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A polêmica envolvendo a homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela Acadêmicos de Niterói, no Carnaval do Rio, não é inédita. Um episódio semelhante ocorreu há 20 anos, em São Paulo — com os papéis políticos invertidos.
Em 2006, Lula disputava a reeleição enquanto José Serra (prefeito da capital) e Geraldo Alckmin (governador) surgiam como pré-candidatos do PSDB à Presidência. Naquele contexto, a escola Leandro de Itaquera, então no Grupo Especial paulista, levou ao Sambódromo do Anhembi um carro alegórico com bonecos de Serra e Alckmin, além de um tucano, símbolo do partido.
A escola era comandada — como ainda é — por Leandro Alves Martins, filiado ao PSDB e candidato a vereador em 2004. O enredo destacava as obras de rebaixamento da calha do rio Tietê, bandeira do governo tucano, apresentadas como parte de um desfile sobre festas populares ligadas às águas. A escola alegou liberdade artística para justificar a homenagem.
No último carro, além dos dois tucanos, apareciam referências à parada gay, ao Carnaval paulistano e um busto do ex-governador Mário Covas.
PT pediu CPI e tentou vetar carro alegórico
Assim como ocorre agora no Rio, o desfile de 2006 contou com dinheiro público. A prefeitura de São Paulo repassou cerca de R$ 300 mil a cada escola, incluindo a Leandro. O PT reagiu e acionou a Justiça alegando promoção pessoal de políticos com recursos públicos.
O pedido foi negado pela juíza Márcia Cardoso, que destacou que o valor recebido pela escola era o mesmo destinado às demais agremiações. O carro alegórico desfilou normalmente. Depois, a bancada petista tentou instaurar uma CPI para investigar um patrocínio da Nossa Caixa à liga das escolas, mas a iniciativa não avançou.
No desfecho eleitoral, Lula foi reeleito presidente, Alckmin perdeu a disputa presidencial e Serra se elegeu governador de São Paulo. Duas décadas depois, o embate retorna à avenida — agora com Lula como homenageado e a contestação partindo do campo oposto do espectro político.
O gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli divulgou nesta quinta-feira (12) uma nota pública em que esclarece sua participação societária na empresa Maridt e nega ter qualquer relação pessoal ou financeira com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, alvo de investigações da Polícia Federal.
O ministro, que é relator da investigação sobre o Master no STF, admitiu que integra o quadro societário da Maridt, mas que a administração da empresa é feita por parentes.
A nota afirma ainda que essa condição é permitida pela Lei Orgânica da Magistratura (Loman), que veda apenas que magistrados exerçam atos de gestão.
De acordo com o texto, a Maridt é uma empresa familiar organizada como sociedade anônima de capital fechado, registrada na Junta Comercial e com declarações regularmente apresentadas à Receita Federal.
Segundo o gabinete, todas as declarações da empresa e de seus acionistas “sempre foram devidamente aprovadas”.
Relação com resort
A nota informa que a Maridt integrou o grupo Tayayá Ribeirão Claro, responsável pelo resort Tayayá, no Paraná, até 21 de fevereiro de 2025, quando foi concluída sua saída por meio de duas operações sucessivas:
venda de cotas ao Fundo Arleen, em 27 de setembro de 2021 — fundo controlado pela Reag, administradora de investimentos ligada ao Banco Master, que foi alvo de operação da PF em agosto do ano passado;
alienação do saldo remanescente à PHB Holding, em 21 de fevereiro de 2025 — isto é, venda do restante das cotas que ainda possuía.
Ainda segundo o gabinete, todas as operações foram declaradas à Receita Federal e ocorreram “dentro de valor de mercado”. Esses valores, contudo, não foram divulgados.
Segundo interlocutores, Toffoli recebeu dividendos da Maridt enquanto a empresa ainda integrava o grupo responsável pelo resort Tayayá.
De acordo com a Lei Orgânica da Magistratura (Loman), no artigo 36 da Lei Complementar 35/1979, o magistrado pode integrar o quadro societário de empresas e dela receber dividendos, sendo-lhe apenas vedado praticar atos de gestão na qualidade de administrador.
