Esporte

Clubes e CBF começam hoje a elaborar fair play financeiro para tirar futebol ‘do colapso’

Foto: Pedro Souza/Atlético-MG e Nelson Almeida/AFP

Nas últimas semanas, o noticiário esportivo foi tomado por casos que escancaram o desequilíbrio financeiro do futebol brasileiro. Jogadores do Atlético-MG notificaram o clube por atraso de salários, o Corinthians prometeu quitar R$ 12 milhões em premiações pendentes, e o Botafogo apresentou um balanço com aumento expressivo da dívida. Ao mesmo tempo, Palmeiras e Flamengo lucraram alto com vendas: R$ 195 milhões por Richard Ríos ao Benfica e R$ 163 milhões por Wesley para a Roma. Um contraste que, para especialistas, é um retrato do cenário em que convivem gestões bilionárias e clubes sufocados por dívidas.

É nesse ambiente que o debate sobre a criação de um fair play financeiro ganhou corpo nos últimos meses. Agora, a nova direção da CBF decidiu abraçar o tema e promete apresentar em até 90 dias um documento inicial, após reuniões com clubes, federações e consultoria que começam nesta segunda, no Rio. A expectativa é de que, desta vez, a discussão saia do papel.

O principal motivo é a bolha formada nos últimos anos. Para o vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck, não há alternativa diante do endividamento generalizado — que atinge clubes da Série A à D — e do mercado inflacionado.

“Em 2019 (quando houve uma tentativa, fracassada), precisávamos alertar para um colapso, e o colapso aconteceu. Faltou coragem da CBF para implementar. Agora, é para mitigar o colapso e sair dele. Não sei se é o melhor momento, acho que já passou. Agora, todos entendem que é urgente”, afirma Gluck, que também preside a Federação Paraense de Futebol e comandou o Paysandu.

Dados do site Convocados mostram que, de 2023 para 2024, as receitas totais da Série A e B cresceram 10% e 4,1%, respectivamente, mas as dívidas aumentaram 22%. Parte dessa escalada vem da pandemia, que deixou heranças como queda de receita e aumento de passivos. Ao mesmo tempo, clubes com gestão mais eficiente, como Palmeiras e Flamengo, se distanciaram da concorrência, investindo com receitas bilionárias.

A criação da SAF trouxe capital novo e ajudou a tornar outros clubes competitivos, mas também estimulou gastos acima da média. A chegada das bets, patrocinadoras máster de quase todos os times das Séries A e B, injetou cifras milionárias, elevando o patamar de arrecadação — e, em consequência, de despesas.

O resultado foi um salto no valor de contratações e salários, chegando próximo à segunda prateleira do futebol europeu, mesmo com a desvantagem cambial. Pressionados por torcida e conselhos, dirigentes assumiram dívidas para reforçar elencos de forma imediata, sem planejamento a longo prazo.

Para o economista Cesar Grafietti, autor do estudo do Convocados, é consenso que só um sistema externo de controle dará respaldo a medidas impopulares:

“Os clubes começaram a ver mais atrasos de pagamento nas contratações e isso começou a gerar problemas no sistema. Cuiabá, Fortaleza não recebem pagamentos dos grandes… Sozinho, o dirigente tem pouca força para dizer que não pode contratar, mas quando tem argumento adicional vai poder implantar o processo de reorganização mais tranquilamente”, explica, lembrando que o endividamento é histórico nos clubes associativos, mas SAFs também não são garantia de boa gestão.

Escaldado, o Cuiabá preferiu não participar das reuniões (até o fim de julho eram 33 clubes e 10 federações inscritas). O presidente Cristiano Dresch se mantém cético quanto à condução pela CBF, embora reconheça a boa vontade de Samir Xaud em ouvir mais atores do futebol.

“O Cuiabá foi rebaixado ano passado numa disputa direta com o Corinthians, que se salvou porque contratou vários jogadores, mas não paga. O clube nos deve, deve ao Memphis (Depay), vai tomar transfer ban, mas continua utilizando esses jogadores. Jogou com o Ceará este ano e venceu. Se o Ceará for rebaixado, teve interferência direta do Corinthians utilizando um monte de jogadores que não são pagos. Se existissem regras, deveria estar na Série B e não na A. Se fosse igual ao Cuiabá, que só assume compromissos que pode cumprir, não estaria na primeira divisão”, reclama. ” Não me inscrevi para manter minha neutralidade, mas estou curioso”.

