Segundo reportagem do G1-RN, a Defesa Civil de Natal já atendeu, até o momento, 17 chamados, com sete dos casos sendo de residências inundadas – a maioria na zona Norte. Por outro lado, uma das ocorrências mais delicadas foi registrada no bairro de Lagoa Seca, na zona Sul. Na ocasião, uma família precisou ser desalojada e se mudou para a casa de parentes. Nas últimas 24 horas, para se ter uma ideia do volume de água que caiu na capital, choveu uma média 97,5 milímetros. Somente na zona Norte, a média foi de assustadores 140 milímetros.
Ainda segundo a reportagem, o coordenador da Defesa Civil, Jeoás Santos, destacou que as outras ocorrências dizem respeito a casos de poças, alagamentos em geral e árvores caídas.
Quanto a locais com risco de deslizamento de terra, a Secretaria Nacional de Defesa Civil emitiu um alerta e recomendou atenção especial para quatro bairros Mãe Luiza, Passo da Pátria e comunidade do Jacó, na zona Leste, e Cidade Nova, na zona Oeste.
Estranha democracia, a brasileira, onde um único juiz, o ministro Alexandre de Moraes, pode suspender monocraticamente a aplicação de uma lei aprovada pelo Congresso, no caso específico a da Dosimetria.
Não vou entrar no mérito se diminuir as penas dos condenados pelo 8 de janeiro e a de Jair Bolsonaro é justo ou não (acho justo) ou discorrer sobre a qualidade intelectual e moral da maioria dos parlamentares (acho péssima).
A questão é que o Congresso aprovou a lei, a Associação Brasileira de Imprensa e o PSol (não são a mesma coisa?) entraram previsivelmente com Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) para derrubá-la no tapetão do STF — e Moraes tomou uma decisão fora das regras do jogo.
O pretexto foi uma ação impetrada por uma condenada em 8 de janeiro, que pede a aplicação da Lei da Dosimetria para reduzir a sua pena. O ministro argumentou que não poderia julgar pedidos como o dela, enquanto estiverem tramitando ADIs que põem em dúvida a validade da legislação aprovada pelo Congresso.
Ele poderia ter ficado nisso, mas não: deu uma caneta e suspendeu a aplicação da lei em casos relativos ao 8 de janeiro.
Não sou advogado (ainda os há ou existem apenas “juristas” no Brasil?), mas sei que direito é forma. É a forma concertada, cristalizada, aplicada no dia a dia, incansavelmente, nas petições, nos prazos, nos acórdãos, nos instrumentos recursais, que diferencia o direito daquilo que não tem forma ao adquirir qualquer uma: a vingança.
Diversos advogados estão estupefatos com a profanação da forma do direito, mais uma perpetrada desde há quase quatro anos, na suspensão da aplicação da Lei da Dosimetria.
Moraes não suspendeu a lei no âmbito das ADIs das quais foi sorteado relator, em outro sorteio de resultado curioso no STF. Mesmo que o tivesse feito, a decisão monocrática teria de ser chancelada imediatamente por seus pares, porque só o tribunal poderia manter medida cautelar tão drástica, segundo a previsão legal.
O ministro tirou do ar a aplicação da Lei da Dosimetria como relator de um processo de execução penal — o que só não é completo absurdo no país que anda normalizando absurdos completos. Como escreveu o professor de processo penal Rodrigo Chemim, do Paraná:
“A decisão é errada, até porque, quando se admite isso, cria-se uma categoria juridicamente estranha: uma espécie de suspensão monocrática, seletiva e incidental da lei, sem previsão constitucional clara e sem o procedimento próprio do controle de constitucionalidade.”
A aplicação foi suspensa sem que a lei tenha sido declarada inconstitucional e em relação a apenas alguns cidadãos, certamente considerados de segunda categoria.
Como explica Chemim, “continua formalmente válida para todos, mas deixa de valer naquele caso porque assim decidiu individualmente o relator. Se normalizarmos isso, a segurança jurídica deixa de depender da Constituição, da lei e dos procedimentos de controle, para depender da vontade decisória de quem julga. E, nesse cenário, a jurisdição constitucional deixa de funcionar como garantia democrática e passa a operar como instrumento de exceção”.
Moraes ignorou a forma do direito, suspendeu a Constituição e aboliu o parlamento com a sua canetada. E tudo fica ainda mais esquisito quando se sabe que as penas dos condenados de 8 de janeiro e de Bolsonaro podem ser usadas como moeda de troca para evitar o impeachment de ministros do STF.
Além da sanfona, um terço que estava preso ao instrumento, a carteira de trabalho e um colete do músico também foram recuperados sem danos aparentes, segundo o próprio Tirullipa, em entrevista à TV Ponta Negra.