O gabinete afirma que a ação relativa à tentativa de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB) foi distribuída ao ministro em 28 de novembro de 2025, “quando há muito a Maridt não fazia mais parte do grupo Tayaya Ribeirão Claro”.
O ministro também nega conhecer o gestor do Fundo Arleen e rejeita qualquer relação pessoal com Daniel Vorcaro ou com o cunhado dele, Fabiano Zettel — preso em janeiro pela PF. Segundo o comunicado, Toffoli “jamais recebeu qualquer valor” de ambos.
Relatório da PF
A nota de Toffili vem um dia depois de o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, entregar ao ministro Edson Fachin, presidente do STF, relatório sobre dados do celular de Daniel Vorcaro.
O celular — apreendido na Operação Compliance Zero, da PF, que investiga fraudes financeiras no Banco Master, liquidado pelo Banco Central em novembro — continha menções ao ministro Dias Toffoli.
Após a divulgação das informações, o gabinete de Toffoli emitiu uma primeira nota de esclarecimento. Na ocasião, chamou de “ilações” as menções ao nome dele e afirmou que não há motivo para ser alegada suspeição do ministro no caso Master. Nesse caso, Toffoli deveria deixar a relatoria do caso.
Durante a abertura da Jornada Pedagógica 2026, realizada na tarde desta quarta-feira (11), o prefeito de Macaíba, Emídio Jr. anunciou o reajuste de 5,4% no piso salarial dos profissionais do magistério da rede municipal, considerando a carga horária de 30 horas semanais.
De acordo com o gestor, a proposta de reajuste será encaminhada à Câmara Municipal nos próximos dias, representada na ocasião pela presidente, vereadora Érika Emídio. Após aprovação, os efeitos financeiros serão retroativos a 1º de janeiro de 2026. Os valores referentes aos meses de janeiro e fevereiro serão pagos em duas parcelas, sendo a primeira no mês de março e a segunda em abril.
A abertura da Jornada Pedagógica 2026 ocorreu no Instituto Santos Dumont (ISD). O evento segue até a próxima sexta-feira (13), com atividades realizadas no próprio ISD e na Escola Municipal Auta de Souza.
Com o tema “Nossa Cidade, Nossa Escola, Nossa Paz”, a edição deste ano tem como base o Projeto Pedagógico Anual (PPA) e propõe reflexões voltadas à construção de uma cultura de paz no ambiente escolar.
A programação contempla palestras, oficinas temáticas, apresentações culturais, exposições e momentos formativos, promovendo a troca de experiências, o fortalecimento das práticas pedagógicas e o alinhamento das ações educacionais para o ano letivo de 2026.
Antes de comunicar oficialmente o reajuste ao público presente, Emídio Jr. destacou avanços e iniciativas de sua gestão voltadas ao setor de Educação, como: implantação do transporte universitário, melhoria no cardápio da merenda, distribuição de kits com materiais escolares entrega de fardamento completo.
Em seguida, o secretário de Educação, Ademar Júnior apresentou o PPA 2026 e explicou que a Jornada Pedagógica 2026 trata do tema da cultura de paz, através desse projeto que vai trabalhá-lo, ao longo de todo o ano letivo, nas 43 unidades escolares da rede municipal. Tudo isso para melhorar ainda mais a qualidade de ensino no município.
A diretoria dos Correios estima um prejuízo de R$ 9,1 bilhões em 2026, valor superior às perdas previstas de R$ 5,8 bilhões em 2025. As informações foram antecipadas pelo portal G1. Parte do rombo do ano passado só não foi maior devido ao adiamento de obrigações financeiras.
A projeção indica baixa efetividade do plano de reestruturação anunciado no segundo semestre de 2025, que previa economia anual de R$ 7,4 bilhões até 2027. As principais medidas incluíam corte de 15 mil funcionários, fechamento de 1 mil agências e ações para ampliar receitas.
Retirados do programa de privatização no início do terceiro mandato do presidente Lula, os Correios enfrentam queda no volume de correspondências, forte concorrência privada e ingerência política, fatores que agravaram a crise financeira.
