O Conselho Regional de Medicina Veterinária iniciou uma campanha de fiscalizações nas pequenas queijeiras do Rio Grande do Norte e aplicando multas pela falta de veterinários nos locais. O problema é que os produtores alegam que a medida é ilegal.
Os pequenos produtores de queijo do Estado, que em grande maioria dos casos, sequer tem dinheiro para contratar funcionários e que trabalha com o apoio da família, estão recebendo a multa de R$ 3.000,00 pela falta de veterinários responsáveis.
Os donos das queijeiras alegam que a multa além de abusiva é ilegal. De acordo com eles, só quem pode fazer esse tipo de fiscalização sobre os produtos seria o Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária (Idiarn) ou o Ministério da Agricultura, uma vez que outros profissionais tecnicamente capacitados e habilitados também podem ser os responsáveis técnicos como engenheiros agrônomos, bioquímicos e outros.
Mesmo assim, o caso vai além. A lei 10.230/2017, também conhecida como “Lei Nivardo Mello”, que trata da comercialização e produção de queijos no Estado, diz que são considerados os responsáveis técnicos: o próprio produtor do devidamente capacitado; o profissional registrado em conselho de classe; e o profissional indicado por associação ou cooperativa. Ou seja, não necessariamente o veterinário.
O caso deve ser denunciado para órgãos de fiscalização. Os produtores estão recorrendo da autuação. Muitos deles sequer possuem os valores para pagar as multas.
Uma vergonha, vão inviabilizar as quejeiras e com elas a ultima esperança de salvar a pecuária de leite do RN. Esse pessoal não tem mais o que fazer, do que ficar arranjando empecilho para quem quer produzir aqui no RN.
O importante é ter um RT que cumpra seu papel de orientar o proprietário dentro das normais legais no controle de qualidade do alimento, garantindo um produto seguro ao consumidor. RT não compete fiscalizar nem inspecionar, essas atribuições são dos órgãos oficiais de fiscalização. Independente da formação profissional, se a lei que rege cada profissão permite ao mesmo assumir essa responsabilidade, o próprio Decreto 9.013/3017 não específica que seja Médico Veterinário. A Medicina Veterinária tem uma ampla abrangência de atuação, e por vezes, alguns possuem mais conhecimento em uma área do que em outra. Enfim, os estabelecimentos precisam de RTs com conhecimento na área para orientação e condução adequada da produção. Só assinar para prestar conta com a fiscalização além de prejudicar os produtores e desvaloriza qualquer profissão. Sejamos conscientes das nossas responsabilidades profissionais!
O interessante que essas decisões não citam em nenhum momento o Decreto 9013/2017 que regulamenta a inspeção dos produtos de origem animal. Um bom advogado, na omissão de fatos, "no caso leis", pode tendenciar muita decisão judicial. Como falei no meu comentário, independente da profissão, precisamos de RTs presentes, comprometidos e ajudando o produtor/proprietário na condução dos seus trabalhos, na qualidade dos seus produtos, não apenas para ASSINAR.
Um absurdo, pois, um Médico Veterinário não estuda Operações Unitárias, muito menos análises químicas
O Médico Veterinário, o Zootecnista, o Químico, o Nutricionista, entre outras profissões podem assumir a responsabilidade técnica de um estabelecimento de POA. O veterinário estuda sim análises químicas.
