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Com 'vergonha moral' do Brasil, movimento quer separar o Sul do resto do país

1509929_10152220844673239_5934382996022668436_nFoto: Fernanda Canofre/Vice Brasil

O movimento O Sul é Meu País surgiu em 1992 na cidade de Laguna, Santa Catarina, com a proposta de separar Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul do resto do Brasil. Segundo Celso Deucher, catarinense e atual presidente do movimento, contabilizando os simpatizantes nos três estados, atualmente há 6 milhões de pessoas em torno da ideia. A página oficial no Facebook registra pouco mais de 16 mil curtidas. São mais um, talvez o maior, entre os 53 movimentos separatistas que já apareceram na região. No site oficial, a organização se apresenta como “a consequência, de cujas causas não podemos ser acusados”.

No encontro realizado no dia 20 de setembro em um hotel em Passo Fundo, os separatistas do grupo falaram das óbvias razões que possuem para se separar do Brasil e volta e meia recaíram sobre a crítica à corrupção e à política nacional. Disseram aceitar pessoas de todos os credos, raças e tendências políticas, desde que o indivíduo esteja “imbuído do desejo separatista”. Na fala dos líderes e palestrantes, “tudo que está errado” é traduzido em repulsa ao Bolsa Família, às cotas raciais, ao processo do Mensalão.

“A gente vê o governo abrindo mais vagas no Bolsa Família, mas não vê postos de trabalho”, reclama Deucher. “Nós queremos nos livrar, porque esse Estado, Brasília, não nos representa. Ele não diz nada para nós, o que ele diz é só coisa ruim”, conclui. A rejeição a Brasília é o mote dos panfletos que os membros imprimem com dinheiro do próprio bolso e distribuem em suas cidades. O mais recente lembrava que, em 2013, os três estados do sul arrecadaram 152 bilhões de reais, mas tiveram “retorno” de apenas 29,3 bilhões. Em letras amarelas, o movimento faz a conta: 80% “do total arrecadado não retornou aos estados”.

Eles acreditam que a distribuição das contas desencadeou um processo de “favelamento do sul”. Fundador do movimento separatista paranaense República das Araucárias, Helio Ribas Micheleto chegou a ser demitido do emprego em 1993 por sua ligação com a causa. Nem por isso se afastou do movimento ou deixou de usar na lapela do paletó o broche que carrega o símbolo dos três estados. “Hoje, os dez maiores municípios do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, municípios com mais de cem mil habitantes, estão cheios de favelas. (…) De onde é que veio isso aí? Gerado pela pobreza, pela falta de investimento federal, deixando os governadores sem dinheiro e, consequentemente, os municípios”, afirma.

Os separatistas também se creem injustiçados na representação parlamentar. Deucher reconhece que algumas das “oligarquias que tomaram conta do Estado nacional” são do Sul. Ainda assim, acredita que o cálculo do quociente eleitoral – que divide o número de eleitores pelo número de cadeiras disponíveis – faz com que o Sul nunca seja ouvido. “Como eu preciso de 17 catarinenses para valer um voto de um cara, sei lá, do Acre? De onde que saiu essa conta tão louca que um tem que ter poder econômico e outro tem que ter poder político? Num tempo em que o voto universal é um voto, como que isso continua acontecendo no Brasil, né? Essa questão aí, ela é seríssima. Por quê? Porque ela tira o valor como cidadãos que nós temos, como brasileiros. Tira a nossa força de lutar por aquilo que nós queremos”, frisa.

Na conferência, as “oportunidades” de expansão do movimento e formas de se espalhar a ideia são discutidas durante uma Oficina de Planejamento Estratégico. Um dos participantes sugere que o movimento utilize a mesma estrutura do marketing multinível – o polêmico esquema de pirâmide – esclarecendo que aqui não entraria dinheiro. Ele explica que uma pessoa seria responsável por integrar outras três à organização; essas três, outras três; e assim por diante. Outro integrante reconheceu na ideia uma estratégia também utilizada por igrejas evangélicas para arrebanhar mais fiéis: “Ah, sim, na igreja chamamos isso de igreja em células. Pode funcionar!”, exclama.