Em 2024, a estatal também assumiu um aporte de R$ 7,6 bilhões no Postalis, fundo de previdência dos empregados, para cobrir prejuízos acumulados desde investimentos feitos entre 2011 e 2016.
Para enfrentar o déficit, a empresa tentou contratar um empréstimo de R$ 20 bilhões, vetado pelo Tesouro Nacional devido ao custo elevado. Posteriormente, fechou um financiamento de R$ 12 bilhões com um consórcio de bancos.
Investigadores da PF (Polícia Federal) que apuram o caso do Banco Master confirmaram à CNN Brasil ter encontrado, no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, conversas com menções a pagamentos de ao menos R$ 20 milhões à empresa do ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal).
Apesar disso, os agentes afirmam ainda não haver elementos suficientes para comprovar se os valores chegaram, de fato, a ser transferidos ao magistrado ou a eventuais intermediários.
O gabinete de Toffoli admitiu em nota divulgada nesta quinta-feira (12) ser sócio da Maridt, empresa ligada a seus familiares que vendeu uma participação do Resort Tayaya ao Fundo Arleen, ligado a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Toffoli não é formalmente investigado e não houve quebra de sigilo bancário ou fiscal do juiz da Suprema Corte.
Conforme antecipou o analista Caio Junqueira, o relatório da PF entregue ao presidente do STF, Edson Fachin, aponta a existência de mensagens trocadas entre Daniel Vorcaro e seu cunhado, Fabiano Zettel, tratando de pagamentos à empresa Maridt.
Apesar de admitir sócio da Maridt, o gabinete de Toffoli afirmou que desconhece o gestor da Arleen e que nunca manteve relação de amizade, “muito menos amizade íntima”, com Daniel Vorcaro. O ministro acrescentou ainda que jamais recebeu qualquer valor do banqueiro ou do cunhado dele, Fabiano Zettel.
Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou as ações dos partidos Novo e Missão que tentavam impedir o desfile da Acadêmicos de Niterói, cujo enredo homenageia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os ministros entenderam que a proibição configuraria censura prévia, embora tenham apontado indícios de possíveis ilícitos eleitorais.
A escola, que estreia no Grupo Especial, levará à avenida o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”. As legendas alegam propaganda eleitoral antecipada e pediam a proibição da participação de Lula no desfile, além do uso das imagens para fins eleitorais.
Relatora do caso, a ministra Estela Aranha afirmou que não há comprovação de irregularidade no momento e que eventuais ilícitos devem ser apurados após os fatos. A presidente do TSE, Cármen Lúcia, reforçou que a decisão não representa salvo-conduto, e que o processo seguirá em investigação pelo Ministério Público Eleitoral.
Não existe no ordenamento jurídico brasileiro, o PRÉ CRIME. Deixa a Escola de Samba entrar na avenida. Aguardemos dia 15/02/2026 – Domingo. Cenas dos próximos capítulos. O Mentiroso vai sair como se fosse perseguido. A “alma mais honesta” do Brasil, quiçá do Mundo.
O secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte (SEDEC-RN), Alan Silveira, pediu exoneração do cargo. A saída ocorre em meio ao rompimento político do vice-governador Walter Alves (MDB) com a governadora Fátima Bezerra (PT), que alterou a composição da base aliada no Executivo estadual.
Filiado ao MDB, Alan Silveira ocupava a secretaria como parte da articulação política do partido dentro do governo estadual. Ex-prefeito de Apodi, Alan comandou o município por duas gestões consecutivas, sendo a última entre 2021 e 2024.
A saída de Alan Silveira representa o segundo cargo estratégico indicado por Walter Alves a deixar o governo após o rompimento. Na quarta-feira (11), o diretor-presidente da Caern, Sérgio Rodrigues, também foi exonerado. Ele igualmente era indicação do vice-governador.
Em meio à cobrança de uma dívida tributária milionária — estimada em quase R$ 2 milhões — a empresa Camanor passa a questionar justamente uma das tradições culturais mais antigas de Guamaré: o “mela-mela” de carnaval.