A responsabilidade pela fiscalização desses estabelecimentos é do Idiarn e do Mapa, de acordo com o decreto Federal 9013 de 29 de Março de 2017 e lei estadual 324 de 26 de março de 2006. Compete ao Conselho fiscalizar a atuação profissional e não a fiscalização do estabelecimento, com respectiva autuação por não possuir RT médico veterinário. A responsabilidade técnica é um dos requisitos para registro desses estabelecimentos, requerida ao final do processo de registro tanto pelo Mapa quanto pelo IDIARN. De acordo com a legislação atual, dentre elas o artigo 77 do RIISPOA, NÃO existe a obrigatoriedade do responsável técnico ser médico veterinário, podendo ser profissional de nível médio ou nível superior desde que o seu Conselho de classe emita sua ART. A argumentação usada de que se precisa garantir a sanidade do rebanho é fruto da falta de conhecimento do funcionamento desses estabelecimentos e dos requisitos que garantem a qualidade de um produto. A sanidade é importante, mas ela é promovida dentro da propriedade e, se ocorrer falha, temos equipamentos dentro desses estabelecimentos bem como processos de fabricação que eliminam esses microorganismos provenientes de um animal com Brucelose ou tuberculose por exemplo, dentre outros. Na verdade o que precisamos é que dentro dessas queijeiras tenhamos profissionais capacitados em implantar e gerir os programas de autocontrole, do contrário não teremos um produto seguro p o consumidor. O Idiarn hoje possui excelentes profissionais que atuam como RTs nesses estabelecimentos, como engenheiros de alimentos, engenheiros de produção, zootecnistas, técnicos em alimentos, químicos, técnico em laticínio, veterinários, etc., que juntamente com o Idiarn colocam na mesa do norteriograndense produtos de qualidade. Esses estabelecimentos são muitas vezes o local de trabalho de muitos jovens que tem uma oportunidade de emprego e muitas vezes ajudam aos próprios familiares que fazem parte da tradicional produção do queijo do Seridó, assumindo essa responsabilidade técnica. Precisamos de incentivo à cadeia do leite e não de entraves burocráticos e classistas que oneram o produtor e prejudicam essa atividade de extrema importância para o Rio Grande do Norte.
Isso é um absurdo, enquanto o Brasil clama por desburocratização esse conselho insiste em arrecadar às custas de terceiros, a atividade primária do nosso Estado está em frangalhos e este órgão vem agora com estas exigências estapafúrdias. A fonte dos Petshop secou, pois estão todos ganhando na justiça o direito de não pagar este absurdo classista, agora tentam outra vítima para compensar receita e partem para cima das queijeiras do RN. Aonde está o MP que não enxerga estas coisas, mais uma para afundar a economia já combalida do RN.
Eita que as corporações querendo criar dificuldade para ganhar facilidade. Se for para ser vigilante de fabricação de queijo é só o Senai criar um curso de dois meses de duração. O desemprego está grande, mas deixem os queijeiros em paz, pois assim eles quebram.e o desemprego aumenta ainda mais.
Esse mesmo conselho está atuado também nas empresas de pescados, obrigado que o responsável técnico tenha que um médico veterinário. Cadê o CREA e os outros Conselhos.
Bom dia
A sanidade eh da porteira p dentro, RT de produtos de origem animal pode ser feito através de controles por zootecnista, laticinistas, engenheiro de alimentos , e outras profissões essa exigência de veterinário eh um entendimento interno do CRMV , o MAPA e IDIARN não exigem isso a própria legislação garante a outras profissões esse direito
É de suma importância termos um responsável técnico para garantir que os produtos produzidos não sejam alterados ou contaminados, que o produto seja seguro para o consumo humano, e no caso de produtos de origem animal, a segurança alimentar inicia-se com a sanidade do rebanho até o processamento final, o profissional mais habilitado para todo o processo produtivo, é médico veterinário
Justifique o porquê de o médico veterinário ser mais capacitado.
Sim, meu parceiro, zootecnista agr só serve pra enfeitar propriedade
Concordo com você Flávio, porém acrescento quê o processo de controle de qualidade seja multidisciplinar, com à participação de vários colegas como , Zootecnistas , Agrônomos quê devem trabalhar em sintonia com os médicos veterinárias desde o manejo sanitário adequado do rebanho, bem como os engenheiros de alimentos, químicos dentre outros que junto com o médico veterinário possuem qualificações técnicas no controle de qualidade dos produtos, em seu processo de industrialização para um maior controle de qualidade e segurança alimentar, para com á população.
O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou, em entrevista ao Metrópoles, que “o PT é complacente com o narcotráfico”. Adversário de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-governador de Goiás direcionou as críticas às administrações de Jerônimo Rodrigues (PT), na Bahia, e Elmano de Freitas (PT), no Ceará.
“O PT é complacente com o narcotráfico. Eles convivem, eles se alimentam. Um se beneficia do outro”, declarou.
Caiado afirmou que a Bahia teria cinco das cidades mais violentas do país e que outras três estariam no Ceará — informações que constam no último Anuário Brasileiro de Segurança Pública. O candidato usou os números para responsabilizar os governos petistas pela situação da segurança pública nos dois estados.
