo balanço parcial divulgado pela instituição.
As ocorrências foram registradas em 18 estados, incluindo o Rio Grande do Norte. Entre os principais crimes apurados estão propaganda eleitoral irregular e violação do sigilo do voto.
Balanço de 2026
Ao longo de 2026, a Polícia Federal instaurou 1.613 inquéritos relacionados a crimes eleitorais. No mesmo período, foram apreendidos R$ 51,9 milhões em bens e valores, dos quais R$ 31,7 milhões em dinheiro.
Segundo a PF, os números são parciais e podem sofrer alterações conforme o registro de novas ocorrências, o andamento das investigações e a atualização dos sistemas da instituição.
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou nesta segunda-feira (26) a operação Camarote SUS para investigar fraudes no sistema de regulação de consultas e exames da rede pública de saúde. A apuração aponta manipulação de agendamentos para beneficiar pessoas previamente selecionadas, em prejuízo da ordem oficial de espera.
Segundo o MPRN, o esquema envolveria três pessoas e uma empresa de assessoria em saúde, incluindo dois servidores públicos e um empresário. Os investigados são suspeitos de crimes como inserção de dados falsos em sistema, corrupção, desvio de cotas públicas e associação criminosa.
As equipes cumpriram mandados de busca e apreensão em Natal, Extremoz, Santana do Matos e Parnamirim. A operação contou com apoio da Polícia Militar e mobilizou quatro promotores de Justiça, dez servidores do Ministério Público e 16 policiais militares.
Como funcionava o esquema
De acordo com a investigação, a prática teria começado em agosto de 2022, com a criação de um usuário falso no sistema informatizado de saúde a partir dos dados de um paciente real. O perfil teria recebido autorizações para aprovar procedimentos, cancelar marcações e controlar vagas de atendimento.
Ainda segundo o MPRN, os investigados realizavam agendamentos simulados para bloquear vagas por até sete dias e, posteriormente, transferiam os atendimentos para pessoas selecionadas previamente, desrespeitando a ordem de espera.
A investigação identificou pelo menos 578 agendamentos e autorizações associados ao usuário clandestino. Relatórios de rastreamento digital apontaram acessos a partir de computadores de repartições públicas, residências e da sede da empresa investigada.
O Ministério Público também apura suspeitas de transferências bancárias entre os envolvidos, que poderiam estar relacionadas ao direcionamento irregular de consultas e exames.
Durante a operação, foram apreendidos celulares, computadores e documentos. O material será analisado pelos setores técnicos do MPRN para subsidiar a continuidade das investigações.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirma ter pelo menos 48 votos para garantir a reeleição ao comando da Casa em 2027. Segundo interlocutores, ele também não pretende pautar pedidos de impeachment de ministros do STF, especialmente de Alexandre de Moraes.
Alcolumbre considera possível enfrentar um candidato do PL na disputa, mesmo com a legenda prevista para ter a maior bancada do Senado a partir de fevereiro, com 29 parlamentares. O partido planeja lançar o senador Rogério Marinho (PL-RN), que coordenou a campanha presidencial derrotada de Flávio Bolsonaro.
Um dos fatores que favorecem os planos de Alcolumbre é a articulação com partidos do Centrão, que buscam limitar o espaço do PL no comando do Congresso.
O presidente do Senado também pretende defender a nomeação de Rodrigo Pacheco para uma vaga no STF ainda neste ano, conforme a articulação política relatada pela CNN Brasil.
Na Câmara dos Deputados, partidos do Centrão já manifestaram apoio à reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB). A articulação reúne União Brasil, PP, Republicanos, MDB, PSDB-Cidadania, Podemos, PSD e Solidariedade.
O retrato da intensa polarização que marcou o segundo turno das Eleições de 2026 ficou evidente nos dados oficiais divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em cinco municípios brasileiros — espalhados pelos estados do Espírito Santo, São Paulo, Paraná e Goiás, a disputa presidencial entre o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) foi decidida pela margem mínima de apenas um voto de diferença. Além do equilíbrio extremo nestas localidades, a apuração das urnas registrou um empate absoluto em um município paranaense.
No balanço das cidades onde a vantagem foi de apenas um voto, o cenário mostrou divisão. Lula terminou à frente em três municípios: Apiacá, no Espírito Santo, com 2.366 votos contra 2.365 do rival; Altamira do Paraná, no Paraná, com 1.334 votos ante 1.333 de Flávio; e São João do Pau d’Alho, em São Paulo, onde o petista registrou 769 votos frente a 768 do opositor.
Por outro lado, Flávio Bolsonaro garantiu a liderança pela mesma margem em Anhanguera, localizada no sul de Goiás, somando 523 votos contra 522 de Lula, além de Nova Luzitânia (SP), onde obteve 1.039 votos contra 1.038 do candidato petista.
O ápice do equilíbrio eleitoral ocorreu na cidade de Marquinho, no Paraná. No município, a apuração final do TSE apontou um empate exato entre os postulantes ao Planalto: tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro receberam exatamente 1.530 votos válidos cada, o que equivale a 50% da preferência do eleitorado local.
Reeleito no segundo turno das eleições de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá em mãos o poder de indicar mais quatro ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF) ao longo de seu novo mandato. O expressivo pacote de nomeações deve-se a uma vaga que se encontra em aberto desde a aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025, somada a outras três aposentadorias compulsórias por idade que ocorrem até o final de 2030.
O perfil e o desenho do Judiciário ganharam relevância inédita na agenda pública durante o pleito eleitoral, impulsionados pelo protagonismo que o STF assumiu na mediação de grandes temas políticos e pelas recentes tensões institucionais que envolveram membros do tribunal.
