Política

Comissão do impeachment elege relator tucano sob protestos do PT

Sob intenso protesto dos senadores governistas da comissão especial do impeachment no Senado, o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) foi eleito nesta terça (26) para relatar o processo que pode afastar a presidente Dilma Rousseff e levá-la à perda do mandato.

A eleição foi feita por votação simbólica e teve o voto contrário dos cinco senadores que defendem a permanência da presidente no cargo. O presidente da comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB), também eleito nesta sessão, não votou.

A confirmação de Anastasia como relator foi a primeira consequência prática da fragilidade do governo na comissão. Dos 21 titulares do colegiado, apenas cinco são declaradamente favoráveis à Dilma e votarão contra a abertura do processo de impeachment.

Para os governistas, Anastasia, nome ligado ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), deveria ter sido considerado suspeito para o cargo por ser de um partido declaradamente interessado na saída da presidente. Sua indicação foi considerada uma “provocação” pelo grupo. “Essa comissão está cometendo um equívoco com essa eleição”, afirmou o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

Eles tentaram convencer o plenário a indicar um outro nome, mas foram derrotados pela maioria. Os oposicionistas chegaram a sugerir que o governo fizesse uma indicação para ir a voto mas, diante da derrota certa, a base aliada de Dilma optou por não arriscar.

Quieto durante toda a sessão, Anastasia fez um breve discurso à comissão. “Queria muito agradecer a confiança dos meus pares e queria fazer referência a uma frase famosa do ex-presidente Juscelino Kubitschek que uma vez disse que Deus o poupou do sentimento do medo. Eu quero parafraseá-lo e dizer que Deus me concedeu o dom da serenidade”, disse.

Durante a sessão, o presidente da comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB) indeferiu dois questionamentos apresentados pelas senadoras Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Vanessa Grazziottin (PCdoB-AM) que pediram a suspeição de Anastasia. Vanessa ressaltou a ligação da denúncia contra a presidente Dilma com o PSDB ao afirmar que a peça foi subscrita pelo advogado Flávio Henrique Costa Pereira, coordenador jurídico do partido.

Lira, no entanto, entendeu que não havia impedimentos legais para o tucano assumir o cargo. As senadoras recorreram ao plenário que manteve a decisão do presidente.

“Nossa responsabilidade é muito grande. O que nós estamos fazendo aqui não tem nada a ver com as qualidades pessoais, profissionais e morais do senador Anastasia. O que colocamos aqui é uma suspeição sobre o posicionamento político do partido do senador. […] Se fosse alguém do PT estaria incorrendo na mesma suspeição. Se ele for mantido, o relatório preliminar vai ser o posicionamento político do PSDB”, afirmou Vanessa.

“Uma comissão assim começa mal, muito mal. Apelo para que pudéssemos ter outro nome. Não é nada pessoal. Temos total respeito pelo senador Anastasia mas entendemos que é impróprio uma comissão, com a responsabilidade que essa tem, ter como parte um senador de um partido diretamente interessado na decisão”, afirmou o líder do governo na Casa, Humberto Costa (PT-PE).

Para rebater os colegas, o senador Ronaldo Caiado (DEM-GO) afirmou que o PSDB não é diretamente interessado na saída do PT do Executivo porque quem assumirá o comando do país é o vice-presidente Michel Temer, do PMDB. Os peemedebistas, no entanto, têm conversado com integrantes da oposição para a montagem de seu eventual ministério.

“O PT está criando tentativas de procrastinação para não elegermos nosso relator. Em dez dias precisamos concluir nossos trabalhos. A questão de ordem da senadora Gleisi Hoffmann é absolutamente infundada”, afirmou o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES).

O cargo de relator é considerado o mais importante da comissão porque é quem irá apresentar um parecer pela admissibilidade do processo ou não. Se o relator entender que o Senado deve julgar a presidente da República, e a Casa aprovar sua decisão, Dilma será afastada do cargo por 180 dias e o vice-presidente Michel Temer assumirá o cargo interinamente.

Em seguida, a comissão continua seus trabalhos para decidir se a presidente cometeu crime de responsabilidade e deve, por isso, perder definitivamente o seu mandato. Anastasia também vai comandar esta segunda etapa da comissão, definindo o calendário de diligências, apresentação da defesa, oitiva de testemunhas, entre outros, antes de produzir o parecer pelo impeachment ou absolvição da presidente.

ANASTASIA

Elogiado por seu caráter e qualidades profissionais até mesmo pelos governistas, Anastasia iniciou sua carreira na política puxado por Aécio Neves quando este foi governador de Minas Gerais. Na gestão do seu padrinho, ocupou o cargo de secretário de Planejamento e Gestão e de secretário de Defesa Social.

