Política

Coronavírus: comércio no RN tem prazo para cumprir medidas de proteção para clientes e funcionários

Foto: Rodrigo Sena

As recentes medidas de enfrentamento ao novo coronavírus emitidas pelo Governo do Estado terão um prazo para serem cumpridas pelos estabelecimentos comerciais.

De acordo como Gabinete Civil do Estado, a determinação do Decreto nº 29.556 de instalar proteção para clientes e funcionários deve ser atendida dentro dos próximos cinco dias.

A colocação de anteparos visa evitar o contato entre os compradores, caixas e embaladores de lojas e estabelecimentos comerciais, reforçando assim a política de distanciamento social que o Governo vem adotando no Rio Grande do Norte, seguindo as recomendações sanitárias, desde o início da crise.

Já com relação aos bancos e instituições financeiras, que tiveram o atendimento presencial suspenso pelo Decreto nº 29.541, de 20 de março, o Governo ressalta que casos considerados urgentes devem continuar sendo recebidos. Entram nessa categoria situações que não possam ser resolvidas por atendimento virtual, como é o caso dos alvarás judiciais e outras operações bancárias.

Todas as medidas tomadas até aqui pelo Governo do Estado visam diminuir aglomerações de pessoas e o aperfeiçoamento das medidas de higienização, sendo imprescindível, em qualquer dos casos, obediência à distância mínima de 1,5m entre as pessoas, sejam clientes, trabalhadores ou demais colaboradores

Opinião dos leitores

  1. Quando que a quarentena aqui no RN acaba? Alguém sabe?
    Quem não é grupo de risco podia estar trabalhando normal.

  2. Aqui em Felipe camarão o restante popular nos horários de funcionamento e lotado, eu vou nu banco do Brasil depositar em dinheiro os caixas eletrônico não está recebendo, vou no Pag fácil tá fechado e não entendo o porque dos restaurantes popular está em pleno funcionamento.

  3. Estive hoje em um Supermercado da cidade de Natal, onde me deparei com uma situação extremamente complicada! 90% das pessoas que estavam no Supermercado eram idosos, e os mesmos agindo normalmente e praticamente todos acompanhados fazendo compras do dia a dia, passeando, conversando! A cidade parada em prol da não multiplicação desse vírus, mas sinceramente não vejo isso por parte de todos! Atenção Pessoal, protejam os idosos, idosos se protejam, tenham mais consciência!

    1. Nos restaurantes populares, aqui em Mossoró, estão levando para comer em casa, em quentinhas.

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Brasil

Vimos que tinha algo errado com o Master, diz presidente do INSS na CPMI

Foto: Andressa Anholete

O presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), Gilberto Waller Júnior, afirmou nesta quinta-feira (5) que o número de reclamações recebidas de aposentados indicou que “algo estava errado” e “cheirando mal” em relação à atuação do Banco Master na concessão de empréstimos consignados.

Segundo Waller, as suspeitas foram identificadas pelo INSS ainda em setembro do ano passado, antes da primeira fase da operação da Polícia Federal que mirou o Master, realizada em novembro de 2025.

“A gente verificou que tinha algo errado com o Master. A gente entendeu que não tem como eles continuarem prestando serviço aos nossos aposentados e pensionistas com esse nível de reclamação”, disse Waller durante o depoimento.

Em outubro do ano passado, o INSS comunicou que não renovaria o Acordo de Cooperação Técnica com o banco. O ACT havia sido assinado em 2020 com duração de cinco anos. “O INSS foi a primeira instituição a adotar alguma medida contra o Banco Master”, disse.

O presidente do INSS negou ter tido reuniões com Daniel Vorcaro, dono do Master, mas afirmou que foram realizadas conversas com dirigentes e advogados da instituição. “Eu nunca fiz uma reunião com o Vorcaro. Mas em 31 de outubro e 10 de novembro, eles participam de uma reunião, tentando fazer um termo de compromisso para sanar as irregularidades”, afirmou.

Waller relatou que, ao analisar os contratos do Master sobre as operações de consignados, o INSS identificou problemas de controle, como entraves para identificar as assinaturas dos segurados.