Ao longo da disputa, a reforma e o formato de escolha da Corte divergiram expressamente entre os principais candidatos. De um lado, Lula sinalizou apoio à criação de mandatos com tempo fixo para os magistrados do Supremo, alterando o modelo atual de vitaliciedade. Do outro, o senador Flávio Bolsonaro defendeu critérios mais restritivos, propondo limitar as indicações presidenciais exclusivamente a nomes oriundos da carreira da magistratura e com faixa etária delimitada entre 60 e 70 anos.
A virada histórica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições foi impulsionada por uma forte mobilização do eleitorado e pelo resgate de milhões de votos que não foram para a oposição na etapa inicial. Ao todo, o petista somou 10,3 milhões de votos a mais em relação ao primeiro turno, um volume que supera, por si só, a soma de todos os votos obtidos pelos candidatos eliminados na primeira fase da disputa, que juntos acumulavam pouco mais de 9 milhões. Em contrapartida, seu adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL), conseguiu crescer apenas 3,7 milhões de votos no mesmo período.
O avanço expressivo de Lula foi favorecido por uma mudança significativa no comportamento do eleitorado no segundo turno, marcado pela menor taxa de abstenção da história recente. Se no primeiro turno, em 4 de outubro, 33 milhões de brasileiros deixaram de comparecer às urnas, no pleito deste domingo (25) esse número despencou para 30 milhões, injetando cerca de 3 milhões de novos eleitores no processo.
Além do resgate de ausentes, houve expressiva redução nos votos brancos e nulos, que caíram de 5,9 milhões para 4,1 milhões. Com a combinação de maior presença e menor descarte de votos, o total de votos válidos Saltou de 119 milhões no primeiro turno para 124 milhões no segundo, uma diferença de 5 milhões de votos úteis em disputa. Na prática, somando os votos de candidatos eliminados, o resgate do abstencionismo e a migração de brancos e nulos, cerca de 14 milhões de votos estavam em jogo no segundo turno.
Raio-X dos Números da Eleição
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): Cresceu de 53,8 milhões de votos no 1º turno para 64,2 milhões no 2º turno (+10,4 milhões).
Flávio Bolsonaro (PL): Avançou de 56,1 milhões no 1º turno para 59,8 milhões no 2º turno (+3,7 milhões).
Votos de candidatos eliminados no 1º turno:9 milhões.
Abstenções: Caíram de 33 milhões no 1º turno para 30 milhões no 2º turno.
Brancos e Nulos: Reduziram de 5,9 milhões no 1º turno para 4,1 milhões no 2º turno.
Votos Válidos Totais: Subiram de 119 milhões no 1º turno para 124 milhões no 2º turno.
Em discurso após a reeleição na noite deste domingo (25), em um hotel na região da Avenida Paulista, em São Paulo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) provocou diretamente seu adversário no segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL). Ao celebrar o resultado das urnas, o petista declarou: “Bolsonaro só perde, p*rra”, em alusão às vitórias consecutivas do PT sobre a família do ex-presidente, primeiro contra Jair Bolsonaro, em 2022, e agora contra o filho em 2026.
Durante a fala para apoiadores e imprensa, Lula tentou desqualificar as críticas que costuma receber por não vencer disputas no primeiro turno, mas acabou cometendo um deslize ao exaltar o próprio retrospecto eleitoral. “Falam que eu nunca venci uma eleição no primeiro turno”, afirmou o mandatário, emendando em seguida: “Mas também nunca perdi no segundo turno.”
A declaração, no entanto, é incorreta. Embora tenha vencido os segundos turnos de 2002, 2006, 2022 e 2026, Lula foi derrotado justamente na fase final das eleições presenciais de 1989. Naquela ocasião, na primeira eleição direta para a Presidência após a redemocratização, o petista acabou superado pelo ex-governador de Alagoas, Fernando Collor de Mello (PRN).
O cenário eleitoral da Região Norte no segundo turno das Eleições 2026 apresentou uma disputada equilibada de forças entre os candidatos Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
Em termos de votos absolutos totais na região, Lula levou a melhor no somatório geral do Norte, impulsionado pelos grandes colégios eleitorais do Pará e do Amazonas. No entanto, em termos de cobertura territorial, Flávio Bolsonaro foi o vencedor na maioria das unidades federativas, conquistando 4 dos 7 estados.
Raio-X Detalhado dos Votos Absolutos por Estado
Confira abaixo o desempenho dos candidatos em cada estado da Região Norte, com base nos números oficiais disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE):
Estados com Vitória de Lula (3 UFs)
Lula garantiu a liderança em votos no somatório regional ao vencer nos dois estados mais populosos da Região Norte:
Pará (PA)
Lula (Vencedor): 55,0% — 2.689.964 votos
Flávio Bolsonaro: 45,0% — 2.199.754 votos
Amazonas (AM)
Lula (Vencedor): 54,0% — 1.145.639 votos
Flávio Bolsonaro: 46,0% — 975.226 votos
Amapá (AP)
Lula (Vencedor): 52,9% — 222.968 votos
Flávio Bolsonaro: 47,1% — 198.674 votos
Estados com Vitória de Flávio Bolsonaro (4 UFs)
Flávio Bolsonaro obteve triunfos expressivos nos estados da porção sul e de fronteira do Norte:
Total de Votos no Norte para Flávio Bolsonaro:4.945.342 votos
O resultado confirma a forte polarização política no Norte do país, onde votações massivas em estados estratégicos definiram o saldo total de votos, ao mesmo tempo em que a oposição manteve predomínio percentual no mapa de estados vitoriosos.
Ei saiu errada essa tabela, pois não vi o nome do nosso co-irmão o mequinha kkkkkk