Diversos

CGU aponta fraude e suspende devolução de R$ 500 milhões de dinheiro de contribuição às centrais sindicais

A Controladoria-Geral da União (CGU) apontou fraudes e desvio de dinheiro da contribuição sindical no Ministério do Trabalho (MTE) e mandou suspender o repasse de R$ 500 milhões às centrais sindicais. Esse dinheiro faz parte de um saldo residual da contribuição obrigatória, extinta em novembro com a reforma trabalhista, a que as entidades alegam ter direito. Foi prometido a elas pelo presidente Michel Temer, em troca de apoio a medidas fiscais de interesse do governo, como a reforma da Previdência, apesar de as centrais já terem se posicionado contra a mudança na legislação.

O veto consta do relatório da CGU, apresentado em dezembro sobre o resultado de uma auditoria no processo de restituição do imposto sindical (no caso de a empresa recolher a mais, por exemplo), no MTE. Foi incluído nos trabalhos do órgão por causa da pressão das entidades em reaver os recursos arrecadados entre 2008 e 2015.

Um termo de mediação com a promessa de fazer o pagamento à CUT, Força Sindical e mais cinco centrais, assinado pelo MTE, Ministério Público do Trabalho e pela Caixa Econômica Federal, chamou a atenção da CGU, por conta do impacto nas contas públicas. O entendimento é que esse dinheiro foi gasto para ajudar a pagar o seguro desemprego e que o custo de um eventual pagamento às entidades terá que ser arcado pelo Tesouro Nacional.

Na auditoria, a CGU identificou prejuízos ao Fundo de Amparo ao trabalhador (FAT), para onde vão parte dos recursos do imposto sindical, causado por um esquema de desvio de dinheiro com a participação de três funcionários da pasta, de pessoal das superintendências e duas federações de trabalhadores. Com base numa portaria de 1978 e que foi quase toda revogada pela Constituição de 1988, as federações sindicais entraram com pedido de restituição referente a valores devidos a sindicatos fora de suas bases e foram atendidos de forma ilegal. Os nomes não puderam ser divulgados porque o relatório final ainda não foi concluído.

DEVOLUÇÃO DE R$ 6,3 MILHÕES AO FAT

Em sua avaliação preliminar, a CGU recomendou a responsabilização civil e penal pelas irregularidades e a devolução de R$ 6,3 milhões para o FAT. Só no primeiro semestre de 2016 foram restituídos R$ 15 milhões, o que acendeu o alerta das autoridades sobre a possibilidade de fraude, pois o montante era muito superior aos valores de restituição registrado nos últimos anos, entre R$ 1,5 milhão e R$ 2 milhões.

De acordo com a Constituição, somente as empresas é que podem pedir, administrativamente, a devolução do dinheiro pago a mais. Os sindicatos precisam entrar com ação na Justiça. Para evitar novos problemas, o Ministério vai publicar uma nova portaria para deixar claro quais são os procedimentos a serem seguidos no caso de restituição devida. Essa portaria não vai mencionar o caso das centrais.

No relatório, a CGU recomendou que sejam feitas contas sobre o impacto para o FAT e para o Tesouro Nacional de um eventual repasse às centrais. O órgão quer saber se o dinheiro existe de fato e quem tem direito a ele (o imposto sindical é dividido com sindicatos, federações, confederações, centrais e FAT). O problema é que o Fundo é deficitário e necessita de aportes do Tesouro para fechar suas contas. Neste ano, serão necessários R$ 20 bilhões para cobrir o rombo do Fundo abastecido pelas contribuições do PIS e parte da contribuição sindical.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Outra farra com dinheiro do trabalhador que precisa acabar, há muito tempo que sindicato deixou de lado sua função básica de defender trabalhador, hoje se tornaram um antro de preguiçosos que adoram mordomias e gordas tetas estatais, sem falar no trenzinho da alegria com cabide de empregos e sem controle dos órgãos gestores.
    A defesa dos teabalhadores é só a desculpa, para não trabalharem e viverem fazendo política às custas do dinheiro dos outros.
    Alguém conhece algum sindicalista que trabalhe de fato na atividade que diz defender, alguém do sindicato da educação que vá pra sala de aula, da saúde que dê expediente nos hospitais, dos garis que já tenha apanhado lixo pelo menos uma vez na vida.