Dresch defende que o controle seja feito por uma liga única, como na Europa. Mas no Brasil isso ainda é um impasse. Hoje, o futebol está dividido entre a Libra, que reúne clubes como Flamengo e Palmeiras, e a Liga Forte União (LFU), com Botafogo, Atlético-MG e outros. A rivalidade e os interesses individuais dificultam a criação de um regulamento único.

Mesmo assim, há sinais de cooperação. O presidente do Santos, Marcelo Teixeira, afirma que os blocos vêm negociando juntos em alguns contratos e que há maior consciência sobre a necessidade de profissionalização:

“Noto nas reuniões que há a conscientização de todos para irmos num caminho único. Mas não podemos criar critérios injustos. Imaginar que clubes pela tradição devam ter mais vantagens do que os clubes sem tanta tradição. Não jogamos sozinhos. Precisamos de todos fortes dentro de cada realidade”, diz.

Desde que assumiu, Teixeira implantou no Santos um “fair play” interno, reduzindo a folha salarial e estabelecendo teto para vencimentos. A experiência europeia é vista como referência, mas não será copiada de forma literal. No Brasil, convivem clubes associativos, SAFs e empresas, cada um com peculiaridades. Além disso, o país está em um estágio diferente: na Inglaterra, o fair play já funciona há mais de dez anos e vem sendo aperfeiçoado.

O consenso é que a implantação no Brasil será um processo de médio a longo prazo. Mudanças expressivas nas finanças não devem ocorrer antes de dois anos. O foco inicial será reduzir dívidas e garantir que os clubes estejam adimplentes. Sanções mais duras, como rebaixamento, viriam em uma fase posterior.

“Nesse primeiro momento, o objetivo é que sejam adimplentes, garantir um sistema que paguem as dívidas. Não se pode focar em tirar as receitas deles. O que podemos adaptar lá de fora são as declarações bimensais de pagamentos, transfer ban, soluções financeiras junto ao CNRD”, explica o advogado Hudson Paiva Jr, especialista em direito esportivo. — Se não fizer o fair play agora, a distância só vai aumentar. E não precisa de gastos absurdos para ser competitivo, como alguns clubes já mostraram.

O Globo

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Sua campanha ainda depende de achismo? A IA já sabe o que seu cliente quer antes dele

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VÍDEO: Vereador do PT é preso pela PM em ato do MST e reclama: “Ditadura?”

O vereador de Goiânia Fabrício Rosa (PT) foi detido na manhã desta sexta-feira (17/4) durante uma manifestação do MST em Santa Helena, no interior de Goiás. Segundo sua assessoria, a abordagem da Polícia Militar (PM) ocorreu com uso de “força e violência”. Após o episódio, o parlamentar acusou o governo estadual de “institucionalizar” a atuação da PM com fins políticos.

Em nota à coluna, Fabrício afirmou que os policiais alegaram crime de desacato para justificar a detenção. Ele contesta a acusação.

“Como é possível ver no vídeo do momento da prisão, com uso de força e violência por parte dos policiais, não houve qualquer situação que levantasse a suspeita de desacato”, disse. “Depois de ser impedido pela PM de participar da manifestação do MST, Fabrício foi preso porque criticava a violência contra minorias representativas e populações pretas e periféricas”.

O vereador também criticou o governo estadual após a prisão. “Mais uma vez, o ex-governador Ronaldo Caiado e o agora governador Daniel Vilela comprovam que a PM foi institucionalizada para um projeto político-eleitoral. O grupo de Caiado se utiliza da boa-fé dos trabalhadores e trabalhadoras da Segurança Pública, que têm hierarquia militar e seguem ordens superiores, para perseguir, agredir e prender opositores políticos. Estamos voltando aos tempos da ditadura e da censura em Goiás?”.

Segundo o parlamentar, os policiais militares agiram com truculência no momento da abordagem. “Os policiais tentaram jogar o vereador no chão e tomar o celular das mãos de Fabrício Rosa. Chama atenção, no vídeo, o momento em que o major confere o aparelho telefônico e, em seguida, determina a prisão”.

Até o momento, o governo de Goiás e a Polícia Militar não se manifestaram sobre a ocorrência.

Paulo Capelli – Metrópoles

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Cármen Lúcia afirma que crise de confiabilidade no Poder Judiciário é ‘grave’ e precisa ser reconhecida

Foto: Luiz Roberto/TSE

A ministra Cármen Lúcia afirmou que a crise de confiança da população no Supremo Tribunal Federal e no Judiciário brasileiro é “grave” e precisa ser reconhecida.

Durante palestra na FGV Direito Rio, no Rio de Janeiro, ela destacou que, apesar de erros e limitações, o Judiciário continua essencial para garantir direitos previstos na Constituição.