Pelo trabalho desenvolvido, Anastasia foi convidado pelo próprio Aécio Neves para integrar a chapa à sua reeleição, em 2006. Mineiro de Belo Horizonte, foi eleito vice-governador do seu estado natal e acabou assumindo o comando do governo quando Aécio deixou o cargo, em 2010, para disputar uma cadeira no Senado. O tucano herdou de seu antecessor a complementação do que chamaram de “choque de gestão” no governo.

Anastasia foi reeleito no mesmo ano com mais de 60% dos votos e permaneceu como governador até abril de 2014, quando também renunciou ao posto para coordenar o plano de governo de Aécio para a Presidência da República e disputar as eleições para o Senado. Foi eleito senador no pleito de 2014.

Em fevereiro, o ministro Teori Zavascki, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou o arquivamento de uma investigação contra o tucano no âmbito da Operação Lava Jato. Ele acatou pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República), que não viu consistência nas afirmações feitas pelo entregador de dinheiro do doleiro Alberto Youssef, Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como Ceará.

O senador é mestre em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, torcedor do Atlético Mineiro, tendo sido homenageado pelo clube em 2004.

Folha Press

Opinião dos leitores

  1. Se a linha de pensamento do PT prospera na comissão,o PMDB não poderia assumir a presidência da mesma,já que o partido é o beneficiário direto do impeachment da Dilma…Acertada a decisão ….

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Ex-dirigente do PT pediu ao STF fim do feriado de Nossa Senhora Aparecida

Foto: Reprodução/Instagram

O advogado Ralph Anzolin Lichote, filiado ao PT e ex-dirigente da legenda no Rio de Janeiro, assinou em 2020 uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que pedia a derrubada do feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida, celebrado em 12 de outubro.

A ADPF 775 foi apresentada pela Antiga e Iluminada Sociedade Banksiana, entidade da qual Lichote era vice-presidente. A ação questionava a constitucionalidade da lei que criou o feriado sob o argumento de que o “culto público e oficial a Nossa Senhora Aparecida” seria incompatível com a laicidade prevista na Constituição. A entidade também alegava efeitos econômicos e interferência na prestação de serviços.

Lichote foi vice-presidente do PT de Itaperuna (RJ) e integrou o Diretório Estadual do PT-RJ entre 2006 e 2009. Em 2016, já como presidente do diretório municipal, foi ao TRF-4 pedir habeas corpus para tentar impedir que Lula fosse obrigado a depor em uma ação penal relacionada à Lava Jato.

O PT não aparece como autor da ação sobre o feriado. Em manifestação ao Poder360, Lichote afirmou que atuou apenas como advogado da entidade e que a defesa jurídica da causa não significa adesão pessoal ao pedido. Ele também contestou a vinculação partidária da iniciativa.

Em 2022, durante o governo Jair Bolsonaro, a Advocacia-Geral da União se manifestou contra a ação. A AGU argumentou, entre outros pontos, que a entidade não tinha legitimidade para apresentar o pedido ao Supremo e defendeu que a existência de feriados religiosos não viola a laicidade do Estado.

O ministro Kassio Nunes Marques extinguiu a ação em fevereiro de 2023, sem analisar o mérito da discussão sobre o feriado, por entender que a entidade não tinha legitimidade para propor a ADPF. Houve recurso, mas a decisão foi mantida e o processo foi definitivamente encerrado em agosto de 2024.

O caso voltou ao debate durante a campanha eleitoral de 2026, depois que Nossa Senhora Aparecida passou a ser tema da disputa presidencial. Em setembro, circulou a informação falsa de que Flávio Bolsonaro pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil caso fosse eleito. Não existe projeto de autoria de Flávio com esse objetivo.

Com informações do Poder360

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[VÍDEO] TROCA DE TIROS: Suspeitos de roubar moto morrem em confronto com a PM na Grande Natal

Dois homens suspeitos de roubar uma motocicleta morreram após confronto com a Polícia Militar nesta terça-feira (6), em Nísia Floresta, na Grande Natal. Segundo a PM, durante a fuga, a dupla atirou contra uma viatura e os policiais reagiram.

A ocorrência aconteceu no início da tarde, na localidade de Lago Azul. Os policiais realizavam diligências para localizar os suspeitos do assalto quando encontraram os dois homens. Durante o confronto, disparos atingiram a lateral da viatura.

Os suspeitos foram baleados e levados por equipes de socorro para uma unidade de saúde em Pirangi do Sul, mas não resistiram aos ferimentos.