  2. "Ruim com ela, pior sem ela!"
    Vcs já ouviram essa expressão?
    Pois é, os Sindicatos são o último reduto na defesa dos seus minguados e sonegados direitos. Na maioria das vezes a "tábua no meio de um oceano" de desprezo e omissão dos órgãos de controle e fiscalização, que só sabem atuar com força e rapidez contra os menores, os mais fracos e mais pobres.
    Os Sindicatos tem problemas sim. Como em tudo e em todos as organizações humanas. Mas eles também são a última trincheira entre o arbítrio, os abusos e a agressão violenta do Estado e das Empresas Privadas e o "coitado" (Hipossuficiente) do trabalhador.
    Por isso, sem falsas ilusões e nem hipocrisia, digo e repito: "RUIM COM ELES, PIOR SEM ELES!"

    1. Os sindicatos foram transformados em filiais dos partidos políticos de esquerda e cabide de empregos para pelegos preguiçosos e incompetentes. Quem "mostrar serviço" pela sua categoria continuará tendo seu espaço.

  3. até quando vamos assistir de pé essa forma de comprar apoio para o bem da população.. isso não existe nossos representantes recebendo para votar a favor do bem comum.. num pais de vergonha isso seria crime e o parlamentar responderia por crime.. não podemos mais aceitar esse tipo de conduta dos nossos representantes.

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[VÍDEO] Álvaro anuncia primeira escola em tempo integral de sua gestão em Mossoró e homenageia Padre Sátiro

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte Álvaro Dias (PL) anunciou, durante debate promovido pela TCM nesta quinta-feira (3), em Mossoró, que pretende implantar na cidade a primeira escola estadual em tempo integral de sua gestão, caso seja eleito governador.

A nova unidade receberá o nome de Padre Sátiro Cavalcanti Dantas, em homenagem ao sacerdote que marcou a história da educação mossoroense e deixou um legado de quase sete décadas dedicadas à vida religiosa e ao ensino.

Padre Sátiro foi diretor do tradicional Colégio Diocesano Santa Luzia por 55 anos, professor, fundador e dirigente de instituições educacionais e uma das principais lideranças do movimento que resultou na estadualização da Universidade Regional do Rio Grande do Norte, atual Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

O sacerdote chegou a ocupar o cargo de reitor pro tempore da universidade entre 1985 e 1987, período em que ocorreu a estadualização da instituição. Também foi presidente do Conselho Estadual de Educação e participou da criação de escolas e projetos sociais e educacionais em Mossoró.

Nascido em Pau dos Ferros em 1930, Padre Sátiro chegou a Mossoró ainda adolescente e construiu na cidade grande parte de sua trajetória. Morreu em novembro de 2023, aos 93 anos.

Ao escolher seu nome para a primeira escola estadual em tempo integral anunciada para a futura gestão, Álvaro associa o projeto educacional à memória de um personagem que se tornou referência na defesa da educação no Rio Grande do Norte.

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[VÍDEO] Álvaro cobra explicações sobre Nogueirão, que pode ocasionar prejuízo de R$ 143,7 milhões a Mossoró, aponta TCE


O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte Álvaro Dias (PL) questionou, durante o debate da TCM nesta quinta-feira (3), a demolição do Estádio Nogueirão, em Mossoró. Ao abordar o assunto, Álvaro destacou a tradição esportiva do município e citou relatório técnico do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) que apontou risco de prejuízo de até R$ 143,7 milhões.

“É inexplicável um prefeito de uma cidade destruir o estádio de futebol e penalizar os desportistas de uma cidade do porte, do tamanho, da tradição e da história que tem Mossoró no esporte”, afirmou Álvaro.

Durante o questionamento, o candidato lembrou a importância do futebol para Mossoró e citou a trajetória de clubes tradicionais da cidade, como Potiguar e Baraúnas.

O antigo Nogueirão faz parte da história do futebol mossoroense e recebeu, ao longo de décadas, partidas e momentos importantes dos clubes da cidade.