A ministra também citou um possível “movimento internacional” de deslegitimação do Judiciário, ao mesmo tempo em que reconheceu falhas internas que precisam ser corrigidas.

Cármen Lúcia criticou ainda a sobrecarga do sistema judicial: segundo ela, cerca de 18 mil juízes lidam com mais de 80 milhões de processos no país.

Ao abordar o cumprimento das leis, afirmou que o Brasil cria boas normas, mas falha na aplicação. Como exemplo, mencionou o aumento de casos de feminicídio mesmo após a Lei Maria da Penha.

A ministra também criticou o excesso de propostas de emenda à Constituição no Congresso, defendendo que a Carta Magna deve se limitar a princípios fundamentais.

Dados recentes do Datafolha indicam que 43% dos brasileiros não confiam no STF, enquanto a confiança plena caiu de 24% para 16%.

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Moraes vota para condenar Eduardo Bolsonaro à prisão, em julgamento no STF

Foto: Nelson Jr./SCO/STF / Foto 2: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, votou para condenar o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) a um ano de prisão, em regime aberto.

Moraes considerou que Eduardo cometeu difamação contra a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) ao insinuar que ela quis beneficiar um empresário quando apresentou um projeto de lei.

O julgamento acontece no plenário virtual.

O ministro alegou que Eduardo “está em local incerto e não sabido” e que por isso não é possível substituir a pena por outras medidas.

Veja

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VÍDEO: Presidente Lula defende regular “tudo que é digital” para evitar “intromissão de fora em ano eleitoral”

Imagens: Sam Pancher/Metrópoles

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira, 17, que o Brasil precisa ampliar a regulação das redes sociais para evitar “intromissão de fora em ano eleitoral”.

“Temos que regular tudo o que é digital, para que a gente dê soberania ao nosso país, e não permita, inclusive, intromissão de fora, sobretudo em um ano eleitoral”, disse em entrevista coletiva após reunião com o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sanchéz.

O petista disse ainda que o governo está acompanhando o que está acontecendo no mundo e citou que o ECA Digital, conhecido como Lei Felca, foi apenas o primeiro passo e outras regulações ainda vão acontecer.

“Sem regras, as big techs vão instituir a era do colonialismo digital. Nossos dados são extraídos, monetizados e usados para concentrar poder político e econômico em um punhado de bilionários”, disse.

Lula está na primeira parada de uma extensa viagem à Europa, em um roteiro que envolve três países e uma longa lista de pautas, com destaque para o acordo União Europeia-Mercosul, prestes a entrar em vigor.

Com informações de Metrópoles e Exame

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População brasileira cresce 8% em 12 anos e chega a 212,7 milhões de habitantes, diz pesquisa do IBGE

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

A população do Brasil chegou a 212,7 milhões de habitantes em 2025, um crescimento de 8% em relação a 2012, quando o país tinha 197,1 milhões. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

O aumento representa cerca de 15,6 milhões de pessoas em 12 anos. Apesar do crescimento em todas as regiões, a distribuição populacional do país praticamente não mudou.

O Sudeste segue como a região mais populosa, com 88,8 milhões de habitantes, o equivalente a 41,8% do total.

Na sequência estão:

  • Nordeste: 57,1 milhões (26,8%);
  • Sul: 31,3 milhões (14,7%);
  • Norte: 18,4 milhões (8,7%);
  • Centro-Oeste: 17,1 milhões (8,0%).

Mesmo com o avanço populacional em todo o país, as diferenças regionais permanecem expressivas. O Sudeste concentra cerca de cinco vezes mais habitantes que o Centro-Oeste, mantendo o padrão histórico de concentração demográfica.

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Entra em vigor lei que institui regras da guarda compartilhada de pets em caso de divórcio

Foto: Freepik

O presidente em exercício Geraldo Alckmin sancionou a lei que regulamenta a guarda compartilhada de animais de estimação em casos de divórcio. A medida foi publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (17).

A proposta, de autoria da deputada Laura Carneiro, permite que ex-casais definam, em acordo, a divisão do tempo de convivência com o pet. Sem consenso, caberá à Justiça estabelecer as regras, considerando fatores como condições de moradia, cuidado, sustento e disponibilidade.

Pela nova lei, despesas do dia a dia, como alimentação e higiene, ficam a cargo de quem estiver com o animal. Já custos maiores, como veterinário, medicamentos e internações, devem ser divididos entre as partes.

A legislação também prevê restrições: a guarda compartilhada pode ser suspensa em casos de violência doméstica ou maus-tratos. O descumprimento do acordo pode levar à perda da custódia, sem direito a indenização.

