Um chefe de cozinha do Hospital Municipal de Goianinha, distante pouco mais de 50 quilômetros de Natal, foi morto na noite desse domingo (4) e teve sua casa incendiada. De acordo com a Polícia Militar, a vítima, de 49 anos, foi encontrada com marcas de espancamento no corpo. Informações dão conta que o crime ocorreu no fim da noite, por volta das 23h, no conjunto Vida Nova.
Segundo a PM na região, a casa já estava em chamas quando a vítima foi encontrada por um vizinho. O chefe de cozinha ainda chegou a ser socorrido pelo Samu para o hospital da cidade, mas já chegou morto. A residência ficou destruída.
A polícia suspeita de latrocínio. Informações dão conta que a vitima não tinha envolvimento com drogas e era considerada uma pessoa de boa índole. O caso será investigado pela Polícia Civil.
E Goianinha agora faz parte da grande Natal? Se fosse assim Pau dos Ferros também poderia compor.
É cada absurdo que a gente tem que ouvir.
Onde já se viu… isso é uma jogada política. Isso sim.
Pois agora ficou sabendo! Além de Goianinha, tem Arês, Ceará-Mirim, Extremoz, Ielmo Marinho, Macaíba, Maxaranguape, Monte Alegre, Nísia Floresta, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, São José de Mipibu e Vera Cruz.
O jornalista e analista político Thomas Traumann disse no programa “Estúdio i” da Globonews, nesta segunda-feira (17), que o discurso do presidente Lula (PT) no evento de abertura da campanha em São Bernardo do Campo (SP), foi “confuso”, “fugiu do tema principal” e “não disse por que ele quer mais quatro anos de poder”.
“Eu acho que o discurso do presidente foi um discurso confuso. 35 minutos em que o presidente, claramente, ele tinha uma linha do que ele ia falar, mas ele fugiu do que estava previsto. Falou muito da greve, como foi a greve de 79, quais foram os problemas, quando ele foi preso pela primeira vez, a morte da mãe. Fugiu do tema principal que era, afinal de contas, para que ele quer mais quatro anos de poder? Eu acho que essa é a questão principal e que ele deve para outro momento”, analisou.
Uma funcionária de alto escalão do governo de Donald Trump acusou o Brasil, neste domingo (16/8), de impor censura após a rede social X mudar o algoritmo para as eleições brasileiras de 2026.
A rede social anunciou, na última sexta (14/8), que aplicou o recurso “Brazil2026ElectionFilter” [Filtro para as Eleições Brasileiras de 2026] à aba “Para Você” – que recomenda publicações impulsionadas por algoritmos personalizados.
A mudança impede que, durante o período eleitoral, sejam recomendadas publicações de candidatos que os usuários não seguem.
Sarah B. Rogers, subsecretária de Estado para a Diplomacia Pública e Assuntos Públicos dos Estados Unidos, afirmou que a medida “marca a censura imposta pelo Brasil”.
A subsecretaria é subordinada ao Departamento de Estado americano, comandado por Marco Rubio, figura central nos recentes atritos entre os governos de Brasil e Estados Unidos.
O governo dos Estados Unidos voltou a avaliar a possibilidade de impor sanções ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi divulgada neste domingo (16) pelo jornal britânico Financial Times, com base em relatos de pessoas familiarizadas com as discussões dentro do governo Donald Trump.
Segundo o jornal, integrantes do governo americano estudam novamente a aplicação da Lei Global Magnitsky contra Moraes. O mecanismo permite aos Estados Unidos impor sanções a estrangeiros acusados de corrupção ou de graves violações de direitos humanos. Até o momento, porém, não há decisão definitiva sobre a adoção da medida nem indicação de quando ela poderia ser implementada.
Moraes já foi alvo da Lei Global Magnitsky. Em julho de 2025, o ministro foi incluído na lista de sancionados pelo governo americano. Na ocasião, o então secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, acusou o magistrado de promover uma campanha de censura, detenções arbitrárias e processos considerados politizados, incluindo medidas judiciais contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
As sanções foram retiradas em dezembro daquele mesmo ano, menos de cinco meses após sua aplicação. A reversão ocorreu durante um período de reaproximação entre Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na ocasião, as medidas também haviam atingido a esposa de Moraes e uma empresa ligada à família do ministro.
Agora, a atuação de Moraes em uma investigação envolvendo jornalistas e possíveis fontes de reportagens voltou a chamar a atenção do governo americano.
