
Diretor de redação, Mino Carta assinou editorial da revista Carta Capital que declara o apoio da publicação à reeleição de Dilma Rousseff à presidência. Divulgado nesta semana, o texto afirma que este é o momento de dizer quais são suas preferências. “Este é o momento certo para as definições, ainda mais porque falta chão a ser percorrido e o comprometimento imediato evita equívocos”, explicou.
De acordo com o editorial, a Carta Capital está preparada para o “costumeiro desempenho da mídia nativa, a alegar isenção e equidistância enquanto confirma o automatismo da escolha de sempre contra qualquer risco de mudança”. Carta explica que o apoio à Dilma é reflexo de percepção e esperança.
“Carta Capital respeita Aécio Neves e Eduardo Campos, personagens de relevo da política nacional. Permite-se observar, porém, que ambos estão destinados inexoravelmente a representar, mesmo à sua própria revelia, a pior direita, a reação na sua acepção mais trágica. A direita nas nossas latitudes transcende os padrões da contemporaneidade, é medieval”.
Com relação à gestão do PT, cabem críticas, afirma a publicação. Entretanto, para o diretor de redação, o “empenho social do governo de Lula não arrefeceu com Dilma, e até avançou. Por isso, a esperança se estabelece é deste lado”.
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DO BLOG: Não vou fixar no ponto que a Carta Capital recebe gorda verba publicitária direta e indiretamente do governo federal através de mídias oficiais e autarquias, o fato é que acho honesto, decente e transparente a posição da revista, acho que a democracia Brasileira somada ao avanço da sociedade já comporta no nosso país posições como as que acontecem nos EUA, onde os veículos tomam posições sejam do lado DEMOCRATA ou REPUBLICANO.
É melhor se posicionar como a revista, do que ficar recebendo verbas “indiretas” para direcionar o eleitor para candidato A ou B, e melhor expor posição política do que ficar recebendo “jabá” ou “mesadas” para ficar “plantando” notícias e fofocas, e aqui não vai indireta ou acusação a ninguém, apenas um pensamento que exponho por achar que em muitos casos nossa imprensa passa uma imagem terrível para quem está do outro lado, justamente por não ter posições claras.
Do jeito que as coisas andam nesse governo, basta perguntar! Qual foi o acordo desse governo com a revista? O que a revista pensa, em se calar aos fatos relevantes desse governo e omitir as denuncias
concordo plenamente que é um direito da impressa divulgar em quem pretende apoiar, pois assim o publico pode avaliar o conteúdo de suas matérias já sabendo qual a sua tendencia.
Infelizmente não é sempre assim, em nosso estado por exemplo até agora ninguém se pronunciou oficialmente sobre quem vai apoiar.
Perfeita a posição de Mino Carta ao declarar apoio a PResidenta Dilma bem como a Carta Capital. Quem fala que isso se dá apenas por causa das "gordas" verbas publicitárias de estatais, nao sabe que é exatamente na mídia que mais bate no governo (VEJA/Folha/Globo) que as estatais mais investem.
Agora ficar dando uma de isenta, como faz a Veja, enganando os poucos esclarecidos é que nao dá.
A CARTA CAPITAL faz juízo de valor, assim como os eleitores. É influenciada!
Mino Carta, que é italiano, é fã do fascismo e apoiou o partido comunista italiano, antes de vir para o Brasil. Aqui, lógico, apoia o PT e é recompensado com gordas verbas da Petrobras, Caixa, Banco do Brasil, Correios e Eletrobras. Se não fosse as verbas governamentais, sua revista já teria capitulado. A Carta Capital não faz jornalismo. É apenas um panfletário que defende Karl Marx, Stalin, Chávez, Lula, Dirceu, Che Guevara, Fidel e outros dinossauros que querem "mudar o mundo" com o socialismo/comunismo. Mas do dinheiro do capitalismo ele não abre mão. Outra: sua posição não gera impacto, já que a publicação só é conhecida no meio petista e ele já apoiava Lula, Dilma e os mensaleiros há muito tempo.
Certissímo o comentário do blog quando diz que é honesto um meio de comunicação apontar de forma transparente sua posição, entretanto lamentável o blog querer insinuar que o apoio vem devido a Carta Capital receber gorda verba publicitária direta e indiretamente do governo federal. Esse assunto não é novo e existem números que proporcionalmente ao número de revistas vendidas quem mais recebe verba federal com publicidade é a revista Veja.
A revista Veja por sua vez deveria fazer o mesmo e declarar seu apoio ao PSDB, que diga-se de passagem, basta olhar junto ao TSE a declaração de doações realizadas nas eleições pela Editora Abril que o eleitor vai perceber que a editora pode até não declarar publicamente que apoia o PSDB, mas fez gordas doações à cadidatos do partido.
A Carta Capital, do respeitadíssimo Mino Carta, faz um jornalismo sério e não hipócrita!
Absurdo aceitar esse tipo de posição! Estão esquecendo que o intuito desse apoio todo e por trás há gordas verbas pagas pelo ESTADO que não é de nenhum partido ou governo. Esse tipo de jornalismo é um lixo porque não respeita isenção, meios de comunicação tomando partido por esse governo ou aquele é sujo, desonesto e absurdo!
Me permitam discordar dessa corrente. Pois a liberdade de pensamento de dá autorização para ir contra mais uma vez. Penso que a imprensa precisa se libertar de posicionamentos gerados por "simpatias e antipatias" e procurar dentro do possível se manter independente, mesmo recebendo "verbas publicitárias de Governos Federal, Estaduais e Municipais". Assim como o posicionamento da PIG – Partido da Imprensa Golpista, formado pela VEJA, FOLHA DE SÃO PAULO, ESTADÃO E REDE GLOBO, a posição da CARTA CAPITAL também está errada e assina sua sentença declarando publicamente está vinculada a um lado ou outro. Pois nesse episódio, a única coisa louvável, e aí concordo com o Blog, é a coragem de se declarar quando a "maioria" tem o mesmo posicionamento e finge que é imparcial sem ser de fato.
TODO VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO TEM LADO, INCLUSIVE O BG. AQUI NO RN SÓ A JUSTIÇA NÃO VER OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO FAZENDO POLÍTICA TODOS OS DIAS, A PONTO DO POVÃO ASSOCIAR ASSIM: SISTEMA CABUGI, PMDB / SISTEMA TROPICAL, PFL E POR AI VAI.
Não sou nem um pouco fã da Carta Capital, mas o fato de tomar posição está certíssimo. E só lembrando que isso não é novo. A revista em eleições passadas também já o fez.
Acho correta a posição da revista, só acho caro o preço que nós pagamos via propaganda governamental por esse apoio, afinal a revista vende pouquíssimo e recebe um absurdo de dinheiro.