Mas a polêmica maior é o ter ou não ter participação ativa na política brasileira. Um dos participantes, Hermes Aloisio, vice-presidente do movimento em Passo Fundo, foi também candidato a vice-governador do Rio Grande do Sul pelo PRTB, o partido de Levy Fidelix. No programa de governo de sua coligação, o plebiscito pela “autodeterminação política e econômica” é uma promessa. Deucher tenta se afastar disso. Fala que alguns políticos já demonstraram interesse em apoiá-los: “Só que nós não queremos esses apoios, entendes? Porque os caras são sujos, pô”.

deucher2Foto: Fernanda Canofre/Vice Brasil (Celso Deucher, presidente do movimento O Sul é o Meu País, em palestra no encontro realizado em Passo Fundo)

Na mesma época em que os catarinenses tentavam reunir os três estados sulistas em torno da causa com a fundação de O Sul é Meu País, em Porto Alegre, a República Federativa dos Pampas virava notícia nacional. Em 1993, Irton Marx, presidente da organização que defendia um território independente só para os gaúchos, protagonizou uma reportagem no Jornal Nacional da Rede Globo defendendo um país que falasse alemão. Acabou sendo acusado de nazista e processado pelo Estado. Uma imagem que, mesmo com a absolvição de Marx, ainda assombra os separatistas de hoje.

“O cara (Marx) criou um país inteiro. Ele sentou numa mesa e – com o perdão da palavra – se masturbou com a ideia e botou tudo ali. (…) Ele era radical, personalista, era ele que era o gostosão do negócio. Era ele que ditava as ordens, e isso começou a desagradar todo mundo”, critica Deucher.  Depois da secessão sulista, o movimento representado por ele decidiu se legalizar, registrando inclusive um CNPJ, se formalizando como pessoa jurídica.

O presidente alega que, na década de 1990, o grupo foi espionado pelo governo. Pessoas que se apresentavam como interessados na causa participavam das reuniões, gravavam conversas e, um tempo depois, aparecia um processo contra os separatistas. Outras vezes, recém-chegados pediam a palavra e revelavam um discurso fascista. Deucher conta que isso ainda se repete vez ou outra. Há oito meses, um militar da reserva gravou um dos encontros e registrou representação contra ele no Ministério Público com base na Lei de Segurança Nacional.

Ainda que Deucher critique o personalismo de Irton Marx, é difícil separar sua figura de O Sul é Meu País. Ele mesmo admite ser procurado para palestras dentro dos movimentos de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Amapá como referência do assunto. “Durante os anos, eu me especializei em Direito de Autodeterminação dos Povos. Talvez, assim, como professor, eu seja um dos maiores especialistas sobre isso na América Latina. Que é o quê? O estudo do significado desse direito”, conta. Um dos 27 livros que publicou (O Sul é Meu País), que estava à venda sobre uma mesa durante o encontro por R$ 25 reais, serve como referência constante nas falas dos integrantes. Na discussão sobre estratégias de disseminação da causa, impulsionar a venda da obra foi uma das questões apontadas. Um dos presentes chegou a brincar: “Bota uma Polar junto que vai vender rapidinho”, se referindo à cerveja gaúcha que usa a hipérbole do orgulho sulista em suas peças publicitárias.

Para o jornalista, professor e empresário Celso Deucher, o separatismo é pessoal. Vem daí sua terceira razão para a criação de um novo país: “É tu te sentir parte de um país. Nós não nos sentimos brasileiros. Não sei o porquê. Não sei o que é que houve. Cara, como é que tu vai me obrigar a me sentir brasileiro? Entendeste? Não tem outra nacionalidade que eu me sinta mais. Eu não me sinto alemão, não me sinto italiano, não me sinto nada: eu me sinto sulista”, revela. Assim como a maioria dos separatistas reunidos na conferência, além da geografia e mesmo a neve que, para eles, “respeita os limites geográficos” e não cai em São Paulo, o que os afasta da ideia do Brasil como nação é que o país passou a representar vergonha moral.

– Esse sentimento interno, essa coisa dentro de mim, dentro de milhões de outras pessoas, de não se sentirem brasileiros, de terem vergonha de serem brasileiros, de quando perguntada ‘De que país tu é?’, ‘Cara…meu, eu sou do Brasil, bicho. Desculpa’. Entendeste? Tu implorar desculpas pras pessoas por ser do Brasil. Cara, eu não sou daquele país lá da bunda grande, da mulata puta, do não sei o quê – eu não sou. Peraí, cara. Não é isso. Sabe, essa imagem que o Brasil faz questão de passar. Sabe, do tráfico humano, do tráfico sexual. Sabe, esse país erótico em que as menininhas com doze anos colocam os peitinhos para fora e chamam os gringos pra virem comer elas (sic). Esse país não é o meu, cara – destaca.

“Mas tu não achas que exploração sexual acontece no Sul também?”, perguntei.  – Acontece, acontece muito, justamente por quê? Porque nós temos lá inclusive uma sulista, uma Xuxa da vida, que erotizou a mulheradinha desde pequenininha. Qual é o negócio? Mostra a bundinha, filha. Mostra os peitinhos, filha. Diz que tu é gostosa, filha. Tu me entendeu? Quem é que fez isso, onde é que tá a mística desse troço aí? TV e outros meios de comunicação que sempre trabalharam isso como produto nacional. Nós somos um povo querido, alegre, e nossas mulheres são as mais gostosas. Não é isso? É isso que nós vendemos lá fora”.