Os mortos foram identificados como Denilson Gomes de Freitas, de 29 anos, e Isaac Kauã de Lima Silva, de 19. De acordo com a Polícia Militar, ambos tinham passagens pela polícia.

Com informações da TV Ponta Negra

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[VÍDEO] FICOU NA PROMESSA: Ciclista mostra Rota do Sol novamente sem faixa exclusiva anunciada pelo Governo

Mais um dia e nada da faixa exclusiva para ciclistas anunciada pelo Governo do Rio Grande do Norte na Rota do Sol. Vídeos gravados por um ciclista na manhã desta quarta-feira (7) mostram que a via segue sem a interdição prometida para garantir um espaço exclusivo para a prática esportiva.

Nas imagens, é possível ver uma viatura da Polícia Militar no local, mas não há bloqueio de faixa, cones ou qualquer estrutura que delimite o espaço destinado aos ciclistas. Os atletas seguem dividindo a pista com os demais veículos.

A situação ocorre após o Governo anunciar a implantação de uma faixa exclusiva para ciclistas na Rota do Sol. Na prática, porém, os vídeos mostram que a estrutura anunciada ainda não está funcionando conforme prometido.

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NEUTRALIDADE: PL estadual deve liberar eleitores e lideranças políticas por acreditar que os dois candidatos que estão no 2º turno representam a esquerda


Fotos: Reprodução/Redes Sociais

O Partido Liberal do Rio Grande do Norte não deve apoiar nenhuma das duas candidaturas que estão postas no 2° turno das eleições para o Executivo estadual. O Blog do BG conversou com cerca de 15 pessoas ligadas à direita do Estado nas últimas 24h e confirmou que a legenda vai liberar candidatos e lideranças políticas e assumir neutralidade no pleito.

Das fontes ouvidas pelo Blog do BG, foi quase que unanimidade o desejo de que o partido adote neutralidade. A justificativa dos correligionários é de que as duas candidaturas que estão no 2° turno representam a esquerda.

Apesar de Allyson Bezerra não assumir publicamente apoio ao presidente Lula, há um consenso no PL de que além de ser de esquerda, o candidato teria votado no petista no 1° turno das eleições.

Diante da situação exposta, cada político filiado ao PL poderá seguir a linha partidária mantendo a neutralidade ou definir apoio a uma das candidaturas no 2° turno do pleito estadual.

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ESTRATÉGIAS OPOSTAS: Flávio costura apoios com Zema e Caiado, enquanto Lula intensifica críticas ao STF


Fotos: Douglas Magno e Gledston Tavares.

A corrida presidencial para o segundo turno, marcado para o dia 25 de outubro — iniciou com movimentos divergentes entre os finalistas Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Enquanto o candidato do PL busca consolidar uma ampla frente política ao incorporar apoios de peso de ex-adversários, o petista tenta reavaliar o resultado do primeiro turno e passa a direcionar críticas contundentes ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Na primeira rodada, Flávio terminou à frente com 56,1 milhões de votos (47,03%), contra 53,8 milhões (45,16%) de Lula, estabelecendo uma diferença de aproximadamente 2,3 milhões de votos. Para o segundo turno, a estratégia da campanha do senador é transformar o resultado do primeiro turno em uma rede de apoios regionais e partidários. Entre os principais movimentos destacam-se: os apoios de Romeu Zema e Ronaldo Caiado, além de alianças regionais, como o apoio do presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, e do deputado estadual Márcio Canella, do Rio de Janeiro – a campanha bolsonarista busca firmar esses dois apoios.

Além de Zema e Caiado, o PL já conseguiu o apoio do ex-presidente Michel Temer, que declarou nessa terça-feira (6) que vai caminhar com os bolsonaristas no segundo turno da disputa presidencial.

Do outro lado da corrida pelo Planalto,  o presidente Lula demonstrou dificuldade em atribuir o resultado exclusivamente às escolhas da própria campanha, questionando em reuniões se o eleitorado não compreendeu as propostas. O presidente passou a relacionar o revés ao desgaste provocado por denúncias envolvendo o Judiciário.

Com informações da Revista Veja

Opinião dos leitores

  1. Bom dia.
    Vou detalhar aos senhores como lula irá vencer o 2º turno, o STF já pois na midia e na cabeca dos indecisos anti lula/PT que está havendo interferencia dos EUA nas eleições e esperem pelos proximos dias busca e apreenssão na casa do Flavio para minar sua candidatura e a retirada de suas redes sociais, o sistema (STF + PT) joga sujo e os milhões de indecisos vão cair mais uma vez em narrativas. Senhores essas eleições não é contra Lula ou Bolsonaro, mas é sobre limitar os super poderes do STF.