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EDITORIAL ESTADÃO: Gonet tem de sair da PGR


Foto: Carlos Moura/SCO/STF

Não é de hoje que o sr. Paulo Gonet não inspira a confiança necessária para o exercício do cargo de procurador-geral da República, mas o escândalo do Banco Master tornou sua situação insustentável. Gonet tem de deixar o cargo, e é melhor que o faça de maneira voluntária, de modo a evitar o aprofundamento da grave crise moral e ética que envolve a alta cúpula do sistema de Justiça do País.

Mensagens apreendidas pela Polícia Federal revelam uma relação calorosa entre Gonet e o banqueiro Daniel Vorcaro, marcada por manifestações de carinho e convescotes requintados. “Paulo” aparece também nas tentativas de Vorcaro de mobilizar o ministro Alexandre de Moraes para obstruir investigações. Não há prova de que Gonet tenha atendido a esses pedidos. Há, porém, um fato que independe dessa dúvida: foi Gonet quem pediu ao Supremo o arquivamento sumário da apuração, sem exame do mérito, com argumentos que causariam inveja a um advogado de Moraes – e de si mesmo.

O constrangimento seria grave mesmo se tivesse surgido do nada. Não é o caso. A PGR de Gonet opera com ampla elasticidade na aplicação de princípios e critérios conforme os personagens envolvidos. Em alguns casos, exibe rigor, iniciativa e furor punitivo. Em outros, sobretudo quando certos ministros do Supremo estão sob escrutínio, multiplicam-se escrúpulos probatórios e engavetamentos. O legalismo de Gonet parece ter hora, lugar e destinatário.

Não que esteja sempre juridicamente errado. O mistério é por que certas ortodoxias só são invocadas em determinados processos. É certo que se pode questionar, como fez Gonet, a decisão do relator do caso Master no STF, ministro André Mendonça, de determinar diretamente à Polícia Federal a produção de um relatório de inteligência focado em mensagens do ministro Alexandre de Moraes. No entanto, o mesmo Gonet até agora não viu nenhum problema no famigerado “inquérito das fake news”, conduzido de maneira arbitrária há anos por Moraes.

Ademais, o procurador-geral tolerou todo tipo de expansão de competência do Supremo em investigações sobre cidadãos sem foro, mas bastou que uma delas atingisse Lulinha, o filho do presidente Lula, para que ele subitamente invocasse o princípio do juiz natural e pedisse que o caso fosse remetido à primeira instância.

A Procuradoria existe para fiscalizar o poder – muito especialmente o poder togado. Seu chefe precisa ser capaz de contrariar justamente aqueles com quem convive no topo da República. Mas Gonet tem sido valente para baixo e servil para cima. Imparcialidade e independência são as duas qualidades quintessenciais de um procurador. Gonet aparentemente trocou ambas por um prato de lentilhas – e também por uísque caro, charutos e uma viagem a Londres, com tudo pago, para um dos filhos, sob o generoso patrocínio do banqueiro Vorcaro.

Isso também explica por que a discussão não se esgota com a ausência, por ora, de uma prova cabal de corrupção. A promiscuidade com Vorcaro e a participação do próprio Gonet no destino processual de um relatório que o menciona criam uma questão séria de suspeição. A lei prevê a substituição do procurador-geral em situações desse tipo. Prevê também, entre os crimes de responsabilidade do procurador-geral, emitir parecer quando legalmente suspeito, ser patentemente desidioso e proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo. Cabe apurar se houve a consumação desses tipos. No entanto, para concluir que Gonet perdeu as condições de chefiar a PGR, o que se sabe já basta.

O procurador-geral dispõe de enorme margem para decidir quando investigar, denunciar ou arquivar. Essa liberdade só é legítima enquanto houver confiança de que a mesma régua vale para aliados, adversários, ministros e cidadãos comuns. Quando toda nova manifestação sobre o mesmo círculo de poder suscita a pergunta sobre como Gonet agiria caso os personagens fossem outros, a autoridade do cargo já virou pó.

Gonet deveria poupar a instituição e renunciar. Se preferir agarrar-se ao posto, o Senado tem competência para examinar se suas condutas configuram crimes de responsabilidade e, eventualmente, afastá-lo.