Tirullipa comentou o caso e destacou o simbolismo dos objetos encontrados.
“Tocou fogo no circo todo, mas a sanfona estava intacta, conseguimos recuperar. A carteira de trabalho que estava dentro da sanfona queimou só as pontas, mas não pegou fogo. O colete estava em cima da sanfona e olha o que protegeu aqui: o terço. E aí a gente fala que ele saiu de casa com essa fé”, disse.
Simplicidade,fui no circo dele 6 vezes vou novamente quando for recuperado, torço pra esses profissionais voltar a ganhar o pão de cada dia, todos ensinam muito bem, força Tirulipa!
A PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro (PL) por suposta coação no curso do processo, em ação que tramita no STF), segundo manifestação enviada nesta segunda-feira (11) ao ministro Alexandre de Moraes. O ex-deputado federal é acusado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, de atuar para pressionar ministros da Corte e interferir em investigações ligadas à tentativa de golpe de Estado.
Segundo a PGR, Eduardo teria atuado articulando pressões e a possibilidade de sanções internacionais, envolvendo interlocutores nos Estados Unidos. Essas ações, de acordo com a acusação, buscariam influenciar diretamente o andamento de processos relacionados às investigações sobre tentativa de golpe de Estado.
O documento foi encaminhado a Moraes, relator do caso no STF, que agora deve analisar as alegações finais antes da próxima etapa processual.
A PGR sustenta ainda que parte dessas movimentações teria resultado em medidas efetivas, após articulações com agentes estrangeiros capazes de impor restrições a cidadãos brasileiros, o que agravaria a conduta investigada.
A escolha do relator aconteceu por sorteio, depois que os ministros que participaram do julgamento original foram excluídos do processo. A regra segue o regimento interno do STF.
A revisão criminal foi apresentada pela defesa para tentar levar o caso ao plenário do Supremo. Os advogados alegam que houve erros jurídicos na decisão que condenou o ex-presidente.
O ministro do STF Alexandre de Moraes determinou o confisco do celular de uma cozinheira da família Bolsonaro durante o expediente na residência onde Jair Bolsonaro (PL) cumpre prisão domiciliar, em Brasília. A medida estabelece regras rígidas de segurança para a entrada da funcionária no imóvel, ampliando as restrições no entorno do ex-presidente.
Entre elas, está a retenção obrigatória de celulares e outros dispositivos eletrônicos com os agentes de segurança durante todo o período de trabalho.
Segundo a decisão, também deverá ser feita vistoria prévia antes da entrada na casa. As medidas fazem parte do protocolo de segurança estabelecido para o local onde o ex-presidente cumpre prisão domiciliar.
O pedido para liberação da entrada da funcionária foi apresentado pela defesa de Bolsonaro visando garantir o acesso diário da trabalhadora para atividades domésticas regulares na residência.
Em paralelo, outro pedido da defesa já havia sido negado. A solicitação envolvia a entrada de um familiar da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro para atuar como cuidador, mas foi rejeitada sob o argumento de falta de qualificação profissional na área da saúde.
Se o patrão confiscar o
celular de um funcionário ele pode sofrer sanções do Ministério do Trabalho, Sindicato, Ministério Público do Trabalho, do Tribunal Regional do Trabalho… Já Morais pode tudo e mais alguma coisa…
O ministro não baixará a cabeça para uma minoria, destarte cumprir as ordens imposta a esse criminoso e o mesmo tenta de todas as formas ludibriar a justiça.
Já pensou se Morais fosse responsável por investigar à própria esposa?
Se bem que sei lá… No Brasil pode um monte de coisa e nem o que está escrito e assinado tem valor.
É muita perseguição. Nunca um alguém foi tratado com tanta marcação por esse cidadão, o dono da razão e do mundo todo. Tudo isso em um país repleto de corrupto livre. Viva o país de Morais!
Mais uma importante liderança política passa a integrar o projeto de Eriko Jácome rumo à Assembleia Legislativa do RN. O ex-prefeito de Nísia Floresta, Daniel Marinho, declarou apoio à pré-candidatura do parlamentar, fortalecendo a articulação política no litoral sul do estado.
Com forte atuação política no município e influência entre lideranças da região, Daniel chega para somar ao grupo e ampliar o diálogo com importantes bases do eleitorado potiguar.
Nos bastidores, o apoio é visto como um movimento estratégico dentro do cenário político estadual. A experiência administrativa de Daniel Marinho e sua capacidade de mobilização regional devem contribuir diretamente para o fortalecimento da pré-candidatura de Eriko Jácome.
Com a definição, Daniel Marinho oficializa seus apoios para as eleições de 2026: Eriko Jácome como pré-candidato a deputado estadual e Nina Souza como pré-candidata a deputada federal.