De acordo com o Financial Times, o ministro autorizou operações policiais contra um jornalista e duas pessoas apontadas como possíveis fontes de informações relacionadas ao ministro Flávio Dino e a familiares dele.
Moraes justificou as medidas afirmando que as informações teriam sido obtidas e divulgadas de maneira ilegal e que a publicação do material poderia representar risco à segurança de familiares do magistrado.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) afirmou, nesta segunda-feira, 17, que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em seus “dias finais”. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro publicou a declaração nas redes sociais junto com uma reportagem do jornal britânico Financial Times sobre a possibilidade de os Estados Unidos retomarem as sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Parece que o regime de Lula está em seus dias finais”, escreveu Eduardo em inglês. Em seguida, compartilhou a reportagem intitulada “EUA consideram sanções contra juiz brasileiro em novo teste das relações diplomáticas”.
A publicação do ex-deputado ocorre no início da campanha eleitoral de 2026. Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), irmão de Eduardo, lançaram oficialmente suas candidaturas à Presidência neste domingo, 16.
O Ministério Público Eleitoral apresentou manifestação em processo eleitoral para contestar o uso da alcunha “Anne Lagartixa” associado ao nome civil da parlamentar Wesliane Karen. O argumento é que essa identificação cria uma ligação familiar direta indevida.
Vereadora e candidata a deputada estadual pelo PL, ela afirma em suas redes que construiu sua trajetória política com apoio popular, utilizando o nome pelo qual seu pai ficou conhecido, o mesmo que a levou a ser eleita vereadora. “Calaram meu pai, e agora querem me calar”, declarou.
A parlamentar informou ainda que vai apresentar defesa para assegurar seu direito de usar o nome registrado nas urnas eleitorais.
Diálogos interceptados pela Polícia Federal (PF) e obtidos com exclusividade pela coluna indicam que a lobista Roberta Luchsinger comprou joias de diamantes e deu presentes para Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-braço direito do presidente Lula (PT).
Roberta Luchsinger é amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e manteve negócios com o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado como operador de rombo bilionário na Previdência Social. Eles são investigados no âmbito da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, e em inquéritos que apuram corrupção e tráfico de influência, abertos no último mês.
Até então, se sabia que Roberta tinha pagado boletos e contas pessoais de Marcola, conforme antecipou a colunista Andreza Matais, do Metrópoles. O ex-assessor alega que contraiu um empréstimo pessoal de R$ 249 mil com a lobista. Agora, as mensagens revelam novos detalhes de como operava a amiga de Lulinha com um dos assessores mais próximos de Lula. Marcola despachava na antessala do presidente e fazia contato com ministros.
Um dos diálogos aconteceu em 29 de abril de 2024. Roberta Luchsinger e Marcola conversam sobre a compra de uma joia.
“Vou tentar desenhar na foto / para facilitar”, diz Marcola. Roberta responde: “Ela vai mandar mais fotos / Peraí”. O então assessor do presidente Lula diz: “ah ta bem / mas gostei dessas:”. Não fica claro nas mensagens, contudo, quais joias Marcola indicou gostar. Logo em seguida, Roberta afirma: “Ela sugeriu um brilhante / Vai mandar”. A lobista, então, envia duas fotos: um par de solitários e um colar de diamantes. “Boa”, agradece Marcola.
A Secretaria de Estado da Fazenda do Rio Grande do Norte (Sefaz-RN) determinou a antecipação parcial do recolhimento do ICMS para três grupos de empresas nas competências de agosto e setembro de 2026. A medida está prevista na Portaria-SEI nº 817, de 12 de agosto, publicada no Diário Oficial do Estado.
Na prática, a portaria estabelece dois prazos. A antecipação referente aos fatos geradores ocorridos em agosto deverá ser paga até 1º de setembro. Para os fatos geradores de setembro, o recolhimento deverá ocorrer até 1º de outubro.
A regra alcança empresas beneficiárias do regime especial de tributação destinado aos contribuintes atacadistas, previsto no Decreto Estadual nº 22.199/2011, e empresas beneficiadas pelo regime especial destinado às centrais de distribuição de produtos, regulamentado pelo Decreto Estadual nº 28.881/2019.
Também estão incluídas empresas inscritas no Cadastro de Contribuintes do Estado quanto ao ICMS devido por substituição tributária nas operações internas.
A determinação, no entanto, não vale para empresas optantes pelo Simples Nacional. A exceção está expressamente prevista na portaria.
As mudanças constam na Portaria-SEI nº 817, de 12 de agosto de 2026, que altera a Portaria-SEI nº 81, de janeiro de 2024. O ato foi publicado no Diário Oficial do Estado.