Estadão Conteúdo 

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Álvaro mostra também em Mossoró no debate da TCM que é o mais preparado


Durante o debate promovido pela TCM, em Mossoró, nesta quinta-feira (3), o candidato ao Governo do Estado Álvaro Dias (PL) anunciou a construção de uma escola de tempo integral em Mossoró que levará o nome de Padre Sátiro. A unidade será a primeira a ser construída dentro do projeto apresentado por Álvaro para ampliar o ensino em tempo integral no Estado.

“Quero aproveitar a oportunidade para anunciar que a primeira escola em tempo integral que nós vamos construir será aqui na cidade de Mossoró e vamos denominá-la Padre Sátiro. Será uma homenagem a um grande cidadão mossoroense, que prestou muitos serviços e realizou um grande trabalho”, afirmou.

Álvaro defendeu ainda a ampliação do modelo para a rede estadual, com alimentação adequada e assistência médica, odontológica e psicossocial aos estudantes. Como referência, citou a Escola Municipal de Tempo Integral Padre Tiago Theisen, construída durante sua gestão em Natal. Também propôs um programa amplo de alfabetização de jovens e adultos.

Outro tema que ganhou destaque foi a demolição do Estádio Nogueirão. Álvaro cobrou explicações de Allyson Bezerra sobre a decisão e lembrou a tradição de Potiguar e Baraúnas no futebol mossoroense. Durante o debate, citou relatório técnico do Tribunal de Contas do Estado que apontou risco de prejuízo de até R$ 143,7 milhões relacionado à parceria público-privada do novo complexo.

“É inexplicável um prefeito de uma cidade destruir o estádio de futebol e penalizar os desportistas de uma cidade do porte, do tamanho, da tradição e da história que tem Mossoró no esporte”, declarou.

Na saúde, Álvaro defendeu a descentralização do atendimento e o fortalecimento dos hospitais regionais, com equipes e equipamentos capazes de ampliar a realização de consultas, procedimentos e cirurgias nas próprias regiões.

Na segurança pública, defendeu investimentos em equipamentos, videomonitoramento e integração das forças policiais. Álvaro afirmou ainda que a Prefeitura de Mossoró deixou de utilizar mais de R$ 1 milhão de uma emenda destinada pelo deputado federal General Girão para videomonitoramento e que recursos indicados pelo senador Styvenson Valentim não foram aproveitados por falta de prestação de contas.

Ao falar sobre turismo, Álvaro destacou ações realizadas durante seus seis anos como prefeito de Natal, com ênfase na engorda de Ponta Negra e em intervenções de infraestrutura e urbanização na região. Ele relacionou essas obras à recuperação da praia e ao fortalecimento da atividade turística, com reflexos para hotéis, restaurantes, quiosqueiros, ambulantes e outros trabalhadores que vivem do setor.

Álvaro também questionou Allyson Bezerra sobre a Operação Mederi, investigação relacionada a contratos de medicamentos em Mossoró, e cobrou respostas sobre o assunto.

Ao encerrar sua participação, Álvaro destacou os seis anos em que foi prefeito de Natal e a experiência acumulada à frente da capital potiguar.

“Nós mudamos a cidade de Natal. Quem mudou a cidade de Natal, quem trouxe de volta o desenvolvimento para a capital também será capaz de fazer pelo Rio Grande do Norte. Eu tenho 38 anos de vida pública”, afirmou Álvaro, que apresentou sua experiência administrativa como uma das credenciais para assumir o Executivo potiguar.

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Renan Santos expõe ligação de Augusto Cury com a Fictor e investigações do Caso Master


Fotos: Elias Oliveira/Governo do Tocantins e Felipe Soares/Divulgação Missão

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) utilizou suas redes sociais para expor supostas conexões entre políticos, ministros e o escândalo do Caso Master. No centro das acusações está o também candidato Augusto Cury (Avante), apontado por Santos como sócio de uma empresa que tentou adquirir o extinto banco de forma fraudulenta.

Em 2025, Cury investiu R$ 31,5 milhões em uma Sociedade em Conta de Participação (SCP) administrada pela Fictor Invest, com o propósito de financiar operações de compra e venda de grãos.