O humorista Tirullipa revelou que o incêndio que atingiu o circo onde se apresentava causou um prejuízo estimado em R$ 10 milhões. Apesar das perdas materiais significativas, ele destacou que ninguém ficou ferido no incidente desta segunda-feira (11), em Natal.
O incêndio comprometeu parte importante da estrutura do circo, resultando em danos considerados de grande impacto financeiro para a produção. Segundo Tirullipa, o prejuízo envolve equipamentos, montagem e toda a estrutura utilizada nos espetáculos.
Em entrevista à TV Tropical, o humorista afirmou que o circo possuía seguro, mas ressaltou que a cobertura não será suficiente para compensar integralmente as perdas. Ele destacou que os valores envolvidos superam o que será recuperado.
Apesar da dimensão do prejuízo, Tirullipa reforçou que o mais importante foi o fato de não haver vítimas no incêndio. A equipe envolvida conseguiu sair em segurança da estrutura atingida.
De acordo com a entidade, o equipamento é essencial para o transporte de pacientes entre setores, especialmente após procedimentos cirúrgicos. A diretora do sindicato, Lúcia Silva, afirma que a situação tem gerado dificuldades operacionais para as equipes de saúde.
“Os pacientes ficam nas escadas enquanto os maqueiros tentam dar conta da situação”, declarou em vídeo divulgado pela entidade. O sindicato também afirma que o problema não seria isolado e que falhas semelhantes já teriam ocorrido em outras ocasiões.
O Hospital Walfredo Gurgel é a principal unidade pública de atendimento de urgência do estado, recebendo pacientes de diversas regiões do RN e concentrando casos de alta complexidade. Segundo o Sindsaúde, falhas em equipamentos como elevadores impactam diretamente o fluxo interno e a assistência aos pacientes.
A Sesap informou que o elevador deve passar por reparo ainda nesta segunda-feira (11). A pasta não detalhou as causas da pane, mas confirmou a manutenção em andamento.
O licenciamento ambiental municipal de Macaíba já começa a se traduzir em desenvolvimento para a cidade, aliando desenvolvimento econômico, sustentabilidade e segurança jurídica. Lançado em agosto de 2025 pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb), o sistema próprio tem representado um novo horizonte de oportunidades para a atração de investimentos e a consequente geração de emprego e renda.
Para se ter uma ideia, o último loteamento implantado em Macaíba data de 2014. Em nove meses, a Semurb licenciou dois novos empreendimentos e possui outros seis em processamento. “Macaíba era a única cidade da Região Metropolitana que não tinha um sistema municipal de licenciamento. Por isso, muitos investidores preferiam as cidades vizinhas, por ser rápido. Então, a gestão Emídio, com muita inteligência e coragem, iniciou o processo para Macaíba fazer seu próprio licenciamento ambiental, e isso já vem trazendo resultados visíveis. Já temos dois novos loteamentos em execução e mais seis em fase de análise para liberação e legalização”, afirmou o titular da Semurb, Billy Jean.
Até o ano passado, as licenças para novos empreendimentos no município eram emitidas exclusivamente pelo Idema/RN, o que demandava tempo considerável para a análise das solicitações em razão da alta demanda de todo o Estado. Desde a adoção do sistema municipal de licenciamentos, a Semurb tem recebido uma série de pedidos de licenciamento para novos empreendimentos imobiliários.
“Aprovamos a primeira legislação ambiental e atualizamos as leis existentes, que trouxeram segurança jurídica àqueles que desejam investir na nossa cidade. Visão estratégica e de futuro da nossa gestão que colocaram Macaíba num patamar de destaque no Rio Grande do Norte”, afirmou o prefeito Emídio Júnior.
Pesquisa Futura/Apex divulgada nesta segunda-feira (11) mostra que 57% dos brasileiros são favoráveis ao impeachment de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).
Por outro lado, 27,2% da população é contra essa medida. São 15,9% os que não sabem ou não responderam.
No último levantamento, divulgado em abril, eram 55,4% os que se diziam a favor do tema, enquanto 32,1% se consideravam contra e 12,5% não sabiam ou não responderam.
O número de pedidos tem aumentado nos últimos anos. Alexandre de Moraes é o magistrado que acumula mais pedidos de afastamento. São 45 no total.
A Futura/Apex entrevistou 2.000 eleitores, entre os dias 4 e 8 de maio, por meio de entrevista por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03678/2026.
Qual crime o ministro cometeu? Algo concreto, que esteja no judiciário e não a mesma ladainha dos 129 milhões que foi um contrato FIRMADO entre o escritório de advocacia e o banco Master. A PGR não encontrou nada ilícito nos documentos e foram emitido notas detalhado os acertos. Vamos sair dos grupinhos de whats e se informar melhor.
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