CNN

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Judiciário

PESQUISAS NO TRE: Mais 2 derrotas para o coronel Allysson Bezerra e o advogado Caio Victor

Foto: Reprodução

O pré-candidato Allysson Bezerra, que começou com o pé esquerdo judicializando e tentando impedir a publicação de pesquisas, assim como fez com a pesquisa para o BLOGDOBG — ação que perdeu e resultou na divulgação dos dados —, voltou a sofrer novas derrotas nesta quinta-feira (5) no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN).

Em mais uma tentativa de barrar o acesso da sociedade a informações que acha que podem ser desfavoráveis, Allysson Bezerra, no estilo coronel e seu super adevogado – com E mesmo, Caio Victor, também ingressaram com ações contra pesquisas dos institutos INPESP e DATAVERO, ambas rejeitadas pela Justiça Eleitoral.

Na representação contra o INPESP, o partido alegou que o instituto, criado em 2025, não teria apresentado comprovante de faturamento do ano anterior que demonstrasse capacidade financeira para autofinanciar a pesquisa. Com base nisso, a divulgação chegou a ser suspensa liminarmente. No entanto, o instituto sanou a falha documental e comprovou sua capacidade de custeio, levando o TRE-RN a revogar a liminar e julgar a ação improcedente, mesmo diante da insistência do União Brasil.

Já no caso envolvendo a DATAVERO, o partido questionou a metodologia utilizada, apontou supostas incoerências no questionário e levantou dúvidas sobre o custeio da pesquisa, sob o argumento de que o instituto teria sido contratado por empresa do mesmo grupo econômico. O TRE-RN, que já havia negado a liminar, reafirmou agora, no julgamento do mérito, a regularidade da pesquisa e rejeitou integralmente a argumentação apresentada.

Com as decisões, a Justiça Eleitoral reforça o entendimento favorável à liberdade de imprensa e à divulgação de pesquisas eleitorais regularmente registradas, frustrando mais uma tentativa de judicialização do debate político.

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Geral

Atuação de familiares de ministros do STF em Cortes superiores reforça debate sobre código de conduta

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

O Supremo Tribunal Federal discute a criação de um Código de Conduta para ampliar a transparência e reduzir riscos de conflitos de interesses na atuação de seus ministros. O tema está sob análise do presidente da Corte, Edson Fachin, que indicou a ministra Cármen Lúcia como relatora da proposta.

Entre as sugestões em debate está uma proposta da OAB-SP que proíbe magistrados de julgarem processos envolvendo familiares até o terceiro grau ou amigos. A iniciativa conta com apoio de presidentes de tribunais superiores e de entidades da sociedade civil.

Para integrantes da comissão da OAB-SP, o objetivo é preservar a credibilidade do Supremo. Segundo o professor Oscar Vilhena, da FGV Direito SP, a presença de familiares próximos em julgamentos pode gerar desequilíbrio e comprometer a percepção de imparcialidade.

Apesar do apoio externo, a proposta enfrenta resistência interna. Uma reunião prevista para discutir o Código foi cancelada diante de divergências entre os ministros. O ministro Alexandre de Moraes afirmou que as regras atuais já são suficientes para disciplinar a atuação dos juízes.

Em 2023, o STF derrubou um dispositivo do Código de Processo Civil que proibia juízes de julgar ações envolvendo escritórios de parentes até o terceiro grau. A maioria entendeu que a regra era desproporcional.

Especialistas veem no Código de Conduta uma oportunidade para o Supremo reforçar a transparência. Para a professora Ana Laura Pereira Barbosa, da ESPM, não basta ser imparcial — é preciso parecer imparcial e evitar qualquer dúvida sobre conflitos de interesses.

Fachin, por sua vez, defendeu que a atuação de familiares no STF não deve ser automaticamente vedada, desde que haja total transparência. Ele afirmou que não vê problema na advocacia de filhos ou cônjuges, desde que os ministros se declarem impedidos quando necessário.

Levantamento jornalístico feito pelo O Globo mostra que filhos e cônjuges de ministros atuaram ou atuam em processos no STF, em geral com origem nas instâncias inferiores. O Supremo afirma que seus ministros cumprem rigorosamente as regras legais de impedimento.

