A Cooperativa Médica do RN elegeu na noite desta segunda (9) a nova diretoria para os próximos quatro anos à frente da associação.
A composição da chapa única eleita é a seguinte: Diretor Presidente: Victor Vinicius; Diretor Administrativo: Álvaro Barros; Diretor Financeiro: Luís Eduardo.
A Coopmed-RN
Fundada em 19 de fevereiro de 2003, a Cooperativa Médica do RN começou a funcionar efetivamente em 2006.
O principal objetivo da entidade é a prestação de serviços médicos nas variadas formas e especialidades; prestação de serviços administrativos, em estruturas ou entidades hospitalares públicos ou privados, podendo para isso, efetuar contratos de serviços auxiliares aos trabalhos médicos, através de contratos firmados com os órgãos públicos municipais, estaduais, federais, além de fundações, autarquias, caixas de assistência e entidades particulares a serem executadas por seus associados, de maneira individual ou coletiva.
Foto: Ricardo Stuckert/PT/Divulgação e Rebeca Ligabue/Metrópoles
No último domingo que antecede o segundo turno das eleições presidenciais, apoiadores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) realizam agendas de mobilização com estratégias opostas em São Paulo. A direita concentra suas forças em um grande ato unificado na Avenida Paulista, enquanto a militância de esquerda espalha ações descentralizadas pelos bairros da periferia da capital.
O comício liderado por Flávio Bolsonaro ocorre nas proximidades do Masp a partir das 11h, com concentração iniciada às 9h. Denominada “Bloco do 22”, a manifestação conta com a presença do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e do prefeito Ricardo Nunes (MDB). Segundo dados enviados pelo PL à prefeitura, a expectativa de público é de 20 mil pessoas, em uma demonstração de força vista como resposta ao ato pró-Lula do último dia 11.
Em contrapartida, a campanha petista optou por cancelar o ato unificado que estava previsto para a região central e redirecionar a militância para as periferias. A partir das 15h, ocorrem mobilizações no Grajaú (Zona Sul), na Cachoeirinha (Zona Norte) e em Itaquera (Zona Leste), além de uma concentração de torcedores corinthianos às 17h no Largo da Banana (Barra Funda). De acordo com Kiko Celeguim, presidente estadual do PT, a orientação do partido foi priorizar ações comunitárias nas regiões periféricas e em cidades da Grande SP e do interior.
Lula não participa dos atos de rua neste domingo devido ao compromisso com o debate presencial na TV Bandeirantes, marcado para as 20h, enquanto seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), cumpre agenda em Poços de Caldas (MG). A campanha do PT prevê encerrar as mobilizações de rua no próximo sábado (24), com uma nova convocação na Avenida Paulista às vésperas da votação.
[VÍDEO] MENTIROSO: “Ele mente em coisa pequena, ele mente em coisa grande, ele mente o tempo inteiro”, diz lobista sobre Lula https://t.co/0vtFNkp3v3 https://t.co/2JLoONo1Ye
A lobista Roberta Luchsinger, que no passado figurou entre as apoiadoras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), adotou um tom de duro confronto contra o chefe do Executivo. Em entrevista a CNN na noite deste sábado (14), Luchsinger acusou o presidente de falta com a verdade em suas manifestações públicas e privadas.
“Mente sobre coisas grandes, mente sobre coisas pequenas. Mente sobre tudo”, declarou Luchsinger. O posicionamento marca uma virada no discurso de Roberta, cuja proximidade anterior com o grupo político do governo amplifica o impacto das declarações no cenário político de Brasília.
A mudança de atitude da lobista intensifica as cobranças por esclarecimentos sobre as tratativas e denúncias mencionadas por ela.
Após as declarações de Roberta Luchsinger à CNN Brasil, a oposição ao governo iniciou uma forte ofensiva institucional e nas redes sociais. Em publicação no X, parlamentares relataram ter acompanhado a transmissão ao lado de lideranças como o deputado Luciano Zucco (PL-RS) e o senador eleito Sanderson (PL-RS), defendendo a entrada imediata da empresária no programa de proteção a testemunhas.
Eu, Zucco e Sanderson estamos assistindo juntos à entrevista de Roberta Luchsinger à CNN. Estamos solicitando imediatamente sua inclusão no programa de proteção à testemunha. Suas denúncias contra Lula são gravíssimas e demonstram o enorme risco de vida que ela e suas filhas correm.
O líder da oposição na Câmara, deputado federal Gilberto Silva (PL-PB), informou ter protocolado pedidos formais em diversas instâncias para garantir a “proteção de vida à delatora de Lula”. Silva afirmou que a oposição não aguardará uma decisão do governo sobre o tema e confirmou o envio de ofícios à Polícia Federal, ao Ministério da Justiça, à Procuradoria-Geral da República (PGR), à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), à Comissão Nacional de Direitos Humanos (CNDH) e ao relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF).
