Na esteira do rebaixamento brasileiro, a Petrobras também perdeu o selo de bom pagador conferido pela agência de classificação de risco Standard & Poor’s. A informação foi divulgada no site da agência na tarde desta quarta-feira (10).
A avaliação da dívida da Petrobras, seja em moeda estrangeira ou nacional, caiu de BBB- para BB, com perspectiva negativa. A agência ainda não divulgou nota explicando as razões do rebaixamento.
É normal, porém, que os ratings corporativos acompanhem a mudança de perspectiva com relação à dívida soberana. Além da Petrobras, outras empresas tiveram a nota de crédito rebaixadas na tarde desta quarta.
Com a decisão da Standard & Poor’s, a Petrobras mantém o grau de investimento com apenas uma das três maiores agências globais. Para a Fitch, a dívida da estatal ainda é classificada como BBB-.
“A Petrobras já era concorrente a perder o grau de investimento, por ter ultrapassado seus limites de endividamento, mas as agências preferiram esperar. A situação da companhia, que já era ruim, vai ficar pior”, diz o analista independente Flávio Conde, do site Whatscall.
Ele lembra que a companhia já vem pagando, em suas captações este ano, taxas mais altas por conta das dúvidas com relação à sua situação financeira e das incertezas do país. “Quando for ao mercado novamente, em janeiro, certamente pagará mais caro”.
O rebaixamento da nota de crédito cria um obstáculo a mais para o processo de recuperação da Petrobras, que já enfrenta o cenário de baixos preços do petróleo e os impactos da alta do dólar em seu elevado endividamento.
“A companhia deve enfrentar desafios para financiar seus investimentos, dado o volume de dívida necessária para os próximos anos”, escreveram os analistas Luiz Carvalho e Filipe Gouveia, do HSBC, em relatório distribuído aos clientes esta manhã.
A Petrobras tem hoje uma dívida de cerca de US$ 140 bilhões que vem sendo pressionada pela desvalorização do real frente ao dólar. Do total de seus empréstimos, 73% estão atrelados à moeda norte-americana.
“Possíveis efeitos nas taxas de juros também podem ser negativos, especialmente para empresas altamente endividadas, como Petrobras e Braskem”, comentam os analistas Frank McGann e Vicente Falanga Neto, do Bank of America Merril Lynch.
Folha Press

A meta da Dilma é acabar com tudo.
Viva o pt !!!
Aos comentaristas que não entendem do tema petróleo, antes de comentar sobre o assunto, leiam sem fanatismo político um pouco do que está acontecendo com todas as outras companhias petroleiras espalhadas pelo mundo para não ficarem com o discurso besta de que este ou aquele partido quebrou a Petrobrás. Primeiro porque a Petrobrás não está quebrada como muitos querem ou desejam. Os interesses são outros e o pré-sal é a cobiça a ser perseguida pelo grande capital. Para resumir, estudem também um pouco sobre o mercado de ações e o que houve com o preço do petróleo a nível mundial. Ler e estudar sem fanatismos só leva a um aprendizado consciente. Sobre as Empresas de risco, como a S&P, elas não são oráculos infalíveis. A crise mundial do capitalismo em 2007/2008 é um bom exemplo disso. A S&P errou tanto durante a crise que pagou uma multa de US$ 1,37 bilhão às autoridades norte-americanas por ter enganado os investidores sobre a qualidades dos créditos imobiliários "subprimes", que originaram a crise financeira. As chamadas agências de risco são meros braços do capitalismo internacional.
Certa vez, perguntaram a um desse magnata do petroleo, qual era o melhor negócio do mundo. Ele respondeu na bucha. Uma empresa petrolifera bem administrda. Perguntaram de novo, e o segundo? Ele respondeu, uma empresa petrolifera mal administrada. Então vejam, o Pt teve a incompetencia de quebrar um País e uma petrolifera. Vão ser incompetente assim na baixa da egua. É imoral.
Devo lembrar que em 2008 milhoes de trabalhadores tiveram autorizacao de sacar para investir recursos do FGTS em acoes da PTrobras a pedido do Brahma e com aval da CUT. Bando de otarios.