Rebati: ‘Tu não achas que isso também é cultura do Sul, de certa forma?” -Não, não é. Aqui, o pai olha para a filha e diz: ‘Filha, tu vai te formar’. (…) Não que os outros povos sejam: ‘Ah, os outros são vadio (sic) e nós somos trabalhador (sic)’, não é essa a questão. (…) Nós reconhecemos, o Sul reconhece, que tu só pode prosperar via trabalho. Tu não vai prosperar ficando deitadinho na rede ou se ficar coçando as partes como a gente diz, deitadinho, esperando que o governo dê alguma coisa para ti. Uma Bolsa Família, uma Bolsa-não-sei-o-quê, esse paternalismo estatal.

A Constituição de 1988 estabelece em seus princípios fundamentais, no Artigo 1º, que a República brasileira é “formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal”. No entanto, também garante “a livre expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação” e concede a “liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar”. Os separatistas do sul se inspiram nos movimentos da Escócia, de Québec e da Catalunha. A região anexada pela Espanha no século XVIII, aliás, teve seu pedido de plebiscito negado pelo Parlamento Espanhol, mas aprovado dentro do Parlamento catalão.

Casos assim levam os separatistas brasileiros a acreditar que, tendo representação parlamentar, podem conseguir seu plebiscito: “Temos bancada evangélica, pecuarista, de direitos dos homossexuais; é disso que precisamos: uma bancada separatista”, explana Emerson Leme, professor de Londrina responsável pela Oficina de Planejamento Estratégico da conferência.

Anidria da Rocha, mãe de cinco filhos, se uniu ao movimento há dez meses e já se transformou em uma de suas maiores forças de trabalho. Em oito meses, ela recrutou mais de três mil pessoas em sua cidade, São Jerônimo, município de 22 mil habitantes na região metropolitana de Porto Alegre. Segundo Anidria, todos os filhos – exceto a caçula de dois anos – militam pela causa. Ela conta, orgulhosa, que a filha do meio, de 14 anos, chega a passar horas no telefone conversando sobre a ideia com amigos: “Eu digo pra ela: isso aí é uma independência que a gente vai buscar e que vocês vão viver. Eu e o pai de vocês não vamos viver isso aí. Vai demorar um pouco para acontecer, e a gente não vai viver. Vai ser para vocês”, salienta.

Os jovens são parcela representativa no movimento. Em uma das discussões, Deucher chega a se emocionar falando sobre isso: “Os pais nos chamam de nazistas e os filhos nos apoiam… Isso é o que vale, tirar essa ideia do chão”, destaca com a fala embargada e sendo abraçado por companheiros. Entre os jovens, está o catarinense natural de Florianópolis, Rafael Sardá, 19 anos.

Sardá começou a militar pela causa ainda com 16 anos. Descobriu o movimento pela internet, depois de uma conversa com o pai sobre por que o Sul era diferente do Brasil. O pai, no entanto, não é separatista nem participa dos eventos com o filho. Ainda na escola, Rafael enfrentava discussões com professores e colegas, alguns favoráveis, outros nem tanto. “Muitos acham que eu sou um bandido, que eu tenho que ser preso, sendo que eu não cometi nenhum crime. A gente age de acordo com a Constituição; a gente tem liberdade de pensamento, de expressão. Mas eles acham que eu sou um câncer no país, que é falta de nacionalismo meu”, conta. O lado contrário não o intimida: “Eu mandei costurar uma bandeira e carrego para os lugares. Peguei um cano de PVC, amarrei a bandeira e saí com ela pela cidade, as pessoas me perguntavam. Acho isso legal”.

E ele entrou de cabeça na causa. Na Conferência, Sardá apresentou o hino que compôs para o futuro novo país que sonha conquistar, intitulado “Um Grito no Sul do Mundo”. Segundo ele, a inspiração veio da Marselhesa e do Hino da URSS. “Eu não sou comunista, mas, durante aquele curto período de tempo, eu me torno comunista, eu quero ser comunista. Depois, eu volto ao normal”, explica para a plateia enquanto passa slides explicando a letra de sua obra. Deucher, porém, avisa que o hino não é oficial, é apenas a colaboração de um companheiro. Ele não quer que nada pareça apressado.

Deucher é um norte para os sulistas reunidos na bandeira celeste de seu grupo. Na hora em que discutem a redação dos valores e da missão, inspirados em empresas como a Coca-Cola e a Unilever, é para ele que olham, buscando uma referência. Ele calcula cada passo. Agora, diz, estão na fase de recrutar pessoas para ter força quando o momento do plebiscito chegar. Para isso, não se opõe explicitamente a nenhuma causa, a nenhum partido, a nenhuma ideia. A posição sobre as demarcações de terras indígenas, por exemplo, um dos conflitos mais negligenciados pelo poder público no Sul do país, é prova disso.