A Fictor tentou uma transação bilionária para comprar o Banco Master, plano que desmoronou com a liquidação da instituição pelo Banco Central. Com o colapso e o pedido de recuperação judicial do grupo em fevereiro de 2026 com dívidas de R$ 4,2 bilhões, o montante aportado por Cury virou crédito comum, transformando-o em um dos maiores credores pessoa física.

Cury também é apontado por contratar perfis de entretenimento de grande alcance (Alfinetei, Alfinetada, Babadeira e Diferentona) mesmos nomes investigados no Caso Master por supostos repasses de Daniel Vorcaro para promover ataques ao Banco Central. As contas somaram ao menos 17 publicações em apoio ao candidato, gerando 3,7 milhões de interações e coincidindo com sua alta de 2% para 11% na pesquisa Nexus/BTG.

Até o momento, Cury não figura entre os investigados por atos ilícitos na Operação Compliance Zero. No entanto, caso a contratação irregular de influenciadores e a manipulação de métricas sejam comprovadas, ele poderá enfrentar multas e a cassação de seu registro eleitoral.

Poder360 procurou a a assessoria de Augusto Cury e do grupo Fictor para perguntar se gostaria de se manifestar a respeito dos comentários feitos por Renan Santos. Não houve resposta até a publicação desta reportagem.

Com informações do Poder360

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Geral

Flávio Bolsonaro acusa Alexandre de Moraes de atuar como “advogado” de Daniel Vorcaro


Samuel Pancher / Metrópoles

O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) direcionou graves críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes durante uma transmissão ao vivo na noite desta quinta-feira (3). A manifestação ocorreu após a revelação de conversas envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master.

Durante a live, Flávio questionou a conduta do magistrado e sugeriu que a relação entre Moraes e Vorcaro ultrapassaria os limites institucionais. O parlamentar argumentou que, embora a contratação de advogados por altos valores seja lícita, a prestação de serviços precisa ser devidamente justificada, insinuando que o ministro estaria “vendendo proteção” ao banqueiro.

“Um advogado ser contratado por um valor alto não tem problema nenhum, mas tem que justificar o trabalho. (…) O ministro Alexandre de Moraes, como nós já suspeitamos, é o advogado de Daniel Vorcaro. Um ministro do STF, advogando e vendendo proteção, ao que tudo indica, ao Vorcaro. Isso é muito grave. Isso é papel de um ministro da Suprema Corte?”, questionou Flávio.

O candidato também manifestou expectativa de que a possível delação premiada de Daniel Vorcaro seja formalmente homologada pela Polícia Federal (PF). Ao abordar o vazamento de um áudio envolvendo o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e Vorcaro, Flávio classificou a divulgação como uma “cortina de fumaça” armada para desviar o foco das atenções, afirmando que o registro comprova que o parlamentar possui pouca familiaridade com o banqueiro e nenhuma irregularidade em sua conduta.

Com informações do Metrópoles

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Brasil

CASO MASTER: Fachin dá 5 dias para Mendonça, Moraes, PGR e PF explicarem crise no STF

Foto: EBC

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, deu prazo de cinco dias úteis para que o ministro André Mendonça, o ministro Alexandre de Moraes, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal prestem informações sobre os fatos que levaram à nova crise dentro da Corte.

A determinação ocorre em meio à troca de acusações envolvendo os ministros e às revelações relacionadas ao empresário Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Mendonça tornou público um relatório da Polícia Federal que reúne mensagens trocadas entre Vorcaro e Moraes e outros elementos que passaram a ser analisados pelo STF.

Moraes, por sua vez, pediu a Fachin que sejam adotadas providências contra Mendonça, alegando possível abuso de autoridade, improbidade administrativa e crimes de responsabilidade pela divulgação do material. O pedido foi encaminhado no âmbito do inquérito das fake news.

A crise também envolve questionamentos sobre a atuação da Polícia Federal e da PGR nas investigações relacionadas ao Banco Master. O episódio ganhou ainda mais tensão após o depoimento sigiloso de Vorcaro ao gabinete de Mendonça, realizado enquanto ele também deveria prestar depoimento à PF.