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Geral

Concorrência do SISU reacende debate sobre escolha consciente da universidade

A cada edição do SISU, o cenário se repete: milhões de estudantes disputando um número limitado de vagas em universidades públicas. Em 2025, mais de 1,3 milhão de candidatos concorreram a cerca de 261 mil oportunidades, um descompasso que evidencia gargalos históricos do sistema e levanta uma reflexão importante sobre o futuro acadêmico e profissional dos jovens.

A espera por uma vaga pública, muitas vezes prolongada, pode significar o adiamento da formação superior e da entrada no mercado de trabalho, sem garantia de aprovação nos ciclos seguintes. Diante desse contexto, cresce a atenção a critérios mais objetivos na hora de escolher uma instituição de ensino superior.

Avaliações do Ministério da Educação (MEC) e exames nacionais de desempenho, como o ENAMED, passaram a ser utilizados como parâmetros relevantes para aferir qualidade acadêmica. Esses indicadores analisam aspectos como formação do corpo docente, estrutura curricular e adequação às exigências profissionais atuais, funcionando como referências concretas para estudantes e famílias.

No Rio Grande do Norte, a Universidade Potiguar se destaca nesse cenário. A instituição figura entre as cinco com melhor desempenho no Nordeste no ENAMED e lidera o ranking entre as instituições privadas do estado, segundo os resultados mais recentes do exame.

Ao completar 45 anos de atuação em março, a UNP consolida sua trajetória como uma das principais instituições privadas de ensino superior do RN, atravessando diferentes ciclos de expansão do setor educacional. Em um processo seletivo marcado por alta concorrência e decisões que impactam o médio e longo prazo, a escolha consciente da universidade tende a ser determinante para a solidez da formação e da
carreira profissional.

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Geral

Dino suspende “penduricalhos” acima do teto do funcionalismo público e exige revisão de gastos nos Três Poderes

Foto: Gustavo Moreno/STF

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal) determinou nesta tarde a suspensão de pagamentos de penduricalhos acima do teto do funcionalismo público nos três poderes no prazo de 60 dias. A decisão vale para penduricalhos criados sem haver uma lei específica sobre eles.

Ministro deu 60 dias para os três poderes avaliarem quais verbas são realmente justificadas e suspender todas aquelas para as quais não existe lei específica. Decisão vale para as verbas indenizatórias, isto é, que devem servir para indenizar o servidor por alguma atividade específica feita a serviço, como uma viagem por exemplo. Na decisão ministro criticou profusão de verbas classificadas como indenizatórias mas que, na prática, estão servindo apenas para aumentar salários de servidores.

O teto do funcionalismo público hoje é de R$ 46,3 mil mensais.

Dino determinou que Congresso legisle sobre o assunto e crie uma lei regulamentando como devem ser essas verbas indenizatórias. Na decisão que determinou a suspensão imediata dos penduricalhos, ministro apontou que Congresso já aprovou uma Emenda Constitucional em 2024 prevendo que verbas indenizatórias podem extrapolar o teto do funcionalismo, mas que precisam estar “expressamente previstas em lei”.

Segundo Dino, desde então ainda não foram feitas leis regulamentando essas verbas indenizatórias. Essa condição, no entendimento do ministro, tem contribuído para a profusão indiscriminada de criação de verbas indenizatórias nos três poderes que vem criando “super-salários”.

Decisão foi tomada em ação que questiona remuneração de procuradores estaduais de São Paulo. Categoria acionou a Justiça para reivindicar direito de receber os honorários das ações em que atuam até o limite do teto do funcionalismo.

UOL

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Geral

Ministro do STJ acusado de assédio sexual é internado em hospital, sem previsão de alta

Foto: STJ/Divulgação

Em meio à apuração de uma denúncia de assédio sexual, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Buzzi apresentou atestado médico após ser internado, nesta quinta-feira (5), em um hospital de Brasília, sem previsão de alta.

A internação ocorre no mesmo dia em que a jovem de 18 anos que o acusa foi ouvida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O caso foi revelado pelo Metrópoles. Segundo a denúncia, o episódio teria ocorrido em 9 de janeiro, durante férias em Balneário Camboriú (SC), quando a jovem — filha de amigos do ministro — estava hospedada na casa dele.