Vários integrantes desfilaram na conferência com a frase “Esta terra tem dono” estampada no lado esquerdo do peito. Alguns dizem que ela foi proclamada por Sepé Tiarajú enquanto ele era assassinado pelos espanhóis, em São Gabriel, no Rio Grande do sul. Outros, que era o grito de guerra usado pelo Cacique Guairacá em batalhas nas terras de Santa Catarina. Concordam que os índios são os donos da terra, mas chegam a dizer que a história do povo do Sul começa com a fundação dos Sete Povos das Missões. Deucher lembra que fala por si, não pelo movimento, e diz acreditar que um possível país independente saberia lidar melhor com a questão do que o Estado brasileiro atual:

“Nós temos de achar um meio de que o índio possa manter sua cultura e suas terras tradicionais. Agora, ele também tem de saber que nós estamos em um outro mundo e que, hoje, ninguém mais caça para sobreviver. Você tem o trigo, você tem o arroz, você tem o feijão. O índio do sul praticamente se aculturou. ‘Ih, cara, só porque ele se aculturou, nós vamos deixar o cara à margem da sociedade? Vamos jogar o cara na beirada da estrada e ele vai passar o resto da vida dele ali?’. Que tipo de ser humano nós somos, então? Então, nós temos de achar um meio, e isso os governantes não gostam de enfrentar, porque depende de criar ambientes que essas pessoas possam voltar a ser aquilo que elas são ou a fazer aquilo que o Cacique, aquele Cacique Mimbiá de Florianópolis, fez. Ele foi pra universidade, estudou, é advogado e está aí concorrendo como qualquer cidadão comum. Eu convivo, tenho muitos alunos indígenas. Não indígena que anda pelado por aí. Indígenas, em que tu olha para ele etnicamente e: ‘Cara, tu é um índio’. Os antepassados deles viviam no mato ali; no entanto, eles estão lá, estão estudando como qualquer outro ser humano”, frisa.

O movimento, de fato, é bastante democrático para ouvir ideias. Enquanto defende ser uma organização horizontal, elege a nova diretoria executiva – que trocou o presidente por Odilon Xavier, um gaúcho, respeitando o revezamento entre os três Estados –  e acompanha a palestra “Líderes para um Sul Livre”, baseada em ensinamentos de Gandhi e Abraham Lincoln. Nela, o palestrante Ozinil Martins de Souza, também professor, abordou desde a arte de falar em público à ameaça do crescimento muçulmano no mundo. “Eu sou politicamente incorreto, tá, gente? Eu odeio o politicamente correto, é uma coisa que me agride”, esclarece entre suas considerações.

Na semana em que a Escócia votou seu plebiscito, uma rádio do Rio Grande do Sul promoveu uma enquete pedindo a opinião dos gaúchos sobre o separatismo. O resultado: 12.834 votos para o sim (74%) contra 4.487 para o não (26%). Uma petição no Avaaz pedindo o plebiscito já passou das cinco mil assinaturas. Na hora de reunir pessoas, número é prioridade. Por isso, não convém fazer inimigos.

Matéria original publicada no site da Vice Brasil, via Operamundi, UOL

Opinião dos leitores

  1. já está na hora de irmos a uma guerra civil para acabar com maus brasileiros existentes em todas as regiões do pais.Nos estados unidos foi assim há dois séculos.Porque não aqui?

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Mundo

Inteligência da PF monitora fronteira em meio a aumento de tensão entre Venezuela e Guiana

Foto: Reprodução

O setor de inteligência da Polícia Federal (PF) acompanha a situação da fronteira brasileira em meio ao aumento da tensão entre a Venezuela e a Guiana. Os venezuelanos participaram, neste domingo (3), de um referendo e aprovaram medidas que podem resultar na anexação de parte do território da Guiana.

O monitoramento realizado pela PF vai abastecer o governo com relatórios de inteligência e pode embasar eventuais decisões do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Lula pediu, neste final de semana, “bom senso” aos dois países em meio à disputa por Essequibo, região que equivale a 70% do atual território guianense.

“O que a América do Sul não está precisando é de confusão”, disse Lula a jornalistas neste domingo em seu último dia na COP28, em Dubai. Lula defendeu o diálogo e disse não acreditar que um enfrentamento direto deva acontecer entre os dois países.

O Exército aumentou de 70 para 130 o efetivo do Pelotão Especial de Fronteira de Pacaraima (RR) para reforçar o patrulhamento na divisa do Brasil com a Venezuela. O governo quer evitar que a Venezuela use o território brasileiro para avançar sobre a Guiana.