  2. Esse lula é um enganador a semana passada tava ligando para dino e em outros dias com o careca também, mas acho que ele vai dizer que não conhece eles

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[VÍDEO] Eduardo Oinegue questiona a condenação de 14 anos de prisão de ‘Débora do Batom’


Vídeo: Reprodução/Band

O jornalista Eduardo Oinegue, âncora do Jornal da Band, questionou a condenação de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida nacionalmente como “Débora do Batom” a 14 anos de prisão por tentativa de golpe de estado e de abolição do estado democrático de direito.  A ré ficou marcada por ter pichado a frase “perdeu, Mané” na estátua da Justiça em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF) durante os atos de 8 de janeiro de 2025/2023.

“Débora saiu de Paulínia, foi à Brasília, acampou diante do quartel-general do Exército, participou das manifestações de 8 de janeiro, escreveu, perdeu uma anél na estátua da Justiça diante do Supremo e, para Alexandre de Moraes e a maioria dos ministros, ao fazer isso, Débora do Batom participou de uma tentativa de golpe de Estado e de abolição violenta do Estado Democrático de Direito”, comentou o âncora.

O comentarista disse ainda que nos autos do processo não há indícios de que a Debora do Batom teria participado de uma tentativa de golpe de estado. “Ela distribuía panfletos, integrava células subversivas, gritava palavras de ordem, mandando quebrar tudo, nos autos não tem nada disso, mas, segundo palavras que aparecem na decisão do STF ela aderiu conscientemente à ação coletiva e contribuiu para a empreitada comum. E aí tome 14 anos de prisão”, lamentou o jornalista. 

Ao concluir seu comentário, Eduardo Oinegue reforça o questionamento sobre a dura pena de 14 anos de prisão. “A Justiça tem que ser dura com os criminosos, a gente sempre cobre isso aqui, mas olhando para os fatos objetivos, te parece razoável o que aconteceu com essa moça?”, questiona o apresentador da Band. 

Opinião dos leitores

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[VÍDEO] PROFECIA ELEITORAL: Bolsonaro previu eleição de 140 parlamentares do PL com um ano de antecedência


Vídeo: Reprodução/Poder360

Com mais de um ano de antecedência, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) acertou com precisão o número total de congressistas que o Partido Liberal (PL) elegeria no primeiro turno das eleições de 2026.

Em entrevista concedida ao portal Poder360 em 15 de julho de 2025, em Brasília, Bolsonaro projetou que a legenda conquistaria cerca de 120 cadeiras na Câmara dos Deputados e pelo menos 20 vagas no Senado Federal.

À época, o ex-presidente também comentou sobre os parlamentares que se elegeram com seu apoio e acabaram o traindo. “A população está se conscientizando. Nós começamos lá atrás com o PSL, elegemos 50 deputados, mas teve uns 20 que traiu a gente. Depois elegemos 99 e tivemos uns 15 que traiu. Já melhorou. Eu tenho certeza, eu vou fazer uns 120 deputados federais na próxima eleição [2026]. O PL faz também pelo menos 20 senadores pelo Brasil”, estimou Jair Bolsonaro.

Com informações do Poder360

Opinião dos leitores

  1. Sobre o 08 de janeiro houve muita injustiça por parte do judiciário (STF), isso precisa ser corrigido, quem deveria ser condenado era quem depredou e não colocar todo mundo no bolo só, as penas deveriam ser individualizadas. Houve claramente perseguição política.
    Pela restauração da liberdade na resta dúvida que o PT tem que sair do poder junto com os ditadores da toga.

  2. Essa foi uma previsão vitoriosa 121 deputados e 19 senadores,Com dois filhos eleitos,a esposa e um irmão na câmara federal e no senado,a ex suplente de federal e o cunhado Distrital de Brasília

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MINISTÉRIO À VISTA?: Caiado é cotado para comandar a Agricultura ou Segurança em governo de Flávio Bolsonaro


Arte: Metrópoles

Nos bastidores da política nacional, empresários e interlocutores apontam o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado como um dos nomes cotados para assumir um ministério em uma eventual gestão do senador Flávio Bolsonaro (PL) na Presidência da República.

Caiado disputou o Palácio do Planalto no primeiro pleito presidencial, encerrando a disputa na quinta colocação com 2.605.148 votos, o que representou 2,18% dos votos válidos.