De acordo com o relato, o ministro teria tentado agarrá-la três vezes enquanto ambos estavam no mar. A jovem conseguiu escapar e comunicou o ocorrido aos pais, que registraram boletim de ocorrência em São Paulo.

Após a divulgação do caso, Buzzi afirmou, em nota, que foi “surpreendido” pelas acusações e negou ter cometido qualquer ato impróprio.

A denúncia também é analisada no Supremo Tribunal Federal (STF), onde o relator é o ministro Nunes Marques, devido ao foro privilegiado do magistrado.

Na quarta-feira (4), o plenário do STJ decidiu, por unanimidade, instaurar sindicância para apurar o caso. A comissão será formada pelos ministros Raul Araújo, Isabel Gallotti e Antonio Carlos Ferreira.

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Geral

‘TAXA DAS BLUSINHAS’: Receita Federal arrecada recorde de R$ 5 bilhões em 2025, mesmo com queda de encomendas internacionais

Foto: Divulgação/Adobe Stock/ND

A arrecadação com imposto de importação sobre encomendas internacionais bateu recorde em 2025 e chegou a R$ 5 bilhões, segundo dados da Receita Federal. O valor quase dobrou o registrado em 2024, quando a arrecadação somou R$ 2,88 bilhões.

O crescimento ocorreu após a cobrança de imposto de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50, implementada em agosto de 2024 no âmbito do programa Remessa Conforme. A medida foi aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Lula, apesar de críticas do próprio petista à época. A taxação foi defendida por setores da indústria nacional.

De acordo com o Fisco, cerca de 50 milhões de brasileiros passaram a recolher tributos por meio de empresas habilitadas no programa. Mesmo com a queda no número de encomendas — que recuaram para 165,7 milhões em 2025 —, os gastos totais com compras internacionais subiram para R$ 18,6 bilhões, novo recorde.

A Receita atribui a redução no volume de remessas ao fim do fracionamento irregular de encomendas e ao aumento das compras de produtos nacionais pela internet. O órgão também aponta mudança no perfil dos consumidores, com mais pessoas realizando poucas compras e menos usuários concentrando grandes volumes.

Criado em 2023, o Remessa Conforme tem como objetivo regularizar as importações feitas pela internet, ampliar a arrecadação e reduzir a evasão fiscal. Segundo a Receita, o programa aumentou o número de declarações formais, acelerou a liberação dos produtos e deu mais previsibilidade ao consumidor sobre o valor final das compras.

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CPMI do INSS barra votação de quebra de sigilo do Banco Master e de aliados de Lula e Bolsonaro

Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS | Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

Um acordo entre governistas e oposição barrou, nesta quinta-feira (5), a votação de requerimentos que miravam o Banco Master e aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ex-presidente Jair Bolsonaro na CPMI do INSS.

Os pedidos foram retirados da pauta e não chegaram a ser analisados. Entre eles estavam requerimentos de quebra de sigilo do Banco Master, de empresas ligadas a aliados de Lula e de familiares de ministros e ex-ministros dos governos petista e bolsonarista.

Também foram barrados pedidos de quebra de sigilo do ex-ministro da Previdência Onyx Lorenzoni e do filho dele, além de um requerimento de prisão contra José Carlos Oliveira, outro ex-ministro da Previdência no governo Bolsonaro. A quebra de sigilo da filha de Oliveira também não foi votada.

Investigação da Polícia Federal aponta que José Carlos Oliveira teria recebido pagamentos da Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer) enquanto integrava o primeiro escalão do governo passado. A entidade é investigada por envolvimento em descontos irregulares de aposentadorias do INSS.

Três requerimentos contra o Banco Master estavam na pauta da sessão, todos apresentados pelo deputado Marcel van Hattem (Novo-RS). O parlamentar afirma que irregularidades atribuídas à instituição financeira teriam prejudicado diretamente aposentados, citando a ausência de mais de 250 mil documentos que comprovariam contratos de crédito consignado.

Van Hattem também defende a investigação do ex-sócio do banco, Augusto Lima, apontado como figura central na criação e expansão de produtos de crédito consignado vinculados ao Banco Master e ao modelo Credcesta.