CNN Brasil

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Esporte

Palmeiras campeão brasileiro? Veja as chances de título no domingo

Foto: Cesar Greco

A vitória do Palmeiras sobre o América-MG na quarta-feira (29), somado aos tropeços de Flamengo e Botafogo, permitem ao time paulista sonhar em ser campeão brasileiro na 37ª e penúltima rodada do Campeonato Brasileiro, no fim de semana. A equipe de Abel Ferreira tem três pontos de vantagem na liderança, a dois jogos do fim. Se vencer o Fluminense, uma combinação de resultados já garante o título matemático – o 12º de sua história.

A possibilidade do time alviverde se sagrar campeão depende, obrigatoriamente, de tropeços de Flamengo, Atlético-MG e Botafogo na rodada. Se isso acontecer, o Palmeiras só poderia comemorar, de fato, a partir das 20h30 (horário de Brasília) de domingo. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu que apenas os jogos da 38ª rodada fossem simultâneos. Com isso, Atlético-MG entra em campo no sábado, Palmeiras e Flamengo às 16h no domingo, enquanto o Botafogo joga apenas às 18h30.

Assim, a matemática do Palmeiras é simples: vencer e torcer para que seus adversários, obrigatoriamente, não vençam seus respectivos jogos (Flamengo x Cuiabá, Atlético-MG x São Paulo e Botafogo x Cruzeiro). Esse é o cenário mais simples, mas não é o único: existe a possibilidade de o Palmeiras conquistar o Brasileirão mesmo se empatar com o Fluminense.

Para isso, novamente precisaria que os demais postulantes ao título perdessem seus respectivos jogos, mas com um agravante: o Grêmio não pode ganhar suas últimas partidas. O time gaúcho ganhou na 36ª rodada e chegou ao 62 pontos, matematicamente o time de Renato pode alcançar o Palmeiras. Novo triunfo no fim de semana – contando com o empate do time de Abel – faz com que as equipes fiquem a dois pontos da liderança. O Red Bull Bragantino perdeu o Fortaleza por 2 a 1, na noite de quinta, e está fora da briga.

Caso vença o Fluminense, mas os rivais não tropeçarem, o Palmeiras permanecerá na liderança, com três pontos de vantagem. Não poderá celebrar o título, mas as condições fazem com que o time seja praticamente campeão, por causa do saldo de gols. Antes da 37ª rodada, o Palmeiras tem sete gols de vantagem para o Botafogo, oito para o Atlético-MG e 16 para o Flamengo.

Com o triunfo de todos os quatro times na penúltima rodada, apenas uma derrota do Palmeiras contra o Cruzeiro e goleadas de Botafogo, Atlético-MG ou Flamengo tirariam o título das mãos da equipe alviverde. De acordo com o Departamento de Matemática da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o time de Abel saltou de 55,3% para 85,9% nas chances de ser campeão.

Agência Estado

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Geral

Pais de Walewska pedem que viúvo perca o direito à herança

Foto: Reprodução

Pouco mais de dois meses depois da morte de Walewska, os pais da ex-jogadora de vôlei, senhor Geraldo e dona Aparecida, resolveram falar pela primeira vez. O casal deu uma entrevista ao Fantástico, no domingo (03/12), e rebateu alguns pontos levantados pelo viúvo da filha. Além disso, a advogada da família revelou que estão pedindo que ele perca o direito à herança. Walewska faleceu no dia 21 de setembro, aos 43 anos, após cair do 17º andar do prédio onde morava com o marido, Ricardo Mendes.

O primeiro questionamento aos pais foi a respeito do relacionamento deles com Ricardo. Senhor Geraldo contou que, mesmo na presença dos pais, ele xingava a filha: “Considerava ele, assim, igual um filho. Tratava ele bem porque era marido dela. Queria que os dois estivessem bem”, começou ele, antes de completar:

“E na presença dos pais, ele às vezes maltratava ela. Nós chegamos a assistir briga dele com ela. Eu levando eles para o aeroporto e ele xingar ela dentro do carro comigo. Eu ficava assim, chateado. Eu olhei pra ele assim e ele parou de falar. O marido tratar mal a mulher perto dos pais. A gente imaginava: ‘E longe da gente, o que não pode acontecer?’”, questionou o pai da ex-jogadora de vôlei.

O casal lembrou que a última conversa que teve com Ricardo foi no dia da morte da filha e aproveitaram para negar que tenham impedido que ele fosse ao velório: “Eu falei: ‘Você vem para o velório?’. [E ele respondeu] ‘Ah, infelizmente não vou, sabe? Estou abalado, não vou, não vou’”, lembrou Dona Maria.