A estratégia da oposição inclui ainda um Requerimento de Informação e a convocação do ministro da Justiça para prestar esclarecimentos na Comissão de Segurança Pública, além de pedidos de audiência nas Comissões de Direitos Humanos e da Mulher. “Se o Estado não proteger, levamos à Comissão Interamericana. Ninguém vai calar uma testemunha neste País”, declarou o parlamentar.
Paralelamente, a repercussão ganhou tração nas redes digitais. O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, divulgou trechos da entrevista no Instagram e mobilizou apoiadores no X ao impulsionar a hashtag “Fala tudo Roberta”, que figurou entre os assuntos mais comentados do dia na plataforma.
Às vésperas do segundo turno das eleições, o presidente Lula (PT) reagiu com firmeza às declarações da lobista Roberta Luchsinger prestadas à CNN Brasil neste sábado (17). Em nota oficial, o chefe do Executivo negou qualquer envolvimento com a empresária, disse desconhecer negociações citadas por ela e assegurou que o governo federal não possui contratos com a investigada.
As declarações de Luchsinger envolvem também o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, que, segundo ela, teria se reunido “inúmeras vezes” com ministros do governo sob o conhecimento de Lula. A empresária, que negou a farsa de acusações que a rotulam como “pilantra”, afirmou pretender fechar um acordo de delação premiada.
Em contra-ataque, Lula classificou a divulgação como oportuna e tendenciosa. “Causa estranheza que essas declarações sejam lançadas justamente às vésperas do segundo turno”, afirmou o presidente, ressaltando que o eleitorado brasileiro já presenciou denúncias sem provas usadas para manipular a opinião pública em períodos eleitorais.
[VÍDEO] “CANALHA”: Amiga de Lulinha acusa Lula, diz que não será “boi de piranha” e anuncia que fará delação premiada: https://t.co/THG1OXs6QV https://t.co/otVNV8ZAcj
A empresária e lobista Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha, chamou o presidente Lula (PT) de “canalha”, “covarde” e “mau-caráter” e afirmou que pretende fazer uma delação premiada. Ela é investigada pela Polícia Federal por suspeitas de tráfico de influência em negócios envolvendo órgãos federais.
“Vou fazer uma delação premiada porque não serei eu o ‘boi de piranha’. O que eu fiz, se for crime, eu vou responder”, declarou Roberta em entrevista neste sábado (17) à CNN Brasil.
A lobista também afirmou que Lulinha teria se reunido várias vezes com ministros do governo, inclusive Camilo Santana. Ela prometeu não poupar ninguém em uma eventual colaboração com a Justiça.
As declarações vieram depois de Lula dizer que não conhecia Roberta e chamá-la de “pilantra” e “Vorcaro feminino”. A empresária aparece ao lado do presidente em fotografias, mas o presidente sustenta que pode apenas ter posado para imagens, como faz com apoiadores.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, decidiu neste sábado (17) que a reportagem de capa da revista VEJA sobre relatos do banqueiro Daniel Vorcaro envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderá continuar sendo publicada.
A Advocacia-Geral da União (AGU) e a campanha de Lula haviam acionado o TSE para questionar a publicação e solicitar direito de resposta.
A matéria apresenta áudios atribuídos a Vorcaro nos quais ele relata pagamentos de R$ 30 milhões para financiar um documentário sobre Lula, dirigido pelo cineasta Oliver Stone. Segundo a publicação, o objetivo seria facilitar o acesso a fundos de pensão de empresas estatais e viabilizar investimentos de até R$ 10 bilhões no Banco Master.
As informações teriam sido apresentadas pela defesa do banqueiro à Procuradoria-Geral da República (PGR) durante tentativas de firmar um acordo de colaboração premiada, recusado duas vezes pelo órgão.
Nunes Marques afirmou não identificar, em análise preliminar, elementos suficientes para determinar a retirada do conteúdo. Segundo a decisão, a reportagem atribui ao banqueiro o núcleo das acusações, apresenta a negativa do candidato e inclui ressalvas relevantes. Para o ministro, não ficou demonstrada falsidade evidente ou descontextualização grave que justificasse a medida.
O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, planejou ataques contra os jornalistas Lauro Jardim e Malu Gaspar, do jornal O Globo, em razão de reportagens sobre operações financeiras da instituição. Mensagens obtidas pela Polícia Federal mostram que ele discutiu a produção de vídeos anônimos para tentar descredibilizar os profissionais.
Em conversas de março de 2025, a então superintendente de Comunicação e Marketing do banco, Ana Lúcia Matos, apresentou roteiros de vídeos apócrifos contra os jornalistas. Vorcaro sugeriu alterações e aprovou trechos das propostas, mas criticou uma das versões produzidas.
As mensagens também mostram que o banqueiro pediu a Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, que Lauro Jardim fosse agredido em um assalto forjado. Em relação a Malu Gaspar, Vorcaro pediu ao publicitário Thiago Miranda que procurasse informações sobre a vida pessoal da jornalista.
