
O Projeto Cetáceos da Costa Branca, da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN) recebeu hoje cinco notificações a respeito de tartarugas encalhadas no litoral potiguar. O projeto, que atua no monitoramento, sensibilização e resgate da megafauna marinha no litoral do RN e CE, afirma que nenhum dos répteis possuía manchas de óleo, mas, que, nesse período do ano, não é comum os encalhes nessa parte da costa oriental.
“Coincidentemente ou não esses encalhes tem se intensificado nesse último mês (setembro)” afirma um dos representantes do projeto. A suspeita é de que os vazamentos de óleo que alcançaram a costa do Nordeste em setembro possam estar relacionados a tantos encalhes fora de época, mas, até o momento, o projeto não possui provas que concretizem essa tese.
Para averiguar com precisão a razão das mortes, as tartarugas encontradas foram sujeitas à necropsia, que é a análise laboratorial utilizada para identificar causas de mortes. A redação do Agora aguarda o resultado desses procedimentos.
Foram encontradas sem vidas cinco animais, sendo três chamadas “tartarugas verdes”, que se aproximam do litoral do RN para se alimentar; uma chamada “tartaruga de pente”, que vêm até à costa nessa época do ano para reprodução; e por fim, uma da chamada “tartaruga cabeçuda”, que segue sem uma identificação precisa do motivo de sua aproximação.
As praias em que os répteis foram encontrados pertencem todas ao litoral oriental, são elas: Tabatinga, Búzios, Touros e Baia Formosa.
AGORA RN
Cadê os ambientalistas?? O pt por trás de tudo isso…
Foi Bolsonaro sem dúvida.
E na reportagem anterior dizia que todas as praias estavam liberadas e com condiçoes de banho, quem se meter a entrar vai ficar igual a essa tartaruga. Tô fora, chama os políticos pra vir fazer esse serviço, pelo menos a gente se livrará da metade deles. Kkkkkk
Com a comprovação da origem desse crime ambiental, vamos continuar trabalhando para amenizar os nefastos efeitos. Mas esse crime contra a natureza, também tem outro efeito: agora sabemos pra que servem os ambientalistas e greenpeace: fazer política sebosa.
Um crime ambiental com essas proporções, já sabendo qual a origem do material, e com o silêncio sepulcral dos ambientalista mundiais, conclue-se que essa questão ambiental só tem um propósito, política. Os organismos internacionais já deveriam exigir uma posição da Venezuela, pra no mínimo ajudar na identificação do causador, e até disponibilizar recursos financeiro e tecnológico para minimizar os efeitos desse desastre.