Um mistério ainda ronda o patrimônio deixado por Waleska. Os pais da ex-atleta descobriram, através de um ex-consultor financeiro, que ela investia muito em imóveis e que, até 2019, último ano que o especialista trabalhou para ela, era 23 ao todo, 22 deles em São Paulo. Mas parece que sobrou apenas um.

“Entre 2019 e agora 2023 a família não teve mais acesso. Sabemos que, na verdade, toda aquela relação de imóveis não existe mais. Tem um imóvel só. Foi afirmado pelo próprio Ricardo que não tem mais imóveis. Pra quem foi vendido? Como foi vendido? Quem pagou? Como pagou? Tudo isso é a resposta que a família está precisando nesse momento. E o Ricardo precisa apresentar. Não foi apresentado”, declarou a advogada da família de Walewska, Maria Toledo.

Ricardo e Walewska eram casados em comunhão parcial de bens e hoje o viúvo é inventariante da ex-jogadora de vôlei. Com isso, ele é o responsável por administrar tudo o que ela deixou.

À polícia, logo após a morte de Walewska, o marido revelou que o casamento estava passando por uma crise e que a mulher era viciada em compras, delapidando todo o patrimônio do casal. O pai dela rebateu:

“Comprar roupa, comprar as coisas pra ela, mas vender imóvel para gastar dinheiro? Ela não tinha essa compulsão. Essas coisas de ele falar dela, eu acho que era muito feio para ele”, disse o pai. A mãe dela ainda completou: “Ele está tentando manchar a imagem dela”.

Metrópoles

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Cidades

Homem é encontrado embaixo da ponte Newton Navarro; hospital procura familiares

Foto: Adriano Abreu

O Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel (HMWG) está procurando familiares de um paciente que deu entrada na unidade na manhã de quinta-feira (30/11), conduzido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.

O homem, que aparenta ter aproximadamente 50 anos, foi encontrado embaixo da Ponte Newton Navarro, e não portava nenhuma documentação que o identificasse. Ele possui pele na cor parda, cabelos pretos, barba grisalha, tem aproximadamente 1,70m de altura e 75kg. Possui tatuagem no braço direito com a imagem de um escorpião e no braço esquerdo com tribal e nome Rosa.

O paciente está internado no Pronto-Socorro Clóvis Sarinho, do HMWG. Ele não tem condições de falar ou fornecer informações sobre sua identidade.

Qualquer informação que possa levar à identificação do paciente deve ser repassada ao setor de Serviço Social do HMWG através dos telefones 3232-7533 e 98132-6541 (WhatsApp). O Serviço Social funciona de domingo a domingo, em plantões de 24h.

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Cidades

VÍDEO: Após festa, praia de Miami vira um verdadeiro lixão

A praia de Areia Preta foi palco de um evento de samba e pagode neste último sábado (2). Vários relatos falam do caos que ficou o local após a festa. Teve muito trânsito e confusão pela região; mas o pior foi a grande quantidade de lixo que ficou espalhada pelas areias da praia de Miami.

Veja o vídeo:

 

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Opinião dos leitores

  1. Acelitizinha é mais insalubre que esse lixo..
    Esse povo acham que essa praia é privada e exclusiva pra eles olharem lá de cima…
    Que tenha mais evento como esse por toda orla e que essa Elite se fooo…..esses caras nunca são agradados por nada.

  2. Praia bonita: precisa ser preservada.
    Os eventos precisam de prévia organização p estabelecer as normas,caso contrário, todo esforço desenvolvido p repaginá-la vai por água abaixo, apenas p satisfazer interesses comerciais.

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Geral

Opção por planos funerários diminui burocracia em meio à dor do luto

Simone contou com os serviço do Morada da Paz Essencial na despedida de seu pai

Foto: Divulgação

Conciliar a dor da perda de um ente querido com a burocracia de resolver questões relacionadas à despedida é um dos principais fatores de desgaste de quem precisa lidar com a morte e o luto. Quando contratados separadamente, o investimento total pode superar o valor de R$ 2,5 mil, além dos valores relacionados ao sepultamento ou cremação. Pensando nisso, e com foco em otimizar e humanizar este processo, o cemitério e crematório Morada da Paz criou a Assistência Funerária Morada da Paz Essencial.

Quem vivenciou a situação de precisar lidar com o luto e a tomada de decisões sobre velório e sepultamento foi a advogada Simone Braga de Carvalho. Há três anos, ela perdeu o seu pai em casa, em Parnamirim/RN. “Viver o momento da despedida de meu pai foi de suma importância para mim e para a minha família e sei que isso só foi possível graças ao apoio de amigos queridos e ao plano funerário que já havíamos contratado há certo tempo”, lembra Simone.

