Em um primeiro sinal positivo das medidas de combate à crise, o Rio Grande do Norte conseguiu subir de classificação e alcançou a nota B no Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais do Tesouro Nacional, divulgado nesta quarta-feira. O “rating” avalia a capacidade de pagamento dos governos estaduais, e apenas aqueles com nota A ou B poderão ter acesso a crédito da União.
Para o governador Robinson Faria, a nova nota é resultado direto do esforço que seu governo vem fazendo para melhorar a situação fiscal do RN, por meio de um trabalho silencioso para reequilibrar as contas. “O Estado, graças às medidas adotadas por nossa gestão, já exibe melhora significativa na sua nota de risco de crédito e se prepara, com ajuda do Governo Federal, para superar os desequilíbrios de curto e médio prazo”, afirma.
O secretário de Planejamento e Finanças, Gustavo Nogueira, realça que retomada e permanência do equilíbrio fiscal exige a adoção de medidas já submetidas à Assembleia, como a PEC do Regime Fiscal, e apoio do Governo Federal, já solicitado.
“Estas ações permitirão que o Estado possa contar com recursos financeiros de curto prazo – com ajuda da União – e reduzir ou eliminar os vetores que alimentam o crescimento da despesa pública a médio e longo prazos, o que, associado a uma melhor conjuntura econômica, vai permitir um futuro saudável ao Tesouro Estadual”, destaca.
Gustavo esclarece ainda que o impasse financeiro de curto prazo, que levou ao atraso no pagamento de pessoal, decorre de situação estrutural da previdência que resultou no crescimento exponencial do déficit previdenciário, de R$650 milhões, em 2014, para R$ 1,8 bilhão neste ano.
PORTAL NO AR

Pergunta…
O repasse financeiro aos outros poderes do RN também tiveram redução proporcional nos duodécimos (igual ao estado) nesse período de crise?
Se a resposta for NÃO (receberam o valor fechado) isso explica o deficit geral do executivo, que prejudica toda população e servidores enquanto mantendo o deficit dos outros poderes!
Se o RN não fizer uma repactuação financeira urgente com os outros poderes, INDEPENDENTEMENTE DE CRISE continuaremos a ter problema de caixa no executivo, onde realmente (mesmo que precariamente as vezes) a população é atendida.
A culpa sempre recai sobre a questão da previdência.
O problema foi må gestão dos recursos públicos e muitos desvios ao longo de anos.
Agora o povo e os aposentados pagam a conta.
A PREVIDÊNCIA, aonde é mais fácil manterem a mão com gosto. Podem observarem tudo que ruim é PREVIDÊNCIA, sabem os picaretas que a PREVIDÊNCIA nunca deu prejuízo. Isto é blá blá!
Esta tão boa que o tce reprovou.