“Na Bahia, tem o estado da violência: cinco cidades mais violentas, e três no Ceará. Quem é governo? O PT”, afirmou. Confira a íntegra da entrevista:
Caiado tenta se apresentar como uma alternativa a Lula na disputa pelo Palácio do Planalto. Para isso, adotou a segurança pública como uma das principais vitrines da passagem pelo governo de Goiás, cargo que ocupou entre janeiro de 2019 e março de 2026.
Na entrevista, o candidato afirmou que a gestão dele permitiu que moradores voltassem a circular durante a madrugada, utilizassem o transporte público e abrissem estabelecimentos comerciais sem medo de assaltos.
“Governar é exatamente isso. Governar é ter coragem. Se for frouxo, vai mexer com outra coisa, porque ser presidente do Brasil não dá conta. Enfrentar bandido, faccionado e corrupto é jogo pesado e é para quem pode”, declarou.
O ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, manteve o sigilo de 100 anos imposto pela Polícia Federal aos registros de visita de Daniel Vorcaro durante os três meses em que o banqueiro esteve detido em uma sala na Superintendência da PF, em Brasília. A informação foi confirmada pela coluna da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo.
A justificativa foi a de preservar as informações “pessoais relacionadas à intimidade e à vida privada” do ex-dono do Banco Master. A decisão ocorreu após a análise de um recurso movido pela coluna da jornalista com base na Lei de Acesso à Informação sobre o tema.
Vorcaro permaneceu na Superintendência da PF em Brasília enquanto tentava negociar um acordo de colaboração premiada em março deste ano. Após duas tentativas frustradas, ele foi transferido para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido popularmente como Papudinha, onde Jair Bolsonaro cumpria pena em regime fechado.
O pedido para ter acesso à lista de visitantes durante o período ocorreu após circular o boato de que a constante visita de advogados ligados a políticos a Vorcaro teria irritado os investigadores da PF.
Na negativa apresentada pelo Ministério da Justiça, a pasta justificou que a solicitação de “tais informações ultrapassam a simples identificação de atos administrativos e permitem conhecer aspectos da vida privada dos envolvidos, revelando vínculos familiares, afetivos, sociais ou profissionais mantidos com a pessoa custodiada”.
Mãe do candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, e dos ex-parlamentares Carlos e Eduardo Bolsonaro, Rogeria Bolsonaro (PL) disputará uma vaga na Câmara dos Deputados pelo Rio de Janeiro nas eleições deste ano. Ela era cotada para integrar, como como suplente, a chapa de Márcio Canella (União) ao Senado, mas optou por concorrer ao mandato de deputada federal.
Segundo aliados, a mudança foi definida após avaliações internas do partido. A expectativa é que Rogeria tenha mais chances de se eleger para a Câmara e ajude a ampliar a bancada do PL no estado.
Aos 66 anos, Rogeria foi vereadora do Rio de Janeiro por dois mandatos, entre 1993 e 2000. Em 2020, tentou retornar à Câmara Municipal, mas ficou na suplência.
O grupo também aposta que ela herdará parte do eleitorado da família Bolsonaro no Rio de Janeiro. Neste ano, nenhum dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro disputará cargos de deputado federal ou senador pelo estado.
Com mandato de senador até o início do próximo ano, Flávio Bolsonaro vai disputar a Presidência da República. Carlos Bolsonaro, ex-vereador do Rio de Janeiro, concorrerá ao Senado por Santa Catarina.
Já Eduardo Bolsonaro, que mora nos Estados Unidos e teve o mandato de deputado federal cassado no ano passado, pretende disputar uma suplência ao Senado pelo PL em São Paulo. O vereador Jair Renan Bolsonaro será candidato a deputado federal por Santa Catarina.
João Paulo Rodrigues, coordenador do MST, afirmou que o terceiro mandato de Lula é o pior para as pautas do movimento, atribuindo isso à política econômica do Ministério da Fazenda, que limita recursos e prioriza outras questões. Em entrevista ao programa Frente a Frente, ele revelou que apenas 10 mil famílias devem ser assentadas até o fim do ano, e criticou a lentidão do governo, que, segundo ele, levaria 15 anos para atender 150 mil famílias.
O coordenador do MST, João Paulo Rodrigues, admitiu que o terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva apresenta o pior resultado da história para as pautas do movimento invasor de terras. O dirigente culpou a política econômica do Ministério da Fazenda por segurar a verba do setor e colocar a reforma agrária na periferia das prioridades federais.