“Todas as preocupações com papéis, logística e demais burocracias foram aliviadas graças ao serviço que havíamos contratado, que resolveu tudo para nós. Além disso, eles trataram o nosso momento de luto com todo o respeito e singularidade que a ocasião pedia. Graças a isso, eu e minha família pudemos nos concentrar no que era mais importante: viver os últimos momentos com o meu amado pai’, recorda a advogada.

O serviço de assistência funerária do Grupo Morada oferece, a partir de R$ 29,90/mês, funeral completo e outras facilidades. Com valores que podem variar, cada família pode encontrar o pacote de serviços que melhor atenda suas necessidades e expectativas. Em todos os casos, o plano escolhido conta com o serviço de apoio psicológico, que é oferecido pelo Morada da Paz Essencial e conta, desde o primeiro contato, com profissionais capacitados em luto.

Os pacotes cobrem todos os preparativos para o funeral e velório, e oferecem opções, a depender do plano contratado, com sepultamento em jazigo vertical e o serviço de cremação, podendo até incluir a cremação pet. Ao aderir a um dos planos, o cliente evita gastos excessivos e surpresas desagradáveis. De acordo com o gerente comercial do Grupo Morada, Jarlyson Rocha, o cliente ainda será atendido por profissionais que compreendem o luto, irá proteger a si mesmo e todos os seus dependentes, sem restrições de parentesco, idade ou quantidade.

“Nós pensamos em soluções funerárias completas em um único empreendimento, sem a necessidade do cliente buscar algum outro serviço do ciclo em outro local”, explica Jarlyson. Após tomar a decisão de aderir ao serviço de assistência funerária, o cliente do Morada da Paz Essencial contará com outras facilidades, como: zero custo na adesão, taxas inclusas, acesso a programas de apoio a vivência do luto e a um Clube de Descontos que oferece vantagens ao efetuar compras nos parceiros cadastrados.

Morada da Paz Essencial

O Morada da Paz Essencial é o plano funerário do cemitério, funerária e crematório Morada da Paz, empresa do Grupo Morada. Com uma rede exclusiva de atendimento, centrais de velório, planos de assistência funeral e cemitérios, o Morada da Paz Essencial lidera o mercado oferecendo soluções completas que simplificam a tomada de decisões no momento de dor e são acessíveis a todos. As informações com detalhes sobre os planos oferecidos estão disponíveis no site: http://www.moradaessencial.com.br.

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Rede Social

VÍDEO E FOTO: Shock Casa Show tem recorde de público no último sábado

O Encanta Natal, festa que contava com a participações de renomados artistas como Pablo, Nadson, Priscila Sena e Rafaela Santos, teve recorde de público no último sábado (2), estimado em mais de 15 mil pessoas.

Evento aconteceu na Shock Casa Show, na Zona Norte de Natal.

Confira o vídeo:

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Geral

Governo anuncia pagamento do 13º para servidores do Estado

Com a soma de R$ 713 milhões (excluído IR e Previdência) para os servidores ativos e inativos, a governadora Fátima Bezerra anuncia o pagamento do décimo terceiro salário para 89,7 mil servidores a partir do próximo sábado (09).

No dia 09 de dezembro, os servidores estatutários que recebem salário até R$ 7 mil reais (exceto carreira do magistério e órgãos com arrecadação própria que receberam adiantamento em junho), receberão o décimo terceiro integralmente em suas contas. Serão 66.386 servidores entre ativos e pensionistas.

No dia 20 de dezembro, os servidores ativos de órgãos com arrecadação própria como: Arsep, Ipem, Jucern,  Detran e Idema, que tiveram o adiantamento de 30% em junho, receberão o complemento.

“É com muita felicidade que faço este anúncio, cumprindo com a palavra de pagar nossos servidores em tempo hábil. São trabalhadores e trabalhadoras que se dedicaram o ano inteiro para um Rio Grande do Norte melhor para a população”, disse a governadora Fátima Bezerra.

No dia 30 de dezembro, recebem complemento os servidores ativos da carreira do magistério, que receberam adiantamento em junho. São 21.240 servidores que recebem o valor integral.

Em Janeiro, no dia 10, haverá o complemento do 13⁰ dos demais servidores. Empregados públicos (celetistas) receberam 50% de adiantamento no dia 30 de novembro e no próximo dia 20 de dezembro haverá o complemento.

Ao todo, serão pagos R$ 713 milhões (excluído IR e Previdência) para os servidores. Serão utilizados R$ 286 milhões de recursos extraordinários oriundos do Governo Federal (40% do total) para quitar o 13⁰.

Opinião dos leitores

  1. Essa imprensa só fala fo governo …fo RN..
    Alguém sabe onde fica a prefeitura da capital?
    Até o momento nenhum real foi pago de 13°..é nenhuma data divulgada..