Com informações de Estadão e UOL

 

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VÍDEO: Lula diz que recebeu Vorcaro e avisou que não teria perseguição política contra o Master

Imagens: UOL 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falou pela primeira vez, nesta quinta-feira (5/2), sobre o encontro que teve com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. A reunião entre os dois ocorreu no Palácio do Planalto, em 2024.

Segundo o chefe do Executivo, o empresário disse, na ocasião, que estava sofrendo “perseguição”.

“Ele então me contou da perseguição que ele estava sofrendo, que tinha gente interessada em derrubar ele e tal. O que eu disse para ele: não há posição política pró ou contra o Banco Master. O que haverá será uma investigação técnica feita pelo Banco Central. Foi essa a conversa”, narrou o presidente em entrevista ao portal UOL, nesta quinta-feira (5/2).

Conforme revelou o Metrópoles, na coluna da Andreza Matais, Lula recebeu Vorcaro em ao menos uma oportunidade. O encontro ocorreu em dezembro de 2024 e contou ainda com a presença do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.

Em entrevista ao Metrópoles, na última sexta-feira (29/1), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já havia relatado o que teria sido o teor da conversa entre Lula e Vorcaro.

Segundo Haddad, Lula afirmou a Vorcaro que as decisões sobre o Master seriam tomadas pelo Banco Central, de forma estritamente “técnica”.

“Galípolo tomou posse, viu que estava diante de um problema grave, abriu os procedimentos internos para apurar, constatou a fraude bilionária, tomou todas as medidas necessárias, interna e externamente, para uma decisão robusta, uma decisão sustentável perante qualquer tribunal. Esse é o certo. Com a orientação do presidente da República, que nos disse sempre: façam o trabalho de vocês. Quando ele está diante de uma informação, diz: façam o trabalho de vocês. O que, aliás, foi o que ele disse na reunião com o Vorcaro, segundo todas as testemunhas: ‘Olha, a decisão sobre você é do Banco Central, técnica. Uma decisão técnica vai ser tomada. Se bem, bem; se mal, mal‘. E é a orientação que eu recebo”, contou Haddad.

O ministro também defendeu o presidente por ter recebido Vorcaro. Segundo ele, na época do encontro, o que havia apenas era “rumor” e “disse-me-disse” de que as coisas não estavam andando bem no Master.

“Tinha muito rumor de que as coisas não estavam andando bem. Era um disse-me-disse. O rumor existia desde 2024. Tinha problema, mas você não tinha indício de crime, de fraude. Parecia um negócio mal feito, que não ia dar certo. Agora, no início de 2025, já há elementos concretos. O Galípolo estava muito preocupado, abrindo procedimentos internos para mergulhar na fiscalização. E aí houve um envolvimento quase que ato contínuo do Ministério Público”, contou Haddad.

Questionado sobre por que não alertou Lula a não receber Vorcaro, o chefe da equipe econômica afirmou que não sabia que o presidente da República receberia o banqueiro e ressaltou que não conhece Vorcaro.

“Eu nem sabia que ele ia receber. Eu não conheço essa pessoa. Até outro dia, eu não sabia se ele ia estar nesse ambiente ou não”, declarou Haddad.

Metrópoles com informações de UOL

Opinião dos leitores

  1. Alguém acredita que “essa” de fato foi a conversa com o Lula?….Acredito muito….Acredito demais…..SÓ,QUE NÃO!!!!! Apenas otários,acreditam ….

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Geral

Submetralhadora feita por impressão 3D é apreendida pela PM na zona Norte de Natal

Fotos: Divulgação PMRN

Uma submetralhadora calibre 9mm produzida por impressão 3D foi apreendida pela Polícia Militar na zona Norte de Natal, durante uma abordagem realizada na tarde da quarta-feira (4).

A ação ocorreu no loteamento Brasil Novo, no bairro Pajuçara, após policiais do Comando de Policiamento da Capital (CPC) abordarem um homem de 26 anos que apresentou comportamento suspeito ao tentar se esconder dentro de um carro ao notar a aproximação da viatura.

Durante a revista, o próprio suspeito informou que transportava a arma no veículo. Além do armamento artesanal, os policiais apreenderam 14 munições calibre 9mm, cerca de 700 gramas de maconha e um telefone celular.

O homem foi encaminhado à Delegacia de Polícia, junto com o material apreendido, para os procedimentos legais.

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