O primeiro ato de campanha de Cabo Deyvison à Câmara dos Deputados foi marcado por uma grande mobilização pelas ruas de Mossoró neste domingo (16). Uma motociata reuniu uma multidão e percorreu diferentes pontos da cidade, levando às ruas demonstrações de apoio ao candidato e dando uma dimensão da força de sua candidatura para a disputa por uma vaga na Câmara Federal.
A mobilização ganhou repercussão em todo o Rio Grande do Norte e foi apontada como um dos principais acontecimentos políticos do fim de semana no Estado. Para Cabo Deyvison, a participação popular no primeiro ato representa um sinal de que sua candidatura a deputado federal nasce conectada diretamente com a população.
O momento também foi de emoção. Durante a mobilização, Cabo Deyvison prestou uma homenagem ao amigo Alisson Diego, assassinado em um atentado promovido por uma facção criminosa que tinha o próprio vereador como alvo. A homenagem reforçou uma das principais bandeiras da campanha: o enfrentamento ao crime organizado e a defesa de uma política de segurança pública capaz de proteger a população.
“Começamos essa caminhada pelas ruas de Mossoró levando uma mensagem de coragem e de esperança. Hoje também lembramos Alisson, um amigo que perdeu a vida em uma violência. Não vamos permitir que o medo determine os caminhos do nosso Estado. Vamos seguir de cabeça erguida, enfrentando o crime e defendendo as pessoas de bem”, afirmou Cabo Deyvison.
Professores e educadores infantis da rede municipal de Natal decidiram manter a greve iniciada pela categoria por tempo indeterminado. A decisão foi tomada em assembleia realizada na manhã desta segunda-feira (17), no auditório do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte-RN).
A continuidade da paralisação ocorre após a Prefeitura do Natal recorrer à Justiça para suspender o movimento. Em decisão liminar, a Justiça determinou o retorno integral dos profissionais às atividades e estabeleceu multa de R$ 10 mil ao Sinte-RN caso o sindicato promova ou incentive a greve.
O sindicato informou que assumirá o pagamento da multa estabelecida pela decisão judicial.
Durante a assembleia, a assessoria jurídica do sindicato apresentou esclarecimentos sobre a decisão e os próximos passos do movimento. Segundo o Sinte-RN, a categoria vem cumprindo os requisitos relacionados às atividades essenciais e considera legítimas as reivindicações que motivaram a paralisação.
Após a assembleia, os profissionais realizaram uma caminhada até a sede da Prefeitura do Natal. A categoria também aprovou a realização de um ato público nesta terça-feira (18), a partir das 8h, em frente ao Palácio Felipe Camarão.
Entre as medidas definidas na assembleia estão ainda a solicitação de uma audiência com o desembargador responsável pelo processo, com o objetivo de buscar uma conciliação, e a apresentação de resposta judicial à decisão que determinou a suspensão da greve.
A cada mês, o mesmo cenário: atrasos, promessas não cumpridas e a constante transferência de responsabilidades entre o governo Fátima e as empresas terceirizadas.
Para o secretário de Saúde do Estado, Alexandre Motta, porém, a decisão da categoria que atua em unidades hospitalares estatais teria motivação política. “Por que iniciar uma greve justamente no domingo, coincidindo com a abertura do calendário eleitoral?”, questionou.
Já para o sindicato da categoria (Sipern Trabalhador), a paralisação é a única resposta possível ao descaso com quem cuida da população potiguar.
A greve ocorre porque os salários não são pagos, consequência da falta de repasses pelo Governo do Estado às empresas prestadoras de serviço, como a JMT e a Justiz.
“Sem dinheiro, pais e mães de família não conseguem nem pagar passagem para trabalhar nem colocar comida na mesa. Essa situação humilhante não é um fato isolado, mas sim uma rotina no Rio Grande do Norte”, denuncia a entidade.
E Goianinha agora faz parte da grande Natal? Se fosse assim Pau dos Ferros também poderia compor.
É cada absurdo que a gente tem que ouvir.
Onde já se viu… isso é uma jogada política. Isso sim.
Não sabia que GOIANINHA fazia parte da grande NATAL.
Pois agora ficou sabendo! Além de Goianinha, tem Arês, Ceará-Mirim, Extremoz, Ielmo Marinho, Macaíba, Maxaranguape, Monte Alegre, Nísia Floresta, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, São José de Mipibu e Vera Cruz.