  2. Faz o L.
    Vão receber picado e atrazado.
    Bolsonaro nao é mais o governador do RN.
    O Estado tá entregue as baratas.
    Sem dinheiro.
    Sem obras.
    Sem estradas.
    Sem saúde.
    Sem educação.
    Sem segurança.
    Quer vê e tirar a prova???
    Compare os índices.
    Tá expostos na internet.
    Ok???

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Política

Rachadinha no gabinete de Janones entra na mira da PF, da PGR e da Câmara

Foto: Reprodução

O suposto esquema de rachadinha no gabinete do deputado federal André Janones (Avante-MG) está na mira da Polícia Federal, da Procuradoria-Geral da República (PGR) e do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Na última sexta-feira (1º) o caso também chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF), que recebeu da PGR um pedido de abertura de inquérito sobre as práticas.

São apurados crimes como peculato, improbidade administrativa e caixa dois, e há análise de pedidos de cassação do mandato.

Janones é alvo de denúncias por rachadinha desde 2021, acusado por Fabricio Pereira, um ex-assessor do parlamentar. O processo corre em sigilo, mas, em conversa com o R7, o ex-assessor afirmou que o esquema envolvia diversos funcionários do gabinete do deputado mineiro.

Na denúncia, está anexado um áudio (ouça abaixo) em que Fabricio conversa com outro ex-assessor de Janones, que alega precisar repassar quase R$ 5.000 do próprio salário, mensalmente, ao suposto esquema de rachadinha no gabinete do parlamentar. A verba seria usada para cobrir um rombo de R$ 675 mil nas contas pessoais do político.

R7

Opinião dos leitores

  1. Besteira essa história de rachadinha envolver PF ou MPF, de vereador a presidente isso funciona, as proporções é que são diferentes. Deixa essas bandidos roubarem em paz, prá saber até quanto o país aguenta. Um país Governado por um Mala feito LULADRAO, queriam mais o que?

  2. Esteira essa história de rachadinha envolver PF ou MPF, de vereador a presidente isso funciona, as proporções é que são diferentes. Deixa essas bandidos roubarem em paz, prá saber até quanto o país aguenta. Um país Governado por um Mala feito LULADRAO, queriam mais o que?

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Celebridades

Após 18 anos, Paolla Oliveira encerra contrato com a TV Globo

Foto: Reprodução

Após 18 anos trabalhando na TV Globo, Paolla Oliveira anunciou, neste domingo (3/12), que não faz mais parte do elenco fixo da emissora carioca. No Instagram, a atriz publicou um texto em tom de despedida, mas deixou as portas abertas para novos trabalhos no canal.

“O tal post do crachá anda tão comum, não é? Eu mesma me questionei se era necessário. E cheguei a conclusão que sim, pois, afinal, são 18 anos em que venho construindo uma história na Globo – uma emissora em que agarrei a todas as oportunidades. E com o tempo, nela, construí uma carreira da qual me orgulho muito, resultado de muita entrega e compromisso”, começou Paolla.

“Na Globo eu estreei cheia de sonhos – belíssima – em 2005. Logo na minha terceira oportunidade encarei minha primeira protagonista em horário nobre, um salto gigante. Aprendi muito com tudo e jamais me acomodei com as conquistas. Porque sucesso, para mim, é resultado de talento e empenho. Pra dar vida a personagens, a gente tem que ir a fundo, se dominar, buscar coisas novas e compreender o que ainda nem sabemos sobre a gente e nossas emoções”, continuou.

Além de recordar papéis antigos, Paolla Oliveira afirmou que ainda tem coisas a lançar com a emissora. “Fui de adolescente, mocinha batalhadora traída pelo irmão, policial linha dura, influenciadora ingênua, mãe de família, garota de programa. Já peguei tirolesa, fui dublê e esbarrei num Emmy. Acabou? Não acabou! Ainda tem a Jordana, de Justiça 2, que logo vocês vão conhecer. E não importa onde eu caia, seja de paraquedas ou não, uma coisa eu sei: seguirei construindo”, contou.

“Encerrar um contrato fixo nos dias de hoje não causa mais estranhamento a ninguém. Mas é claro que coloca as coisas em perspectiva. Reconheço esse ciclo de alegrias e conquistas e não poderia deixar de lado, portanto, meu post do crachá. Foi exatamente como desejei. E como eu trabalhei para que fosse. Obrigada, TV Globo, até já!”, concluiu Paolla Oliveira.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. A globolixo continua demitindo ? Cadê os milhões que o desgoverno do cachaceiro está dando? É pouco?
    Lacradora não faz falta em lugar nenhum.
    Nem o expresidiario dá valor, demitiu as ministras (turismo e esportes) do seu governo .

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