O líder da organização afirmou ao programa Frente a Frente, do Canal UOL, que o governo petista deve fechar o ano com apenas 10 mil famílias em áreas “assentadas”. Rodrigues declarou que a velocidade do Planalto é inaceitável para a esquerda e calculou que o ritmo atual exigiria 15 anos para atender as 150 mil famílias ligadas ao movimento.
O MST confirmou o apoio à reeleição de Lula no pleito de 2026, mesmo com a insatisfação explícita sobre a falta de liberação de recursos. Rodrigues atuará como um dos coordenadores da campanha do petista e cobrou “coragem” do presidente para enfrentar o Orçamento em um eventual quarto mandato.
O dirigente defendeu a ideia de que o Palácio do Planalto libere a invasão de de propriedades rurais “no canetaço”, sem passar pelo Congresso Nacional nem pelo Judiciário. Na visão do líder sem-terra, que ignora a proteção a propriedades privadas, a entrega de imóveis exige apenas verba e a assinatura de decretos presidenciais de desapropriação.
Um homem foragido da Justiça por crimes como homicídio, organização criminosa, tráfico de drogas e corrupção de menores foi preso nesta terça-feira (28) durante uma operação da Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN) na Praia do Madeiro, em Tibau do Sul. A ação também resultou na prisão em flagrante de outro suspeito, na apreensão de um adolescente e na retirada de circulação de três armas de fogo roubadas, munições e porções de drogas.
Entre os detidos está Bruno dos Santos Barboza, de 22 anos, que possuía dois mandados de prisão em aberto. Segundo a PCRN, ele era procurado pela Justiça pelos crimes de homicídio, organização criminosa, tráfico de drogas e corrupção de menores.
Durante as diligências, os policiais localizaram os suspeitos, apontados como integrantes de uma organização criminosa, sentados em uma mesa na Praia do Madeiro. No momento da abordagem, os agentes constataram que cada um deles portava uma arma de fogo. Além das armas, que possuíam registro de roubo, os policiais apreenderam munições e porções de drogas. Os dois homens receberam voz de prisão em flagrante, enquanto o adolescente foi apreendido e encaminhado, juntamente com os demais envolvidos, à delegacia para os procedimentos legais.
Durante a identificação dos suspeitos, a Polícia Civil confirmou que Bruno dos Santos Barboza estava na condição de foragido. Além da prisão em flagrante, os agentes também cumpriram os dois mandados de prisão expedidos contra ele.
A PCRN informou ainda que as investigações prosseguem para esclarecer a participação dos envolvidos em outros delitos e identificar possíveis integrantes da organização criminosa que atua na região.
Um professor universitário dos Estados Unidos viralizou nas redes sociais após revelar que reprovou 32 de 35 alunos em uma avaliação depois de criar uma estratégia para identificar quem havia utilizado inteligência artificial na realização da atividade. O caso ganhou repercussão após o docente compartilhar a experiência em vídeos publicados no TikTok.
O responsável pela iniciativa é o historiador Jason Gibson, professor da Alcorn State University, no estado do Mississippi. Segundo ele, os estudantes deveriam produzir uma redação sobre a Revolução Industrial, mas o enunciado continha uma instrução invisível, escrita em letras brancas sobre fundo branco.
A mensagem orientava que a palavra “Madagascar” fosse incluída em algum trecho do texto, sem qualquer relação com o tema da redação. Quem apenas lesse o enunciado normalmente não conseguiria visualizar a frase. No entanto, estudantes que copiaram o comando completo e o colaram em ferramentas como o ChatGPT acabaram enviando a instrução oculta junto com o pedido.
Ao corrigir os trabalhos, Gibson encontrou diversas redações que mencionavam “Madagascar” em contextos completamente desconexos do assunto proposto. Para o professor, isso evidenciava que os alunos haviam recorrido à inteligência artificial sem sequer revisar o conteúdo antes da entrega.
Depois da correção, o docente enviou um comunicado explicando o motivo da reprovação e anexou uma captura de tela mostrando o texto oculto. “Inclusive, enviei uma captura de tela destacando o texto em branco e disse: ‘Olha, isso só acontece se vocês copiarem e colarem o enunciado inteiro e depois copiarem e colarem a resposta de volta, sem checar’”, contou.