Coincidentemente, no momento em que o Município exige o pagamento de tributos devidos, surge a narrativa de que o melaço de cana — utilizado há décadas na brincadeira popular — estaria causando impacto ambiental nos viveiros da empresa.
A pergunta que ecoa é inevitável: por que essa preocupação ambiental só ganha força agora?
A empresa, que busca anistia ou remissão integral do débito tributário, sustenta que o melaço biodegradável comprometeria sua produção.
É legítimo discutir meio ambiente. É legítimo discutir tributos. O que não parece razoável é transformar uma tradição popular em vilã exatamente quando há uma cobrança milionária em curso. Cabe refletir: trata-se de preocupação ambiental genuína ou de uma estratégia empresarial em meio a uma disputa tributária?
Guamaré conhece sua história. E, sabe separar tradição de conveniência.
O secretário de Governo de Itumbiara (GO), Thales Machado, de 40 anos, atirou contra os dois filhos dentro de casa e, em seguida, tirou a própria vida. O caso ocorreu na noite de quarta-feira (11) e é investigado pela Polícia Civil como homicídio consumado e homicídio tentado, seguidos de autoextermínio. Não há indícios de participação de terceiros.
O filho mais velho, de 12 anos, foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Modesto de Carvalho, mas morreu pouco depois de dar entrada na unidade. O caçula, de 8 anos, chegou a ser operado e internado em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara, mas não resistiu e morreu na manhã desta quinta-feira (12), conforme familiares.
Thales era genro do prefeito Dione Araújo. Horas antes da tragédia, publicou nas redes sociais um vídeo ao lado dos filhos, com a mensagem: “Que Deus abençoe sempre meus filhos, papai ama muito”. Ele também deixou uma carta de despedida, posteriormente apagada, na qual mencionava problemas no casamento, afirmava estar emocionalmente abalado, pedia perdão à família e fazia referências religiosas.
O inquérito foi instaurado e é conduzido pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Itumbiara, que realiza oitivas e perícias sob sigilo.
Já eu, respeito a opinião dos que comentaram abaixo, mas prefiro me eximir de qualquer julgamento. Apenas lamento pela morte dos inocentes e rogo a Deus que console os familiares que aqui ficaram.
Jesus ! Que absurdo. O que esse canalha fez, foi vingar-se da mulher; por acaso, uma traição lhe daria direito de tirar a própria vida? Que a mão de Deus pese pesadamente contra esse percerso; no entanto, se a mulher tivesse uma vida honesta, não daria motivos para esse canalha fazer o que fez; se ela não.l onqueroa mais, que tivesse pedido o divórcio
Homens precisam parar de idolatar mulheres a esse ponto. O cara idolatrava tanto a mulher que levou um chifre e tratou como o fim do mundo. Para punir a mulher, matou os filhos.
Esse covarde idólatra merece ter seu nome amaldiçoado e nunca mais lembrado.
Verdade pedin, imagina, será que o seboso senil, que é todo enfeitado, idolatra aquela que não esquece MACRON? melhor conversar com ele, vai tu que é psicólogo.
Lideranças do PT e do PSOL estão articulando nos bastidores a formação de uma federação entre os dois partidos para as eleições de 2026.
Segundo fontes das duas legendas ouvidas pela CNN, a ideia tem o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que pode entrar em campo se a negociação esbarrar em resistências internas.
O ministro da Secretário-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, também apoia a proposta.
No mapa interno do PSOL, o grupo de Boulos, chamado “Revolução Solidária”, defende essa tese, mas outra ala, chamada “PSOL Popular”, é contra.
Segundo relatos ouvidos pela CNN, o presidente Lula vê Boulos e a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) com dois quadros fortes e promissores.
Aliados de Boulos dizem que o ministro pode até mudar para o PT, mas só depois da eleição.
Flavião vem aí.
Tomara que a direita parte logo unida agora no primeiro turno.
É tirar o encantador de jumentos logo agora para baratear os custos da justiça eleitoral.
O homi tá subindo igual a foguete.
Kkkkkkkk.
Primeiro turno!
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