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Paulinho Freire sanciona pacote de benefícios para usuários do transporte público de Natal; veja o que muda

Foto: Magnus Nascimento

O prefeito de Natal Paulinho Freire sancionou a Lei nº 8.089, que cria um novo regime de benefícios tarifários no transporte público da capital. A medida foi publicada no Diário Oficial nesta sexta-feira (17).

Segundo o município, o pacote funciona como compensação ao reajuste da tarifa, que passou a R$ 5,20 no fim de março. As regras abrangem estudantes, datas específicas e públicos com direito à gratuidade.

Principais benefícios

Estudantes

  • Meia-tarifa (50%) para alunos de escolas públicas e privadas (fundamental ao superior, incluindo cursos técnicos e idiomas);
  • Gratuidade total para estudantes da rede pública (exceto ensino superior e técnico), com regras:
    • até 2 passagens por dia (ida e volta);
    • uso apenas em dias letivos;
    • limite de 120 passagens por mês (podendo aumentar com justificativa);
    • exigência de frequência mínima de 75%;
    • válido para quem mora a mais de 500 metros da escola.

Tarifas especiais em datas

  • Domingos: possibilidade de gratuidade total;
  • Feriados: tarifa com 50% de desconto;
  • Eleições: transporte gratuito durante todo o dia;
  • ENEM: gratuidade para inscritos nos dias de prova.

Outras medidas

  • Possibilidade de criação de linhas ou áreas com tarifa zero para incentivar comércio, turismo e cultura;
  • Benefícios especiais em eventos públicos.

Pessoas com deficiência ou doenças crônicas

  • Gratuidade mediante comprovação de necessidade (tratamento, estudo ou incapacidade para trabalho);
  • Possibilidade de acompanhante;
  • Exigência de avaliação médica e renda familiar de até 1 salário mínimo por pessoa;
  • Validade de até 12 meses, com renovação.

Regras e controle

A lei prevê fiscalização para evitar fraudes. O uso indevido, como emprestar o cartão, pode gerar suspensão do benefício por até 180 dias ou perda definitiva. Instituições também podem ser responsabilizadas por informações incorretas.

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Geely EX5 EM-i chega ao Brasil para mudar o jogo: SUV híbrido plug-in com até 1.300 km de autonomia a partir de R$ 189.990

A Redenção Geely traz ao mercado um lançamento que chega para mexer de vez com o segmento de SUVs híbridos. O novo Geely EX5 EM-i prova que não faz mais sentido pagar caro para ter tecnologia, desempenho e eficiência no mesmo carro.

Com 262 cv de potência, autonomia de até 1.300 km e preço a partir de R$ 199.990, saindo por R$ 189.990 para os primeiros compradores, o EX5 EM-i entrega um pacote que pressiona a concorrência e expõe o atraso de marcas que ainda cobram mais para oferecer menos.

Mais do que um novo modelo, o EX5 EM-i é um recado claro: o consumidor brasileiro ficou mais exigente, e a Geely chegou para acelerar essa mudança.

No Rio Grande do Norte, a força da marca já aparece nas ruas. A Redenção Geely cresce de forma rápida e consistente, impulsionada pelo sucesso do Geely EX2, já o carro mais vendido da Grande Natal em 2026.

Com a chegada do EX5 EM-i, a tendência é clara: a Geely sobe mais um degrau e reforça ainda mais sua presença e protagonismo.

Geely EX5 EM-i. Redenção Geely, acelerando um novo tempo.

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Irã libera passagem de navios comerciais pelo Estreito de Ormuz durante o período do cessar-fogo no Líbano

Foto: Giuseppe CACACE / AFP

O ministro das Relações Exteriores do Irã afirmou nesta sexta-feira (17) que a passagem de todas as embarcações comerciais pelo Estreito de Ormuz está totalmente liberada durante o restante do período de cessar-fogo.

A decisão foi tomada após o anúncio do cessar-fogo no Líbano, que começou a valer na quinta-feira (16).

“A passagem de embarcações pelo estreito seguirá a rota coordenada já anunciada pela Organização de Portos e Assuntos Marítimos do Irã”, afirmou Abbas Araqchi em uma publicação no X.

O Estreito de Ormuz é uma das vias marítimas mais importantes do mundo, por onde passa quase um quinto do petróleo e gás mundial.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a trégua na quinta-feira (16) e afirmou ter convidado o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o presidente libanês, Joseph Aoun, à Casa Branca para negociações de paz.

Essa seria a primeira vez em décadas que os líderes dos dois países conversariam diretamente.

CNN Brasil

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