Mesmo após abrir espaço para recursos, apenas dois dos 32 estudantes reprovados entraram em contato. Um deles conseguiu reverter a nota ao explicar que utilizava o modo escuro no computador, o que permitiu visualizar a frase escrita em branco.
Nas redes sociais, usuários questionaram se a estratégia poderia prejudicar estudantes com deficiência visual que utilizam leitores de tela. Gibson respondeu que nenhum dos alunos da turma fazia uso de tecnologias assistivas.
Apesar da repercussão, o professor afirmou que nunca teve a intenção de reprovar a maioria da classe. “Eu sei que há professores por aí que parecem sentir satisfação em reprovar alunos repetidamente. (…) Eu não sinto nenhuma satisfação em ver alunos serem reprovados”, disse.
A obra do Centro de Tratamento de Queimados do Complexo Hospitalar Monsenhor Walfredo Gurgel deve receber providências imediatas para sua conclusão. A determinação está em uma decisão em tutela provisória de urgência proferida em uma ação movida pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), , por intermédio da 47ª Promotoria de Justiça de Natal, e pela Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Norte (DPERN), por meio da 10ª Defensoria Cível de Natal, do Núcleo Especializado de Defesa da Saúde (NUDESA) e do Núcleo Especializado de Tutelas Coletivas.
A decisão fixa o prazo de 30 dias para a retomada integral das obras de reforma, adequação e requalificação da unidade seja mediante contratação emergencial de nova empresa, seja por meio da requisição administrativa de bens e serviços. Antes disso, em 15 dias, deve ser apresentado um cronograma físico-financeiro detalhado e atualizado para a conclusão integral da obra no prazo máximo de 90 dias.
Além disso, o Estado deve garantir, em até 30 dias, a recomposição mínima da equipe necessária ao funcionamento seguro e contínuo da unidade. A decisão judicial trata ainda da necessidade da segregação física e funcional entre a área assistencial em funcionamento e o canteiro de obras. Em caso de descumprimento injustificado das determinações, a Justiça fixou multa diária de R$ 5.000,00.
O CTQ é a única pública especializada no atendimento a queimados em todo o RN. Apesar disso, a ação civil pública demonstrou que o local tem funcionado em espaço reduzido com leitos indisponíveis e falta de salas essenciais. MPRN e DPERN ainda demonstraram que foram encontrados pacientes em corredores e áreas não especializadas devido às reformas paralisadas.
Obra parada
A situação denunciada na ACP é resultado de um atraso de dois anos nas obras de reforma e requalificação da unidade. O serviço começou em junho de 2024 e tinha prazo previsto de três meses. A primeira empresa contratada abandonou a obra em agosto de 2025. Em dezembro daquele ano, o Estado firmou novo contrato emergencial, com prazo de execução de 180 dias.
No entanto, segundo relatório do próprio engenheiro fiscal da obra, passados quase 150 dias da ordem de serviço a execução física não havia ultrapassado 2,33% do total contratado. O contrato foi rescindido, sem que, até o momento, uma nova contratação tenha sido formalizada.
Vistorias
Vistorias técnicas realizadas pela Central de Apoio Técnico Especializado (Cate) do MPRN, pela equipe da Defensoria Pública e pelo Conselho Regional de Medicina do RN (Cremern) documentaram a gravidade da situação. A capacidade de leitos, que era de 22, caiu para 12. Foram desativados a sala de balneoterapia, a sala de curativos exclusiva, o ginásio de reabilitação, os leitos de isolamento e de semi-intensiva e o repouso médico.
A climatização central foi desligada, ambientes de internação registram infiltrações no teto e imagens produzidas pelas equipes técnicas mostram pacientes convivendo com escombros, poeira e fiação exposta em áreas de internação ativa.
Em vistoria realizada em junho de 2026, o Cremern constatou que 21 pacientes queimados estavam sob responsabilidade da equipe especializada do CTQ, sendo que apenas 12 estavam acomodados nas enfermarias da própria unidade.
Déficit de pessoal
Além da estrutura física, a ação demonstrou a insuficiência crônica de profissionais: a unidade não conta com clínico-geral no período noturno, enfermeiro ou responsável técnico de enfermagem em regime exclusivo de 24 horas, e a equipe de reabilitação opera com menos da metade do número de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais recomendado. Esse quadro contraria os parâmetros mínimos de habilitação estabelecidos pelo Ministério da Saúde para centros de referência em queimados.