 

 

 

 

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Brasil

[VÍDEO] Renan chama Cury de “pastel de vento” e psiquiatra ironiza: “delícia”

Imagem: Reprodução/Congresso em Foco

A disputa entre os candidatos à presidência da República Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) ganhou um novo capítulo bem-humorado nesta quinta-feira (3), depois que Renan classificou o psiquiatra como um “pastel de vento”.

Cury respondeu em tom irônico e evitou entrar em confronto direto. “Eu gosto muito de pastel, acho uma delícia”, afirmou, antes de dizer que respeita Renan e que prefere tratar os concorrentes como adversários, e não como inimigos.

A provocação começou durante entrevista ao podcast Flow, quando Renan criticou a postura de Cury de rejeitar a polarização política e defender diálogo entre diferentes campos.

“O Cury deve estar falando que você tem que ficar motivado, que ele não gosta da polarização, que ele é do bem, que todo mundo pode se juntar e resolver tudo”, disse.

“Eu chamo ele de pastel de vento. É um pastel de vento, não tem nada. Tá, mas quando o problema aparecer na sua frente, o que você vai fazer? ‘Nós vamos dialogar bastante’.”

Com informação de Congresso em Foco

 

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Brasil

INQUÉRITO FAKE NEWS: Moraes encaminha a Fachin pedido de investigação contra Mendonça

Fotos:: Fabio Rodrigues-Pozzebom da Agência Brasil e Carlos Moura do STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou nesta quinta-feira (3) ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, pedido de investigação contra o ministro André Mendonça.

Na petição, Moraes disse que há presença de fortes indícios da prática de improbidade administrativa, abuso de autoridade, crime de responsabilidade e favorecimento a determinados grupos políticos no exercício da relatoria das Operação Sem Desconto e Operação Compliance Zero.

O ministro André Medonça ainda não se manifestou.

Na terça-feira (1), o ministro André Mendonça retirou o sigilo do relatório da Polícia Federal (PF) que expõs mensagens e contatos entre Moraes e Daniel Vorcaro.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou também na terça pela nulidade da investigação ordenada por André Mendonça que apontou relação entre Moraes e Daniel Vorcaro.

As mensagens reveladas pelo relatório da PF também indicam proximidade entre o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e Vorcaro.

 

Com informações de g1

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Polícia

MAIS UMA: Técnica de enfermagem é enforcada e agredida pelo marido em Parnamirim

Foto: Reprodução

A técnica de enfermagem Ingrid Katerine, de 30 anos, denunciou ter sido agredida e sufocada pelo marido durante uma discussão em Parnamirim, na Grande Natal. O caso foi registrado na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, e o homem, de 47 anos, foi preso em flagrante, segundo informações divulgadas sobre a ocorrência. Com informações do Agora RN.

Em relatos publicados nas redes sociais, Ingrid afirmou que chegou a perder a consciência durante o episódio. Ela também compartilhou fotos em que aparecem lesões no rosto e em outras partes do corpo.

Vítima relata agressões

Segundo o relato da técnica de enfermagem, a discussão começou por causa de um carro da família. Ela contou que foi à residência do marido para recuperar o veículo e que, durante a situação, teria sido imobilizada, sufocada e atingida no rosto.

“Ele me colocou no chão, me enforcou, botou o cotovelo em cima do meu rosto e deu um soco no meu olho”, disse Ingrid em vídeo divulgado nas redes sociais. A mulher afirmou que desmaiou por alguns segundos.

O caso ocorreu na casa do homem. A vítima relatou que a filha do casal, de 9 anos, já havia presenciado episódios de agressões verbais e psicológicas. As informações são da vítima e deverão ser apuradas pelas autoridades.

Prisão e investigação

Após procurar atendimento médico, Ingrid formalizou a denúncia na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Parnamirim e passou por exame de corpo de delito. O suspeito foi preso em flagrante e o registro foi feito como lesão corporal praticada em contexto de violência contra a mulher, conforme informações divulgadas pela imprensa local.

A prisão em flagrante não representa condenação. O caso seguirá sob análise da Polícia Civil e da Justiça, que deverão definir os próximos procedimentos.

Com informações do Agora RN

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