Em nota, O Globo repudiou a campanha e afirmou que as ações representam uma tentativa de intimidar a imprensa e desacreditar o jornalismo profissional. O veículo declarou que continuará trabalhando com rigor e independência.
Na sexta-feira (16), a defesa de Vorcaro pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de uma investigação sobre o vazamento das conversas. Os advogados afirmam que o banqueiro é alvo de um “processo de linchamento público”.
Ana Matos, que deixou o banco em dezembro de 2025, questionou a integridade dos trechos divulgados. Ela afirmou não ter acesso ao material original e disse não ter condições de verificar sua autenticidade, levantando a possibilidade de que as mensagens tenham sido selecionadas e editadas fora de contexto.
O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) compartilhou neste sábado (17), no X, imagens da multidão de apoiadores reunida no Farol da Barra e na orla de Salvador, durante ato de campanha na capital baiana. Ao publicar os registros, o senador escreveu: “O Brasil está unido pela mudança!”.
O presidente Lula (PT) dedicou este sábado (17), em Brasília, à preparação para o primeiro debate do segundo turno com Flávio Bolsonaro (PL), marcado para domingo (18), na Band.
A estratégia da campanha petista é priorizar as realizações do governo e propostas para um eventual novo mandato, evitando ataques pessoais ao adversário.
Entre os temas previstos estão o fim da escala 6×1, medidas para microempreendedores individuais (MEIs), ampliação da isenção do Imposto de Renda e o programa Desenrola. Lula também deve abordar propostas para a saúde e a educação.
A equipe do presidente considera a disputa indefinida e aposta no desempenho nos debates, na mobilização nas ruas e no engajamento nas redes sociais para conquistar votos na reta final.
A campanha também pretende criticar o plano de corte de gastos de Flávio, batizado de “Tesouraço”, apontando possíveis impactos das medidas para a população.
Do lado do senador, a orientação também é evitar ataques pessoais. Flávio deve concentrar suas intervenções em segurança pública, saúde e economia, além de responder a eventuais provocações.
A reportagem de capa da Revista VEJA da semana passada mostrou com áudios e documentos parte das informações que o ex-banqueiro já se dispôs a entregar às autoridades competentes. Na matéria em questão, Vorcaro diz ter pago 30 milhões de reais para ajudar no financiamento do documentário sobre Lula, de Oliver Stone, além de um valor não revelado ao Instituto Lula, sendo tudo isso uma espécie de “pedágio” para ter acesso aos fundos de pensão das estatais. O ex-banqueiro disse ter levado, por meio de seus advogados, essas informações à Procuradoria-Geral da República.
Diálogos do celular do ex-dono do Master, apreendido pela Polícia Federal, reproduzidos na reportagem de VEJA, comprovam que, depois disso, Vorcaro teve encontros com Alexandre Padilha, então ministro de Relações Institucionais de Lula, e contou com a ajuda de auxiliares dele para realizar uma série de reuniões em instituições como Postalis, Previ e Petros para tratar de um negócio que renderia aos cofres do Master 10 bilhões de reais. Em sua proposta de delação, o ex-banqueiro diz que, em contrapartida, pagaria a esses operadores uma propina de 10% sobre o dinheiro arrecadado.
A autenticidade do áudio foi confirmada por diferentes fontes. Advogado de Vorcaro, Daniel Bialski divulgou nota dizendo que a voz da gravação é realmente do seu cliente. Natália Vorcaro, irmã do ex-banqueiro, também atestou à VEJA a mesma informação. VEJA também submeteu esses áudios a uma perícia, de forma a comprovar a autenticidade da voz e a ausência de qualquer edição ou manipulação no material.
Perícia em áudio divulgado por VEJA (Imagem: Reprodução)
O laudo, assinado pelo perito Leocadio Casanova, não deixa dúvidas. Sobre a autenticidade da voz, o especialista escreve o seguinte: “Os exames instrumentais são COMPATÍVEIS com a hipótese de que a voz presente nos cinco áudios questionados é a de Daniel Vorcaro, e nenhum parâmetro examinado é contrário a essa hipótese”. Leocadio também descarta qualquer possibilidade de manipulação no material divulgado por VEJA: “Submetidos aos exames estrutural, espectral, de continuidade temporal, de duplicação e de indicadores de síntese, os cinco arquivos identificados pelos hashes da Tabela 1 não apresentam qualquer elemento técnico indicativo de montagem, edição, corte, inserção, reordenação, síntese ou manipulação de voz por inteligência artificial”.
Perícia em áudio divulgado por VEJA (Imagem: Reprodução)
O perito responsável por essa análise tem mais de duas décadas de experiência e atuação em casos criminais de alta repercussão no Brasil. Um deles foi o áudio em que o empresário Joesley Batista, do grupo J&F, gravou secretamente em 2017 o então presidente Michel Temer.
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