O TJ-MG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais) determinou que a Itambé indenize em R$ 8 mil por danos morais uma consumidora que encontrou uma lagartixa dentro de um pote de iogurte sabor morango da marca. A informação foi divulgada pelo próprio órgão nesta 3ª feira (28.jul.2026).
De acordo com o processo, o caso aconteceu em 2013. Uma mulher comprou duas bandejas do produto em um supermercado e, ao abrir uma delas, encontrou o animal. Um laudo do Instituto de Criminalística da Polícia Civil de Minas Gerais confirmou a presença da lagartixa de cerca de 8 centímetros dentro da embalagem.
A consumidora registrou um boletim de ocorrência, tirou fotos e, com o cupom fiscal, acionou a empresa. No entanto, a cliente não recebeu uma resposta satisfatória. Ela acionou a Justiça pedindo o reconhecimento de danos morais e materiais.
Os pedidos foram parcialmente deferidos na 1ª Instância, resultando no pagamento de danos morais para a mulher. A Itambé recorreu e apresentou laudos para sustentar que seria impossível haver um animal na embalagem, afirmando que, como não foi realizada perícia técnica judicial, a condenação teria sido baseada só nas fotos apresentadas.
Contudo, o relator do recurso, o desembargador Marco Aurelio Ferenzini, reforçou que a responsabilidade do fabricante pelos danos causados ao consumidor independe da existência de culpa.
Com a aproximação da temporada de ventos no Rio Grande do Norte, que costuma ser registrada entre agosto e outubro, é comum que crianças, jovens e até mesmo adultos aproveitem o tempo livre para se divertir soltando pipas. A brincadeira, muito comum em contraturnos escolares, exige atenção redobrada quando realizada próxima à rede elétrica. Um balanço da Neoenergia Cosern divulgado nesta terça-feira (28) revela que 28 ocorrências envolvendo pipas e a rede elétrica foram registradas entre janeiro e junho de 2026, um aumento de 47,4% em relação ao mesmo período do ano passado, que registrou 19 ocorrências.
Apesar desse aumento nas ocorrências, houve redução significativa na quantidade de clientes afetados por interrupções no fornecimento, graças aos investimentos constantes em tecnologia na rede elétrica, fazendo com que a Neoenergia Cosern seja a distribuidora com menor número de religamentos do Brasil. De maneira geral, os potiguares têm energia disponível durante 99,93% das 8.760 horas do ano. No primeiro semestre do ano passado, 17.469 clientes ficaram sem energia por causa do enroscamento de pipas nos fios, enquanto neste ano o número caiu para 4.997, uma redução de 71,4%.
Entre os municípios mais afetados, Natal concentrou o maior número de ocorrências no primeiro semestre de 2026, com 13 registros e 2.775 clientes afetados. Em seguida aparecem Mossoró, com 4 ocorrências, e Parnamirim, com 3. Também houve registros em municípios como Extremoz, Macaíba, Martins, Nova Cruz, São Gonçalo do Amarante, São João do Sabugi, São Miguel e Umarizal.
“Soltar pipas é uma brincadeira que deve ser realizada apenas em áreas abertas e distantes da rede de energia elétrica. Pipas enroscadas em postes, transformadores e cabos podem provocar curtos-circuitos, rompimento de condutores, desligamentos e acidentes graves. Além disso, linhas com cerol ou materiais cortantes podem danificar e cortar cabos, sendo também um risco para a vida de ciclistas, motociclistas e pedestres”, afirma Sharley Manso, gerente de Segurança da Neoenergia Cosern.
O adolescente suspeito João Pessoa, investigado pela morte de Washington Rodrigo, de 33 anos, em um hotel na orla de Manaíra, em João Pessoa (PB), acumula 17 boletins de ocorrência registrados no Rio Grande do Norte. A Polícia Civil apreendeu o adolescente nesta terça-feira (28), em Caicó, na região Seridó potiguar.
Segundo a Polícia Civil, os registros no Rio Grande do Norte envolvem atos infracionais análogos a perseguição (stalking), extorsão, ameaça, violência doméstica, lesão corporal e furto. Além disso, os investigadores informaram que o adolescente já havia passado por medidas socioeducativas.