De acordo com apuração de bastidores, o ex-presidenciável recebeu duas propostas para integrar uma futura administração federal: uma voltada para a pasta da
Segurança Pública e outra para o Ministério da Agricultura.

Fontes do empresariado indicam que Caiado demonstrou maior afinidade e familiaridade com o setor agrícola. O ex-governador também é visto nos bastidores como o “padrinho político” do deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR), que comanda a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Apesar das especulações e das conversas em curso, aliados e conselheiros recomendaram que Caiado evite qualquer resposta definitiva no momento. A orientação visa afastar qualquer interpretação de que o apoio a Flávio Bolsonaro estaria condicionado à ocupação futura de cargos na Esplanada dos Ministérios.

Com informações do Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Cuidado cuidado, tido cuidado é pouco diante da quadrilha de PTralhas, LULADRAO e sua gang não são de brincadeira.

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FUNDO ELEITORAL: Allyson gastou quase 3x mais que Cadu de Lula no 1º turno, mas teve menos de 1% de vantagem sobre o petista


Foto: José Aldenir

A disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte no segundo turno entre Allyson Bezerra (União Brasil) e Cadu de Lula (PT) revela um contraste expressivo no uso de recursos públicos. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), obtidos por meio da plataforma DivulgaCandContas, mostram que Allyson gastou proporcionalmente quase três vezes mais recursos do Fundo Eleitoral por voto do que seu adversário na primeira etapa do pleito.

Enquanto a campanha de Allyson Bezerra contou com R$ 4.055.595,00 em verbas do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) de um total de R$ 4,7 milhões em receitas declaradas, a chapa de Cadu de Lula movimentou R$ 1.376.262,00 do fundo público, dentro de um total de R$ 1,742 milhão arrecadados.

O Raio-X do Custo por Voto

Allyson Bezerra (União Brasil)

Votos no 1º turno: 733.809 (36,94% dos válidos)

Recursos do FEFC: R$ 4.055.595,00

Custo por voto: R$ 5,53

Cadu de Lula (PT)

Votos no 1º turno: 718.300 (36,16% dos válidos)

Recursos do FEFC: R$ 1.376.262,00

Custo por voto: R$ 1,92

A divisão demonstra que a relação entre Fundo Eleitoral e votos de Allyson foi 2,88 vezes maior do que a registrada pela candidatura petista. Em termos práticos, para cada voto conquistado por Cadu Xavier, houve um aporte de aproximadamente R$ 1,92 em recursos públicos, ao passo que a campanha de Allyson registrou um custo unitário de R$ 5,53 por eleitor.

Distância nos Recursos, Empate Técnico nas Urnas

O dado econômico chama atenção sobretudo pela proximidade do resultado eleitoral. Apesar da diferença de cerca de R$ 2,67 milhões no volume de recursos públicos recebidos entre os dois candidatos, Allyson e Cadu encerraram o primeiro turno separados por uma margem estreita de apenas 15.509 votos.

Com o pleito polarizado, Allyson Bezerra e Cadu de Lula voltam a se enfrentar nas urnas no próximo dia 25 de outubro, quando os eleitores do Rio Grande do Norte definirão o novo chefe do Executivo estadual.

Com informações do Blog do Barreto

Opinião dos leitores

  1. ok bg, mas cadu é a continuação de fatima, mesmo não gostando de allysson, é melhor ele do que a continuação do PT, o RN não aguenta mais meu patrão

  2. Não foi somente esse valor não, teve o dinheiro da dismed e das candidatas a deputada que juntas receberam mais de três milhões

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Partido Novo decide pela neutralidade em 2° turno no RN e foca atuação em projeto nacional de Flávio Bolsonaro


Renato Cunha Lima, presidente do Novo no RN explicou os motivos que levaram a legenda a adotar neutralidade na disputa local de 2° turno. Foto: Reprodução/Yotube 98FM

O diretório estadual do partido Novo definiu sua postura para o cenário eleitoral e anunciou neutralidade na disputa pelo segundo turno entre Allyson Bezerra (União) e Cadu de Lula (PT) no Rio Grande do Norte. Em nota publicada nas redes sociais nessa terça-feira (6), o presidente estadual da sigla afirmou que o foco da legenda é colaborar com a ampliação de votos de Flávio Bolsonaro no Estado durante o 2° turno.

De acordo com o presidente estadual da legenda, Renato Cunha Lima, a decisão foi adotada por um princípio de coerência política. No primeiro turno, a sigla integrou a base de apoio à candidatura de Álvaro Dias (PL) e fez críticas públicas a ambos os projetos que agora disputam o executivo estadual.

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