Washington Rodrigo foi encontrado morto na última sexta-feira (24) em um quarto de hotel no bairro de Manaíra. Conforme a perícia, a vítima apresentava um fio enrolado no pescoço e sinais de asfixia. A investigação também apontou que ela não possuía registro de hospedagem no estabelecimento.
De acordo com a Polícia Civil, o adolescente conheceu a vítima por meio de um site de relacionamentos. Durante o depoimento, ele confessou o crime e afirmou que suspeitou de que Washington registrava imagens do encontro. Por isso, disse que exigiu o celular da vítima para verificar o conteúdo do aparelho.
Em depoimento, o adolescente afirmou que utilizou uma arma de airsoft para intimidar Washington e obter acesso ao telefone celular. Em seguida, relatou que usou o fio de um secador para impedir que a vítima reagisse ou pedisse ajuda.
Ainda segundo o relato, ele alegou que não tinha intenção de matar Washington. No entanto, a Polícia Civil continua investigando a dinâmica do crime e aguarda a conclusão do inquérito.
Como o investigado tem 17 anos, o caso tramita conforme as normas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Por esse motivo, as autoridades preservam a identidade do adolescente.
Enquanto isso, a Polícia Civil da Paraíba prossegue com a investigação para esclarecer todos os detalhes do homicídio. Além disso, os investigadores analisam os laudos periciais e os depoimentos reunidos durante a apuração.
Uma vergonha, vão inviabilizar as quejeiras e com elas a ultima esperança de salvar a pecuária de leite do RN. Esse pessoal não tem mais o que fazer, do que ficar arranjando empecilho para quem quer produzir aqui no RN.
O importante é ter um RT que cumpra seu papel de orientar o proprietário dentro das normais legais no controle de qualidade do alimento, garantindo um produto seguro ao consumidor. RT não compete fiscalizar nem inspecionar, essas atribuições são dos órgãos oficiais de fiscalização. Independente da formação profissional, se a lei que rege cada profissão permite ao mesmo assumir essa responsabilidade, o próprio Decreto 9.013/3017 não específica que seja Médico Veterinário. A Medicina Veterinária tem uma ampla abrangência de atuação, e por vezes, alguns possuem mais conhecimento em uma área do que em outra. Enfim, os estabelecimentos precisam de RTs com conhecimento na área para orientação e condução adequada da produção. Só assinar para prestar conta com a fiscalização além de prejudicar os produtores e desvaloriza qualquer profissão. Sejamos conscientes das nossas responsabilidades profissionais!
cfmv decisao definitiva sobre rt em laticinios – Pesquisa Google
http://www.google.com.br/search?q=cfmv+decisao+definitiva+sobre+rt+em+laticinios&oq=cfmv+decisao+definitiva+sobre+rt+em+laticinios&gs_l=mobile-heirloom-hp.12…18189.45354.0.46735.59.52.5.2.2.0.420.11192.3j15j31j2j1.52.0….0…1c.1.34.mobile-heirloom-hp..27.32.6166.DhTeqeIzsJo
O interessante que essas decisões não citam em nenhum momento o Decreto 9013/2017 que regulamenta a inspeção dos produtos de origem animal. Um bom advogado, na omissão de fatos, "no caso leis", pode tendenciar muita decisão judicial. Como falei no meu comentário, independente da profissão, precisamos de RTs presentes, comprometidos e ajudando o produtor/proprietário na condução dos seus trabalhos, na qualidade dos seus produtos, não apenas para ASSINAR.
Um absurdo, pois, um Médico Veterinário não estuda Operações Unitárias, muito menos análises químicas
O Médico Veterinário, o Zootecnista, o Químico, o Nutricionista, entre outras profissões podem assumir a responsabilidade técnica de um estabelecimento de POA. O veterinário estuda sim análises químicas.
A responsabilidade pela fiscalização desses estabelecimentos é do Idiarn e do Mapa, de acordo com o decreto Federal 9013 de 29 de Março de 2017 e lei estadual 324 de 26 de março de 2006. Compete ao Conselho fiscalizar a atuação profissional e não a fiscalização do estabelecimento, com respectiva autuação por não possuir RT médico veterinário. A responsabilidade técnica é um dos requisitos para registro desses estabelecimentos, requerida ao final do processo de registro tanto pelo Mapa quanto pelo IDIARN. De acordo com a legislação atual, dentre elas o artigo 77 do RIISPOA, NÃO existe a obrigatoriedade do responsável técnico ser médico veterinário, podendo ser profissional de nível médio ou nível superior desde que o seu Conselho de classe emita sua ART. A argumentação usada de que se precisa garantir a sanidade do rebanho é fruto da falta de conhecimento do funcionamento desses estabelecimentos e dos requisitos que garantem a qualidade de um produto. A sanidade é importante, mas ela é promovida dentro da propriedade e, se ocorrer falha, temos equipamentos dentro desses estabelecimentos bem como processos de fabricação que eliminam esses microorganismos provenientes de um animal com Brucelose ou tuberculose por exemplo, dentre outros. Na verdade o que precisamos é que dentro dessas queijeiras tenhamos profissionais capacitados em implantar e gerir os programas de autocontrole, do contrário não teremos um produto seguro p o consumidor. O Idiarn hoje possui excelentes profissionais que atuam como RTs nesses estabelecimentos, como engenheiros de alimentos, engenheiros de produção, zootecnistas, técnicos em alimentos, químicos, técnico em laticínio, veterinários, etc., que juntamente com o Idiarn colocam na mesa do norteriograndense produtos de qualidade. Esses estabelecimentos são muitas vezes o local de trabalho de muitos jovens que tem uma oportunidade de emprego e muitas vezes ajudam aos próprios familiares que fazem parte da tradicional produção do queijo do Seridó, assumindo essa responsabilidade técnica. Precisamos de incentivo à cadeia do leite e não de entraves burocráticos e classistas que oneram o produtor e prejudicam essa atividade de extrema importância para o Rio Grande do Norte.
Isso é um absurdo, enquanto o Brasil clama por desburocratização esse conselho insiste em arrecadar às custas de terceiros, a atividade primária do nosso Estado está em frangalhos e este órgão vem agora com estas exigências estapafúrdias. A fonte dos Petshop secou, pois estão todos ganhando na justiça o direito de não pagar este absurdo classista, agora tentam outra vítima para compensar receita e partem para cima das queijeiras do RN. Aonde está o MP que não enxerga estas coisas, mais uma para afundar a economia já combalida do RN.
O CRMV parece está perdido em suas ações em não consultar a legislação estadual ou atribuições de outras categorias.
Mais uma bola fora.
Eita que as corporações querendo criar dificuldade para ganhar facilidade. Se for para ser vigilante de fabricação de queijo é só o Senai criar um curso de dois meses de duração. O desemprego está grande, mas deixem os queijeiros em paz, pois assim eles quebram.e o desemprego aumenta ainda mais.
Que o IDIARN fiscalize esse conselho ta querendo comer tudo! A sociedade precisa ficar atento nele!
Esse mesmo conselho está atuado também nas empresas de pescados, obrigado que o responsável técnico tenha que um médico veterinário. Cadê o CREA e os outros Conselhos.
O CREA precisa se pronunciar.
Esse conselho tá igual a MP, se achando um Deus.
Bom dia
A sanidade eh da porteira p dentro, RT de produtos de origem animal pode ser feito através de controles por zootecnista, laticinistas, engenheiro de alimentos , e outras profissões essa exigência de veterinário eh um entendimento interno do CRMV , o MAPA e IDIARN não exigem isso a própria legislação garante a outras profissões esse direito
É de suma importância termos um responsável técnico para garantir que os produtos produzidos não sejam alterados ou contaminados, que o produto seja seguro para o consumo humano, e no caso de produtos de origem animal, a segurança alimentar inicia-se com a sanidade do rebanho até o processamento final, o profissional mais habilitado para todo o processo produtivo, é médico veterinário
Burrocracia quer emperrar tudo.
Justifique o porquê de o médico veterinário ser mais capacitado.
Sim, meu parceiro, zootecnista agr só serve pra enfeitar propriedade
Concordo com você Flávio, porém acrescento quê o processo de controle de qualidade seja multidisciplinar, com à participação de vários colegas como , Zootecnistas , Agrônomos quê devem trabalhar em sintonia com os médicos veterinárias desde o manejo sanitário adequado do rebanho, bem como os engenheiros de alimentos, químicos dentre outros que junto com o médico veterinário possuem qualificações técnicas no controle de qualidade dos produtos, em seu processo de industrialização para um maior controle de qualidade e segurança alimentar, para com á população.